A Bruxa do Oeste.
5 Mendy
A explosão foi tão grande que não sobrou nada do vagão do trem, os garotos caíram sobre o ferro, John abriu os olhos, Glorias, não estou morto, pensou. Mas sua felicidade durou pouco até ver que sua pele estava translúcida, com ode um fantasma.
– Nos... – Ele gaguejou tanto que não terminou a frase.
– Não, idiota. Eu sou fiz a gente passar para outro planos, o que eu acho bem melhor que quebrar alguns ossos com a queda. – Falou Withya.
Ela começou a andar em direção ao lugar onde eles haviam pegado o trem, e a medida que andam atrás dela, Daniel e John foram voltando ao normal.
– Eu tenho muitas perguntas. – Falou John.
– Eu sei.
– Os colares... Eles não trariam as memórias de voltas?
– Sim, mas o feitiço que as Moiras fizeram foi mais forte que isso.
– Moiras?
– Aquelas mulheres que vocês viram no trem. Elas “Nasceram”, foram “recriadas” nas verdade para impedir que isso ficasse se repetindo.
– Isso?
– Essa realidade que vocês conhecem foi graças a você. Elas criam um novo plano e recolocou todos aqui, so que sem lembrança alguma do passado.
– Mas por que elas queriam nos impedir?
Eles chegaram a estação.
– Por que eu e os seus sonhos, foram uma falha no plano delas, e sempre que eu e vocês tivesse algo novamente, seria um risco que poderia trazer a memória de todos a tona.
Ela passou na porta da estação e olhou para trás, quase batendo de cara neles.
– O plano é esse, eu vou fazer um feitiço, para levar nos três para lá. E assim vou encontrar a Mendy, e pedir a ajuda dela, pois eu estou cansada disso, cansei de morrer, e sempre acordar e ter que começar tudo de novo, por que por mais que eu tente. Eu sempre. SEMPRE, vou me apaixonar por você, de novo.
Mesmo sem entender, eles assentiram.
– Do que você precisa pro feitiço?
– Quanto vocês tem ai?
Daniel colocou a mão no bolso e tirou uma nota de trinta dólares, e John de vinte. Withya revirou os olhos revoltada.
– Como em pelo século vinte e um, dois caras ricos só tem cinquenta dólares no bolso.
– Sei lá, podemos ser roubados por isso não carregamos muito dinheiro.
Ela revirou os olhos novamente, e disse para se mesmo. “Odeio fazer isso, usar magia para conseguir um taxi é tão... ultrajante”
Ela acenou e um taxi parou.
Ela sussurrou algo no ouvido dele e seus olhos ficaram totalmente braços, e ele respondeu ao seu comando.
– Sim, senhora.
Eles entraram no taxi, John sentia que havia algo errado foi quando olhou para o céu, e o sol já havia nascido.
– O que? Como? Que horas são?
– Sete horas, senhor. – Respondeu o motorista.
Foi quanto ele olhou o espelho retrovisor que achou que não podia ficar pior, mas sabia que ficaria. O reflexo do motorista mostrava apelas ossos, um esqueleto estava dirigindo. Ele respirou fundo, e pensou que se já tinha sonhos estranhos, e foi perseguido por Moiras, um taxi nas mãos se um esqueleto não era nada.
Withya mandou parar o carro, eles estão na feira das cidades, pessoas faziam sua ofertas e outras compravam frutas então outros objetos.
– Obrigado, Will.
O carro desapareceu em fumaça.
– Onde eu acho leite aqui? – Ela perguntou.
Eles negaram com a cabeça por realmente não sabiam. Ela teria que descobrir sozinha, então foi até um vendedor e pegou, ele respondeu que na barraca a seguir vendia, após comprar o leite ela voltou até os meninos.
– Você vai usar leite para fazer o feitiço?
– Não. – Ela fez uma careta “como você pode pensar nisso” – Claro que não. Affs tem horas que esqueço que vocês não são os mesmos e percebo que desastre as bruxas firam.
Era um pia, mas ninguém, ela fez uma cara de nojo, e continuou falando.
– Eu vou usar o leite para falar com a Mendy, pois eu não faço idéia do que eu devo usar. Onde achamos um banheiro? Um limpo, por favor.
John não ia muito ali, mas Daniel sabia, o local ficava perto do apartamento antigo dele, não que ele fosse limpo, mas ele sabia de um restaurante impecável.
O lugar era grade e a caminha até la foi rápida, o lugar tinha um teto alto e as luzes pareciam esta flutuando, as paredes eram brancas e as mesas de madeira, e tinha um corredor onde eles poderia pegar comida.
Ao passar pela porta, dessa vez Daniel de sentiu enjoado, não foi um dor semelhante a da estação, mas sabia que tinha uma lembrança com aquele lugar. Fogo.
O estomago de Withya revirou.
– Pontos fixos, eu devia saber que elas tentariam isso. – Ela parou e agarrou Daniel pelos ombros. – Lamento, mas... Você deve ficar um pouco longe daqui, não vamos demorar... Eu prometo. – Quase era possível ver lagrimas em seus olhos. – Eu... Vou voltar.
Ela segurou na mão de John e seguiu para o banheiro.
***
– O que realmente teve aqui?
– Fogo, John, Muito Fogo. Depois de tentar ressuscitar as bruxas, viemos para cá, íamos fugir, mas... — Ela estava quase chorando. – As bruxas estavam muito bravas, e queriam se vingar, então elas trancaram, o Daniel, e outras pessoas aqui, e tocaram fogo.
John sentiu-se mal, como se fosse culpado.
– Vamos rápido, não quero deixá-lo sozinho por muito tempo aqui.
Ela assentiu e começou a derramar o leite não chão do banheiro, primeiro ela fez um circulo no chão, e começou a dividi-lo em partes, mas na hora de desenhar as luas, John viu que tinha algo estanho.
Aquilo não parecia algo bruxo... Era...
Então Withya falou aquilo que ele temia.
– Vamos chamar uma Vampira.
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