7 Maldições
6 Kalevra part.1
Notas iniciais
Ah! E não sou insensível gente é que não sou boa nisso, mas não sou ingrata: Obrigada pelos reviews: Larissa, Clarice Bianco, Aleera Nilrem, Camolesii, EstouLendo, NandaCerreti, Soll, Priscila, toadstool, Thátas, talita santos, Laraxlb, Alaide Zambone, Yalle, Nikki Heat, swan queeeeeeeeeeeen e Mia Clearwater. E quero agradecer á aquelas que favoritaram também: Millettic, Nikki Heat, Soll, talita santos e tayna Jacintho. Adorei cada review e gostei de saber que estou agradando. Obrigada :)
PS.: Algumas partes estão mais adiantadas que outra, a parte que se trata de Irina e suas lobas já se trata de noite, enquanto que Ruby é no período da tarde e Emma segue o fluxo temporal normalmente em sua realidade paralela.
Antes da maldição ser quebrada... Naquela tarde e noite.
Eu me sentei no chão. Chorei copiosamente, a perda não verdadeira da morena de cabelos curtos, meu "filho" e também por meus "pais". Só não entendi porque não senti o mesmo pela perda de Neal. Estava sem força, foi quando em um acesso de raiva, levantei em fúria do chão e gritei. Meu grito foi meu libertador. Libertou a dor de meu coração e sem vergonha nenhuma chorei alto.
– Eu... POR QUE EU?! POR QUE COMIGO?! — Em meio ao choro eu gritei.
Peguei uma pedra do chão, mirando no nada em minha frente joguei a pedra na parede com toda a força. Senti uma força incomum tomar conta do meu corpo. Soquei o chão e ele rachou, abrindo uma pequena cratera. Senti dor sim, mas não era tão forte quanto a dor um pouco mais amena em meu coração. Sentei novamente no chão e encobri meu rosto molhado pelas lágrimas.
"– Eu te amo Emma Swan." — Levantei a cabeça para olhar em volta, não tinha ninguém. Levantei do chão rapidamente antes das falas as seguir. — " - Me desculpe por tudo que te disse de ruim mais cedo. — " — Não compreendeu aquela frase, mas a voz que emitia era a mesma do quarto. Conhecia aquela voz. — "– Seja corajosa, eu sempre estarei ao seu lado para cuidar de você. Seus medos, são meus medos também. — " — A força incomum estava voltando novamente. — "- Eu estou aqui para você meu amor."
Me senti tão forte com as palavras amáveis daquela... Mulher. Era isso... Era a morena! Aquela mulher dos cabelos curtos falando comigo. Acabara de me lembrar de quem era aquela voz. Sorri enquanto limpava as lágrimas, um estrondo forte ecoou na caverna. O barulho de algo encravando em rocha. Olhara para os lados e justamente na cratera formada por meus punhos emergiu do chão uma espada estranha de lâmina e empunhadura verde. Caminhei até ela e a peguei, mas não consegui desencravá-la. Uma forte lufada de calor. Eu sabia já o que era. Aquele maldito dragão.
– Calma! — Digo pra mim mesma.
– GRAW! — Barulho maldito, assim como aquele dragão.
Corri para longe da espada. Uma rajada leve de fogo quase pegou na minha jaqueta. Me escondi atrás de uma pedra. Olhei me mostrando menos possível para minha segurança para a espada ainda encravada. Uma patada forte no solo me assustou. O dragão virou de costas para minha direção. Apostei tudo no movimento seguinte. Corri em direção da cratera. Agarrei a empunhadura e puxei com força... E nada. Maldito dragão, olhou para trás e me viu. Puxei, puxei, puxei e puxei... E nada. O escamoso abriu a boca para cuspir fogo, puxei e nada.
– Eu vou morrer. — Só que dessa vez eu tive fé que eu poderia me salvar. Senti algo diferente dentro de mim. Algo que explicava o aspecto diferente daquela espada, algo que me conectava á aquela espada. Esperança.
Minha força não foi necessária, a espada saiu do chão. Antes que as chamas pudessem me atingir, pulei para longe de onde eu estava. O dragão veio atrás de mim, mas fui rápida e comecei a correr. O verde da espada começou a brilhar e como se ela tivesse ganhado viva me puxou em direção daquele dragão como se aquele fosse o único caminho. A espada brilhou forte quando eu me virei, o dragão virou a cabeça para o outro lado com o brilho da minha espada da esperança. Sim, era sim a minha esperança de sair dali. Imaginei um escudo e quando abri meus olhos tinha um em meu braço esquerdo, igualmente verde.
– Ei bafo quente! — Gritei como uma insana. Foi engraçado. — Vem me pegar.
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– É isso o que você irá fazer Grifin. Trazer a bússola para mim... Custe o que custar, lhe dei este corpo, pois ele é forte e com ele seduzirá quem você quiser. Homem ou mulher. Fará de tudo para pegar aquela bússola. Não sabemos onde ela está e temos pouco tempo para isso. Encontre o que precisamos para sair daqui.
– Senhora. Por que teve de prender a salvadora na maldição?
– Porque ela é a única que pode me impedir de sair deste mundo patético e também queria me vingar de Regina por ter me usado, a salvadora e a Evil Queen são namoradas e as sete maldições são perfeitas para a infelicidade dela.
Duas mulheres entraram na presença da bruxa loira, tinham suas vestimentas um tanto rasgadas. Uma estava muito ferida, a loira, estava ferida demais e era apoiada pela parceira ruiva.
– Senhora Irina. Emily está ferida. — A ruiva disse enquanto colocava a loira sentada no chão.
A bruxa poderia ser má, mas quando se tratava de suas "guarda-costas" fiéis, ela era uma mulher "compreensiva", se aproximou da loira mais nova e curou alguns ferimentos.
– Foi ela minha senhora. E tinha ajuda de uma outra mulher. Kalevra nos atacou e nos disse que a senhora pagaria caro pelo que fez á família dela. — A loira disse baixo, pois tinha alguns ferimentos muito doloridos pelo corpo todo.
– E quem era essa outra mulher? — A mais velha perguntou, estranhando, pois ninguém ajudaria sua ex-guarda já por ter tido contato com ela.
– Não sabemos, só me lembro dela em um instante uma mulher e no outro um lobo.
– Um lobo? Imagino que seja da linhagem dos Lucas. — Irina pôs uma mão no queixo. — Tomem cuidado, os Lucas são da mais forte linhagem Canis. Kia leve Emily para os aposentos dela e fique lá esperando por minhas ordens.
A ruiva pegou a loira no colo e a levou para o fim do corredor. Os planos acabaram de mudar...
– Seduza a herdeira dos Lucas. Faça com que ela lhe entregue a bússola e mate-a. Ninguém mais vai machucar minhas lobas.
Grifin assente, mas antes de partir sua senhora. Irina, lhe ordena.
– Mate Kalevra, antes que ela possa interferir nos meus planos. Tudo o que precisa está na bolsa próxima da entrada. Cumpra com sua missão, e faça o máximo para atrapalhar Regina.
O servo seguiu para a entrada e não foi mais visto naquela parte da floresta.
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– Me desculpa Emily por não te proteger.
– Não se preocupe Kia, só está dolorido agora. — Gemeu com o contato de seu corpo com a cama tão repentino. — E você está bem?
– Eu vou matar Kalevra e aquela mulher. — Kia quase rosnou.
– Fica quieta Kia, vai descansar e depois vamos atrás dela.
– Vou ficar aqui com você hoje.
A loira deu espaço em sua cama e a ruiva logo deitou.
– Vê se dorme. — Emily disse rindo e logo se virando para o outro lado.
A mais nova abraçou a cintura fina da loira que descansou contra o corpo da moça ruiva.
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Ruby mal pisou os pés na rua e sentiu um aroma estranho, era ótimo, mas não era um aroma conhecido. Tinha um objetivo agora, aquele nome, já tinha o visto antes. Sua avó havia lhe contado uma história de que quando ela era mais nova, que uma certa noite estava com tanta fome, pois seu pai estava sem trabalho, que sentiu a necessidade de roubar comida para ela e seu pai. Havia contado também que adentrara uma casa rica, mas não sabia que era de uma feiticeira. Enquanto ela roubava comida na cozinha, pôde ouvir da sala uma conversa... Sobre esses tais feitiços. Feitiços malignos da fundação. Estes feitiços foram criados por pessoas possuídas de ódio para acabar com o amor verdadeiro. A garçonete chegou até a biblioteca dando de cara com Belle.
– Hey Ruby!
– Oi Belle. Preciso da sua ajuda... — A loba parecia estar um pouco impaciente, segundo a bibliotecária. — É urgente.
– Claro.
– Preciso ver a seção mágica.
– Ruby, eu n...
– Por favor Belle. — Ruby se aproximou muito da bibliotecária. — Eu quero ajudar Regina a salvar Emma. — A garçonete segurou sua mão ternamente. Belle olhou nos olhos de Ruby e entreabriu os lábios. — Se não por Emma, Regina ou Henry... Por mim, pelo que já tivemos, mesmo que por pouco tempo.
A moça mais baixa ficou sem jeito com o que a loba dissera, quando se lembrara da noite mais constrangedora de sua vida, mas uma das mais felizes.
– Ruby, nós... Você me prometeu nunca falar nisso! — Belle estava mais do que sem-graça. — Olha, eu e Gold estamos nos reconciliando. — Passou a mão nervosamente em suas próprias madeixas castanhas.
– Eu sei, não está mais aqui quem falou... Eu preciso desse favor. — A mais alta colocou uma mão no ombro da bibliotecária.
Ser uma loba tinha suas vantagens, uma delas é saber "pedir com jeitinho", ou seja, uma carinha de cachorro abandonado para fazer qualquer um não recusar o que lhe era pedido. Belle se perdeu nos olhos pidões da garçonete.
– Tá. — bufou por sua incapacidade de dizer não à persistente moça. — Rumplestiltskin não pode sonhar que você pisou na biblioteca particular dele.
– Minhas patas estão limpinhas. — Ergueu a mão direita em juramento divertidamente. — Ninguém saberá que estive aqui.
O suspiro profundo para a mulher de castanhos claros foi o ponto final da conversa. Foi na frente e esperou Ruby se aproximar de onde estava. Quando chegara Belle abriu a porta do elevador, logo puxou a disfarçada maçaneta e deu espaço para a outra passar.
– Cuidado com as escadas. — Alertou a bibliotecária.
– Tá bem.
Mal terminou de falar e pisou em falso caindo escada a baixo, a castanha não escondeu sua preocupação. Tomou cuidado de onde pisava, procurando por Ruby que gemia de dor.
– Eu te avisei. — Belle viu o corpo deitado no chão depois que alcançou o interruptor e ligou a luz, enquanto que ela pisava no último degrau. — Dói muito?
– Deve ter sobrado uma quatro costelas ainda. — Falou rindo, mas já voltando a agonizar.
– Vou ter que buscar ajuda...
– Não precisa, daqui a pouco começa a curar.
Belle pulou o corpo da amiga, estendeu a mão para a mesma que recusou em um sinal negativo e uma mão educada que também balançava educadamente. A loba começava a levantar depois de uns cinco minutos.
– Pessoas normais põem estacas, buracos, lanças e outras coisas para uma armadilha, mas não... Seu namorado coloca uma escada. — Reclamou Ruby, vendo Belle se divertindo do comentário.
– Ruby, eu tenho que subir. Rumple não vem muito aqui em baixo, mas se ele vier eu vou tentar avisá-la. Tente se esconder se isto acontecer.
A moça balançou a cabeça positivamente. Viu a amiga subir as escadas, logo voltando-se para as duas estantes carregadas de livro de magia bem ao lado sua mesa.
– Vamos começar.
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"- Eu tô aqui bicho feio! — Gritei para a fera.
O fogo quase queimou minha roupa. O bicho em um movimento ousado demais abaixou a cabeça para tentar me engolir, mas a única coisa que conseguiu foi com que eu subisse em sua cabeça com um pulo bem impulsionado.
– Ahá! Agora eu estou no comando. — Ele começou a chacoalhar e eu finquei minha espada boca do animal, que acelerou seus movimentos. — Calma amigo.
– GRAW!!! — Ouvi quando ele abriu sua boca o máximo que pôde.
– Amigo! Amigo! — Eu já estava ficando zonza de tanto girar. — Para de chacoalhar bicho maluco.
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– Merda! — A loira má se desesperava com estava acontecendo. — Faça algo seu dragão inútil. Como ficou tão corajosa assim?
Olhava insistentemente para a bola de cristal, o bicho estava começando a se render para a salvadora. Balançou as mãos e em um toque de mágica viu no dragão nascer mais uma cabeça. Ouviu o comentário da xerife...
"- Que injusto, na outra você só tinha uma cabeça." — Riu com o que a outra loira disse.
– Isso deve segurá-la por um tempo. Pena que as coisas que ela projeta não posso tirar dela. Espada maldita. — Apontou para a bola de cristal, mais precisamente para a espada nas mãos de Emma.
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Kia velava o sono da loirinha que dormia pesadamente. Observou as feições cansadas da mesma. Dera sorte de conseguir escapar com ela, tinha que admitir que Kalevra era realmente forte. Super talentosa. Era como se tivesse nascido para ser uma canis mutante. Foi se soltando da outra e se afastando da mesma na cama. Iria atrás de pistas do paradeiro da antiga colega de "trabalho". Terminou de sair do quarto e seguiu com seu olfato a única pessoa que poderia saber do paradeiro de Kalevra. Adentrou o refeitório com ira transbordando dos olhos.
– É você mesma que eu estava procurando... — Agarrou uma menina, na verdade uma adolescente pelo colarinho.
– Eu não fiz nada, só transmutei para comer. — Se pronunciou com medo, é claro.
– Não é disso que estou falando e você sabe do que estou falando.
Procurou por alguém que pudesse tirá-la daquela situação, se ela usasse suas habilidades de mutação com a ruiva poderia se machucar bastante, já que ainda não estava pronta. A única fora daquela situação naquele recinto era a veterana, era uma das Canis Adultas que nunca se pronunciara, somente para a mestra, não cogitou pedir-lhe ajuda era capaz de ela também querer lhe surrar.
– Olha eu vou te dar uma chance de falar sem apanhar filhotinho. Só me diga onde Kalevra está. — Kia ameaçou com voz sutil.
– Eu não sei onde ela está.
– Você é a melhor amiga dela e não sabe onde ela está?
A menina balançou a cabeça negativamente, viu o ódio nos de repente tomar conta do olhar da mulher. Olhou de novo para a mesa, mas já não tinha ninguém ali. Estava ferrada e nem poderia reverter isso.
– Onde Kalevra se meteu?! — Kia cerrou o punho direito, já que o esquerdo segurava a filhote. Queria socá-la fortemente.
– Eu já disse que não sei.
Antes que a ruiva pudesse mover seu punho um braço de poucos músculos, mas firmes movimentos, imobilizou o braço de Kia. A adolescente rapidamente reconheceu aquela jovem, era a mesma que estava no refeitório, aquela a qual nada lhe atingia, a veterana.
– Solta a garota. — Educadamente pediu.
– Eu preciso... Desta informação.
– Vou pedir mais uma vez. Solta a garota, da próxima vez não serei muito educada. — A voz saiu calmamente ameaçadora.
Kia soltou a camiseta da menina e a veterana, que na verdade era uma jovem de cabelos castanhos claros e claro que mais alta, liberou o braço de Kia. Viu a raiva no olhar da ruiva companheira canis de trabalho.
– Obrigada. — A mais baixa de cabelos curtos e negros agradeceu a veterana meio acuada no canto.
– Você é uma filhote? — A veterana viu-a balançando a cabeça afirmando positiva. — Eu sou Ayla. Quem é você?
– C-camille. — Gaguejou a mais nova.
– Nome bonito para uma garota bonita como você. — Sorriu, ela tinha um sorriso muito bonito de acordo com a adolescente. — Olha, só me diga se quiser, pois ajudaria muito. Sabe do paradeiro de Kalevra?
A menina olhava perdida para os olhos mais azuis claros que já havia visto na vida, tão lindos e vibrantes. Inconscientemente desceu os olhos para o sorriso simples que Ayla lhe dava. "Você é linda... Espera! O que eu tô pensando. Ela é só uma veterana."
– Eu não sei. — Sentiu suas bochechas corarem com o pensamento anterior.
– Tudo bem, nós nos vemos por aí lindinha. — A veterana segurou em seu queixo e lhe deu um beijo na bochecha que deixou a adolescente mais corada que antes.
Não conseguiu se mover mesmo quando a outra lhe deixou sozinha.
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– Te peguei agora. — Alcancei o pescoço da nova cabeça de dragão.
Não pensei duas vezes finquei a espada na cabeça em que eu estava daquele bicho que não parava de balançar as duas cabeças. A outra cabeça também deve ter sentido, pois se transtornou. Sabia que se cortasse cabeças, cresceriam novas no lugar.
– Eu vou acabar com você bicho feio. — Cuspi aquelas palavras com ódio.
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– Já li quase metade deste livro e não acho nada. Gold não sabe tudo mesmo.
Ruby leu mais e mais, já estava se cansando quando viu algo que lhe chamou a atenção.
"- Este capítulo fala de uma parte essencial da magia negra, as maldições. Grandes bruxos do mal devem no mínimo conhecer um pouco da história da magia negra da fundação. Uma das piores se não a pior são as sete maldições."
Sentou-se na cadeira recostando-se com rapidez. Olhava agora por cima, mas duas páginas depois de história encontrou finalmente um pouco mais das sete maldições. Soltou um pouco do livro e bagunçou um pouco o próprio cabelo. Coçou os olhos devagar para voltar a pegar o livro. Continuou na parte que havia achado.
"- Quando lançada a chamada sete maldições, esta exige grande poder daquele que lança e um sentimento de raiva mesmo que por pouco tempo por parte dos amantes. Somente um dos dois poderá acordar um ao outro. Estas maldições nada mais são do que: morte, medo, esquecimento, desejo carnal, desconfiança, ódio e sono. Só pode ser despertado com a cooperação do amaldiçoado e do outro parceiro. Deve ser amor verdadeiro, pois se não poderão perdê-los para sempre."
Vários termos foram lidos por Ruby após este parágrafo. Foi quando tudo aconteceu rápido... Ouviu a porta da biblioteca de Gold ser aberta bruscamente. Uma Belle toda ofegante descia as escadas com grande velocidade.
– Ruby, Gold logo chegará na biblioteca, ele sempre vem me visitar de tarde para noite, você precisa ir...
– Que horas são?
– São. — A castanha tomou um pouco do fôlego que tinha perdido durante a última frase, para continuar. — Quase seis horas da tarde, vai Ruby. — Acelerou Belle.
– Calma Belle, eu preciso desse livro. Juro que Gold nem vai desconfiar.
– Eu vou confiar dessa vez e você tem que me trazer sem Gold saber. Vai logo Ruby.
A loba nem deixou poeira para trás foi rápida para sair dali, muito mesmo que só viu Gold quando estava para virar na esquina. Correu com o livro para longe, mas antes de poder chegar em casa viu Pongo no meio da rua. Pressentiu que novamente algo acontecera ao amigo. Mal entrou e foi atacada por uma mulher. Bateu contra a porta e caiu violentamente no chão. Conseguiu ver o rosto dela.
– Quem... — Pausou. — É você? — Ruby perguntou tentando se levantar.
– Sou Kalevra e se você se mexer, eu te mato.
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