A Única Exceção.
5 Jantar - Parte II
Notas iniciais
DESCUUUUUUUULPA MEESMO A DEMORA!!
Como eu falei tava complicado de escrever por causa principalmente da escola, maaaas como essa semana eu só fui 1 dia (O__o) deu pra escrever o cap pra vcs *OO*
Entooon, a musica que o Tom canta é essa aqui: (http://www.youtube.com/watch?v=JQqFP658aHo) - Kings Of Leon Use Somebody. Adoro essa musica e a voz do Caleb, e achei que combinava e tal...
ESCUTEM enquanto estiverem lendo aquela parte, fica mais lindo *-* kkk
Espero que vcs gostem e nao pensem: "Demorou taaaaanto pra postar isso??" kkkkk
Nos vemos nas notinhas finais ;)
Enjoy it ^^
"Mas pra minha infelicidade a casa deles era a vizinha, e eu não tinha sequer muito tempo para pensar.
Tocamos a campainha e aguardamos."
Ouvimos uma movimentação vinda de dentro. Alguns segundos e a porta é aberta por Gordon, que me pareceu estático por um momento. Sabia que a dona Simone faria sucesso hoje.
– Olá, vocês chegaram! – ele disse com um sorriso escancarado depois da parcial recuperação.
Notável que ele também estava bonito. Usava uma camisa social preta, com as mangas dobradas, e uma calça jeans escura. Até acho que ele combina com a minha mãe!
Aproximou-se dela e, muito abusado, aventurou-se a lhe dar um beijo no rosto seguido de um abraço. Talvez ele desejasse passar despercebido por mim, mas eu pude ouvir muito bem quando ele ao abraçá-la disse: “- Você está linda”.
Quando se afastaram notei-a atingir, pela terceira vez somente aquele dia, uma tonalidade avermelhada no rosto. Gordon tinha realmente esse poder.
– Obrigada... – agradeceu depois que se afastaram.
Ele voltou-se para mim me cumprimentando com um aperto de mão.
– Bill e você como está?
– Bem – sorri educadamente.
Confesso que ele estava ganhando minha simpatia.
– Entrem fiquem á vontade.
Abriu espaço para que a gente adentrasse a sala que por sinal era linda.
Era arejada e espaçosa e o branco predominante em parte dos móveis tornava-a um ambiente sereno e relaxante. No mesmo cômodo também era a sala de jantar acomodando uma grande mesa de vidro e seis cadeiras dispostas entre ela.
– Que linda casa Gordon!
Falou minha mãe roubando as palavras da minha boca.
– É linda mesmo. – concordei ainda focando alguns detalhes.
– Ah, muito obrigado – agradeceu ele sorrindo.
– Cadê o Tom? – Merda!
Acabei perguntando involuntariamente vendo que ele ainda não estava na sala. Amaldiçoei-me pelo menos um milhão de vezes depois de ter dito isso. Foi totalmente sem pensar, não queria sobrar naquele jantar.
Simone procurou manter a mesma expressão serena, sem obter muito sucesso, ao olhar para mim e Gordon aparentemente nem havia se tocado.
– Ele está lá em cima, já deve estar descendo... Tom! – completou chamando-o próximo a escada.
Dessa vez tinha certeza que o meu próprio rosto estava corado.
– Ah... – fiquei sem saber como completar a frase.
Nem cinco segundos depois ouvimos Tom vir correndo pelas escadas.
– Desculpa pela demora...
Talvez vendo-o descer as escadas tão displicente meu subconsciente tenha encontrado toda aquela beleza que o Daniel já via nele.
Ele estava com uma regata banca, que ressaltava um corpo magro e definido, que devido as suas roupas extremamente largas eu nem sabia que ele tinha, uma camisa aberta azul claro por cima, também com as mangas arregaçadas, uma calça jeans clara e “surrada” e um tênis branco.
Desejaria não ter paralisado como fiz. Nem muito menos notar que ele fez o mesmo ao pé da escada.
– Oi – aproximou-se
– Olá Tom! – Simone deu-lhe um beijo no rosto
– Simone... – cumprimentou sorrindo depois virou-se para mim repetindo o mesmo ritual que fez no mercado – Oi Bill – só que dessa vez me deu a mão.
– Oi – agora sim eu acho que me encontrava um total pimentão. Busquei outro lugar para mirar que não fossem aqueles orbes castanhos intensos.
– Então agora que estão todos aqui vamos à janta? Todos já devem estar com fome.
Falou Gordon nos guiando até a sala de jantar.
Tudo ainda me parecia meio estranho. Provavelmente só pra mim, porque enquanto seguimos para a mesa os três mantinham uma conversa até que animada.
Gordon como um bom cavalheiro, puxou a cadeira para que minha mãe sentasse ao seu lado e eu e Tom, obviamente, um ao lado do outro também em frente á eles.
– Espero que gostem do Kassler, a clássica bisteca suína defumada ao Chutney de abacaxi, servida com Chucrute e batata cozida. – disse nos apresentando os pratos preparados. Ficamos impressionados com a perfeita explicação de Gordon. Ao lado na mesa, havia um tradicional Riesling alemão.
– O cheiro e aparência estão ótimos! – sorriu minha mãe pra ele.
Eu e Tom trocamos olhares coincidentemente, mas eu logo desviei para outro canto qualquer.
~~
O jantar correu tão bem, que eu até fiquei surpreso.
A comida estava deliciosa, imagino que ele fosse mesmo um bom cozinheiro, mas duvido que ele não tenha se esforçado mais especialmente hoje. A conversa fluiu bem, e mais uma vez pra minha total surpresa eu e o Tom não sobramos. Imaginei a principio que os dois fossem esquecer nossa insignificante presença, e ai talvez a situação fosse ficar meio constrangedora, porque, além disso, ainda tinha a certeza de que entre eu e o Tom a conversa não ia ser lá muito proveitosa, o que outra vez não foi bem assim. Por incrível que pareça pra mim, ele tinha um papo legal. Ora ou outra acabávamos conversando sozinhos, afinal também não queríamos estragar tudo o que o Gordon estava conquistando, sem muito esforço, diga-se de passagem, levando-se em conta que minha mãe parecia bem receptiva, naquele jantar. E até que tínhamos pontos em comum no fim das contas.
A conclusão foi um jantar agradável e, com certeza, inesperado.
Depois que já tínhamos saboreado todo o cardápio bem elaborado do Gordon, nos encontrávamos ainda sentados à mesa jogando conversa fora. Naquele momento eu jogava conversa fora com o Tom e Gordon com minha mãe. Até que este voltou sua atenção para nós dois:
– Tom por que você não leva o Bill para conhecer os outros cômodos da casa, o seu quarto...
Tenho certeza que ele nem notou, no ímpeto de ficar sozinho com Simone, como aquela frase poderia ser mal interpretada. Notei que Tom quase arregalou os olhos pro pai, mas conteve-se. Eu fiz o mesmo.
– Ah... – começou meio sem graça – Tá... Vamos? – perguntou olhando pra mim
– Uhun. – disse começando a me levantar da mesa. Se não fosse seria expulso mesmo. Eu tinha mesmo o dom de quebrar situações constrangedoras.
Tom meio admirado prontamente se ergueu também de sua cadeira nos guiando para o outro lado. Dei um sorrisinho pra minha mãe, que ela poderia interpretar como quisesse, e o segui.
– Seu pai é um ótimo cozinheiro – falei enquanto subíamos as escadas
– É ele é mesmo, mas dessa vez ele caprichou mais por causa de vocês.
– Por causa da minha mãe você quer dizer...
Olhou-me dando risada.
– É, pode ser...
Entramos no corredor e à primeira porta ele parou indicando, imagino, seu quarto.
Abriu-a dando espaço para que eu passasse. Entrei sendo logo seguido por ele que fechou a porta ás suas costas.
– Meu quarto – disse ele sentando-se em sua cama.
Acho que eles tinham algo contra cores naquela casa. Seu quarto era quase que predominantemente preto, mas com certeza muito bonito também.
– Belo quarto.
– Valeu...
Pousei os olhos em uma linda Gibson Les Paul preta apoiada em um suporte no chão.
– Essa Gibson é sua?
Ele seguiu meu olhar encontrando o objeto.
– Ah, é sim.
– É linda.
– É a minha preferida. – disse sorrindo meio bobo. Acho que ele realmente gostava da guitarra.
– Você tem outras?
– Já tive...
Aproximei-me passando a mão suavemente pelas laterais do instrumento.
– E você toca bem? – mirei-o
Ele deu risada coçando distraidamente as tranças.
– Ah não sei, eu não sou a pessoa mais apropriada pra dizer isso.
– Então me deixa ouvir
Olhou-me com um semblante meio confuso.
– Toca – conclui meio óbvio.
– Ahn, mas eu nem...
– Me deixa ouvir, por favor – falei meio manhoso. Adorava tanto qualquer instrumento que fosse que a idéia de ouvir alguém tocando ao meu lado me soava fascinante.
– Hum... Tá bom – disse vencido.
Levantou-se e caminhou até sua Gibson pegando-a e retornado a cama. Sentei-me a sua frente esperando prontamente que ele começasse.
I've been roaming around
Always looking down at all I see
Painted faces, fill the places I can't reach
You know that I can use somebody
You know that I can use somebody
Ele começou a tocar uma música que eu nem ao menos conhecia, mas somente por ouvir sua voz e o toque suave do instrumento, me encantou.
Sua voz era extremamente bonita e melodiosa como eu talvez nunca imaginasse que fosse e a cada nota que ele dedilhava eu me encontrava mais fascinado. Não imaginava que ele tocasse tão bem.
Someone like you, and all you know, and how you speak
Countless lovers under cover of the street
You know that I can use somebody
You know that I can use somebody
Someone like you
Na verdade não era só o som do instrumento que soava perfeito. Sua voz em seu tom meio grave se encaixava perfeitamente bem aquela música, que mesmo não conhecendo, me lembraria de ouvir e comparar cada milímetro da original.
Off in the night, while you live it up, I'm off to sleep
Waging wars to shake the poet and the beat
I hope it's gonna make you notice
I hope it's gonna make you notice
Someone like me
Someone like me
Someone like me, somebody
Ele parecia absorto no que estava fazendo enquanto se mantinha de olhos fechados tocando. Eu não podia negar que estava literalmente de queixo caído ouvindo-o tocar.
I'm ready, I'm ready now
I'm ready now, I'm ready now
I'm ready now, I'm ready now
I'm ready now
Tom agora tocava o solo parecendo concentrado somente no instrumento em suas mãos.
Someone like you, somebody
Someone like you, somebody
Someone like you, somebody
De repente abriu os olhos e então passou a me encarar profundamente. Por mais intenso que aquele olhar me parecesse, eu não me via disposto a desviar.
I've been roaming around
Always looking down at all I see…
Terminou a última nota ainda com os olhos em mim e depois sorriu meio envergonhado voltando seus orbes para a guitarra em seu colo.
Ainda me encontrava sentado na cama meio besta com o que tinha ouvido e demorei um pequeno momento para pronunciar alguma coisa.
– Uau... Você é bom – disse encarando-o
– Ahn, é, eu vou arranhando...
– Não é sério, você é muito bom.
Ele sorriu olhando para qualquer parte do chão.
– Obrigado.
– Eu não imaginava que você gostasse tanto assim de tocar.
– Adoro qualquer coisa que tenha a ver com música.
Uma expressão meio surpresa se plantou em meu rosto sem que eu ao menos pudesse refrear. Esperei mesmo que ele não me achasse um petulante por isso. A verdade é que imaginava que seus interesses fossem outros na vida, totalmente diferentes desse. Não que eu pensasse que ele pudesse se tornar um prostituto por ai, mas “música” me parecia tão surpreendente.
– Não me leve a mal, mas nunca pensei que você se interessasse tão profundamente por isso.
– Por quê? – olhou-me meio divertido. Bom sinal, ao menos não estava ameaçado a levar um soco no olho.
– Música me parece algo tão sensível e verdadeiro – eu busquei as melhores palavras, mas... – e sinceramente essas não são palavras que eu ache que se encaixam no seu vocabulário.
Tom deu uma gostosa risada. Acho que ele não me levou a mal então não? Afinal o que eu havia dito era verdade. Quer dizer, não o imaginava sentado na sua escrivaninha compondo musicas sobre os sofrimentos de sua vida. Não mesmo.
– Por quê? – perguntou novamente ainda com um meio sorriso nos lábios.
– Ah, você tem uma fama... não muito boa – seria difícil se ele me viesse com explicações de que tipo de fama. Em geral é complicado esclarecer para alguém meio “desconhecido” uma situação como essa, sem parecer indelicado. Coisa que eu me considerava totalmente.
– Fama de que? – perguntou dando risada enquanto se levantava e colocava a guitarra no mesmo lugar que se encontrava anteriormente.
Se ele estava dando risada é porque sabia que tipo de “fama” ele tinha. Então eu seria direto.
– Galinha. – falei simples.
Sorriu e sentou-se outra vez na cama ainda de frente para mim.
– É só fama – fez aspas no ar com as mãos. Arqueei a sobrancelha meio sem entender – Não acho que é o que eu seja de verdade – continuei na mesma. – Quer dizer, por mais que eu fique com várias garotas, no final sobra sempre aquele mesmo vazio, sabe? A sensação de não ter ninguém...?
Fiquei completamente estarrecido com o que ele disse. Então Tom realmente tinha um coração?! Quer dizer, ele não era só um idiota que saia por ai pegando qualquer menininha?
– Então por que você fica? – agora mesmo que eu estava confuso.
Deu um longo suspiro.
– Por ficar
Fiz cara de “Ãhn?” para ele entender o quanto tudo aquilo era totalmente sem sentido. Se ele queria alguém de verdade, o primeiro passo não seria largar essa vida de vadiagem de uma vez?
– Deve ser pra tampar o grande nada que fica na minha vida. – disse meio sátiro.
Dei uma risada achando aquilo tudo meio louco demais.
– As pessoas não me conhecem direito. Até mesmo os G’s que são meus melhores amigos. Pra você ter uma idéia... Ninguém nunca tinha me ouvido tocar. Nem muito menos cantar. – falou focando qualquer outro lugar no quarto que não fosse eu.
– E por que eu? – perguntei no impulso. Afinal queria saber o porquê de ele estar falando tudo àquilo pra mim.
– Não sei – mirou-me sério – Acho que sinto que com você posso ser diferente.
Senti-me corar e fiquei meio sem saber o que dizer. Depois de alguns segundos em que eu não olhava para ele, mas mesmo assim podia senti-lo me encarando falei em um tom baixo:
– Nossa... Você é bem diferente do que eu pensei que fosse.
– E isso é bom? – perguntou ele e eu pude notá-lo se ajeitar na cama ficando um pouco mais perto de mim.
Finalmente ergui o olhar para ele engolindo em seco.
– É...
Ficamos um tempo que para mim foi indeterminável nos encarando e eu confesso que fiquei um pouco nervoso com toda aquela situação. Não sabia por que para mim era tão difícil desviar o olhar quando ele me fitava. Aqueles orbes, castanhos como os meus, que mesmo maquiados não pareciam tão atrativos quando os dele, tinham um poder tão intenso, imagino que não só para mim, que ficava difícil manter total sanidade. Alguma coisa me dizia que eu sabia onde aquilo podia terminar, e por mais estranho e errado que isso parecesse, eu estava somente esperando acontecer.
Senti-o se aproximar mais e por um impulso desviei meus olhos para seus lábios carnudos e naturalmente avermelhados, que agora se encontravam entreabertos e tão convidativos...
– Meninos vocês estão ai!
Quase dei um pulo da cama com o susto que levei ao ver Gordon e minha mãe parados na porta do quarto de Tom que abaixou a cabeça passando a mão por todo o rosto parecendo meio frustrado.
– Ah, Oi – falei com um sorriso sem graça me levantando da cama e caminhando até a porta parando por ali.
– Que lindo quarto Tom! – disse minha mãe simpática para ele que agora erguia novamente a cabeça retomando sua expressão amigável.
– Obrigado Simone.
Ela voltou-se outra vez para mim.
– Meu filho, é hora de irmos. Amanhã você e o Tom têm aula... Precisam dormir parcialmente cedo. – completou percebendo que agora era tarde para dormir cedo de fato.
– Ah claro, vamos.
Olhei para Tom que estava se levantando devagar da cama e nos seguindo para fora do quarto.
Descemos as escadas e chegamos à porta de entrada.
– Obrigada pelo jantar Gordon, estava tudo ótimo. – Simone disse parando em frente à porta.
– Imagine Simone, fiquem a vontade para voltar quando quiserem. São muito bem vindos aqui!
Eu estava parado ao lado da minha mãe totalmente avulso aquela conversa e pensativo até demais. Tom também estava longe. Não só em pensamento, mas se encontrava um pouco mais afastado encostando a parte esquerda do corpo ao sofá.
– Ah muito obrigada, você e o Tom também são muito bem vindos lá em casa.
Gordon sorriu abertamente e lhe abraçou se despedindo.
– Tchau Bill, foi um prazer...
Voltei à sala ouvindo a voz dele se dirigir a mim me cumprimentando.
– Ah, Tchau Gordon – sorri de volta.
Tom se aproximou de nós.
– É voltem sempre – disse olhando diretamente para mim, depois voltou-se para minha mãe. – Tchau Simone... – lhe deu um beijo no rosto – Tchau Bill, até amanhã, eu acho... – novamente me deu a mão. Notei que ele ainda se demorou um pouco para solta-la esticando um pouco mais o momento.
– Tchau Tom – respondi ainda meio aéreo.
Gordon abriu a porta e nós saímos em direção a nossa casa.
Chegando lá eu não me demorei muito mais pra ir para o meu quarto. Me despedi da minha mãe, tirando-lhe qualquer oportunidade de perguntar o que havia acontecido lá em cima no quarto de Tom, o que eu tinha certeza que ela pretendia fazer, ou minha chance de perguntar como havia sido com Gordon na parte de baixo da casa, e subi correndo as escadas cansado.
Tranquei a porta e me joguei sem muito cuidado de bruços na cama.
Antes que eu pudesse refrear, tudo o que havia acontecido há pouco tempo com Tom me veio à mente. Talvez só agora sem olhar para aqueles olhos dele eu conseguisse pensar direito.
Como eu podia estar esperando que a gente se beijasse? Meu melhor amigo “gostava” dele. Fora o fato de eu nunca ter ido com a cara dele. Qual era o meu problema então?
Maldita idéia essa de ir jantar na casa deles. Maldita idéia essa de me aproximar do Tom! Eu sempre tive certeza da minha total falta de estima por ele, então por que agora uma pequena dúvida pairava na minha cabeça?
Aquilo era ridículo. Não me deixaria levar por meia dúzia de palavras bonitas, e uma canção perfeita tocada naquela guitarra!
Fechei os olhos e me dispus a dormir e esquecer... Nem ao menos me dei ao trabalho de trocar de roupa, ou tomar um banho. Sequer pensei em tirar a maquiagem. Era melhor fechar os olhos de vez e pronto. Amanhã meus pensamentos estariam no lugar. Pelo menos eu queria que estivessem.
Notas finais
Como eu fiz com a Simone e com o Bill, tá ai a roupa do Gordon:
(http://2.bp.blogspot.com/_wKkHf2iC-Lg/S7KfgILlVDI/AAAAAAAAAD4/c0sjAisWbKQ/s1600/hugh-jackman-20060825-155170.jpg) tbm nao quer dizer que ele seja o Hugh Jackman tah gente kkk
EE do Tonzito: (http://flogao.com.br/kaulitzsexy/139519101) OOOO Deeus, enfim néé AUSHAUSH'
AHHHH a comida que o Gordon preparou eu procurei a fundo, fiz uma pesquisa poderosa pra saber dos pratos típicos da Alemanha e achei esse prato bem descrito ai dele, se procurarem imagens no google vcs vão achar, parece bom hein kkkkk
Ah, e Riesling é um vinho alemao ;)
Acho que é isso gente, vejo vcs no proximo cap, que ainda nem sei qndo será =/ Mas nao me abandonem!! *O*
Beeeeijo ♥
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