Notas iniciais
Hello Aliens *oo*
Dessa vez eu nao demorei muito né? ^^
Ain, tentei ser mais breve amores, consegui?
Enton né hoje é meu aniversário (momento emoção sou maior de idade now *w* kkkk) por isso que resolvi postar, quem ganha presente são vocês *---* kkkkk
Só quero dar as boas vindas a Lovely Viih, espero vê-la sempre por aqui flor ^^ eeee agradecer a KaulitzanaLopes pela recomendação! Obrigada mesmo minha linda, adooorei! Cap tá dedicado a você *-*
Bom, ta ai o capítulo fofinho que eu estava devendo pra vocês, espero que gostem, fiz meio que na pressa quando o tempo me permitia escrever... Enfim é isso, perdoem-me eventuais erros, eu revisei só uma vez dessa vez :s
Obrigaaaada as leitoras que comentaram no cap anterior e não me abandonaram, prometo respondê-los logo ♥
Inté as notas finais ;D
Boa Leitura (y'

Entrei em casa encontrando imediatamente minha mãe na sala.

– Oi meu filho, já chegou? Como foi? – ela perguntou desviando o olhar da tela da televisão à sua frente.

– Não fomos ao cinema, só ficamos no shopping conversando. – sentei-me ao seu lado no sofá descansando atrevidamente meus pés em suas pernas – Aliás, mãe... O Tom passou por aqui depois que nós saímos?

– Ah passou rapidinho... – começou Simone distraidamente – Ele perguntou por você e eu fiquei até meio sem jeito de falar que você tinha saído pra ir ao cinema.

– Hum, sabia que ele tinha vindo aqui... – falei pra mim mesmo pensando alto. Minha mãe me olhou interrogativa.

– Como assim?

– Ele foi ao shopping também com os amigos dele.

– Foi? – sorriu de lado pra mim parecendo, não sei por que, satisfeita.

– Por que essa cara de alegria, posso saber? – perguntei fitando-a sem entender.

– Porque isso é bom. – franzi o cenho desconfiado. – Se ele foi atrás é porque ficou com ciúmes, se ele ficou com ciúmes é porque está realmente gostando de você. – terminou Simone, a voz da razão naquele momento.

– Ah, mas isso eu já sabia né...

Ela arregalou os olhos dando risada.

– Nossa, eu criei mesmo um filho tão convencido? – dei uma risada alta jogando a cabeça para trás.

– Você criou um filho pior. – ironizei me levantando vendo-a me encarar com uma falsa cara de indignação.

– Menino, vai dormir! – falou arremessando uma almofada me acertando em cheio.

– To indo, já fui! – comecei a subir as escadas, parando somente para gritar do último degrau: — Boa noite!

– Boa noite. – vi-a gritar em resposta sorrindo, voltando sua atenção outra vez para a televisão.


Fui direto para o meu quarto e cansado, me joguei na cama. Pensei seriamente na possibilidade de dormir daquele jeito mesmo, mas lembranças do estado que eu acordei um dia ao fazer isso me fizeram desistir imediatamente.

Ergui-me preguiçosamente da cama e fui até o banheiro do quarto para tirar tanto a maquiagem quanto a roupa que eu ainda estava usando.

Entrei fechando a porta e comecei a me despir jogando as peças no cesto de roupa.

Tomei um banho quente e relaxante de no mínimo meia hora. Confesso que fiquei esse tempo todo meio distraído pensando em somente uma pessoa: Tom.

Para ser bem sincero eu achei muito fofo ele ter ido ao shopping atrás da gente. Eu ainda não conhecia esse lado ciumentinho do Tom, e sinceramente adorei conhecê-lo hoje. Como minha mãe havia dito aquilo era somente uma prova de que ele realmente estava sentindo algo por mim.

Também pensei no “passeio” antes da chegada daqueles três. Eu e o Andreas estávamos indo bem. Quer dizer, se a intenção dele era outra diferente da minha nunca iríamos nada bem, mas se fosse como a minha... Poderíamos ser amigos.

De vez em quando eu me esquecia dos contras de ficar com o Tom e ficava feliz até demais pensando em como tudo estava indo entre nós. Depois tudo desabava outra vez e a minha felicidade se reduzia a pó pensando no Daniel. Eu ainda não fazia idéia de quando ou como contar, mas parecia que quanto mais eu adiava, mais eu me apaixonava pelo Tom.

Sai do chuveiro desligando-o enfim. Peguei a toalha me enxugando parcialmente, depois enrolando-a na cintura dirigi-me até o espelho e comecei a remover cuidadosamente toda a maquiagem do rosto.

Após terminar retornei ao quarto e coloquei uma calça de moletom e uma blusa larga qualquer, jogando a tolha em algum canto do cômodo. Deitei na cama e sem muita demora adormeci.


~~


Acordei na manhã seguinte com algumas partes específicas do corpo mais doloridas do que estavam ontem. Acho que depois de dormir as coisas ficam um pouco mais... Sérias, por assim dizer.

Levantei-me e fui direto para o banheiro tomar meu banho e me arrumar. Fiz ambos em uma meia hora e demorei mais uns dez somente para colocar em ordem meu moicano.

Desci já não encontrando minha mãe em casa, como o previsto, e tomei um rápido café da manhã sozinho. Peguei minha mochila, celular e chaves e me dirigi à porta abrindo-a e saindo trancando tudo. Atravessei o jardim e assim que abri o portão me deparei com uma inesperada surpresa.

– Bom dia. – falou Tom no mesmo instante que o meu olhar cruzou com o dele.

– Bom... Dia – fitei-o meio confuso sem entender o que ele estava fazendo parado no meu portão. – O que você está fazendo aqui?

– To te esperando. Aceita a minha companhia pra irmos à escola? – perguntou alojando as mãos nos bolsos do casaco que usava e abrindo um sorrisinho encantador me fazendo soltar outro em seguida.

– Você veio me buscar é? – questionei enquanto fechava o portão ainda fitando-o.

– Só se você quiser...

– Eu aceito. – terminei encarando-o sorrindo de lado.

Começamos a caminhar juntos pela calçada rumo, eu imaginava, à escola. Já um tanto longe de casa ele falou descontraidamente olhando para rua:

– Você quer mesmo ir à aula hoje? – fitei seu perfil já que ele ainda visava sua frente.

– E que outro lugar a gente iria a essa hora da manhã? – Tom me mirou sorrindo breve. Eu o conhecia. Aquele não era um sorriso normal.

– Qualquer lugar, desde que estejamos juntos. – senti minha face corar levemente, mas não necessariamente de vergonha, eu havia ficado feliz ao ouvir aquilo. Não fui capaz de conter um sorriso enquanto notava-o fazer o mesmo.

– É uma boa desculpa, mas nós temos aula.

Ele me olhou com uma carinha manhosa, daquelas que qualquer pessoa é totalmente incapaz de ignorar.

– Parece que só eu estou com saudades mesmo...

Dei risada não acreditando no drama daquele menino.

– Para de drama, é claro que não. – Tom me fitou fingindo desconfiança. Surpreendi-o pegando sua mão e arrastando-o para o lado oposto até uma praça que eu sabia existir ali. Ele somente me seguiu e logo estávamos no destino.

– Pronto. Quem disse que eu não estava com saudades? – falei enquanto jogava minha mochila no chão e ele fazia o mesmo em seguida. Encarou-me sorrindo maroto. Caminhei até uma árvore próxima mantendo-nos parcialmente escondidos, e me encostei a esta. Tom me acompanhou com o olhar depois veio até mim parando à minha frente. – Eu estava morrendo de saudades de você. – abri os braços chamando-o para perto e ele sem esperar sequer um segundo se aproximou abraçando minha cintura e me colando mais ao seu corpo. Abracei-o entrelaçando meus braços ao seu pescoço. Apertei-o junto a mim querendo que ele não me soltasse nunca mais. Eu realmente estava sentindo falta daquela proximidade com ele. Vê-lo ontem sem nem ao menos poder tocá-lo de maneira diferente de um entrelaçar de mãos foi sinceramente difícil.

– Eu também estava. – disse agora me olhando nos olhos desgrudando minimamente nossos corpos. – E sabe... Senti falta também de outra coisa.

Retribui o olhar firme que ele me dava para depois falar meio ironicamente:

– Sentiu falta do que? – questionei me fazendo de desentendido, embora já estivesse entendendo muito bem aonde ele queria chegar, enquanto via-o tirar uma mecha solta da minha franja do meu rosto.

Voltou a eliminar nossa distância mínima colando os lábios aos meus. Senti uma onda elétrica atravessar meu corpo todo. Sentia falta decididamente daquilo e mesmo que nós já tivéssemos nos beijado outras vezes a sensação que eu tinha era que sempre seria diferente e eu sempre sentiria esse mesmo frio na barriga ao chegar tão perto. Ele mexia de um modo diferente comigo.

Nos beijamos calmamente e eu logo senti sua língua pedindo espaço para juntar-se a minha formando uma perfeita sincronia entre elas. Postei minha mão esquerda em suas tranças acariciando-as lhe fazendo um carinho gostoso que, eu sabia, ele gostava somente pelas reações involuntárias de seu corpo de me apertar um pouco mais, ou intensificar o beijo de repente acompanhado de um suspiro.

Encerramos o contato com um selinho demorado. Tom me olhou em seguida.

– Então não vamos mesmo pra aula? – perguntou me dando um sorrisinho de lado extremamente sugestivo. Fiz o mesmo me rendendo.

– Hoje acho que temos algo mais interessante pra fazer.

– Eu concordo plenamente...

Dei risada enquanto me desenroscava de seus braços para me sentar na grama. Ele foi mais rápido se acomodando no lugar onde eu pretendia ficar. Fuzilei-o imediatamente com o olhar. Ele sorriu abertamente me convidando a sentar com ele.

– Vem... Senta aqui. – pediu apontando para suas pernas com a intenção de que eu me sentasse em meio a estas. Me aproximei acomodando-me junto à ele no lugar indicado. Ajeitei-me melhor deixando meu corpo “cair” sobre o dele. Deixei meus braços ao redor do meu próprio corpo, conseqüentemente em cima dos dele que me envolveram confortavelmente no momento em que me sentei.

Enquanto me distraia mexendo nos pêlos de seu braço direito ouvi-o perguntar:

– Como estão as coisas entre você e o Daniel?

Suspirei longamente afundando ainda mais o corpo no seu.

– Na mesma.

– Por que o desânimo? Isso não é bom? – indagou me dando uma suave sacudida entre seus braços tentando me animar.

– Não sei... Eu me sinto mal com tudo isso. – falei meio triste.

– A culpa não foi sua.

– É claro que foi! – virei-me um pouco buscando olhá-lo melhor. – Eu devia ter me afastado de você enquanto podia.

– E você tentou, mas EU insisti.

Fiquei calado pensando.

– E mesmo assim... Você conseguiria?

Sorri fraquinho encarando-o com firmeza.

– Não. Mas de qualquer forma, eu devia contar. Só não sei como fazer.

– Você só tem que fazê-lo entender que ele não gosta de mim.

– Mas... – ainda tentei argumentar, mas ele somente continuou.

– Não gosta, Bill. Ele mal me conhece. Deve no máximo me achar sexy e atraente. – piscou dando um sorrisinho malicioso pra mim.

– Tom! – dei-lhe um tapa no braço que antes acariciava, fazendo-o rir imediatamente.

– Mas falando sério... Ele não sente nada por mim. Isso eu te garanto. Só ele que ainda não sabe disso. – disse fazendo carinho, com as curtas unhas em minhas costas.

– Eu também acho que não, mas, sei lá... Como você diz pra uma pessoa que a pessoa que ela está gostando ela acha que está gostando e ela não está gostando de verdade?

Tom fez uma cara divertida e totalmente confusa pra mim me fazendo rir do que eu mesmo havia tentado explicar.

– Se você for falar dessa forma realmente é provável que ele não entenda. – brincou ele ainda dando risada me fazendo dar-lhe outro tapa de leve no braço.

– Ah, você me entendeu Tom!

– Eu entendi, entendi.

Parei por um momento e do nada resolvi falar de algo que eu há um tempo queria perguntar.

– Tom...

– Fala amor. – sua fala saiu tão natural e o amor também, que eu imediatamente sorri fitando a paisagem à minha frente, tornando a me acomodar melhor em seu “colo”.

– Sabe... Eu não imaginava que você fosse...

– Gay?

– Ahn... Não necessariamente...

– Bi?

Mexi, meio nervoso por falar no assunto, em cada centímetro do seu braço que eu pudesse pra me distrair. Desde acariciar seus pêlos, até brincar com os dedos de suas mãos que estavam entrelaçadas às minhas em frente a minha barriga. Confesso que fiquei meio surpreso com a sua naturalidade em tratar do assunto.

– Ah... É, sei lá.

– Mas eu não sou. Ou não era. – questionou a última frase para si mesmo. – Mas você é a única exceção.

Olhei-o desconfiado disfarçando o enorme sorriso que imediatamente quis se manifestar.

– Sei...

– Eu to falando sério. Eu nunca olhei pra nenhum homem diferente. Não desse jeito. Nunca me interessei e nem pensei que me interessaria, até aparecer você com esse seu jeitinho irritante... – me encarou sorrindo fofamente. – Que acabou me conquistando.

Dessa vez não pude evitar abrir um largo sorriso com tudo o que ele disse. Meus olhos provavelmente brilharam nessa hora ao mirá-lo e ver simples e puramente verdade transparecer. Senti minhas bochechas corarem naquele momento.

– Ah então foi por isso que ontem você ficou com ciúmes de mim?

Ele sorriu abaixando a cabeça e a apoiando em meu ombro direito.

– Não precisa lembrar disso.

– Por quê?

– Foi idiota demais? – tornou a erguer a cabeça, mesmo sem me olhar, controlando uma risada enquanto olhava para frente.

– Foi fofo.

– Bill, para de zoar! – falou meio manhoso me fazendo sorrir ao ver a cena.

– Eu não to zoando. Eu gostei de te ver lá. Mesmo.

Dessa vez foi a vez dele ficar corado.

– Como você pode me deixar com vergonha? Ninguém me deixa com vergonha. – brincou.

– Meu “jeitinho irritante” faz isso com você. – retruquei virando um pouco mais o corpo para o lado de modo a vê-lo melhor do que antes.

Ele somente sorriu abaixando novamente a cabeça, eu sabia, para esconder a tonalidade do seu rosto.

– Por que ninguém te deixa envergonhado? Vou me lembrar de fazer isso mais vezes. Você fica tão lindo com essa carinha.

– Bill, para! – falou dando risada tornando a enrubescer a face.

– Ah! Eu consegui de novo. – terminei batendo palminhas infantis depois.

Rimos juntos enquanto ele me abraçava afundando a cabeça na curva do meu pescoço.

Ficamos calados um tempo, em um silêncio longe de ser incômodo somente sentindo as respirações de nossos corpos unidos. De repente ele me tirou dos meus pensamentos.

– Eu estava pensando... – começou devagar meio que fazendo uma escolha de palavras. – Você quer ir pra nossa casa de campo?

Fitei-o imediatamente sem entender a proposta.

– Hã?

– Você e a Simone. – continuei sem entender e ele notou continuando a explicação. – Eu e meu pai estávamos querendo ir pra lá esse fim de semana. Pensamos em levar vocês dois também.

Virei-me completamente para ele fazendo assim com que meu corpo se afastasse um pouco do seu.

– Sério?

– É. Eu ia gostar muito se você fosse... Vocês. – corrigiu sorrindo de leve, lembrando-se obviamente da minha mãe. Mas isso já era com o Gordon.

– Mas... E minha mãe? Preciso falar com ela.

– Gordon vai fazer isso hoje, relaxa. E ela gosta de mim. – gabou-se dando uma breve risada. – Do meu pai eu nem falo nada... – falou meio que ironicamente sabendo muito bem o quão bem eles andavam.

Sorri levando em consideração a idéia. Eu realmente ia gostar de ter um fim de semana sem me preocupar com nada. Com os problemas. Só com nós dois. Nós quatro no caso.

– Eu também gostaria muito de ir. – disse por fim abrindo um largo sorriso em seguida. Ele fez o mesmo feliz que eu tivesse concordado. – Agora é com a Dona Simone.

Tom voltou a me puxar para ele me abraçando novamente.

– À noite falo com meu pai pra saber se ele já conversou com ela. Tenho certeza que ela não vai recusar.

– Eu tenho a impressão mesmo que não. – ri sabendo que ela aprovaria sim a idéia.

– Ahhhh como eu quero que chegue logo o fim de semana. – falou Tom se encolhendo mais em mim.

– Por que a pressa? O que você anda planejando, hein? – perguntei meio desconfiado somente sentindo-o dar um risinho ao pé da minha orelha.

– Eu não falei nada. Você que tem a mente poluída demais. – ironizou ele na defensiva não me convencendo nem um pouco.

– EU tenho a mente poluída? – encarei-o parcialmente, vendo-o sorrir de lado enquanto mexia sugestivamente naquele piercing.

– É. Eu não falei que estava planejando nada, você que está com idéias...

– Nem tenta jogar a culpa pra cima de mim! – falei fazendo-o dar risada logo após.

Continuamos abraçados do mesmo jeito somente passando o tempo, conversando e, vez ou outra, trocando alguns beijos.

Próximo ao horário que normalmente sairíamos da aula, resolvi que já era hora de irmos embora pra não precisar esbarrar com ninguém no caminho, acidentalmente.

– É melhor irmos... – comecei a me erguer vendo-o continuar no mesmo lugar com os braços agora jogados ao lado do corpo por ter me largado.

– Já?

– Já? – repeti a pergunta em um leve tom de ironia sorrindo. – A gente ficou aqui a manhã toda.

Tom fez uma careta de desgosto suspirando enquanto começava a se levantar também.

– Vem... – estendi a mão direita para que ele pegasse ajudando-o a ficar em pé novamente. Aproximou-se me dando um abraço carinhoso e depositando um beijo estalado em minha bochecha me fazendo sorrir imediatamente fitando-o.

– Vamos.

Pegamos nossas mochilas, que se encontravam na grama próxima á árvore em que antes nos apoiávamos, e tornamos a colocá-las nas costas saindo daquela praça.


Notas finais
Ta aeee ^^
Mereço reviews? Recomendações? *oo*
Eu sinceramente não sei se gostei ou não, ai sei la tbm, sou muito chata O.o kkkkkk
Mas enfim, espero que VCS tenham gostado, isso já me alegra (:
Leitores fantasmas, querem me fazer uma autora MUITO feliz? Apareçam please? Espero mesmo a opinião de vcs tbm *¬*
É isso gente, inté (brevemente espero) o próximo capítulo!
Beeeeijo ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.