Notas iniciais
Aliens! *-*
Ai meu deus gente, mil perdões pela demora, mesmo! Eu nem sei mais como me desculpar mas vcs podem imaginar como ta difícil pra mim fazer faculdade, cursos e ainda continuar aqui... To realmente MUITO sem tempo, e até fico chateada porque o que eu mais gosto de fazer que é escrever ta sendo reduzido a tão pouco D:
Mas enfim, sem mais lamentações, espero que vcs ainda estejam acompanhando, ficaria muito feliz em saber que sim *--*
Como de praxe dou as boas vindas a Kalien e a K_Jumbie (OMG gêmea lendo essa fic *cry forever*) espero que continuem gostando e acompanhando flores (e deixando review crraro u.u) *OO*
Bom, sobre o cap, é o seguinte:
Lembro que nas notas finais do capitulo anterior eu disse que esse cap ia ser um POV do Tom né e que ia ser mais fofinho... Enton, ignorem kkkk Mudei de ideia, conversando com uma certa leitora que virou minha... irmã nas ultimas semanas (Júh *-*)
O cap fofinho fica para o próximo ok, que ai já vai voltar a ser o POV do Bill mesmo ;)
Obrigada pelos reviews ♥
Acho que é só isso, lembrando de algo falo lá embaixo ^^
Enjoy it (y'

Tom’s POV.

Sai da casa do Bill imaginando que tipo de conversa ele poderia estar tendo com a Simone.

Decididamente aquilo havia sido constrangedor , mas se nós estávamos juntos ela provavelmente nos veria em algum momento, não necessariamente naquela situação, mas veria. Aliás, nós estávamos juntos? Algumas coisas se passaram pela minha cabeça, mas talvez ainda não essa.

Entrei em casa pensativo e não encontrei Gordon na sala e muito provavelmente não o encontraria em casa. Despenquei no sofá sem nenhum cuidado e repousei as pernas em cima do mesmo relaxando.

Meus pensamentos voaram automaticamente para a conversa que eu tive com o Bill. Conseqüentemente lembrei-me da história do Daniel estar apaixonado por mim.

Seu eu sequer imaginasse isso nunca teria permitido que aquele beijo acontecesse. Mesmo que não tenha significado nada pra mim, provavelmente para ele significou.

Bem que os G’s sempre me disseram que eu era lerdo demais pra captar as coisas. De fato eles estavam certos. Eu posso dizer que nunca imaginaria isso. E se o Bill não tivesse me dito, do jeito que eu sou, não descobriria sozinho.

Mas que porra! Amaldiçoei-me pelo menos um milhão de vezes por isso. Só queria não precisar ficar me escondendo de ninguém. Se eu amava realmente o Bill era horrível não poder demonstrar isso pra ninguém que não fosse ele mesmo.

Devo ter ficado por longos minutos pensando só nisso. Ou nele, talvez. Tanto que demorei pra me dar conta de que o meu celular vibrava no meu bolso. Antes que fosse tarde demais, peguei-o atendendo apressado.


– Fala aê, Tom! – claro que era o Georg do outro lado da linha.

– Oi, manda... – não movi nenhuma parte do meu corpo da posição que eu estava. Somente estiquei o braço esquerdo para pegar o aparelho do meu bolso.

– Vamos dar uma saída? To com vontade de ficar em casa hoje não...

– Ahh Gê, eu to cansado, não sei se to afim de dar volta não – rebati sem nenhum ânimo.

– Cansado de que? Que tu fez hoje moleque? – ele perguntou com uma voz irônica e meio indignada. Sorri fraco pensando sozinho no que eu havia feito naquele dia.

– Ah Gê sei la, só to cansado... – falei desviando o foco da conversa.

– Larga de ser preguiçoso. Te ligo mais tarde pra saber o que você resolveu.

Somente concordei e desliguei o celular jogando-o no sofá.


Continuei deitado por um tempo antes de tomar alguma atitude e me levantar indo em busca de qualquer coisa pra fazer em casa.

Acabei pegando algo pra comer na cozinha e subi para o meu quarto em seguida.

Me joguei na cama e fiquei algumas horas assim, somente me distraindo com o notebook à minha frente. Não que eu estivesse exatamente interessado no que eu estava fazendo, mas ficar sozinho em casa dava nisso.

Depois de muito enrolar, decidi que estava chato demais ficar ali sem ninguém (lê-se: sem o Bill) então fui tomar um banho e resolvi fazer uma visitinha à casa ao lado. Imaginei que ele já tivesse conversado com a Simone, por isso provavelmente não teria problema que eu fosse “visitá-lo”.

Peguei qualquer coisa no guarda roupa e vesti apressadamente. Desci as escadas parando na sala para pegar as chaves de casa em cima da mesa e colocando o celular, agora jogado no sofá, novamente no bolso da calça e abri a porta saindo, andando somente alguns passos até chegar à casa do Bill.


Toquei a campainha e aguardei.

Fui surpreendido com uma figura alta, magra, mas não morena e sim loira, ou seja, aquela figura não era do Bill.

– Oi! – disse Andreas assim que abriu a porta sorrindo. Sim, eu sabia quem ele era, afinal ele estivera na minha festa no dia anterior. Sendo bem sincero, eu não tinha nada contra ele... Ainda.

– Oi... – comecei meio sem graça me perguntando mentalmente o que ele estaria fazendo ali.

– Tom, tinha me esquecido que você e o Bill eram vizinhos. – comentou encostando-se a porta me observando.

– Pois é, nós somos. – falei sorrindo chocho. Tentei disfarçar, embora eu não fosse muito bom com isso, o meu pequeno momento de fúria ao vê-lo ali.

Ouvi, agora sim, a voz do Bill se aproximar e gelei imaginando que eu já devia ter me dirigido a minha residência outra vez. Talvez eu nem devesse ter saído de lá no caso.

– Pensei que não ia vir mais...

Ele parou de falar em meio à sala com dois copos de Coca em mãos, assim que me viu ali. Pelo visto eles estavam esperando mais alguém.

– Tom?

Andreas também voltou sua atenção pra ele, somente observando.

– Ahn, oi... – comecei totalmente sem jeito.

Aproximou-se um pouco mais da porta me olhando meio estático. Resolvi dizer logo alguma coisa pra deixar a situação um pouco menos pior do que estava.

– Ah... Eu só queria saber... Se a Simone estava em casa... – ele franziu o cenho meio sem entender. Andreas teve a mesma reação olhando pra mim em seguida. Mas era só o que me faltava ele achar que eu estava dando em cima da Simone! – Meu pai queria saber. – conclui brevemente.

Bill não demorou muito a me responder, levando a diante aquela conversa que, ele com certeza sabia, ser pura invenção minha.

– Tá sim... Tá, lá em cima.

– Ahn tá... Então tá, eu to indo.

Eu sequer esperei mais nenhuma reação deles e me dirigi rapidamente a minha casa dando as costas para os dois.

Mas que diabos aquele loiro magrelo estava fazendo na casa do Bill?! Confesso que não me agradou em nada ver o Andreas ali na casa do Bill. Como se a gente já não estivesse com problemas suficientes ainda vinha esse estranho atrapalhar.

Tudo bem que o Bill não estava com uma cara exatamente muito animadora com ele ali, ou sei lá, mas ele também não ficava desse jeito a me ver semanas atrás.

Os poucos passos que eu dei até a minha casa foram suficientes pra que me viessem, no mínimo, trinta explicações possíveis. Nenhuma necessariamente boa, claro.

Entrei em casa sentando-me novamente no sofá aperfeiçoando as possibilidades e comecei a ficar um pouco mais preocupado. Eu não era realmente ciumento com todas as letras, só gostava de saber o que estava acontecendo, e a presença do Andreas na casa do Bill eu não sabia que aconteceria. Aliás, eu nem sabia que eles se conheciam pra começar. Provavelmente havia sido Sábado na festa. Mas eles não estavam juntos em momento nenhum... Fiquei ainda mais confuso e desejei não ter aperfeiçoado possibilidade nenhuma.

Não passei nem dez minutos naquele mesmo dilema e naquela mesma posição até ver os dois passando pela minha calçada rumo a sei lá onde. Fixei o olhar na janela fuzilando aquele ser ao lado do Bill com o olhar. Pra onde eles estavam indo e por que estavam indo sozinhos?

Levantei-me calmamente do sofá somente constatando o que eu já tinha visto.

Dei no máximo dois minutos antes de sair outra vez porta a fora me decidindo por parar de imaginar e agir.


Dessa vez quem me atendeu foi a Simone:

– Oi Tom! – disse sorridente assim que abriu a porta.

– Oi Simone... É, o Bill tá ai? – perguntei com toda a naturalidade que eu consegui reunir.

Notavelmente ela se controlou pra continuar sorrindo da mesma forma que antes. Eu somente prossegui do mesmo jeito enquanto colocava distraidamente as mãos nos bolsos da calça.

– Ahn, ele saiu... – murchei consideravelmente esperando que ela continuasse – Ele foi ao cinema rapidinho com uns amigos. – Simone prosseguiu provavelmente imaginando que amenizaria a situação com o “rapidinho” colocado no meio da frase. Aquilo era somente o que eu queria saber.

– Sem problemas, mais tarde eu tento falar com ele então. Obrigado. – sorri uma última vez me despedindo com um aceno e refiz o curto caminho para casa.

Adentrei-a subindo apressadamente as escadas tirando o celular do bolso discando para a última chamada recebida. Quase que imediatamente fui atendido.


– E ai Tom! – atendeu Georg animado.

– Liga pro Gust, a gente vai sair. – falei breve.

– Vishe, mudou de idéia? Não estava cansado moleque?

– É mudei... Também não to a fim de fica em casa não. – continuei enquanto escancarava as portas do guarda roupa a procura de algo pra vestir.

– Boa! O Gustav já tá aqui... – ouvi ao fundo um “Oi!” que eu sabia se tratar dele.

– Ótimo, então dá uns vinte minutos e passa aqui.

– Por que a gente tem que ir ai e não você vir aqui? – dessa vez Gustav perguntou e eu ouvi a sua voz mais claramente, indicando que estaca no viva voz.

– Porque vocês estão em dois e eu to sozinho, simples! – ainda ouvi protestos, mas continuei não dando ouvidos – Agora parem de reclamar que eu vou desligar.

– Tá né!

– Espero vocês daqui a pouco... – pude ouvir um último “Mas é muito abuso viu...” antes de desligar o aparelho dando risada.

Coloquei-o em cima da cômoda voltando minha atenção para o guarda roupa.

Peguei uma blusa preta com alguns desenhos braços e tirei a que eu estava, colocando-a no lugar, permanecendo com a mesma calça. Dessa vez coloquei uma faixa na cabeça e um boné, ambos na mesma cor da blusa.

Fui ao espelho do banheiro conferir se estava tudo sobre controle. Sim estava. Retornei ao quarto pegando o celular em mãos e tornando a sair deste, descendo as escadas caminhando até a cozinha.

Fiz um rápido lanche antes que eles chegassem, percebendo que eu ainda não tinha colocado nada descente no estômago, depois me dirigi para sala aguardando os G’s. Menos de dez minutos e eu ouvi a campainha tocando.

Corri até a porta, abrindo-a.

– Oi! – cumprimentaram animados assim que me viram.

– Oi! Nada como ser pontual. – falei sorrindo para irritá-los.

– Você não me venha de ironia! – começou Georg me fazendo rir enquanto trancava a porta atrás de mim.

– Vamos embora vai...

– Aliás, já tem o nosso cronograma pra hoje, Tom? – perguntou Gustav. Começamos a caminhar pela calçada em direção ao shopping, embora eles ainda não soubessem disso. Até agora.

– Vamos ao shopping.

– Que?! Moleque você faz a gente sair de casa pra espairecer no shopping? — ironizou o de cabelos longos castanhos.

– Mas vocês só reclamam, não é possível...


Não demoramos muito tempo pra chegar ao nosso destino, afinal não era tão longe assim da minha casa.

Demos algumas voltas somente conversando da nossa maneira estranha de sempre, até decidirmos subir até o último andar, onde também se encontrava o cinema.

Não sabia se eu queria ou não encontrar o Bill ali. Eu estava me sentindo meio idiota fazendo aquilo, mas ninguém mais precisava saber disso, além de mim.

Para minha surpresa, não demorei a ver dois rostos conhecidos em uma das mesas da praça de alimentação, assim que fui alertado pelos G’s.

– Aê Tom, aquele ali é o Bill, não é? – questionou Georg parando em meio ao próximo passo chamando minha atenção para onde olhava.

– Ah é... Acho que é sim. – eu sabia que era ele, claro, mas não imaginava que ele não ia estar dentro da sala de cinema.

Os dois me encararam repentinamente e Georg continuou:

– Seu cara de pau! Agora eu entendi da onde surgiu a falta de vontade de ficar em casa! – falou acusatoriamente.

– O que? – fingi nem saber do que eles falavam.

– Confesse logo, sínico! – dessa vez Gustav que falou me fazendo gargalhar imediatamente.

– Parem com isso, e vamos cumprimentar os anfitriões. – falei caminhando na direção oposta, ou seja, na dos dois sentados, com eles ao meu encalço.

– Mas ele é muito cara de pau mesmo, não creio... – ouvi-os comentando risonhos atrás de mim.

– Olá! – falei assim que me aproximei da mesa despertando o olhar dos dois que ainda conversavam como antes. Bill ergueu a cabeça antes que o outro me fitando surpreso na hora. Mantive-me com meu melhor sorriso no rosto.

– Oi meninos! – Andreas foi o primeiro a falar, visto que, pelo choque do Bill ele não faria isso tão cedo. — O que vocês fazem por aqui?

– A gente veio dar uma volta né Tom... Espairecer – falou Gustav em um ligeiro sarcasmo, somente percebido por nós, enquanto me abraçava pelo ombro.

– É. Chato ficar em casa em uma Segunda-feira a noite, não é? – vi Bill erguer a sobrancelha me encarando meio sem entender.

– Verdade. Eu e o Bill resolvemos vir ao cinema, mas não encontramos nada de interessante pra hoje. – comentou Andreas sorrindo pra nós.

– Ah é? Que coincidência então. A gente acabou se encontrando. – disse Georg sorridente e eu tive que me controlar pra não dar risada.

– Pois é! – ouvi a primeira frase do Bill naquela conversa. Seu tom era tão irônico quanto o nosso. Acho que só o Andreas não estava usando de ironia naquele momento.

– Por que vocês não sentam com a gente? – convidou o loiro educadamente. Senti imediatamente a expressão do Bill tornar-se incompreensível.

– Claro! Pega umas cadeiras ai pra gente Tom! – falou Georg me levando a pegar mais duas cadeiras pra que nos sentássemos. Senti ainda mais vontade de rir. Nem eu sabia que conseguíamos ser tão caras de pau assim.

Bill teve a mesma reação, abaixando a cabeça, aproveitando a distração do Andreas em abrir espaço para nos acomodar-mos na mesa, e dando uma controlada risada. Sentei-me na cadeira que estava ao seu lado e logo em seguida o Gust e o Gê. Andreas era o último.

Continuamos conversando embora a minha atenção não estivesse necessariamente voltada para esta. Estava mais preocupado em provocar o Bill o quanto fosse possível em uma mesa onde ainda tinham mais três pessoas.

Disfarçadamente aproximei minha mão esquerda de sua perna enquanto ele distraidamente continuava conversando. Arrastei somente alguns dedos pela sua coxa direita fazendo-o sobressaltar-se levemente de imediato. Olhou-me meio repreensivo me fazendo sorrir sínico de lado.

Olhei para frente contendo um sorriso que insistia em sair. Continuei falando enquanto Bill, por mais que tentasse fingir, permanecia meio nervoso. Pelo menos pra mim suas tentativas de disfarce eram em vão. Eu conhecia muito bem suas expressões.

Voltei a aproximar minha mão de sua perna, dessa vez alisando-a um pouco mais, passando facilmente para a parte interna de suas coxas, já que suas pernas estavam relaxadas embaixo da mesa.

Senti de repente sua mão postar-se sobre a minha me impedindo de prosseguir o que eu estava fazendo. Nada mais natural oras, eu estava com saudade dele, simplesmente.

Enrosquei minha mão na sua entrelaçando-as sem dificuldade visto que ele notavelmente gostara do ato também. Vi-o brevemente sorrir enquanto apoiava o rosto em sua mão livre cobrindo sua boca parcialmente.

Sem que eu esperasse Bill se ergueu da cadeira desgrudando nossas mãos.

– Eu vou ao banheiro, um minuto. – disse enquanto dava um último sorriso olhando para todos da mesa saindo em seguida.

Andreas se ergueu também segundos depois.

– Vou pegar alguma coisa pra beber e a gente já vai embora ok?

Somente percebi os G’s acenarem enquanto eu prosseguia distraído batucando minha própria perna.

– Anda, ta esperando o que homem? – olhei pra cima encarando Georg que falara primeiro.

– O que? – perguntei sem entender nada.

– Vai ao banheiro! – persistiu Gustav me dando um tapa no ombro.

– Pra que? – perguntei na defensiva.

– Mas você é lerdo pra cacete hein, Tom?! Não ta vendo que o Bill ta só esperando que você se toque e vá também? – como eu já havia dito, eu era meio lerdo mesmo, natural.

– Não...

– Puta que pariu viu. Vai logo ao banheiro antes o oxigenado volte. – Georg já começava a levantar então eu decidi fazer o mesmo antes que fosse arrastado a força pra fora da mesa.

Caminhei poucos passos até chegar ao banheiro masculino abrindo a porta adentrando-o.

– O que você ta fazendo afinal, posso saber? – fui surpreendido imediatamente pelo Bill que se encontrava em frente ao espelho ajeitando o seu, já perfeito, moicano.

– Saindo de casa oras... – falei falsamente enquanto ia até a pia apoiando a parte esquerda do meu corpo a esta. Naquele momento não estávamos acompanhados no ambiente.

– Ah-ta. Você quer me fazer acreditar que não fazia idéia de que eu estaria aqui? – perguntou irônico me olhando pelo espelho.

– Claro que não, como eu saberia? Não falei com você.

– A sua sorte é que o Andreas é tonto demais pra perceber alguma coisa. – deu uma risada de leve ainda me encarando pelo reflexo.

– Hum... Perceber o que? Eu só vim dar uma volta.

Ele ergueu a sobrancelha me fitando diretamente agora com uma expressão diferente. Uma que eu não entendia, mas que eu gostava. Sorriu de lado balançando negativamente a cabeça enquanto passava a mão no rosto.

– Você ficou com ciúmes?

– Não! – respondi quase que imediatamente disfarçando. E claro que a minha negação não funcionou porque ele na hora começou a rir.

– Não?

– Não...

Ele passou por mim com a mesma expressão divertida chegando até a porta e parando ao abri-la.

– Vamos logo, a gente já demorou tempo demais aqui...

Não pude evitar sorrir também enquanto ele saia me deixando sozinho.

Segui-o após alguns minutos, depois de usar o banheiro propriamente dito.

Assim que sai vi os quatro ao redor da mesa. Eles já não estavam mais sentados. Aproximei-me chamando-lhes a atenção.

– Então, vamos?

Somente concordaram enquanto começávamos a andar rumo à saída.


Não demorou muito pra que os nossos caminhos se separassem e sobrássemos somente eu e o Bill, já que éramos os últimos e morávamos lado a lado.

Paramos em frente ao seu portão, conseqüentemente o meu também claro, e ele se virou me encarando.

– Bom, to indo, nos vemos amanhã então...

Olhei-o nos olhos com uma cara de pesar que fez com que ele indagasse:

– O que foi?

– Nem um pouco de saudade? – perguntei com sorriso de lado me aproximando alguns passos.

– Tom... – falou meio repreensivo, mas ao mesmo tempo manhoso.

– Qual é, já é tarde, não tem ninguém na rua. – ele suspirou soltando um sorrisinho de leve enquanto olhava ao redor.

– E daí que não tem ninguém na rua? A gente não vai fazer nada mesmo... – fez aquela cara irônica que eu bem conhecia. Aquela que queria dizer exatamente o contrário do que ele falava.

– Eu só queria te dar boa noite. – falei adiantando-me mais um passo para perto. Sorri sacana.

– Boa noite. – terminou virando-se para adentrar sua casa. Antes que ele prosseguisse eliminei de uma vez o pequeno espaço entre nós e puxei-o pela cintura colando nossos lábios. Mesmo meio surpreso ele não foi capaz de me impedir. Enlaçou os braços no meu pescoço nos juntando um pouco mais. Sorri em meio ao beijo constando isso.

Nos beijamos calmamente como da primeira vez que o fizemos, mas dessa vez não durou tanto tempo pois ele logo se afastou me olhando com uma cara de censura.

– Você não tem jeito mesmo!

Dei risada sem tirar os olhos dele.

– Mas você gosta... – brinquei maliciosamente com meu piercing observando-o corar um pouco. Balançou negativamente a cabeça em uma falsa reprovação. Tornou a voltar sua atenção para o portão.

– Boa-noite, Tom.

– Boa noite, Bill. – sorri suavemente ao vê-lo fazer o mesmo sumindo pelo portão pra dentro da sua casa.

Cocei distraidamente a nuca enquanto me dirigia também para minha casa, satisfeito com o fim de noite.


Notas finais
Nyaaa ta ae!
Ficou fofinho o final vai? *-*
Bom é isso flores, não me deixem mais triste do que eu já to pensando na minha desgracenta vida e comentem pra me animar, tentarei chegar mais cedo da próxima vez (yn'
Só uma questão: Tem algum LEITOR aqui? Se tiver please apareça pra que eu saiba, afinal eu saio falando "flores" se tiver um homem vc será especial (chantagem básica kkkkk) ^^
PS: alguém ai quer um lemon hot? Convido a ler e deixar review na minha PWP *--* kkkk
https://www.fanfiction.com.br/historia/203183/PWP_-_Message.
Reviews? Recomendações? ^^
Beeeijos e inté a próxima ♥