9 Vidas Por Você

9 Capítulo 8 - Magoada.


Notas iniciais
Olá, pessoas da minha vida. Eu sei, eu sei. Demorei um século para vim postar, e sim, vou pedir perdão por isso. Eu gostei muito do capítulo de hoje, e espero que vocês também gostem. Boa leitura s3

" Coreia do Sul, interior de Seul

A chuva fina do início da manhã não estava incomodando um casal com problemas, mas incomodava bastante um homem sagaz, hábil e observador. Bob Gibson estava de olho a briga que parecia calorosa, e sentiu, pela primeira vez, uma leve alegria ao ver que tudo estava dando errado. No começo de suas brincadeiras com a Gumiho, não imaginava que poderia gostar tanto de tê-la por perto e sem contar o quanto era interessante vê-la com o coração dividido entre ele e William.

Ela não sabia mais se queria ser humana.

Beija-Flor estava com o hanbok azul claro de detalhes dourados e fitas rendados no rosa mais forte. As cores de sua vestimenta estava se alterando conforme as gotículas de chuva pousavam nela. Os habitantes da cidade não se importavam dela ter os costumes, as roupas, e as crenças, daqui. Apesar de ter uma aparência inquestionavelmente estrangeira. William parecia realmente exausto, o inchaço e a cor arroxeada debaixo de seus olhos denunciavam que ele tinha trabalhado ainda mais nessa semana. Talvez ele tenha perdido noites inteiras de sono, a Katherine não podia confirmar esse fato, pois nessa semana esteve ocupada com Bob Gibson. Ela não queria ficar perto dele, mas cada vez que o tempo passava, ela se sentia mais enrolada nele.

Nesse momento, depois de ver William, o seu coração foi despedaçado a mil pedaços insignificantes. Nesse instante, ela compreendeu que o que estava fazendo era traí-lo. O homem a quem amou pela primeira vez estava tendo sua honra estraçalhada por conta de seus atos impensados. Melhor, por conta da maldita beleza e perfeição de Bob.

Ela respirou fundo e abaixou a cabeça.

- Eu não sei o que houve... — Ela disse em um fio de voz.

- Meus irmãos a viram com outro homem, Katherine. — Ele contou com raiva em sua voz. — Porq...

A garota podia sentir que o machucou profundamente.

Minutos de silêncio pairaram sobre o lugar.

- Quem é ele? — William perguntou.

- Ele se chama Bob. — Ela contou.

- Então, fique com ele. — William disse com os olhos a lagrimejar. — Eu não quero alguém sem caráter ao meu lado.

Ela puxou sua mão e o olhou surpresa.

Você não pode me deixar.

- Foi você que me deixou, Katherine. — Ele disse duramente.

- Você disse que me amava... — Ela sussurrou docemente.

- Nem humana você é. — Ele apontou o fato, e isso a machucou muito por dentro. — Portanto, é melhor assim.

Foi algo inevitável ele observá-la como se fosse a última vez, o rosto dela estava petrificado em uma expressão de surpresa no inacreditável. Os olhos azuis estavam, sobretudo, tristes. Mesmo assim, continuam a se mostrar extremamente bonitos. Ela nem usava nada em seu rosto, e podia ser a mais bela em qualquer lugar. Por isso, William concluiu que não a merece. Ele não tem riquezas, e seu tempo é espremido. O seu trabalho é árduo, e ainda tem uma casa para sustentar, não somente com alimentos e roupas, mas sustentar as bases de educação dos irmãos mais novos. Por muitas vezes, ele é rude. Apesar de ser forte e obter músculos, tem cicatrizes grandes, queimaduras do sol e quase sempre, está com algum hematoma. William realmente acha ser a pior opção para ela, afinal, Katherine é perfeita.

Ele respirou fundo, e aguardou em sua memória a imagem do rosto dela com gotículas de água, um olhar machucado e cheio de desculpas.

William não pensou duas vezes antes de ir embora correndo, pois ele sabia o que poderia acontecer depois. A sua hipótese mais forte era que Katherine absorveria a informação, e assim, ficaria com muita raiva do acontecido. Ela poderia ir atrás dele e matá-lo por ter a cara de pau em deixá-la.

Ele se convenceu que isso aconteceria. "

Seattle,

- Me beija. — Ela repete e sorri. — Ou quando você fechar os olhos nesta noite eu te beijarei, e acabarei com o que começamos da outra vez... Eu mordi seu ombro, mas hoje em seus sonhos... Arrancarei um pedaço...

A voz doce e perigosa dela fez com que ele se arrepiasse no mesmo segundo. Fred sabia que aquilo foi real, pois ainda tinha a marca da mordida dela. Ele olhou nos olhos azuis de Samantha, e foi capaz de ver o quanto estavam intensos. Num impulso, ele pressionou os seus lábios nos dela. Ele tentou fazer o beijo evoluir, mas Sam acabou com o contato dos lábios nos segundos seguintes. O beijo foi curto, e tão inocente quanto as ações de Sam parecem ser por diversas vezes.

Um beijo tão puro que foi capaz de fazer o coração de Fredward Benson queimar. Ela o olhou inexpressiva, e quase que ele viu o quanto triste ela estava. Mas, ele acabou por ignorar isso, como se fosse uma suposição. Sam observando com discrição a expressão facial do rosto dele, suspirou e pousou a mão do seu ombro.

- Você sabe a diferença de "desculpas" e "perdão"? — Ela perguntou com casualidade. Não era algo que ele esperasse ouvir dela depois de um beijo.

- Tem o mesmo significado. — Ele disse olhando-a. — São apenas sinônimos.

- Perdão tem mais força, Fred. — Ela sussurrou delicadamente. — Falar " eu te perdoo" é mais marcante do que " eu te desculpo ". Perdoar tem mais valor. Desculpas faz parte do dia das pessoas, elas tropeçam uma na outra e logo se desculpam.

- E daí?

- E daí que você não tropeçou em mim. — Ela disse com simplicidade. — Eu te desculpo por ter me abandonado, mas não acho que serei capaz de te perdoar por ter me traído.

As palavras dela foram como uma faca afiada cortando-o a pele, então ele realmente sentiu a diferença do que ela enunciou. Poderia ela ser vingativa?

- Sam... — Ele sussurrou com a voz embargada de desculpas, então ela tirou sua mão do ombro dele e apontou para a carne na mesa.

- Eu não vou comer, portanto, vou dormir primeiro. — Ela falou com intensidade e voltou para sua cama naquele lugar.

O ambiente deixou uma Gumiho dormir faminta, mas o ambiente também deixou um rapaz pensativo.

Ou seja, nessa noite, o ambiente está para amadurecer ambas as partes.

Uma semana depois

Quase é a hora do almoço, e Fred assou meio quilo de carne bovina para sua hóspede especial. Ele tem se sentido mal, por conta dela. Sam ainda o segue para a faculdade, mas mantém trinta metros, ou mais, de distância dele. Ela tem falado pouco, e tem dias que é monossílaba. Parece que o nível do tanto que a chateou foi alta. Sem contar, a estupidez dela que vem aumentando a cada segundo.

Sam não tem se alimentado com ele, e isso é preocupante. Sempre que ele a chama para comer, a resposta é a mesma: " Não vou comer. ". E não há brigas, pois todas as vezes que ele tentou falar alto e argumentar contra ela foram falhas. Parecia que ele estava falando com uma parede. O problema é que ela tem se alimentado de restos de comida, pior do que mendigos. Ela não aceita a comida dele...

Isso é essencialmente preocupante.

Ele terminou de abotoar a blusa social branca, e desceu as escadas. Como sempre, ele viu Sam deitada no chão e com os olhos fixados no teto. Ela não fez nenhum movimento para olhá-lo ou teve sequer menção da presença dele. Sempre ele tinha a sensação que não existia para ela.

- Tem carne assada, então coma. — Ele falou para ela em voz alta.

- Não vou comer. — A voz baixa o atingiu como o esperado.

Fred abriu a porta para sair, e pensou que poderia ser mais legal com ela. Talvez o ar de sua casa ficasse menos depressiva.

- Eu vou para o teste do filme. — Ele comentou e tentou ser casual. — Vamos comigo?

Sam virou o rosto e o olhou com uma expressão duvidosa. Respirou fundo antes de respondê-lo.

- Não, Fred. Eu não quero ir. — Ela disse como se não tivesse paciência. — Você está quase curado. Eu posso sentir, então, porque me aproximar de você se logo vou embora? Não era você que queria me ver longe?

- Estou tentando ser gentil. — Ele falou com um pouco de irritação.

- Na última vez que foi gentil... — A voz dela morreu.

Ela se levantou, e arrumou o vestido com cuidado algum. Passou os dedos nos cabelos embaraçados, e o olhou atentamente. Sam não queria ser rude demais com ele, porém é inevitável o que está por vim. Fred está praticamente curado por dentro, e logo ela terá que partir. Ele quer que ela vá embora, e isso foi mais que claro na semana passada.

- Boa sorte no teste. — Ela falou quase docemente, e saiu do apartamento com passos apressados.

Restos de carne não a sustentavam mais, e sua concentração precisava ficar dobrada, pois sabia que era capaz de atacar algum homem a qualquer segundo. Mas, isso não a parou. Em silêncio, e ainda escondida, ela acompanhou Fred por todo o caminho. Ainda desconfiava que ele poderia tentar acabar com ela, ao ficar com outra, e assim despertar o que ela queria esconder com todas as forças. Fredward não poderia traí-la novamente, e por isso, ela o seguia todos os dias. Sempre atenta. Sempre cuidadosa. Sempre preocupada.

Foi seguindo seus passos que ela passou a observar como os humanos interagiam sobre si. Ela aprendeu algumas coisas que seus antigos namorados não lhe ensinou. Aprendeu para que serve um celular, e o significado de futebol. Aprendeu que muitos humanos choravam constantemente. Ela observou os vários problemas que eles mantém escondidas, mas que alguns gostam de falar para ganhar pena...

Tanto ver a essência humana, Sam desejou não ser uma.

Fred poderia não ficar com ninguém, mas constantemente ele paquerava. Constantemente, ele se aproximava da Akemi. Constantemente, ele parecia querer voltar a ser o que era. Ele parecia querer o que tinha. Foi então que ela compreendeu que poderia ter estragado a vida dele.

Ela entrou no teatro local, onde tinha pouca gente. Esperou cerca de duas horas, para finalmente ver a apresentação de Fredward. Ele entrou no palco, falou seu nome, e começou a melhor atuação que Sam tinha visto na vida. Ou melhor, tinha visto nas últimas duas horas. A compreensão dela disse que atuar é como mentir sobre sua vida, e se transformar em outro alguém. Ela amou as falas, e quando os atores já contratados entraram para fazer parte da cena de ação, foi emocionante.

Fred sabia lutar.

Ele sabia muito bem como lutar, apesar dela ver que os golpes não tocavam a outra pessoa completamente. Todos os participantes fizeram essa cena, mas ele fora o que mais parecia o personagem. A cena terminou, não houve aplausos e Fred saiu do palco. Ele se sentou na platéia e assistiu o restante das apresentações.

Sam não compreendeu o porquê ele não foi embora, até Akemi entrar no palco.

A apresentação dela era para a personagem principal também. Ela seria a companheira de Fred, caso ele ganhe o papel. Sam ficou impressionada com a facilidade que Akemi deixou de ser ela, e começou a ser a sua persongem. A morena estava com os cabelos cacheados, e a maquiagem muito natural, nenhum destaque na sua roupa. Ela não parecia ter tido vontade de se destacar pelo o que usava, mas sim pela a atuação dela.

Akemi chorou com facilidade. Mostrou uma habilidade nas artes marciais, muito melhor do que Fredward. Falou suas falas com emoção, e no final da cena, tinha um olhar extremamente sagaz. Em cinco minutos, ela derrubou todas as garotas que tinham entrado no palco. Até mesmo, Carly, irmã do diretor do filme.

A tarde acabou, e Sam sentiu isso junto a fome.

Seus passos foram rápidos para sair do teatro, pois ela queria estar em casa antes de Fredward saísse. Mas, alguém puxou o braço dela, e quando se virou, encarou belos olhos orientais.

- Sam, está fugindo? — Ela perguntou com a voz indiferente de sempre. Samantha notou que ela não estava mas usando as roupas básicas. Akemi está com um belo vestido rendado, cor salmão, e soltinho. Ainda estava usando salto alto.

- Fugindo? — Sam perguntou baixo.

- É. Você estava no Mezanino, e percebi que não queria ser vista. — Akemi disse com um sorriso, que para Sam, era estranho. — Mas, sabe, eu sempre vou te enxergar aonde quer que você esteja.

- Porque?

- Acho você estranha. — Akemi disse com firmeza. — Perguntei a Brad, e a Carly, sobre como conheceu Fred... Devo ressaltar que Fred não te tiraria da casa da avó. Ele não faz coisas desse tipo...

Sam ficou em silêncio. O rumo da conversa estava estranha demais.

- Faz tempo que não nos falamos... — Akemi continuou sorrindo largamente.

- É, faz tempo. — Sam concordou.

- Então, eu estive pensando... Que tal sairmos para caçar?

Isso assustou Sam. Caçar? Matar?

- Caçar homens, é claro. — Ela falou. — Você sabe, eu e Fred terminamos temporariamente. Os comentários na universidade não são bons. Eles falam sobre um triângulo amoroso, e eu não participo de triângulo nenhum...

- Você quer o que, então?

- Quero ser sua amiga. — Akemi falou um pouco mais séria.

Sam realmente não entendeu essa mudança repentina, mas ela realmente sentiu que anda precisando de uma amiga. Porque não, Akemi?

São quase uma hora da manhã, e o movimento da boate é caótica para Sam. Todo o barulho e toda aquela gente estavam a deixando com um dor de cabeça intensa, e as conversas fúteis de Akemi a encheram. A a primeira vez dela em um lugar como esse, e o fato é que Sam está faminta. Faminta, e sem sua gota. Faminta, portanto, pode ser incontrolável. Todos aqueles homem, tão perto, faziam seu estomago roncar.

Akemi voltou da pista de dança, depois de se pegar com um loiro por mais de vinte minutos, e o sorriso branco dela atingiu a loira.

- Você não vai dançar? — Akemi perguntou gritando, mas o barulho abafado foi muito mais alto que sua voz.

- Não, obrigada. — Sam respondeu tentando ainda, ser educada.

- Há homens te chamando toda hora. O que é isso? Fidelidade ao Fredward? — Akemi perguntou, dessa vez, em seu ouvido.

- Eles não me interessam. — A loira respondeu, também no ouvido da asiática.

Ela riu a afirmação feita.

- Você é realmente mulher? — Akemi voltou a perguntar. — Fredward me falou antes que não gosta de você por conta disso. Parece que não é humana... Tão boba...

A asiática estava rindo, sob o efeito do álcool, e quando deu um passo para trás, um outro homem a segurou pela cintura. O homem sussurrou em seu ouvido algo que a fez corar violentamente, Akemi o dispensou com um olhar surpreso e partiu para o outro lado da festa.

" Parece que não é humana " ficou na mente dela.

Então, ser humana significava ir com todos os homens que estão na frente dela? Todos que falam com ela? Sam realmente estava confuso. Um homem alto, musculoso e de olhos na cor de mel, sentou no seu lado. Ele sussurrou algo no ouvido de Sam, algo que ela não entendeu, pois estava concentrada demais nas batidas do coração dele.

Ela sorriu, se levantou e saiu para fora da festa.

O homem bonito a seguiu com um sorriso de satisfação no rosto. Eles saíram pelas portas do fundo, onde estavam em um beco qualquer e Sam se tornou incontrolável. Ela não queria matá-lo, mas assim que o corpo do homem se pressionou no dela, os seus pensamentos foram somente em comer.

Não havia ninguém ali, então Sam prendeu o homem contra a parede. O homem desconhecido tinha um sorriso satisfeito, até sentir os beijos de Sam sobre seu pescoço. Todos os beijos foram acompanhados por mordidas que feriram ele, mas o cara não reclamou de imediato.

Ela abriu a blusa dele, passou as unhas sobre o peito musculoso e em segundos, afundou as unhas como se fossem lâminas. O grito do homem foi forte e alto, mas ninguém ouviria. O barulho da festa era maior. Ele tentou afastá-la e bater nela, mas o homem parou quando seu coração fora arrancado de seu corpo.

O corpo sem vida caiu no chão, e Sam se serviu do banquete.

Um homem assistiu tudo, cético. Ele estava sem sobretudo nessa noite, então pensava que teria que dar a ela seu blazer importado e feito sob medida. Isso não o deixou feliz. Sam não percebeu sua presença, mas William percebeu um par de olhos fixados nela. Havia uma garota com vestido rendado, sentada em uma escada de ferro, e com os cabelos de cachos desfeitos. Bagunçados. Ela não seria vista por ninguém, pois ali, nesse beco está escuro. Mas, William a enxergou e chegou a se surpreender a ver uma humana ficar tão inexpressiva ao assistir uma garota devorar a carne crua de um homem.

Sam olhou para trás, e viu seu salvador de plantão. O vestido que Fred havia comprado para ela estava arruinado, pelo sangue, e ela respirou fundo. Estava satisfeita, e o corpo do homem estava irreconhecível. Sam não falou nada, quando William se aproximou com um lenço bordado. Ele limpou as mãos dela, e o rosto dela. Ele a limpou como se ela fosse uma criança de dois anos melada de tanto comer chocolate. Sam estava envergonhada, mas não disse nada. Vestiu o blazer dele e ficou olhando ele por alguns segundos.

- Desta vez, me visite. — William falou sério, e a entregou outro cartão do PetShop.

Sam assentiu.

- Sam, vá. — Ele ordenou com um sorriso discreto. — Vou cuidar da sua bagunça, criança.

Minutos depois, William subiu as escada de ferro. Largas suficientes para duas pessoas se sentarem. A asiática o olhou, sem medo, e sem expectativa. William sorriu, e então, a olhou cético.

- Qual é o seu nome? — Ele perguntou com indiferença na voz. Quase como uma pessoa mesquinha.

- Akemi. — Ela respondeu, observando os olhos negros do homem. — Akemi Tamura.

- Akemi. — Ele repetiu em voz baixa. — Você não vai mais trazer ela para esse tipo de lugar.

- Ela não é uma pessoa. — Akemi respondeu com um sorriso grande.

- Quais são suas provas? — Ele perguntou a observando.

- Ela acabou de praticar canibalismo. — Ela concluiu. — Matou uma pessoa. Um homem bonito devo ressaltar.

William riu, e de dentro do bolso, retirou uma recipiente de prata envolvido por uma capa de couro legítimo. Ele tomou um gole e ofereceu para a garota. Ela aceitou, e bebeu todo o conteúdo.

- Para facilitar seu trabalho em me fazer esquecer o que eu vi. — Akemi disse quando bebeu a última gota do líquido forte.

O homem sorriu.

- Obrigada, mas não é com isso que vai fazer você esquecer. — Ele contou animado.

Foi então que a coreana sentiu algo pontudo pressionando a sua barriga.

Notas finais
Gostaram? Ruim demais? Cansativo? O que acontecera com Akemi? Gente, que pessoa mais anormal. Ninguém iria assistir algo como isso, e ficar apenas quieta. Estranho. Muito estranho. E a Sam magoada em 10 ²³²³²³²³²³²³²³²³²³ APSOKSAPOKAS' Vamos melhorar, né Sam?! Fred lindo estava mais sensível nesse capítulo, apesar de não aparecer tanto. Gostaram? Não? Tentarei melhorar no próximo capítulo. xoxo da Jaqs ♥3