A Aposta - Lonely Girl

40 Capitulo 41- II temporada


Notas iniciais
Oieee, meninas cades vocês??? To achando tão pouquinho comentários :( Fantasminhas apareça viu, to com saudades OBS: Essa fic não e muito grande.. acho que mais uns 15 capítulos acaba... a próxima fic vai ser perfeita, vocês vão amar Capitulo . . . . . . .. . . .

Lá estava eu parada na entrada da tenda. Os flashes vinham em minha direção, eu respirei fundo e sorri como se eu, de fato, estivesse muito feliz. Eu sorri como se, ao pé do altar, estivesse o homem da minha vida e que me faria feliz para sempre. Doce ilusão.

Quando a marcha nupcial tocou, eu caminhei lentamente em direção ao altar. Lá estava Pedro, tão lindo que me odiei só por meu coração disparar. Ele usava um smoking e o cabelo estava perfeitamente arrumado, mas não deixava de ter aquele ar jovial e descolado.

Por alguns momentos, eu senti que minhas pernas estavam tentando fugir daquele caminho, mas eu fui firme e continuei até parar na frente de Pedro à beira do altar. Ele segurou minha mão de forma tão segura, enquanto minhas mãos estavam frias em contato com a dele.

–– Estamos aqui hoje... – o padre começou. Olhei para Pedro, que estava calmo e sério ao meu lado enquanto escutava o que o padre dizia.

Disfarçadamente, olhei à minha volta; eu nem havia percebido que tinha tanta gente. No meio dos convidados, eu identifiquei os rostos de vários empresários famosos. Minha garganta estava seca e meu estômago revirava. Eu queria tanto sair correndo dali, mas não consegui me mover.

–– Se há alguém aqui hoje que seja contra esse casamento, que fale agora ou cale-se para sempre. – houve um enorme silêncio, no meu interior eu torci para que alguma ex-namorada revoltada do Pedro atrapalhasse, mas nada aconteceu. – Vamos aos votos. – o padre disse calmamente. Pedro virou-se para mim e segurou minha mão.

–– Eu, Pedro, recebo você, Karina, como minha esposa. – eu sentia como se, a qualquer momento, eu fosse desmaiar. – E prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te, sendo-te fiel, todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe.

–– Eu, Karina, recebo você, Pedro, como meu esposo. – eu o olhava, mas o que eu dizia parecia sair de outra boca e não da minha. – E prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te, sendo-te fiel, todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe.

Pedros segurou minha mão colocando a aliança eu meu dedo anelar. Peguei a aliança da almofada da dama de honra e, tremendo, coloquei a aliança no dedo de Pedro.

–– Pode beijar a noiva. – Pedros aproximou-se de mim e beijou-me delicadamente.

(...)

Pedro e eu estávamos sendo cumprimentados pelos convidados. Eu estava com um sorriso no rosto, claro que era falso, Pedro tinha o mesmo sorriso. Estávamos atuando muito bem.

Minha mãe veio até mim e me abraçou, mas passou direto quando foi a vez de cumprimentar Pedro. Delma estava feliz andando pelo salão enquanto cumprimentava e conversava com os convidados.

–– Que casal lindo. – Marcos se aproximou de nós. – Estou louco para morar com vocês. – o tom de voz dele era de puro veneno.

–– Não posso dizer o mesmo. – Pedro revidou.

–– Claro que não digo por você, Pedro. – ele me olhou. – Está linda, Karina. – ele sorriu e se retirou.

–– Atenção! – Delma estava em cima do palco. – Gostaria de dizer que agora é a hora da valsa dos noivos.

Pedro, sem dizer uma palavra, segurou minha mão e me conduziu em direção à pista de dança no centro do salão. Todas as luzes à nossa volta se apagaram, deixando somente a pista de dança em foco. Começamos a dançar lentamente acompanhando a música e eu apoiei minha cabeça em seu peito.

–– Você está linda. – ele disse passando as mãos em meus cabelos.

–– Obrigada. – eu sorri. Ele levantou meu rosto e selou nossos lábios, pensei em recuar, mas seria estranho para noivos, então permaneci parada. Os lábios dele estavam quentes e me beijavam de forma delicada.

–– As pessoas estão olhando. – ele sussurrou quando se separou de mim, como se estivesse explicando o beijo.

–– Claro.

Aos poucos, os outros casais começaram a se dirigir para a pista de dança. Em segundos, estávamos cercados por outros casais, que dançavam abraçados e cochichavam coisas no ouvido um dos outros. Os outros casais provavelmente eram os únicos casais de verdade.

–– Posso dançar com a noiva? – Marcos nos interrompeu.

–– Claro que... – Pedro olhou em volta, algumas pessoas nos olhavam. – Sim. – ele me soltou e saiu da pista de dança.

Marcos segurou minha mão e me puxou até ele, segurando em minha cintura me conduzindo ao ritmo da música. Eu me sentia constrangida por estar dançando com ele, Marcos tinha uma aura incrivelmente sedutora que, só por estar perto dele, sentia que eu fazia algo errado.

–– Tudo bem você ter se casado. – ele sussurrou em meu ouvido. – Eu não me importo.

–– Você só pode estar brincando. – eu sorri pelo o que ele havia dito. Ou eu havia entendido mal ou ele havia dito que seria meu amante?

–– Não estou. – ele sorriu, pressionando-me contra ele. – Acho que você entendeu...

–– Acho que já chega de dançar. – Pedro interrompeu a tempo.

–– Que pena, estava tão bom...

–– Marcos, não teste minha paciência. – os dois pareciam travar uma luta só com o olhar.

–– Pedro, estão olhando... – eu o alertei.

–– Vamos sair daqui. – Pedro me puxou para fora da pista de dança, levando-me para a nossa mesa. – O que ele te disse?

–– Nada demais. – eu não quis dizer; eu não era obrigada a contar tudo para ele.

(...)

Notas finais
AnnaBeth e Danny