Notas iniciais
Desculpem a demora minha queridas. Espero que curtam mais este cap. Eu só não posto com mais frequência por causa do probleminhas que tenho aqui. Mas aqui está mais um cap. para curtirem.

Regina fechou a cara com raiva do que aquele... Aquele... Ser idiota fez com sua porta, cerrou os punhos e imaginou com muito prazer a cena que se passava em sua cabeça, que era a seguinte: Bater loucamente naquele homem.


– Seu... Seu... — Regina estava sem palavras para dizer, tudo o que queria dizer á ele, estava imaginando em sua cabeça.


– Regina. Mil perdões eu...

– Seu grilo idiota! Seu débil mental! Onde foi que você leu que assustar as pessoas é certo?! Eu juro que vou queimar seu PhD! — Regina pôs tudo para fora. — Minha porta. — Lamentou pela porta.

– Eu estava vigiando a casa. — Se explicou o grilo. — Eu só queria ajudar, fui ao banheiro por alguns instantes e ouvi Pongo latir, segui os conselhos de Red e vim ver quem estava invadindo a casa da prefeita.

– E quais são os conselhos de Ruby? — Regina quase rosnava.

– Ouvir o Pongo. — Disse como se fosse criança arrependida de algo e esperando pela punição.


Regina ia partir para cima do grilo, quando o cachorro se aproximou dela com uma carinha de cachorro sem dono. Ela simplesmente se segurou e acariciou as orelhas do bicho com carinho. Ficou sobre os joelhos no chão e acariciou a pelagem rala de Pongo que em agradecimento deu uma lambida no rosto da morena. Um sorriso sincero partiu de Regina.



– Obrigada grilo. E Pongo. — Sorriu e logo com um sorriso irônico respondeu. — Mas ainda quero minha porta consertada.



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Que frio! Senti um vento um pouco forte. As tochas quase se apagaram, quando aparentemente me aproximei da metade do caminho. Senti algo que havia algum tempo que eu não sentia mais. Medo. De repente as paredes começaram se afastar uma da outra sem um motivo. Mas o chão ao contrário, ficava cada vez mais estreito. Quase caí naquele abismo com minha falta de equilíbrio.



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– Você não perde por esperar Regina. Você nunca salvará Emma. — Logo após esta frase uma risada macabra fez-se ecoar no cômodo.

– Minha senhora, precisamos nos apressar! Precisamos achar a bússola. — Um ser quase esquelético de formas "humanas", esquisito e encapuzado anunciara.

– Não interrompa meu momento seu verme. — Ameaçou atingi-lo com a bola de energia que formou em sua mão. O mesmo recuara. — Não vale a pena. — Outra risada macabra.

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Archie tentava buscar alguma informação nas páginas de informação soltas do livro, enquanto lia veemente todo o resto do conteúdo. Seus óculos pareciam estar lhe atrasando na leitura, então tirou-os e os pôs em frente ao livro. Foi quando pôde ver seu filho querido, Henry, atravessar o escritório com uma expressão preocupada.



– Por que não me disse nada sobre o que aconteceu á Emma, mãe?


– Meu filho... Eu...

– Por favor! Não minta.

– Henry, sua mãe não queria lhe preocupar.

– Não me preocupar? Oras Archie, é a minha mãe Emma que foi amaldiçoada, já é um grande motivo para eu me preocupar, seria a mesma preocupação se fosse com a minha mãe. — Contra-argumentou apontando para Regina.


Regina entendia. Deu a volta na mesa e abraçou o filho que relutou um pouco, antes de abraçar a mãe e deixar algumas lágrimas rolarem por seu rosto.



– Ela vai ficar bem né mãe?


– Eu vou fazer de tudo para salvá-la. — Regina ficou a abraçar o filho enquanto Archie assistia a tudo aquilo.


Dizem que os cachorros têm pressentimentos, parece que Pongo compreendia tudo aquilo, o bicho veio e deu algumas "fuçadas" não mão do menino, que acariciou a cabeça do animal. Regina apartou o abraço primeiro limpando as lágrimas teimosas que rolavam pelo rosto do filho.



– Filho. A mamãe e o Archie vão pesquisar algumas coisas, vai lá pra cima.


– Tá, eu vou. — Foi uma resposta tão desanimada que afetou Regina.


O filho mal subiu as escadas que já se pôs a chorar, se apoiando na mesa de seu escritório. Aquilo era de cortar o coração, então o grilo como bom conselheiro que é, ajudou a mulher se sentar na cadeira atrás da mesa.



– E... E... Se eu... Não... Cons... — Sua fala foi cortada pelo sábio homem, que tocou seu ombro.


– Regina, não se torture. Você vai conseguir. A Regina que conheço é a mulher mais corajosa, teimosa e inteligente que já conheci. — Archie limpou a lágrima que teimava em sair dos olhos castanhos da Rainha.


A morena sorriu em meio as lágrimas, mal perceberam que estas lágrimas caíam sobre as páginas do livro. De repente as páginas começaram ficarem vazias, somente a cor amarelada foi o que permaneceu ali.



– O que... — Archie disse por dizer, entendeu o que aconteceu. Magia.



Regina olhou para o livro indignada, estava vazio. Sem palavras, pontos, exclamações ou interrogações. Somente as páginas. Seus olhos miraram o teto com raiva. "Rumple, eu te mato.". Pegou o livro, mas antes mesmo de conseguir jogar na lareira apagada de seu escritório, o psicólogo segurou seu pulso e tomou o livro de suas mãos.



– Seu Grilo falante idiota, devolve meu livro. — Gritou furiosa com o homem.


– Olha Regina. — Disse apontando para as folhas do livro.


No instante que Regina pegou o livro, viu toda uma fita vermelha que não estava ali antes, marcar uma página. Esta era a 394. A rainha abriu na página da fita vermelha e viu uma coisa que lhe chamou a atenção.



– "As sete maldições da magia negra.". — Leu o título do capítulo.



Archie ajustou os óculos no lugar e com todo o cuidado pegou o livro da mão de Regina pondo o mesmo sobre a mesa. A morena continuou a ler em pensamentos as palavras seguintes...



" Se você encontrou o capítulo perdido de meu livro é porque seus sentimentos de arrependimento são maiores que os de vingança, ou não. Prazer, meu nome é Wilma e meus poucos conhecimentos sobre o pior de todos os encantamentos, talvez possam ajudá-lo a desfazer este encantamento. Entenda que tudo em meu livro há seus mistérios, pois poucos compreenderão o que digo, já que se ele cair em mãos erradas, saberei que seus segredos estarão seguros."



– Regina, este livro...


– Eu sei Archie. Preciso lê-lo.

– Vamos separar por partes e poderemos lê-lo.

– Não Grilo. Isso é uma tarefa minha. — Regina disse arrogante, viu a expressão confusa dele. — Você não tem nada a ver com isso. — Teria de usar a máscara de frieza jaz esquecida no passado, mas não deixaria que ninguém se machucasse caso algo viesse ocorrer.


Esse era seu grande problema, esse instinto maternal para com todos mascarado pela frieza. Seu grande mal. O psicólogo nem mesmo se abateu, já conhecia Regina Mills. Uma aparente pedra, mas por dentro uma gelatina.



– Eu conheço você Regina, não seja assim. Agora você tem apoio de muitas pessoas, não deixe seu orgulhe esmagar o que você construiu. Admita, você precisa sim de ajuda.


– Archie muitas pessoas já se machucaram por minha causa, até mesmo Emma.

– Você não sabe o que aconteceu com ela Regina, nós a encontramos ferida na floresta.

– Meu coração diz que é por minha causa.


Regina cruzou os braços, seu orgulho estava se fazendo presente novamente, tentou dizer á Archie que aquilo não era da conta dele. Só que o orgulho foi murchando aos poucos, quando viu o sorriso amigo e os olhos do psicólogo que lhe olhava com solidariedade.



– Ok! Diga á Snow que talvez possamos ter encontrado um jeito de acordar Emma e veja como David está.


– Achei que era para lhe ajudar com o livro. — Foi engraçado aquela "manha" de criança que ele havia feito.

– Vai Grilo. — Ela disse séria.


O psicólogo saiu porta a fora resmungando. Regina riu internamente com aquilo, mas expondo um sorriso de canto de lábio. O homem mal saiu e uma morena entrou, utilizava um capuz vermelho.



– Srta. Lucas. — Regina foi cordial.


– Regina, você sabe que meu nome é Ruby. — A morena de capuz disse sem muita cerimônia, mas antes mesmo da prefeita dizer algo a outra já começou a falar. — Tenho algumas pistas do que pode ter acontecido com Emma. O que aconteceu com sua porta?

– Primeiro: Interessante, quero saber mais. Sobre a porta a culpa é sua.

– Oras, por que minha?

– Porque encheu a cabeça do Grilo de caraminholas. Ele arrombou a porta do meu escritório, porque ouviu seus conselhos.


Ruby ficou um pouco... Envergonhada. Explicaria aquilo em outra hora.



– Sobre isso posso explicar depois. Encontrei isto no local. — Retirou da bolsa que carregava, um tecido verde-água cheio de terra.


– O que é isso? — Questionou comumente.

– Pensei que poderia me dizer o que é, para eu continuar investigando.

– Não, não reconheço. — A rainha respondeu sem examinar exatamente o que era.

– A única coisa que sei é que isso cheira, ou melhor, fede á amêndoa e á Vimura.

– O que é Vimura?

– Vimura é uma espécie de Erva. Como explico? Gatos tem uma espécie de vício por erva de gato. Os cães tem um vício por Vimuras.

– Cães? Espere.


Regina pega o tecido tocando, sentindo seu cheiro. Tentando puxar em suas memórias aquele cheiro familiar. Ruby ficou a observar a expressão séria e focada de Regina quando levou um susto com o "- Lembrei." inesperado de que ela acabara de ter descoberto.



– Você sabe de quem é isso? — Ruby pareceu uma tola aos olhos da prefeita com aquela pergunta.


– Sei. Irina.

Notas finais
Pessoal eu sei que tem mais gente que lê essa fic. Seria ótimo se essas "fantasminhas" que lêem, deixe seus comentários para eu saber o que deve melhorar, se está bom, se é melhor eu parar. ^^

"Diz pesquisa que: Que quanto mais reviews, mais capítulos são escritos." rs'

Espero que eu tenha agradado.