A Busca.

17 Uma declaração - Por Atena


Notas iniciais
COMENTEM! e SE NÃO TIVERMOS PELO MENOS DUAS RECOMENDAÇÕES NÓS DEMORAREMOS MUITO PARA ESCREVER. U_U

Parecia mágica ou maldição. O fato é que os meus lábios não conseguiam largar os dele. Conforme nossas bocas se prendiam uma a outra, os nossos corpos reagiam com arrepios e choques que só me faziam querê-lo mais do que no segundo anterior. Por todos os deuses, como é possível uma atração tão forte?

Eu me sentia completa! E por mais que uma parte remota de meu cérebro gritasse que aquilo era errado, meu corpo queria. Meu corpo queria! Eu queria e pronto. Não houve duvida algu nos ma de quanto nos amávamos. E mesmo depois, quando estávamos enrolados nos braços um do outro, eu tive certeza de que eu estava completamente apaixonada pelo deus do mar.

Poseidon me ninava em seu braço, aninhando-me em seu peito e me afagando o cabelo. Vez ou outra, ele corria os lábios pelas macas do meu roto e me olhava com aqueles olhos verde-mar.

Sinceramente? Eu queria me afogar naqueles olhos verde-mar.

Nunca houve algo tão puro e tão bom em toda a minha existência. Ergui o olhar para Poseidon e sorri-lhe timidamente com os cantinhos dos lábios.

— Finalmente. – ele sussurrou, selando os lábios nos meus.

Senti-me corar na mesma hora. Não houve saída, senão responder:

— Finalmente.

— Você sabe quanto tempo esperei por isso?

Neguei sentindo-me extremamente pequena nos seus braços firmes. Escondi meu rosto em seu pescoço e ronronei de forma manhosa. Ele sorriu e disse:

— Há mais de dois milênios, Atena... – ele confessou.

E nos amamos novamente. E depois disso, dormi aconchegada em seus braços.

(...)

Havia névoa. E parecia estar em, bem diante de meus ohlos, atrapalhando minha visão. Mas mesmo nublado, eu via.

As duas gêmeas subiam uma montanha acompanhada de uma terceira menina, muito parecida com Aurora, mas a diferença era que essa menina tinha olhos verdes. Olhos verde-mar.

Aurora, Alicia e Sofie, deduzi. Elas tinham quase a mesma idade. Dezoito no máximo. Estavam fugindo de algo. Ou fugindo dele. De Cronos.

Ainda não entendi o motivo e como ele ressurgiu das profundezas do Tártaro.

Elas subiam a montanha rápido, mas não o suficiente. Pelo que escutei Alicia falar, a coisa se aproximava.

Com o rosto cheio de sangue e machucados elas passaram por um arco de pedra. Um arco de pedra muito conhecido pelos deuses.

Elas estavam na montanha de Sísifo, que ficava no mundo inferior, nos campos da punição. E a única coisa que ela tinha de especial era Sífiso rolando montanha a cima a pedra que sempre voltava e a Pedra da luz.

As meninas estavam em busca dessa pedra. Só podia ser.

No momento não soube o que elas queriam. Mas logo iria saber.

(...)

Acordei já no quarto com Poseidon ao meu lado. Ele já estava acordado, apenas me olhando. Ao ver minha expressão de pânico ele perguntou:

— Atena, você está bem? Parece meio pálida. – ele disse preocupado.

-Eu não estou bem. Tive um sonho muito estranho. – e o contei os dois sonhos. Ele me abraçava quando ameaçava chorar e sinceramente? Isso me acalmava. Ter ele por perto me acalmava.

— Atena! – ele disse. Um esboço de sorriso começando a surgir em seu rosto – Isso quer dizer que vamos ter filhas! – dizendo isso ele me abraçou.

— Poseidon, meu lerdinho mais querido! – disse apertando suas bochechas – ISSO QUER DIZER QUE NOSSAS FILHA VÃO FAZER PARTE DE UMA PRFECIA QUE PODE CUSTAR A VIDA DELAS E AINDA PODEM SER MORTAS PELAS MÃOS IMUNDAS DE CRONOS, PORQUE ELE VAI RESSURIGIR! – falei um pouco mais alto do que precisava.

Poseidon abaixou a cabeça e pediu desculpas.

— Tudo bem, Amor. – ele me mirou, surpreso com a última palavra – Me desculpe. Não devia ter falado tão a alto. – ele me deu um forte abraço.

— Antes que eu esqueça, que profecia é essa?

A linhagem do cavalo e da coruja

Entrelaçada está

A menina dessa relação

Um destino trágico terá

A pequena garota

Nascida para morrer

Pelas mãos do inimigo daquele

Que renegou a vida eterna – recitei – Não sei se trata-se das nossas filhas ou de Sofie. Também não sei se tem apenas essa profecia. Mas é tudo que temos.

Poseidon me abraçou. “Vamos ter filhas!” a voz de Poseidon não saia da minha cabeça. Eu iria ser mãe, finalmente. E dessa vez eu não abandonaria meu filho por nada. Afinal ele era o fruto de um amor que demorou milênios para eu conseguir. Eu finalmente iria saber como é ser mãe.

— Atena. – Poseidon me chamou – Você está bem?

— Estou. – eu disse lhe dando um selinho – Estava apenas pensando.

— Em quê?

— Pare de ser curioso! – dei um tapa de brincadeirinha nele. O que acabou virando um longo beijo – Vou ver Sofie.

— Por quê?

— Eu gosto de vê-la dormir.

— Vovô coruja. – ele disse sorrindo

Mostrei a língua para ele, parecendo uma criança. Crianças, logo eu teria uma desse tipo. E se dependesse de Poseidon a casa estaria cheia. E eu mal sabia que estaria certa. Muito certa.

— Eu gosto de vê-la dormindo. – ele disse sorrindo – Você parece um anjinho caído.

Eu sorri.

— Eu gosto de te ver me beijando. – gargalhei – Você parece... Sei lá, parece um garotinho.

— Eu gosto de ter seus lábios nos meus. – ele falou e eu o dei um beijo

— Gosto de estar nos seu baços. – falei. E ele me abraçou por um longo tempo.

— Gosto de te ter. – ele falou.

— Eu sou toda sua. – falei sorrindo.

E então ficamos no quarto e eu esqueci de ir ver a Sofie.

LEIAM AS NOTAS INICIAIS! É IMPORTANTE!

Notas finais
LEIAM AS NOTAS INICIAIS.