A Busca.
11 A torre - Por Zeus
Notas iniciais
A torre – Por Zeus
Depois de pegar a criança, fui em direção ao Olimpo.
Mandei prepararem a mais alta torre para um quarto de bebê. Não para se parecer com a Rapunzel, mas para os outros deuses não desconfiarem da localização da menina.
Achei que os pais foram corajosos ao tentar proteger a filha de maneira tão intensa, mas não podia desistir da luta. E aquele ferrado do Poseidon ainda tentou os ajudar, enfrentando minhas leis e regras.
Fui subindo as escadas da torre com a menina em meu colo. Ela era calma, não chorava quase nada, mas o olhar reprovador dela deixava a mostra que aquela criança ou era um prodígio ou tinha algo de especial. Não duvidava de ela ser um prodígio, afinal, neta de Atena, o que mais eu deveria esperar?
Ela continuava a me encarar quando eu perguntei:
— O que foi? Não queria conhecer o titio? – disse dando um sorriso irônico. Ela fez uma cara de brava e ficou parecendo uma oncinha. O que me fez virar a cabeça pra trás e gargalhar. Ela não gostou nada disso porque começou a chorar. Tentei a acalmar mas não deu muito certo.
Chegamos ao quarto e a coloquei no berço. Chamei a ninfa que ordenei que cuidasse da bebê, pedi para que desse um jeito de arrumar leite, fraudas e brinquedos.
Depois que sai do quarto escutei uma voz que conhecia. Parecia Afrodite, mas ignorei e fui para a sala do trono.
Notas finais
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