A Aposta - Lonely Girl
55 Capitulo 56 - II temporada
Notas iniciais
Oiee..... Capitulo... Fuiii.
–– Você rapidinha como sempre, hein. – Vicki já tratou de tomar um enorme gole da bebida que estava na mesa. – Ka, essa assanhada é a Marie. – Marie fez um gesto de brinde para mim. – Essas são Jenny e Mariah. –– AHHH! Eu amo essa música. – Jenny praticamente arrastou as outras para a pista de dança e começaram a dançar. –– Elas são loucas assim mesmo. Quando quero extravasar, sempre saio com elas. –Vicki colocou um copo da bebida na minha frente. – Vá em frente. –– Não costumo beber. –– Ah, Ka, só hoje, é meu aniversário. – ela encheu seu copo. – Há uma primeira vez para tudo. Você mesma disse que hoje ia se divertir para valer. –– Certo. – peguei o copo. – Mas sem excesso. – cheirei a bebida que tinha um aroma doce, e sorvi o seu conteúdo de uma vez só. A bebida desceu pela minha garganta como se fosse café morno, minha cabeça girou. – Isso não é forte? –– Não. É até meio fraca. –– Eu quero dançar, faz tempo que eu não me divirto, faz tempo que eu não... Danço. – a bebida parecia que já estava fazendo efeito, eu tinha um pouco de dificuldade para formular uma frase. Sempre fui fraca para bebida.(...).: Terceira pessoa narrando ON:. Vicki dançava na pista chamando a atenção de todos, Karina não ficava atrás, acompanhava a dança sensual da amiga. As duas já haviam bebido mais de cinco taças, e estavam para lá de alegres. Marie já havia ido embora do bar com o tal ruivo, Jenny se agarrava em um canto com um cara que havia conhecido. Já Mariah estavam entornando todas. –– Vamos para casa? – Karina puxou Vicki pelo braço. – O motorista nos leva. –– Só vou aceitar porque vamos continuar essa festinha por lá. – disse pegando a sua bolsa e despedindo-se desajeita das amigas. As duas entraram sorrindo no carro, enquanto o motorista já guiava para a casa de Karina. Ambas conversavam animadamente sobre um assunto que o motorista não conseguia entender em meio às risadas que ambas disparavam. –– ‘Tá... Libe-rado... – Ka disse com a voz embargada para o motorista, que se retirou. –– Anda... Vamos cur-tir... – Vicki arrastou a amiga para dentro da mansão. – Tem... Alguma... Bebida por aqui? –– Acho... – Ka se jogou no macio sofá. – No escritório... Do Nick. Olha... Lá! Vicki foi aos tropeços até o escritório do Ramos e encontrou um armário cheio de bebidas, que a fez ter dificuldades de escolher. Por fim, pegou uma garrafa qualquer que nem mesmo conseguiu identificar. –– AHÁ! – ela sacudiu a garrafa da frente da amiga que estava jogada no sofá. – Achei! – ela abriu a garrafa e tomou um grande gole direto do gargalo. –– Hey! Deixa para mim... – Ka foi até Vicki e pegou a garrafa, tomando um gole também. – Aquele desgraçado... – lamentou. A bebida fazia com que ela falasse tudo sem pensar e mudar de assunto rapidamente. – Aquele desgraçado que eu amo. –– Menina, mais atitude, pega ele e joga na parede. – ela tropeçou e caiu sobre o tapete macio e começou a gargalhar. – Ele não fez com você? Faz também. –– Sou idiota. – a garrafa caiu das mãos de Karina, derramando no chão. – E masoquista. – começou a rir descontroladamente. –– Me dá isso. – pegou a garrafa do chão e tomou mais um gole. – Às vezes eu tenho vontade de matar o João, é comum. Nada é per-feito... –– E ainda tem... Aquele maldito tio gostoso. – ambas caíram na risada. Nem nos seus sonhos mais loucos, Karina pensou que ficaria com a língua tão solta assim. –– Bota gostoso nisso, minha amiga. – Vicki levantou ainda com a garrafa na mão e jogou o cabelo para trás. – Eu faltava subir pelas paredes com ele... – mais uma gargalhada estridente. – Isso, Marcos... Vai, Marcos... – ela imitou, o que fez Karina sorrir, mesmo ficando meio que constrangida. –– Estão falando de mim? – Vicki parou com os seus falsos gemidos e encarou a figura sexy parada na entrada da sala. – Conheci seu gemido lá de fora, Vicki. –– Bom saber que não fui esquecida. – ela sorriu e tomou outro gole da bebida. –– Festinha particular? – ele passou por Karina e se sentou no sofá. –– O q-que está fazendo aqui? – Karina se jogou no outro sofá. – As... – olhou no relógio, mas não conseguiu identificar as horas. – Que horas são?
–– Seis da manhã. – ele soltou uma risada sexy. – Vicki está sendo uma péssima amizade para você. –– Vai se ferrar! – ela colocou a garrafa na mesa de centro. – Escuta, Marcos. Eu ‘tô muito louca hoje, então... – ela se aproximou do homem e se jogou por cima dele no sofá. – Relaxa. –– Meu Deus, que isso... – Karina cobriu o rosto com o travesseiro para não ver o ardente beijo que os dois iniciaram. Mesmo sob efeito da bebida, começava a ficar com medo no que aquilo poderia dar. – Será que dá para vocês pararem? Não quero compactuar com isso. – tirou o travesseiro do rosto, ainda se deparando com os dois aos beijos. –– Tem para você também, Ka. – Vicki se levantou de cima do homem e foi até a garrafa, tomando mais um gole, fazendo a garrafa secar. – Não é, Marcos? –– Sim. – ele olhou para Karina no outro sofá e lançou lhe aquele olhar sedutor combinado com o sorriso. – Vem cá. – ele bateu no sofá. –– Vocês estão loucos. – Karina estava começando a achar Vicki uma tremenda louca. –– Deixa de ser boba, Ka. – Vicki segurou no braço da amiga e a levou até o sofá onde Marcos estava deitado. – Até parece que o Pedro não ‘tá fazendo coisa pior. –– Se o conheço, está fazendo a coisa pior. – ele sorriu segurando no pulso de Ka. –– Eu vou pegar mais uma garrafa. – Vicki saiu cambaleando mais uma vez em direção ao escritório de Pedro.
Notas finais
AnnaBeth e Danny
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