9 Vidas Por Você

10 Capítulo 9 - Cansada. Exausta.


Notas iniciais
Olá, pessoal. Eu acho que preocupei muitos de vocês, certo?! Até posso considerar que perdi alguns leitores por conta da demora imensa para sair os capítulos. Mas, o importante são as pessoas que gostam da história e irão lê-la até o fim. Independente dessa autora horrível, e cretina haha O capítulo de hoje vai desencadear muuuuuuitas coisas...

" Coréia do Sul,

A frustração que tomou o corpo de Katherine, foi mortal. A garota está segurando as próprias lágrimas por um bom tempo, pois não deseja que William saiba sobre o choro dela. Sim, a garota deseja colocar pra fora, em forma de lágrimas, tudo o que anda sentindo. A frustração, na realidade, não é sobre arrependimentos e nem sobre a vontade que ela sente de chorar.

Ela está frustrada por não conseguir não ser um monstro completo. O dia fora da pequena cabana acaba de se iniciar. Os raios solares, fracos e alaranjados, começa lentamente iluminar o interior da pequena e frágil casa. O som de gotas caindo do teto remendado parece estar sincronizada, e talvez pudesse incomodar terrivelmente um humano. Mas, para Katherine é um som até que harmônico.

As gotas que caem em um grande espaço de tempo, não são água. Não é de chá, e de nenhum líquido similar. As gotas são de um tom de vermelho escuro, e aparentam serem um pouco densas. O mesmo tom de vermelho está por todo lado do lugar, e em cada extremidade. Até mesmo, parece em poças, e respingadas na parede. É sangue humano. Katherine está rodeada de pedaços de corpos, não drenados, nem mastigados, somente sem vida. Os corpos são de uma das famílias mais pobres da região, com doze membros, e agora, sem nenhum membro para dar continuidade a uma próximo geração. Família que por falta de sorte encontraram em estado histérico de fome e raiva.

Mas, o que ela poderia fazer?! Ela estava desesperada. William passou a ignorá-la, e ainda esconde o fato que anda se encontrando com outra jovem. Porque é importante ele casar logo? Ele já tem tantas bocas para alimentar... A Gumiho está devastada por William se comprometer com outra tão rápido. Ele não deu tempo a ela... Ela não teve tempo para conquistá-lo.

Katherine ainda precisa dele. Então como desistir de William? Somente ele pode torná-la humana. Ela esperou por anos ele chegar na idade de amá-la. Ela esperou muitos anos para vê-lo completar vinte anos. Ela matou e se alimentou de uma garota, por ele... Pelo sonho de ser humana... Pela oportunidade de amar...

William tem a opção de descartá-la, pois ele não precisa tão desesperadamente dela. Mas Katherine não possui nenhuma outra opção, pois ela só necessita dele. Somente dele. Somente ele.

A Gumiho passou as mãos sujas de sangue no rosto, e encarou mais uma vez o estrago que fez. Mesmo sendo patética, pensou que se William chegasse agora, seria realmente o fim. Ela imaginou que teria que matá-lo... Ela sabia quão correto ele é... E que por isso, ele nunca poderia ver o quanto ela é suja. Quanto é mortal. Ela se levantou com cuidado, chutou sem respeito algum o corpo de um adolescente sem vida, e acabou por escorregar no próprio sangue que derramou. Katherine caiu de bunda no chão sem regularidade nenhum, somente assim ela ouviu o som de passos pesados e uma risada abafada.

- O que? — Ela gritou quando Bob apareceu em sua frente.

- Quase que não é tão trágico... Digo, essa cena... — Ele falou ainda sorrindo, mas não estava olhando para ela. Os olhos dele estavam por todos os lados, fitando cada detalhe do massacre, e tentando ser rápido.

- Parece que você finalmente vai conhecer a Lucy. — Ele comentou, mostrando-se um pouco irritado.

- Quem é Lucy? — Ela perguntou quando conseguiu se levantar. Nesse momento, estando cara a cara com Bob.

- Você sabe... — Ele falou devagar — A faca mágica que pode te liquidar.

- Mas... Está... — Ela balbuciou, sem sequer dar um passo para trás.

Bob balançou a cabeça negativamente.

- William vendeu pra mim. — Ele contou divertido. — Apesar que tinha outra faca em seu pescoço...

A expressão facial dela se tornou tensa.

- Você pode tentar... — Ele começou a contar. — Sabe, tentar me machucar... Mas, acontece que sou meio imortal... Pelo menos mais imortal que você nesse momento...

Ela suavizou sua expressão e respirou fundo. Tinha momentos que ela esquecia que Bob além de amante, era também seu caçador.

- Eu sinto muito... — Ela falou com firmeza, mas não sentia nada em matar humanos. Matar é fácil.

- Não, você sente nada. — Ele falou de forma exagerada. — Mas, veja, a boa notícia é que eu também não sinto. Nem por humanos. Nem por Gumihos. Nem por lobos de uma cauda só.

Um arrepio subiu pela espinha dela, e era notável a forma que Bob estava irritado com ela.

- Se depender do William eu nunca vou me tornar humana... — Ela suspirou. — Estou com raiva e cansada.

Bob riu e acariciou as mechas de cabelos próximos do rosto da Gumiho.

- O problema é que eu também cansei de brincar de casal com você. Cansei de brincar com a caça, aí você ainda massacra uma família inteira? Katherine... Você está saindo dos limites... — Bob a avaliou. — Entre nos sonhos de William. O humano pode ser fiel a três sentimentos: Amor e medo.

Ela o olhou incrédula.

- Não sei fazer isso. Também não quero. Eu... Eu só preciso que ele precise de mim...

Bob pensou por dois minutos, e chegou a uma decisão do que fazer.

- Você pense em três minutos uma solução louvável. É isso. Caso em três minutos você não saia, ou fuja, ou saia dessa casa sem solução... Eu vou matá-la. — Ele sorriu e beijou os lábios da Gumiho.

Bob saiu da pequena cabana, e não foi preciso esperar três minutos. Katherine saiu da casa em menos de um minuto, e em seu rosto estava expresso somente confusão.

Ela viu a silhueta de costas de Bob, e o quanto ele observava a floresta ao redor. Katherine andou devagar até chegar bem próximo do corpo dele. Bob não virou. Então, a Gumiho o abraçou por trás, passando as mãos pela sua cintura, e pousando o rosto no auto das costas dele.

- Ou você me ajuda a tê-lo de volta, para que eu me torne humana. Ou, por favor, me mate agora. — Ela disse com confiança, e com os olhos marejados de lágrimas.

As lágrimas só começaram a rolar no rosto dela quando, por fim, ela obteve a resposta.

Bob nunca tinha visto uma Gumiho fazer tal momento. Em um ambiente totalmente desumano, ela teve o sentimento mais humano que ele havia visto naquele espécie. "

Seattle,

O chão estava gelado, mas Sam não se incomodou. Ela teve todo o cuidado de virar a chave da porta sem fazer barulho desnecessário, e também ao fechar a porta, assim que ela entrou. Sam estava quase sem fôlego, e por tudo, não queria ser descoberta por Fred. Só de imaginar dele a encontrando, no estado que estava, simplesmente lhe dava calafrios. Ela não deseja que ele descubra o quanto desumana ela pode ser. Talvez, se isso acontecesse as coisas iriam ficar extremadas. A imaginação dela dizia que ele poderia chutá-la dali, ou simplesmente tentar matá-la... Como todos os outros humanos tentaram...

A linha de pensamento da Gumiho estava mais sagaz, apesar dela se sentir mais cansada. Ela estava imaginando como poderia acabar matando Fredward... Afinal, isso aconteceu com todos os outros... Até mesmo com Peris, o humano que ela mais amou e mais odiou... Imagine com Fredward, que não dá a miníma para os esforços dela.

O sentimento de fardo está lotado no coração da Gumiho. Humanos, são tão traíras... E mesmo assim ela continua com o desejo sem fim de se tornar parte deles...

Sam também deseja ser traíra como os humanos. Ela esperou muito mais do que qualquer outro Gumiho para ser humana. Mas, a verdade é que somente em pensar na espera de outra criança nascer, destinado a amá-la, faz com que ela entre em total desespero. Ela precisa de Fredward, e por nada, pode deixar ele escapar de suas mãos...

Afinal, os outros humanos amaram o corpo dela. Amaram a inocência dela. Amaram a esperança nela. Amaram tudo com individualidade, mas nenhum humano há amou por inteiro. Sam, por outro lado, amou cada um deles como se fosse o único. Ela se entregou sem pensar, e sem pesar, pois imaginou que poderia aquele ser o último. Sam os amou como se pudesse dar a vida por eles, uma vida, pelo menos ela daria. Ela amou por inteiro, e nunca foi amada por completo...

A loira decidiu que não amaria Fredward por inteiro, mesmo que isso custasse muito. O coração lotado de ressentimento, não iria deixá-la amá-lo da mesma amplitude que amou os outros. Mas, ela decidiu que por tudo ainda faria ele amá-la... Ela precisa dele... Mas, estava sedenta do amor por completo dele...

Foi com essa última linha de pensamento, que ela decidiu deixar de ser tão fria. Deixar de tentar sensualizar tudo. Deixar de fingir se importar com poucas coisas. E depois que deixar tudo isso, começar a entrar na luta novamente... Apesar da beleza, ele certamente tem que amá-la por dentro...

Sam respirou fundo e mesmo sem iluminação, conseguiu desviar-se de todos os móveis e possíveis obstáculos em seu caminho para o banheiro.

Furtivamente, ela entrou no banheiro e rapidamente se desfez de todas as roupas sujas de sangue. Estas roupas sujas viraram um bolo amassado no chão, e a jaqueta de William, foi dobrada com cuidado. Sam tomou um banho completo, e verificou diversas vezes se ainda estava manchada de sangue humano.

Fred jamais poderia vê-la assim.

Ela se enrolou na toalha, e pegou todas as roupas do chão. Apagou a luz, e andou até sua cama. Com uma imensa facilidade, ela levantou a cama e embaixo dela colocou todas as roupas. Sam colocou o sofá que parece uma cama no lugar, e foi nesse momento que a luz da sala se acendeu, fazendo com que o coração dela acelerasse.

Com agilidade, ela se levantou e se virou para a única pessoa que poderia ser: Fredward Benson.

- Onde diabos você estava? — Ele perguntou meio sonolento meio irritado. Sam sorriu.

- Eu fui até a sua audição, mas me perdi no caminho de volta. — Ela contou a meia verdade, e se sentiu aliviada com a expressão dele se suavizar.

- Pensei que você tinha ido embora e deixado a gota milagrosa comigo. — Ele falou ao coçar o couro cabeludo, e em seguida, bocejou largamente.

- Eu estou com fome. — Ela declarou em voz alta, e Fred assentiu.

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A escuridão deu lugar a alguns detalhes de uma floresta, mas Fredward parecia estar preocupado mais com o cenário em seu arredor. Ele não é mais o Fred de oito anos, porém está preocupado e desorientado ao se deparar com os olhos alertados de sua mãe. Ela está olhando pra trás, vendo-o sentado na parte de trás do carro. Seu pai está atento somente para o caminho que o carro está indo, a chuva parece invencível. Mas, Fred tinha o sentimento que o fim estava bem próximo... Ele olhou para o lado, e viu a mulher mais linda do mundo. Sam devolve o olhar contemplador, e Fred pode ver no profundo dos seus olhos, a alma mais sombrio e mais doce que nunca tinha visto.

A tal escuridão volta, mas ele não perde o foco do rosto de Sam. A expressão suave, limpa e pura. Os olhos azuis com uma profundidade que o faz querer mergulhar neles. Os cabelos cacheados e dourados, que a fazem uma deusa maravilhosa. Então, Fredward percebe que o cenário agora é seu quarto e que Sam está deitada na sua cama, olhando em seus olhos. Ele vacila, e olha atrás de Sam a visão que tem da sala no primeiro piso do apartamento. Ele não a vê deitado no sofá, nem perto da porta do banheiro, mas quando foca seu olhar, ela está próxima de seu corpo, deitada em sua capa e de uma forma quase gloriosa.

Mas, em um piscar de olhos tudo se desfaz. Fredward encara a claridade do dia, e sem vacilar, encara sua cama... Em completo vazio de Sam. Ele se levanta, e pode ver que ela está dormindo no sofá da sala. Sem pensar, ele desce correndo as escadas e solta um berro de "Ei".

Preguiçosamente, Sam abre os olhos e encara o olhar irritadiço de Fred. Ela tem vontade de rir, mas não o faz.

- O que? — Ela berra de volta, e se estica na sua cama.

- Aquilo... Como... Você... Minha cama... — Ele balbucia as coisas com irritação, e ela o olha confuso.

- A raiva é por ter sido somente um sonho? — Ela pergunta enquanto esfrega os olhos.

- O que? — É a vez dele de perguntar, e ela finalmente sorri.

- Tudo bem. — Ela diz como se alguém tivesse acabado de convencê-la de algo.

A loira, assim se levanta, sobe as escadas correndo e se deita na cama de Fredward, em apenas vinte e dois segundos. Essa atitude fez ele ficar de boca aberta, e assim, ele sobe lentamente as escadas. Ele para em frente a cama, e observa ela se aconchegar entre suas cobertas.

- EI!

- O que? — Ela pergunta de volta no mesmo tom.

- Não era isso que eu quis dizer... — Ele falou com menos irritação.

Sam ficou calada, e ele resmungou algo.

- Você não pode entrar nos meus sonhos e fazer isso... — Ele ia continuar a fazer seu discurso, mas seus olhos pararam no relógio de parede.

Fred estava quarenta minutos atrasado para a primeira reunião do filme. Ele simplesmente se calou e começou a falar palavras de baixo calão, enquanto tentava se arrumar.

A Gumiho entendeu que ele estava atrasado para algo, e assim que ele saiu, ela também se arrumou.

--

Em suas mãos estavam um sobretudo, uma jaqueta e um cartão do pet shop Vira-Lata. Ela encontrou facilmente, pois o lugar é apenas a quatro quadras da universidade. Sam ainda estava confusa sobre seu salvador, William.

Assim que ela entrou no amplo espaço, William fechou o petshop e a orientou ir para o escritório. Ele não tinha sorriso, e nem mesmo uma expressão. Quase que parecia ser uma pedra, com palavras educadas e discrição.

Ele se sentou na grande cadeira de couro preta, atrás de uma grande mesa de vidro escura. Sam também sentou-se, mas na cadeira na frente da grande mesa.

- Obrigado pela ajuda. — Ela falou sem jeito, e colocou as peças de roupa em cima da mesa, em seguida as empurrou para frente. William nem mesmo se moveu para pegar a roupa.

- Você precisa ter mais cuidado. — Ele comentou.

Ela esperou trinta segundos, até que decidiu perguntar logo.

- O que você é? — Ela perguntou curiosa. — Você também é um Gumiho? Isso é possível?

William deu um pequeno sorriso meio debochado.

- Eu sou metade humano. Metade Gumiho. — Ele contou ainda com o sorriso. A expressão de Sam é de fascínio.

- Como isso é possível? Você era um Gumiho e tentou ser humano, então acabou sendo metade dos dois? — A pergunta foi exaltada.

- Eu nasci humano. — A resposta foi sucinta.

- Mas... Como?

William se endireitou-se na cadeira, e fitou-a com interesse. Mas, a verdade ele não falaria.

- Talvez, com o tempo, você saiba.

Sam sorriu largamente, e olhando-o pode confirmar o quanto ele é incrível. Até parecia que sua pele era iluminada, e sua beleza, certamente é sem igual.

- É tão bom ter alguém como eu por perto... Sabe, em toda a minha vida... Olha que vivi bastante... Nunca pensei que encontraria um ser como eu, ou metade...

Ele a observou, e durante toda a tarde, tentou achar mais motivos para deixá-la viver. Mas, por mais que a criatura pensasse os possíveis motivos se tornava um: a sua aparência semelhante a de Katherine.

A realidade deste meio homem meio Gumiho, é que depois de Katherine morrer sete vezes, ele nunca chegou a ficar com outra pessoa. Passaram-se séculos desde o dia da partida dela, e ele ainda permanecia na esperança de tê-la de volta... De alguma forma...

Enfim, a forma apareceu: Sam. Mesmo sem as características que Katherine tinha em sua personalidade, ele estava contente em ter um calor novo em seu coração. A esperança de amar Katherine novamente, mesmo que seja pela a imagem e semelhança dela...

- Nossa, está escurecendo! — Sam falou quase pulando da cadeira.

- Tenha um bom caminho de volta. — Ele falou com educação plena.

Ela se levantou e o observou novamente, com um sorriso pequeno se despediu:

- Eu volto amanhã pra te ver, então me espere.

A garota saiu saltitante, e por isso, não pode ver o largo sorriso que floresceu nos lábios do homem.

- Esperar? — Ele repetiu a palavra.

Foi impossível não refletir a quanto tempo ele não espera alguém... Faz muito tempo...

--

- Quanta carne. — Sam falou com entusiasmo e deu um grande gole no refrigerante.

Fred pegou um pedaço grande de carne, e mastigou lentamente, expressando sons de prazer gastronômico. Sam sorriu, e também comeu muito.

Passaram-se trinta minutos, e ambos estavam na última lata de refrigerante.

- Então, você assinou o contrato? — Ela perguntou com felicidade.

- Sim, e é por isso que assinar um contrato de ator é importante... Por isso você me deve parabéns... — Ele finalizou a seção de dúvidas sobre aquela simples coisa.

- Parabéns! Você é o melhor! — Ela disse com entusiasmo ao levantar o polegar para cima.

- Oh! Onde você aprendeu isso? — Ele perguntou interessado.

- Com uma criança no parque. Eu chutei uma tal de bola, e ela voou longe, aí a criança disse que eu era a melhor... e fez isso... — Ela levantou o polegar novamente para demonstrar.

- Aaah...

Ela tomou o último gole de sua lata de refrigerante.

- Hein... Quantos dias para que eu fique curado? — Ele perguntou com atenção.

Sam não gostava dessa pergunta, mas mesmo assim verificou para ele da maneira de sempre.

- Então? — Ele perguntou assim que ela tirou as mãos de seu peitoral.

Sam o olhous nos olhos e deu um sorriso sem jeito.

- Falta pouco.

- Quantos dias?

- Uns cinco... — Ela falou para ele, e ele sorriu largamente.

- Ainda bem. Estou louco para voltar para casa e ...

- Ainda quer se livrar de mim, não é?

Fred ficou um pouco tenso e se levantou.

- Olha, você é legal. Mas, eu tenho minha vida. Tenho uma garota, tenho um quarto, carros para serem dirigidos por mim, uma conta bancária gooorda, um cartão de crédito ilimitado... Não me entenda mal, mas só quero minha vida de volta.

- E para onde eu vou depois disso? — Sam perguntou afetada.

- Volta pra Coréia do Sul. Ou fica aqui mesmo. — Ele disse rapidamente, e de forma um pouco desleixada.

O silêncio se infiltrou.

- Vou dormir... Porque amanhã vai faltar somente quatro dias para que eu fique curado e para que você tome sua gota de volta... — O entusiasmo não pode ser escondido em sua voz.

Fred saiu da sacada, e Sam ficou pensativa.

- Quantos dias? — Ela repetiu a pergunta bem baixinho.

E com a voz embargada de tristeza, ela respondeu novamente:

- Você já está curado.

Notas finais
Não fiz avisos, mas no próximo capítulo vai ter um lindo pra vocês. Também vou fazer o primeiro mural de informações da fanfic pra vocês, ok?! Eu não mereço perdão pela demora infinita, então, eu peço joguem pedras nimin rs rs Sintam-se com essa liberdade! Gostaram? Odiaram? FALEM *---* Eu posso chorar lágrimas coloridinhas ou vomitar arco-íris, mas o bom é que tudo tem cor *-* haha Até a próxima s2
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.