A Casa do Lago
9 Aqueles que voltam dos mortos...
Notas iniciais
sorry se tiver demorado >.
enfim
boa leitura
O dia havia nascido... ou talvez não, não havia como saber por decorrência das nuvens carregadas que cobria toda a região impedindo aos jovens de ver se o sol havia ou não nascido, mas não era apenas isso que os impedia de saber. Os celulares haviam desaparecido e qualquer outro eletro não funcionava.
A chuva continuava a cair cada vez mais forte, as horas eram indefinidas para os jovens e, por decorrência do tédio ou apenas para descontrair, alguns jogavam verdade ou desafio enquanto a ruiva apenas encontrava-se parada frente a janela de vidro observando a chuva intensa.
– Elesis... – chamou o moreno caminhando para de encontro com a ruiva – não quer ir se divertir um pouco? Você esta apenas parada ai...
A ruiva desviou o olhar para observar as orbes prateadas do moreno cujas encontravam-se tristes pelos acontecimentos recentes, mas não era como se o mesmo... ou o restante dos amigos, pudesse ter feito algo para impedir a rosada de se matar ou então a loira de ser morta.
Ela suspirou.
– Eu... Não obrigada... – logo seu olhar voltou-se para observar o lado de fora da casa enquanto o moreno apenas observava o rosto triste da jovem ruiva.
Foram questão de segundos e ele notou a mudança na expressão da ruiva. A mesma apenas arregalou suas orbes scarlets enquanto empurrava o moreno e corria para a porta da casa.
– L-LIRE! – gritou-a abrindo a porta em um baque alto, o que assustou alguns de seus amigos. Logo parte destes encontravam-se atrás da ruiva cuja agora já tomava a iniciativa para ir em busca da amiga.
– Não vá... – sussurrou a albina.
– Vá... – ecoou uma voz baixa pela sala, seguido a esta um riso fez-se by InstantSavings\">presente.
A ruiva apenas paralisou-se em seu lugar na porta observando a amiga parada alguns metros a sua frente apenas olhando-a.
O silencio prevaleceu.
Cada segundo era agonizante enquanto todos permaneciam mudos. Nem mesmo o som da respiração dos presentes era ouvida... mas logo o silencio fora quebrado por um grito.
Não um grito qualquer era mais... aterrorizado. Seguido a este ouviu-se apenas o som de uma porta fechar-se fortemente.
Todos entreolharam-se notando quem faltava naquele momento.
– Já é tarde para ele... – murmurou Lin – sua alma me pertence agora... – disse-a por fim inclinando a cabeça para o lado enquanto o olhar de alguns voltava-se para a albina cujos olhos deixavam o tom arroxeado voltando a serem um belo par de jades.
Em poucos segundos os olhos da mesma fecharam-se e logo o corpo desta pendeu sobre os braços de zero.
– Vão checar o que aconteceu – informou o rapaz tomando a albina nos braços.
O moreno foi o primeiro a tomar se lugar caminhando junto de Mari e Ronan para a direção de onde veio o grito.
O moreno e ambos os azulados apenas seguiam pelo corredor escuro.
– Onde vai dar essa porta? – perguntou Sieghart para Ronan.
– Porão talvez... – murmurou o rapaz em resposta. – Acho que lá não tem luz...
A azulada apenas mexeu em sua by InstantSavings\">bolsa logo retirando desta uma carteira de cigarros juntamente há um isqueiro.
Levou o cigarro aos lábios logo acendendo-o enquanto seu olhar voltava para os amigos que apenas a observavam.
– Pensei que havia parado... – murmurou Sieghart.
– Estou nervosa – murmura a menina dando de ombros, mas logo voltado-se para o azulado e jogando o isqueiro para este. – Isso serve para iluminar?
– Deve servir para algo... – murmurou-o.
Logo o moreno abriu a ultima porta que havia no corredor e os três, Mari,Sieghart e Ronan, adentraram nesta tendo como iluminação apenas a pequena chama de um isqueiro.
Os primeiros sons a serem ouvidos foram apenas os sons da madeira velha da escada rangente sobre o peso acrescentado sobre si.
Os três adolescentes seguiram ignorando os rangidos. Assim que chegaram ao fim da escada os rangidos foram substituídos por o som de pingos de água.
O trio apenas seguiu os sons achando estranho aquele lugar encontrar-se vazio.
– Ai... – murmurou o azulado após cochar-se contra algum móvel. – Chega vou procurar o interruptor...
Logo o moreno passou o isqueiro para o azulado enquanto o mesmo voltava pelo caminho por onde viera em busca de achar o interruptor.
– Achei – informou-o após alguns segundos.
Milésimos de segundos após tais palavras serem pronunciadas um clarão de luz tomou conta da visão de todos enquanto as três cabeças voltavam seu olhar para o fim do cômodo, aparentemente vazio.
Os três jovens arregalaram os olhos horrorizados pelo que viam.
Mari apenas deixou seus joelhos irem de encontro ao chão enquanto seu olhar não desviava da cena a sua frente.
Aquilo era coisa de louco... era o que a menina pensava enquanto não desviava seu olhar do corpo do albino enquanto o mesmo era mantido preso ao teto por uma corrente que envolvia-lhe os pulsos. Lass encontrava-se sem camisa mostrando os vários cortes profundos que espalhavam-se pelo seu tórax. Sua cabeça estava abaixada enquanto permitindo aos presentes ver que o sangue que pingava provinha de sua boca, mas esta não encontrava-se aberta... estava costurada.
O silencio estabeleceu-se, mas logo fora quebrada por uma profunda respiração vinda do albino.
– E-Ele e-esta vivo... – murmurou Mari. Mas, aparentemente, aquelas palavras não haviam chegado aos rapazes. A garota apenas ergueu-se e correu para soltar o jovem cujo a qual a menina nutria sentimentos secretos. – ELE ESTA VIVO! – gritou-a mais uma vez para o moreno e o azulado ainda parados.
Logo ambos ajudaram-na a tirar Lass dali para cuidar de seus ferimentos e, só talvez, terem alguma informação de quem fez aquilo com ele.
O jovem albino lembrava-se muito bem de quem o fez aquilo. Ele lembrava dela... não a esquecera, afinal como se esquece alguém que se matara a poucos dias?
Notas finais
kero comentarios u.ú
senao nao continuo u-u
bjos
Fale com o autor