A Aposta - Lonely Girl
46 Capitulo 47- II temporada
Notas iniciais
Oi amores,
meninas desculpem não ta respondendo vocês, to meio corrida aki, mas to lendo todos os comentários, agradeço a vocês viu florzinhas.
Capitulooo
Pedro inventou que devíamos ir de carro, já que New Jersey não era tão longe. Passamos uma tarde inteira trancados dentro do carro, enquanto ele dirigia, eu encarava a janela observando a paisagem do caminho. Eu não entendi o porquê dele querer ir também, talvez para não me deixar em paz.
Quando chegamos a New Jersey, já era de noite e eu estava muito cansada. Hospedamo-nos em um hotel, eu queria quartos separados, mas Pedro pediu um quarto. Somente disse que alguém poderia desconfiar se estivéssemos em quartos separados. Quando nós chegamos à casa de Bianca, eu estava ansiosa para ver qual era a surpresa que ela tinha, eu imaginei de tudo, mas me surpreendi ao ver Bianca. –– Você está gravida? – meu queixo caiu. –– Sim. – ela sorriu. – Duca e eu vamos casar mês que vem. – ela parecia tão feliz. –– Você ainda ‘tá com ele? – eu disse surpresa. –– Que desprezo, Ka. – Duca veio da cozinha fazendo piada. – Pensei que gostava de mim. –– Besta. – nós sorrimos. – Ah! Esse é o Pedro... – a palavra marido não quis sair da minha boca. –– Sou o marido dela. – ele cumprimentou Duca. –– Ah, me lembro de você na boate. – Duca era sempre gentil com os amigos de Bianca. – Quer me ajudar a acender a churrasqueira? –– Claro, faz tempo que não faço isso. – os dois foram em direção ao quintal deixando Bianca e eu sozinhas. –– Ka, eu tenho que dizer... – ela olhou na direção da cozinha. – O Pedro ‘tá muito mais gato. –– E muito mais insuportável. – eu completei. – Ele ‘tá se fingindo de legal. – ela gargalhou. –– Não ‘tá implicando? –– Deixa eu te atualizar... – eu comecei a contar tudo para ela. A cada parte da história, ela tinha uma cara de curiosa e chocada. –– Que novela. Eu não ficaria muito, então conversei bastante com Bianca. O jantar estava ótimo, Duca e Pedro fizeram carne assada e, por um momento, eu não me irritei tanto com Pedro. Acho que eu estava muito feliz por estar com minha melhor amiga, e por ver que ela estava feliz e teria um filho. Essa última parte me deixou um pouco pensativa. Vê-la grávida me fez pensar no meu futuro. Enquanto eu estivesse nesse casamento, eu nunca teria uma família feliz, ou talvez, eu nunca fosse feliz. Tive vontade desistir desse casamento, mas eu não tinha mais como sair daquela bagunça. Queria poder ficar mais tempo com Bianca, mas, no final da noite, tivemos que voltar para New York, já que Pedro teria uma reunião importante no dia seguinte. Fiquei estressada, ele se convidou para vir, e agora, por culpa dele, eu teria que voltar muito mais cedo do que o esperado. (...) –– Parece que vai chover. – eu disse olhando pela janela do carro, o céu estava totalmente nublado, e, ao longe, na estrada, era possível ver os raios cortando o céu nublado. –– Eu disse para sairmos mais cedo. – ele encarava apenas a estrada. –– Pedro, você veio porque quis. – fechei a janela do carro. – Eu poderia muito bem vir sozinha. Pedro permaneceu calado. Suspirei profundamente e encarei a estrada à minha frente. Dez minutos depois, escutei um barulho, como se algo estourasse. –– O pneu furou. – ele olhava pelo retrovisor. – Só o que faltava. – ele parou o carro e desceu para olhar. –– Dá para consertar? – eu desci do carro também, indo olhar o estrago. –– Acho que tem um estepe lá atrás. – ele abriu o porta-malas. – Droga! – ele fechou o porta-malas com força. – Não está aqui. –– Parabéns, Pedro Ramos, você sempre se supera. – encostei-me no carro encarando a paisagem. Aquele lugar era simplesmente deserto, exceto por algumas ruínas no alto de um pequeno morro a uns vinte metros de onde estávamos. –– Não me enche. – ele disse irritado. – A culpa não é minha, a culpa é sua por ter inventado de vir nessa viagem idiota. –– Essa viagem não é idiota, eu vim ver a minha amiga. – eu começava realmente a ficar profundamente irritada com o quanto ele podia ser estúpido quando queria. – Você não sabe o quanto eu te odeio! – quando eu me vi, já tinha dito isso. Pedro não teve tempo de responder, grossas gotas de chuvas começaram a cair sobre nós. Não demorou muito para nós ficarmos ensopados pela chuva e, mesmo assim, nós estávamos estáticos ali nos olhando. Ele parecia não ter processado o que eu disse. –– Vamos sair da chuva. – ele disse friamente. Pedro foi até o porta-malas e pegou uma mala e saiu correndo em direção a ruína no morro. Sem saber o que fazer, apenas o segui, enquanto a chuva batia com força sobre o meu corpo. Antes que chegássemos às ruínas, a chuva já havia se transformado em tempestade, os trovões faziam enormes barulhos que me deixavam assustada.
Notas finais
AnnaBeth e Danny
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