A Casa Maldita 2
14 Capítulo 13: Conhecendo novas pessoas.
Ramalho saiu da sala de seu padrinho bravo, por não conseguir convencê-lo a deixar ele voltar para sua cidade. Lúcio deixou bem claro qual seria a sua situação caso o contrariasse... ele precisaria de sua ajuda mais adiante para outras maldades que sempre são perigosas!!! e não aceitou que de repente ele desistisse de tudo. Ramalho entrou no seu quarto, e foi seguido pelo Vítor que entrou em seguida.
— Eu vi você saindo da sala do Lúcio.... o que aconteceu? -Perguntou Vítor.
— Não te interessa o que aconteceu, é apenas coisa minha. — Respondeu Ramalho com grosseria. Vítor percebeu que havia algo estranho com Ramalho, e tocou num assunto que deixaria ele irritado. — Eu não duvido nada que você brigou com Lúcio, aposto que ele te disse algo que você não esperava. — SAÍA DAQUI, EU JÁ FALEI QUE NÃO TENHO OBRIGAÇÃO DE TI FALAR NADA. — Disse Ramalho gritando. — Você ainda vai quebrar a cara Ramalho se continuar ajudando Lúcio, porque quando ele for descoberto vai acabar ti entregando junto com ele. — Eu não fiz nada que me pudesse prejudicar. — Mas está quase a fazer. Só ti dou um conselho não faça nada que possa ti prejudicar, deixa Lúcio aprontar sozinho. — Eu já escutei agora saía. — Já to saindo. — Disse Vítor já se afastando. Ramalho ficou pensativo: \'\'só me faltava essa agora, ficar ouvindo conselho daquele idiota!! quem ele pensa que é, meu padrinho estava apenas um pouco nervoso com o torneio que irá acontecer, é isso ele não teria coragem de fazer nada comigo.\'\' Estava mais difícil a permanência do Líder na tribo de índios, Anasé não perdia a oportunidade de implicar com sua inexperiência no grupo, e cada vez mais o Líder se sente desconfortado e pensa seriamente em deixar a tribo que ti acolheu com desconfiança. Não era normal os índios aceitarem um \'\'homem branco\'\' em sua aldeia, e Apuã arriscou a segurança de seu povo colocando um desconhecido que nunca viu antes em sua vida. Pelo modo de ele se expressar, faz com que Apuã acredite que seja um homem bom. Apuã estava na cabana organizando os alimentos, e o Líder entrou para lhe informar sobre sua decepção. — Apuã estou querendo abandonar a sua tribo e partir para outro lugar. — Disse O Líder indo directo ao assunto. — Sério? mas só tem dias que você está aqui ainda — Disse Apuã preocupado com sua decisão — e você nem recuperou sua memória... não pode sair andando por esses lados sem rumo. — Eu sei mas ultimamente só venho trazendo problemas para a sua tribo, quase matei uns dos seus homens com aquele incidente inesperado, e por esse motivo decidi ir embora daqui. — Eu não duvido nada que Anasé continua ti provocando não é? — Perguntou Apuã. — Sim você tem razão... ele continua me dizendo algumas coisas que me deixa triste. — Respondeu Lúcio com sinceridade. Líder não queria trazer mais confusões para a tribo de Apuã entregando seu rival, mas se viu obrigado a dizer a verdade para deixar bem claro a seu amigo os conflitos que anda tendo com Anasé. — Isso não pode continuar, se for preciso você fica... e quem vai embora vai ser Anasé. — Não por favor não faça isso — Líder fica surpreso — ele vai ficar revoltado e vai vim pra cima de mim. — Dessa vez terei uma conversa séria com ele. — Disse Apuã saindo da cabana. Karina caminhava pelo corredor da casa e observava um pouco mais a frente a felicidade de Jaqueline abraçando Bruno, por um momento ela lembrou de quando era feliz com seu namorado que se chamava \'\'Caio\'\' mas o ciúmes desmoronou seu amor por ele. Ela admirava aquela amor entre os dois e imaginou como seria se conhecesse um menino que gostasse dela de verdade, e que pudesse trazer de volta alegria para sua vida. Jaqueline e Bruno se aproximou do local em que estava Karina, e parou para comprimenta-lá. — Oi você é aluna nova? — Perguntou Jaqueline. — Sou sim — sorriu Karina — entrei aqui a pouco tempo, e estou gostando da casa, não é a toa que muita gente fala dela. — Você não viu nada ainda Karina, acontece coisas extra-ordinárias nessa casa, você vai se surpreender muito ainda. — Disse Bruno. — Seja bem vinda!!! meu nome é Jaqueline... espero que você aprenda muito, igual eu estou tentando aprender. — Obrigada!!! com certeza eu vou aprender muito aqui. — Vamos Bruno temos que aproveitar um pouco mais — Disse Jaqueline dando um se-linho em Bruno — até mais ver Karina. — Se despediu acenando a mão. Karina pensava: \'\' Nossa que namorado bonito a Jaqueline tem, com certeza é uma menina de muita sorte.\'\' — Oi Karina, viu aqueles dois ali com quem estava conversando? Jaqueline é a minha irmã, está namorando e eu não aprovo. — Desabafou Pedro. — Nossa!! sua irmã, ela é muito bonita. Agora não entendi porque você não aprova o namoro dela. — Estranhou Karina. — É por que ela nem procurou a conhecer ele direito. — Explicou ele. — Me dá a impressão que está com ciúmes de sua irmã. — Ciúmes?? — É ciúmes, você gostaria que sua irmã não namorasse por agora com ninguém, e acaba julgando o namorado dela sem conhecê-lo direito também. — Já vir que ninguém me entende mesmo. — Disse Pedro decepcionado. — Eu entendi o que você quis dizer, mas se Jaqueline gosta dele, você não pode fazer nada. — Tomara que ele apronte uma com ela, para os dois terminarem de uma vez. — Disse Pedro com raiva. — Não fala isso, você não pode desejar a infelicidade de sua irmã, e sim torcer para que o namoro dela seja bem. — Desculpa, você deve está até com medo de mim não é? — Não! você é muito legal. — Exclamou Karina. ....................... CINCO HORAS DEPOIS ........................... Lucas já estava preparado para o seu primeiro dia de treinamento, ele vestiu um uniforme diferente com cores preta e branca. Ele não vê a hora de começar a sua primeira aula, se sabe que vai ser um momento de concentração e de força de vontade para tenta aproveitar o máximo. Chegou o momento de ele se encontrar com a criatura. — Está pronto Lucas? — Perguntou ela. — Estou, como nunca estive em minha vida. — Disse Lucas confiando intensamente naquele ser que ele viu a alguns dias. — Então vamos, espero que goste da nossa viagem..... — A criatura pegou nas mãos dele e pediu que ele segurasse bem firme. Se abriu um buraco negro no gramado da casa, e ela entrou com tudo em sua direcção.... no caminho só se avistava uma fumaça estranha, a criatura perguntou se Lucas estava com medo, mas ele respondeu que não. A fumaça continuava tomando conta do local, que dificultava o termino da viagem. Lucas já estava assustado, olhava para ela esperando ouvir de seus lábios uma solução para esse problema. No momento inesperado outra criatura com a fisionomia de um ser humano, pegou Lucas por trás e tentou leva-lo para outro buraco negro, mas \'\'Suriname\'\' agiu rápido e tentou salvar Lucas. — ME AJUDA SURINAME, SE NÃO ESSE BICHO VAI ME LEVAR PRA MUITO LONGE. — Gritou Lucas. Suriname usou sua energia total e derrotou aquela criatura. Suriname fraca.... caiu no chão com suas forças todas esgotadas, e pediu alguns segundos de descanso para pode levar Lucas para seu treinamento. — Ser quiser Suriname a gente podemos fazer esse treinamento amanhã, porque nas condições que você está não vai dá para continuar. — Disse Lucas assustado. — Não podemos perder tempo — O tom de voz de Suriname estava fraco — o seu treino tem que começar hoje. — Suriname se levantava aos poucos.Notas finais
continua...
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