A Casa do Lago

8 A verdade sobre a casa do lago


Notas iniciais
axo q nem demorei =o
enfim
boa leitura =3

Era madrugada enquanto os adolescentes encontravam-se todos reunidos na sala. Nenhum destes atrevia-se a ir há algum outro lugar sem um acompanhante afinal, uma pessoa já havia se matado e outra fora literalmente arrastada para o interior do lago.

– Que frio... – murmurou Lin abraçando ao by InstantSavings\">próprio corpo. O olhar da jovem divagou entre seus ‘acolhedores’. – P-Por que v-vocês estão n-nessa c-cas-as v-velha? – perguntou-a desviando o olhar para o chão e encolhendo-se mais dentro do cobertor que Zero lhe dera para aquecer-se.

O silencio prevaleceu.

– D-Desculp-pe a p-pergunta – murmurou-a escondendo-se debaixo do cobertor.

Zero suspirou largando o livro que lia, caminhando ate à jovem e sentando-se ao lado desta.

– Não tem por que desculpar-se – disse-o inicialmente vendo-a apenas encolher-se mais pela aproximação. – Não sabíamos sobre a casa no começo... – continuou – e acabamos descobrindo da pior forma... – murmurou por fim abaixando a cabeça, ato que também fora feito por alguns de seus amigos.

A albina apenas descobriu um pouco sua cabeça enquanto mantinha seu olhar sobre o rapaz ao seu lado. A jovem não sabia o que pensar dele já que o mesmo parecia ser mais maduro que o restante de seus amigos...

– Por... – começou o azulado, mas este logo fora cortado pelo som de passos pesados vindos do andar superior.

Por alguns segundos o silencio reinou, este fora quebrado apenas pelas palavras pronunciadas pelo albino.

– Por que você estava ai fora nessa chuva? – direto e frio. Como Lass sempre fora.

Sem resposta. A jovem apenas permanecia estática observando o azulado.

– Vocês sabiam... – começou-a fazendo todos os olhares voltarem-se para si. – Que aqueles que morrem nesta casa são amaldiçoados a assombrar esse lugar pela eternidade...? – disse-a com uma expressão vazia. Logo um sorriso tomou sua face – Você não poderá sair daqui rosada, não enquanto os demônios não permitirem... – a expressão no rosto da jovem voltou a ser calma enquanto a mesma apenas fechava os olhos.

Foram-se segundos para esta reabri-los deparando-se com o olhar de todos sobre si.

– O que você quis dizer com isso? – indagou o moreno.

– I-Isso...? – perguntou-a não entendendo.

Lin não lembrara-se de ter pronunciado mais nenhuma palavra.

– É você disse “Você não poderá sair daqui rosada, não enquanto os demônios não permitirem...” – disse Sieghart.

– E-Eu não dis-se nada... – informou-a escondendo-se novamente por debaixo do cobertor.

– Então... – começou Zero logo sendo cortado pela albina cujo olhar estava fixo no chão.

– Foram os espíritos dessa casa... Eles não permitiram que nenhum de nós saia, não enquanto eles não forem libertos... – murmurou-a.

– C-Como as-ssim? – perguntou a azulada agora assustada.

A albina apenas manteve-se calada enquanto o rapaz ao seu lado suspirava.

– Ao que parece essa casa vem sendo assombrada desde o século passado – começou-o.

– Não precisa saber desde quando – murmurou a jovem albina. – Vocês só precisam saber de uma coisa: ela quer um de vocês, eu não sei qual nem o por que, mas sei que ela matará todos apenas para ter o que deseja...

– E o que ela quer...? – perguntou o azulado.

– Vingança...


Notas finais
etto... gostaram? =o
kero coments u-u
bjinhuss ;*