A Busca.
18 O novo morador - Por Afrodite
Notas iniciais
Aqui está outro capítulo, esperamos que gostem.
Estava no Olimpo namorando. Deixei Apolo, Ártemis, Poseidon e Atena no chalé. Com certeza Apolo e Ártemis iriam namorar. E Atena e Poseidon... bom nunca se sabe o que se pode acontecer com os dois, já que vão estar sozinhos em um chalé.
Todos tinham um par, menos eu. Por isso tive uma ideia brilhante: Chamaria Ares para ficar conosco. Digo, comigo, porque eu estou carente.
— Bebê... – falei igual quando eu falo com Sofie.
— O que foi? – ele me perguntou arqueando uma sobrancelha. Ele acha que sempre que eu o chamo de “Bebê” vem encrenca. Talvez ele esteja certo. Só um pouquinho.
— Eu estive pensando... – esperei ele argumentar algo, como ele não disse nada, decidi prosseguir – Você poderia ficar comigo naquele lugar que fica você sabe onde que estamos fazendo você sabe o que com você sabe quem? – eu sempre quis falar desse jeito.
— Por quê?
— Porque naquele lugar tem apenas casais. Por favor, bebê! – eu disse fazendo bico.
— Casais? – ele perguntou confuso.
— Sim! – eu disse sorrindo – Ártemis e Apolo. E, se eu não me engano, daqui a pouco, Poseidon e Atena. Mas se você falar para alguém, quem quer que seja, se considere o primeiro deus morto por uma deusa do amor.
— Tudo bem, eu não vou contar para ninguém. – ele fez uma espécie de mímica de trancar a boca e jogar a chave fora.
— Você vai. Não vai meu amor? – disse desabotoando os botões de sua camiseta e passando a mão em seu peito.
— Não sei! – ele disse fazendo bico e me puxando pela cintura.
— Vai sim. – eu disse agora brincando com os botões de sua camisa.
— Posso pensar no seu caso se você me der uns beijos. – ele fez cara de pensativo.
Dei um beijo nele, longo e quente.
— Acho que pode ser melhor Afrodite! – ele disse fazendo cara de insatisfeito – Você dá beijos melhores quando quer.
Dei outros beijos nele. Quentes o bastante para derreter todo o gelo da Antártida.
— Hum... – ele pensou – Sim, eu vou com você. Quando chegarmos, talvez você terminar o que começou? – ele disse dando um sorriso malicioso.
— Com muito prazer Sr. Deus da Guerra. – eu falei com uma reverencia – Agora vamos!
Pegamos o caminho para o chalé, mas demoramos um pouco mais do que eu queria, pois Ares queria umas recompensas.
Chegamos ao chalé e um dos entregadores de Hermes já estava na porta. Assinei a prancheta e entramos.
Fomos para o quarto, mas antes espiei na porta do quarto de Atena, encontrei Poseidon e Atena dormindo de conchinha. Chamei Ares que ficou boquiaberto.
— Nunca se sabe quem o amor pega né? – cochichei.
Entramos no quarto e Ares depois de pular na cama, bateu onde eu deveria sentar. No seu colo.
Notas finais
Deixem suas opiniões nos cementários.
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