A Casa Maldita 2

15 Capítulo 14: Espionagem descoberta.


Notas iniciais
capitulo longo..... espero que gostem!!!!

— Tudo bem, deixa eu te ajudar a se levantar.

— Olha ali... esse vai ser o lugar que iremos treinar todas as noites. — Disse Suriname apontando para o local de treinamento. Suriname observou o local. Lá seria um lugar perfeito para treinamento, com espaço suficiente, o chão com cor branca para deixa o espaço bem agradável. Lucas ficou feliz, e já imaginava que teria que trabalhar muito para obter o máximo de sucesso do seu treinamento. Suriname caminhava em direcção ao portal que bloqueava a entrada, e lançou um ataque simples para abrir. Na sua entrada foi recebido com muito respeito, pois seus alunos sabiam que ela é uma óptima treinadora e umas das criaturas que mais sabe valorizar o empenho dos seus alunos. — Olá Suriname, já estávamos a sua espera porque demoraste? — Perguntou Tifany uma das melhores aluna do local. — É melhor você nem saber porque aconteceu muitas coisas na minha vinda pra cá. Mas deixar eu te apresentar.... esse aqui é o Lucas, lembra? aquele que disse que teria aula conosco. — Assim lembrei agora, é um prazer ti conhecer, deixa eu me apresentar: meu nome é Tifany. — Disse ela sorrindo. Lucas estava tímido, era normal pois era apenas o seu primeiro dia de aula. Lucas disse um pouco sem jeito: — Oi, espero que possamos ser amigos daqui pra frente. — E seremos!! — Respondeu Tifany com sinceridade. Suriname se despediu de Tifany e chamou Lucas para se apresentado ao resto do seus colegas, na apresentação todos ficaram olhando para Lucas, \'\'o que lhe deixava mais tímido ainda. Suriname lhe pediu que ficasse a sua espera na sala, porque iria resolver assuntos que tinham ficados pendentes. Ela se aproximou da mesinha em que estava o diretor, e perguntou qual seria o motivo de tanta urgência que ele queria falar com ela. — Aquele ali é o aluno novo Suriname? — Perguntou Bryan movendo sua cabeça ao lugar em que Lucas estava. — É ele sim Bryan, foi ele o meu escolhido para ser treinado e enfrentar o que for preciso. — Respondeu Suriname tendo a certeza de que Lucas conseguiria realizar todas as suas etapas com sucesso. Enquanto Suriname dizia sobre Lucas... Bryan o observava para ter a certeza de que ele era a pessoa certa para ajudar todos mas adiante; Pensou.... e disse para Suriname sobre sua escolha: — Parece que você soube escolher a pessoa certa para treinar na nossa escola de cem por cento de qualidade. — Disse Bryan. — Eu sempre procuro fazer o melhor por nós, e acredito que fiz a escolha certa em colocar Lucas aqui. — Disso tenho certeza. Mas Suriname você precisa treinar Lucas o mais rápido possível, pois está cada vez mais próximo de uma desgraça acontecer e temos que deixar Lucas preparado. — Avisou Bryan. Anasé estava se alimentando na sua cabana, ele comia na maioria das vezes peixe, por que era o tipo de alimento que ele maia gostava de comer. Apuã que saiu furiosamente de sua cabana depois de ter escutado do Líder que achou melhor desistir de permanecer na tribo. Apuã entrou na cabana de Anasé e ti questionou mais uma vez sobre a sua implicância com o Líder. — Já sabe que o desconhecido está pretendendo ir embora daqui por causa de suas implicâncias? — Perguntou Apuã. Anasé se surpreendeu ao saber que ele tinha tomado essa decisão, e que por agora sua vida na tribo iria se melhor. Respondeu para Apuã tranquilamente: — Já estava demorando, espero que ele vá e não volte nunca mais. — Respondeu Anasé continuando a se alimentar. Apuã impaciente com as ironias de Anasé, pegou seu prato e jogou no chão. — Olha o que você fez, derrubou o meu prato predilecto. — Disse Anasé se levantando. — Não é de hoje que você está me deixando impaciente Anasé, e eu quero que você pare com isso se não.... Anasé o interrompeu. — Senão o quer? — Senão vou ser obrigado a te expulsar da tribo. — Disse Apuã claramente. — Ah!!! não eu devo não ter escutado direito, você está querendo me expulsar da tribo, e ficar a favor desse homem. Sinceramente você só pode está louco, tenho certeza que não teria coragem de me expulsar daqui. — Anasé não acreditou na possibilidade de ser expulso da tribo. — Você está me forçando a isso, e eu não terei um pingo de dó. — Quando eu vir o corpo dele caído na areia, logo pensei que você iria me chamar para matar ele, mas você me surpreendeu me dizendo que levaria ele para a cabana. — Disse Anasé chorando. — Eu sei que a maioria das tribos tomaria essa decisão, mas eu não podia deixar aquele homem no estado em que estava, e dá as costas como se dá para um inimigo. — Disse Apuã tentando convencer Anasé. — Mas ele é o nosso inimigo. — Não é não Anasé, pelo menos por enquanto não posso lhe julgar em nada. — Essa tribo vai ser destruir se ele continuar aqui, por que já percebi que você nunca deveria ter comandado ela. — As vezes acho que você tem raiva de mim, só porque eu que comando essa tribo e você acaba tendo que me obedecer. — Não é verdade, eu sempre tive orgulho de ver essa tribo comandada por você, mas agora você veio e estragou tudo. — Pensa bem Anasé, se você contribuir e deixar ele em paz vai ser melhor pra todo mundo. Agora se você não concordar vai ser bem pior para você. — Avisou Apuã. Apuã se retirou da cabana deixando bem claro para Anasé o que aconteceria caso ele não lhe obedecesse. Anasé ficou com a cabeça baixa por alguns instantes pensando em que iria fazer agora, logo depois levantou se levantou e disse: — Esse homem branco vai se arrepender de ter nascido. — Disse ele com muita raiva!!! Pedro estava lendo alguns livros ao ar livre, sua preferência era por histórias que envolvia suspense que te deixaste curioso a cada capítulo. Ultimamente Pedro andava muito solitário por causa da mudança de Jaqueline, que só pensava por agora em dá atenção ao seu namorado. Esse afastamento foi o principal fato de Pedro começa a ter raiva de seu cunhado, para ele seria mais fácil se ela reservasse um tempo pra ele e o restante do tempo para Bruno. Pedro já tinha acabado de ler o livro; fechou ele e se levantou para voltar para a casa. Enquanto caminhava, por pura coincidência se cruzou com Bruno, olhou para ele mas rapidamente desviou e continuou a caminhar. Bruno chamou seu nome e Bruno ficou parado por um momento. ] — Porque não acaba de vez com essa tua implicância Pedro; seria tão bom se você me aceitasse como amigo e pudéssemos eu, você e a Jaqueline viver em harmonia. — Bruno incomodado com as desavenças que anda tendo com Pedro, tentou convencê-lo de que isso que está acontecendo é muito ruim. Pedro respirou fundo e disse: — Isso que ta acontecendo não é uma simples implicância minha, você roubou a Jaqueline de mim Bruno, e ainda quer que eu aceite tudo isso calado. Antigamente ela me dava atenção, vivia sempre preocupada comigo, mas agora depois que conheceu você ela nem olha mas pra mim. — Pedro jogou pra fora o que realmente te incomodava no relacionamento de Bruno com sua irmã. — Então eu já entendi, você não tem nada contra mim — Sorriu Bruno — Está apenas com ciúmes porque sua irmã fica mais comigo, e raramente com você; Agora eu te entendo Bruno qualquer irmão que é muito apegado com a sua irmã ficaria assim desse jeito; Se você quiser eu falo com ela..... Pedro o interrompeu; — Por favor não faça isso, não quero que ela sinta pena de mim. Fique você com ela não é isso que você queria; Aproveita bastante pois um dia essa fase de namoro vai passar, e eu vou está de braços abertos para receber minha querida irmã de volta. — Disse Pedro já se distanciando de Bruno. O comissário esteve na sala de Lúcio, para saber se já estava tudo preparado para o torneio de varinhas; Lúcio já tinha deixado tudo pronto, apenas esteve a espera do Comissário pedir todas as instalações precisas, para terem um torneio impecável; Lúcio trabalhou duro para consegui as instalações certas, mas no fim tudo deu certo; Só estava faltando o Comissário providenciar todos os equipamentos precisos, e dá o início ao torneio. Jaqueline viu seu namorado se aproximar e agarrou ele lhe dando um beijo. Ela estava muito alegre e convencida de que ao lado dele sempre estaria feliz; Os dois se abraçavam muito e se beijavam apaixonadamente; Enquanto os dois se beijavam, Karina olhava escondida atrás das árvores a felicidade dos dois; seu olhar paralisou neles, e não se cansava de observá-los. Karina não observava mais com a alegria a felicidade dos dois, e sim com inveja, ela notava principalmente em Bruno com seu corpo todo estruturado. Jaqueline percebeu que Karina os observava lhe chamou até eles. — Está com vergonha Karina? vir você nos observando escondida ali. — Estranhou Jaqeueline. Karina ficou corada ao ver que Jaqueline notou sua presença atrás da árvore, e não sabia o que responder. — Ali tem um pouco de sombra aproveitei e fiquei observando vocês de longe. — Ah!! entendi senta aqui com a gente para conversamos um pouco. — Disse Jaqueline. — É senta Karina você não vai nos atrapalhar em nada. — Disse Bruno concordando com a idéia de Jaqueline. — Muito obrigada vocês é muito gentil mas infelizmente vai ficar para outra vez, tenho que arrumar algumas roupas no meu quarto — Recusou Karina — Deixa eu ir agora Até mais ver Jaqueline — se despediu. Depois do constrangimento que passou Karina inventou qualquer coisa para sair dali naquele momento, ela nunca imaginou que Jaqueline iria notar a sua presença. ............................De Manhã..................................... O café da manhã já estava na mesa, como sempre com vários alimentos variáveis. Não demorou muito e todos os alunos já tinham descidos para tomar café, Pedro sentou-se de frente para sua irmã e ela aproveitou para falar com ele. — Está triste? — Não Jaqueline estou o mesmo de sempre. — Respondeu Pedro com frieza — Deixa eu tomar o meu café em paz ta me deixa. — Se você prefere assim tudo bem. Todos na mesa permaneciam calados, Edilson que não gosta nem um pouco de barulho; Começou a provocar Ramalho. — Ramalho porque você é tão sério assim — Perguntou Edilson — Eu não consigo entender como uma pessoa pode ser tão séria num lugar maravilhoso como este aqui. — Eu não tenho nenhum motivo Edilson para ficar abrindo sorriso para as pessoas. Ainda mais para vocês que são todos idiotas!!! não sei porque desci as escadas para tomar café aqui, deveria ter ficado no meu quarto mesmo. — Deveria ter ficado mesmo ninguém aqui sentiria nenhuma falta de você — Sorriu Edilson. Ramalho bateu sua mão na mesa e disse: — Nossa você parece uma criancinha de 5 anos com essas atitudes, Você tem que crescer muito Edilson para discutir comigo; porque você não chega nem aos meus pés. Edilson Sorriu mais uma vez. — Ouviu essa Guilerme o bobo está se achando; meus Deus você não é melhor do que ninguém Ramalho, é simples como qualquer pessoa aqui Ramalho. — Disse Edilson bem sério. — Está enganado Edilson, sou bem diferente que todos vocês aqui, você pode não acreditar mas é a verdade; Tive uma infância muito diferente que a sua e o que eu já fiz a com certeza nunca vocês fizeram. — Disse Ramalho. — O que você fez que a gente nunca fez antes? — Perguntou Edilson. — Não te interessa, não posso te contar é coisa minha, ver se não me enche o saco mais e me deixa terminar esse café sossegado. Edilson permaneceu calado depois de uma longa discussão com Ramalho, o que te deixaste curioso foi o que ele te disse de que ele já fez muias coisas, que nenhum deles teriam coragem de fazer. Jaqueline aproveitou a hora do café em que estava todos reunidos, e tocou num assunto de ontem; — Karina percebi que você ficou sem graça ontem com a minha pergunta. Karina fingiu que tinha se esquecido da pergunta só para Jaqueline pensar que ela não teve intenção alguma em ficar espionando os dois atrás da árvore. — Não me lembrava mais disso, mas não fique preocupada Jaqueline está tudo bem. — Eu sabia que você não iria ficar triste comigo. — Disse Jaqueline.
Notas finais
Está cada vez mais emocionante vocês não podem perder!!!