A Bruxa do Oeste.
1 Prologo
John olhou para baixou, e viu o rosto de uma menina, seu cabelo escuro caia sobre os olhos, estava com um vestido logo, preto com renda da mesma cor, parecia uma moça do século 19, ela estava se segurando somente por uma mão, estava preste a cair, mas sua única mão agarrada a tabua de madeira da velha ponte.
- Me ajude, por favor – clamou a garota.
Seus dedos estavam vermelhos pela força que estava sobre posta sobre eles. Quando ela estava prestes a cair, John pulou e segurou seu braço, a ponte balançava, ao olhar para baixo ele se apavorou, não tem fim, o abismo abaixo dele era escuro, e não dava para ser onde e se terminava.
Ele a puxou para cima, e assim que estavam fora da velha ponte, que era sustentada por cordas, a menina o abraçou, foi um abraço bem apertado, não parecia ser de amor e se de gratidão.
- Obrigado. — Falou a garota. Seus olhos eram castanhos, e sua pele clara. – Você... Salvou a minha vida.
Ele vasculhou sua cabeça atrás de algo para dizer, nada, antes de entre em um súbito desespero, ele falou:
- Como você caiu lá? – Havia pergunta pior que aquela? Ele achava que não, mas já tinha falado agora restava ela responder.
A menina ficou vermelha, seus coração acelerou, ela olhou para o outro lado da ponte, seus olhos não conseguiam ver nada, nada alem de areia.
- Eu tinha que chegar do outro lado.
- Mas não tem nada lá.
Era verdade, nem John nem ela conseguia ver, e por um segundo ela achou que tinha certeza do que procurava, e no outro, pluf, aquele pensamente tinha sido apagado de sua mente.
No silencio era possível ouvir os batimentos do coração de cada um, ou pelo menos me um deles.
- Meu nome é John. – Ele falou tentando quebrar o gelo. – E o seu?
- Eu... não consigo me lembrar.
Como assim? Eu... não me lembro de nada, Ela pensou.
A garota elevou a mão até o pescoço, e sentiu que estava faltando alguma coisa. Com uma lâmpada sendo acesa após um blecaute, a lembrança surgiu na mente dela.
O colar.
Ela olhou em volta e John fez o mesmo, so que não havia nada no lugar alem de areia, e muita areia, parecia um pouco com o abismo, o deserto também não possuía fim.
O fim esta chegando, ela esta próxima de você, corra, deixe-o ir. Disse uma voz para a menina.
Algo brilhou não muito longe dali, ela começou a correr e tropeçou na calda de seu vestido preto, com a raiva o rasgou, o resultado final ficou algo aparentemente bom, o comprimento era um pouco abaixo do joelho, e não era mais tão bufante como antes.
- Idris! – Ela chamou.
Genus hoc est ex quo sanguis procedere levatur.
E então uma pequena flor, subiu nos ares, e veio ate a mão que estava erguida, ela colocou rapidamente o colar.
Sou olhos ficaram totalmente negros, e seu corpo de ergueu, quando John olhos os pés da garota não tocava mais o chão. O que ele achou mais estranho foi que verdadeiramente ele não estava nem um pouco assustado.
- Withya – Ele gritou.
Mas como sabia o nome dela?
Ela se levantou, mas toda sua expressão doce desaparecera, antes seu rosto estava limpo, e agora possuía um leve toque de maquiagem.
- Você deve ir agora. – Ela falou.
Withya lhe deu as costa e começou a caminhar, mas John segurou sua mão, era gelada, como as de um cadáver.
- Eu conheço você? – Ele perguntou, ela olhou com desdém e disse:
- Talvez.
- De onde? – Ele queria saber, pois o que sentia por ela era algo forte e sem explicação.
- Do futuro. Do passado. Do presente.
- Não entendi. – Ele falou ainda confuso. Seu coração se acelerou novamente.
Ela se soltou e correu, ele foi atrás e a parou novamente.
- Explique-me, por favor. – Ele implorou.
- Me solte primeiro. – Ele o fez. – Estamos mortos, John. MORTOS. E é tudo culpa minha, então se eu puder consertar isso eu agradeço.
John ficou imóvel, olhando para Withya, ele queria dizer algo, pois sentia que aquele eram seus últimos segundos juntos.
- Nos veremos novamente?
- Em breve, John, em breve.
E como fumaça ela desapareceu deixando, somente uma lembrança e uma pequena palpitação no coração de John que não queria parar.
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