50 Tons de Desejo

17 Sessão de Spanking & nova proposta


Notas iniciais
Hey, meninas!!! Espero que gostem! Boa leitura!

No dia seguinte...

Sábado, às 08:40 da manhã...

P.O.V Da Sam

Coloquei meus fones e guardei meu Pear Phone no bolso do meu short. Estava tocando Call Me Maybe de Carly Rae Jepsen, comecei a circular pela cozinha procurando tudo que eu precisava para preparar um delicioso café da manhã.

Ele gosta de ovos mexidos, o café já está pronto e tem suco na geladeira. Vou fritar algumas fatias de bacon, fazer algumas torradas e panquecas, sim, panquecas. Caramba! Estou com tanta fome, devo ter esgotado todas as minhas energias ontem à noite.

25 minutos depois...

Quebrei três ovos para fritar para o Freddie. Ainda não me acostumei a chamá-lo assim, Freddie, bem, é melhor do que ficar chamando-o de senhor Benson a todo momento. Agora irei apenas chamá-lo de Freddie.

Decidi fazer ovos mexidos do jeito que ele gosta com salsinha e cebola, vou fritar com azeite e acho que ele vai gostar, a massa da panqueca já está pronta.

Está faltando alguma coisa... Sal, isso. Quando me virei para ir pegar o saleiro me deparei com o Freddie sentado perto da bancada. Com o susto acabei derrubando a colher, parabéns sua estrambelhada.

— Bom dia! — Disse ele dando aquele sorriso de lado, apoiou os cotovelos sobre a bancada, entrelaçou as mãos e apoiou o queixo sobre elas.

— Bom dia. Há quanto tempo você está aí? — Perguntei com vergonha, me abaixei para recolher a colher que eu havia derrubado.

— Tempo o suficiente para admirar você dançando enquanto quebrava os ovos! — Respondeu sorrindo.

Oh, meu Deus! Ele me viu dançar, que vergonha, nem sei dançar direito. Onde enterro minha cabeça? Que vergonha!

— Acho que os ovos estão queimando! — Avisou e eu rapidamente corri para o fogão.

[...]

— Está delicioso. — Elogiou depois de ter provado os ovos mexidos que fiz especialmente para ele.

— Fico feliz que tenha gostado. — Falei pegando mais uma panqueca. Uma que eu preparei com bastante presunto e bacon especialmente para mim.

— Acordou animada hoje. — Comentou se servindo de mais café.

"Faminta e um pouco dolorida também..." Completei mentalmente.

— Você fica muito bem de moletom e jeans. — Ele disse me olhando. — E muito mais linda com essas bochechas coradas! — Ressaltou.

"O quê? Tô toda desleixada e ele fica me elogiando? Usando Moletom e short jeans, também descalça e ainda fiz um coque mal feito. Ele deve ser maluco ou não enxerga muito bem, coitado."

Comecei a me emtupir de panquecas evitando olhar para ele, assim ele para de me olhar e ficar me elogiando sem motivos.

Horas depois...

— Você está com fome? — Perguntei para ele que havia acabado de entrar na cozinha.

Estava apenas usando uma bermuda preta e uma camiseta branca. Nossa, ele parece mais jovem e mais bonito assim. — O que quer para o almoço? Não sei o que faço...

— Estou faminto! — Disse me interrompendo e me prensando na bancada.

— O que você quer comer? — Perguntei tentando tirar suas mãos da minha cintura.

— Minha fome não é de comida. — Avisou me prensando ainda mais contra a bancada.

Fiquei o encarando ainda confusa, tentando entender o que ele queria dizer com aquilo. Arfei sentindo seus lábios descerem pelo meu pescoço, fazendo uma trilha de beijos.

Uma de suas mãos adentrou meu moletom e ele tocou no seio esquerdo.

— Sem sutiã, gostei disso... — Ele sorriu se afastando, passou a língua pelo lábio inferior e depois sorriu malicioso.

Suas mãos desceram para o meu short, ele o desabotoou com calma e logo eu fiquei apenas de moletom e calcinha escorada na bancada.

"Ah, ele quer fazer aqui mesmo na cozinha? Que danadinho."

Minutos depois...

Apertei seu ombros e arqueei meu corpo quase deitando na bancada, sua cabeça estava entre minhas pernas. Seus dedos sairam de mim e ele colocou a língua, meu clitóris também estava sendo estimulado e eu estava ficando cada vez mais molhada, ele continuava me sorvendo e aquilo me excitava ainda mais.

Finalmente ele parou com as preliminares e me tirou de cima da bancada, me deixando de costas para ele. Abriu minhas pernas e se posicionou pressionando seu membro em mim, gemi sentindo ele entrar, mas logo saiu me deixando frustrada.

— Quer que eu a foda? — Perguntou depois de ter dado uma mordidinha no meu lóbulo direito. Arfei e arfei ainda mais quando ele apertou meus quadris e roçou seu membro em mim. Senti um pequeno aperto no meu clitóris, fechei os olhos gemendo. — Tão molhadinha... Quer que eu meta ou continue te masturbando? — Perguntou com a voz completamente rouca. Mordi o lábio inferior, me recusando a responder. — Quer que eu te coma, hãn? Responde, Sam... — Pediu me prensando na bancada, gemi sentindo sua ereção na minha bunda, estava tão duro. — Responda! — Ele puxou meu cabelo.

— Ohh! Sim... — Minhas palavras sairam como gemidos e em seguida senti ele me invadindo, ele gemeu enquanto ainda segurava meu cabelo.

Ele saiu e voltou a penetrar, começou a alternar entre fortes estocadas e puxões de cabelo.

[...]

— Está dolorida? — Perguntou enquanto vestia a camiseta.

— Um pouco. — Respondi vestindo meu short. — Eu vou para o meu quarto. — Avisei.

— Não esquece que hoje você tem punição. Te quero no Quarto do Prazer às 22:00 em ponto! — Avisou sério.

— Sim, senhor. — Falei ainda ofegante. — Mais alguma coisa? — Perguntei.

— Não. Por enquanto está dispensada! — Disse indo para a pia e eu saí da cozinha.

Fui para o meu quarto, tomei banho e decidi descansar para repôr as energias, sabia que precisaria delas para essa noite. Precisava estar disposta para receber minha punição. E então decidi tirar um cochilo porque sei que quando estivermos no quarto da tortura aquilo tudo pode até durar horas dependendo de cada sessão de BDSM que serei submetida.

[...]

Horas depois...

Me despi e vesti um robe preto, ele disse que eu deveria ir nua. Já estava quase na hora, tomei coragem e saí do quarto, segui lentamente pelo corredor rumando para o Quarto do Prazer, para mim aquele quarto é de tortura isso sim.

Parei em frente à porta que estava entreaberta, segurei na maçaneta. Eu estava com medo de entrar ali, respirei fundo e por fim abri a porta. Freddie estava sentado numa poltrona preta ao lado da cama e dessa vez estava apenas com uma calça de moletom cinza numa tonalidade escura. Ele gosta mesmo de vestir calças de moletom.

— Pontual, isso me agrada muito, odeio atrasos! — Comentou se levantando.

Olhei para cama e me assustei quando vi quatro varas ali, perfeitamente alinhadas sobre o cetim vermelho.

— Hoje teremos uma sessão de Spanking! — Informou notando para aonde meu olhar havia focado, nas varas. — Essa é uma das minhas pequenas coleções de Canes! — Disse ele se aproximando da cama e pegou uma das varas. — Esta aqui é uma artesanal, modelo Hattan e também é uma das minhas preferidas. — Freddie mostrou uma vara vermelha muito comprida e bem fininha.

Em seguida, ele bateu na própria mão, o choque daquela vara contra a palma da mão direita dele causou um barulho alto, me assustei com aquilo.

— Não tenha medo, essa aqui é flexível e causa menos estrago! — Avisou sorrindo e colocou a vara em cima da cama, pegou outra e esta era média e um pouco mais grossa. — Essa aqui faz parte do modelo rígido, vai doer mais que a Hattan. Gosto dela, pois deixa a pele bem vermelhinha do jeito que gosto! — Comentou sorrindo e alinhando a vara no lugar. — E esta aqui também faz parte do modelo rígido, o impacto é mais doloroso e pode arder muito! — Avisou mostrando a terceira vara, essa era mais grossa e menor que a segunda. — E por último... Essa é uma Canning, sem dúvida é a mais potente dessa coleção! — Ele mostrou uma vara preta, era lustrada, grande e grossa, a mais grossa de todas.

Ele sorriu deslizando os dedos pelo comprimento dela, enguli um seco. Cheguei com medo e agora estou horrorizada.

Oh, meu Deus! Ele vai me espancar com essas varas? Não, eu não quero ser espancada e se ele arrancar meu couro com essa tal de Canning? Estou com medo, muito medo...

— Prenda o cabelo! — Mandou recolhendo todas as varas de cima da cama e as colocou em cima da poltrona. — Tire o robe e deite no meio da cama. — Fiz o que ele havia mandado, fiz um coque no cabelo e deitei na cama.

Ele se aproximou esticando um tecido cor de vinho, parou ao meu lado direito.

— Seda no lugar de algemas, levante os braços! — Pediu e eu obedeci. Ele amarrou meus pulsos deixando-os unidos e me deixou atada à cabeceira da cama.

Se afastou sorrindo satisfeito, não havia como eu fugir, o tecido de seda estava firme em meus pulsos e bem preso na cabeceira. Ele andou com calma até a poltrona e pegou a vara vermelha.

Comprida e fininha, a tal de Hattan.

— Já conversamos sobre os limites rígidos e a palavra de segurança, certo? — Indagou.

— Sim, senhor. — Concordei.

— Se eu ultrapassar seus limites prometa que irá usar a palavra de segurança?

— Prometo, senhor!

Sou obrigada a chamá-lo de senhor quando estivermos aqui pelo simples fato dele ser o meu mestre, meu dominador, meu dono... Caramba! Ainda não estou acostumada com isso.

— Diga a palavra de segurança, só quero ter certeza que você ainda lembra.

— Vermelho. — Falei alto.

— Certo! — Ele sorriu apertando a vara vermelha. — Chegou a hora da sua punição! — Avisou sorrindo, enguli um seco.

Me arrepiei toda quando senti a ponta da vara deslizar por minha barriga subindo e parando entre meus seios. Estremeci sentindo um certo formigamento em minha intimidade, seus olhos estavam cravados em mim e ele deslizou a ponta da vara descendo e parando no meu umbigo, aquilo fez cócegas.

Me contorci quando ele bateu na minha coxa direita, acertou em cheio. O impacto da vara contra minha coxa causou ardência. Gemi sentindo o mesmo impacto na minha outra coxa, aquilo ardeu um pouco mais.

Em seguida, ele bateu na minha barriga, aquilo doeu me fazendo gemer e me contorcer. Gritei sacudindo meus braços quando ele acertou meu seio esquerdo, a dor foi aguda, o impacto doloroso fez minha intimidade pulsar.

Senti a umidade quando ele bateu no meu seio direito. Prazer e dor estavam se misturando, me consumindo.

Minutos depois...

— Vou te desamarrar agora! — Ele se aproximou. — A sessão ainda não acabou, quero que deite de barriga, coloque um travesseiro abaixo dos seios. — Avisou e eu obedeci assim que ele me soltou.

Ele ainda iria usar as outras três varas, dessa vez eu teria que ficar de costas porque aquelas varas eram rígidas e não poderiam ser usadas nos seios, barriga e coxas.

— Vamos experimentar a Cane número dois! — Ele estava se referindo a vara mediana.

Mordi o lábio reprimindo um grito, ele acertou minhas costas, aquilo realmente doeu. Apertei o travesseiro com força sentindo outro impacto forte, ardeu pra caramba, ele bateu de novo acertando minhas costas.

— Agora é a vez de experimentarmos a Cane número três! — Avisou.

Arfei me lembrando que aquela era mais grossa e maior que as outras duas.

O impacto contra minhas costas foi barulhento, o ardor e a dor foram maiores, minhas costas latejaram. Minha intimidade estava pulsando, eu estava tão sensível e molhada, de certa forma tudo aquilo era excitante.

Dolorosamente excitante, não sei explicar, mas eu estava sentindo prazer à cada impacto causado pela Cane número três.

Minutos depois...

— Vou usar a Cane número quatro especialmente para surrar essa bunda gostosa que você tem. — Seu tom malicioso e rouco me fez ficar ainda mais molhada.

Canning era a Cane número quatro, estremeci, aquela era a vara preta. A maior e mais grossa de todas...

Senti o gosto de sangue quando mordi meu lábio inferior, meus olhos arderam. O impacto foi potente, ele bateu na minha bunda com tanta força que eu me segurei para não gritar de dor.

Eu estava sendo punida pra valer, ele realmente estava falando sério quando disse que ia surrar minha bunda. Maldita Canning!

Gemidos e gritos escapavam da minha boca, minha bunda estava latejando e eu me controlei ao máximo para não berrar a palavra de segurança.

" 'Vermelho' estava gritante em minha mente, mas eu não a usei."

[...]

— Fim da sessão! — Avisou.

"Graças a Deus!" Me virei na cama e tive que ficar de lado, minhas costas ainda doiam e meu bumbum estava latejando.

Choramiguei internamente quando ele deitou ao meu lado, estava despido. Olhei para o seu membro, estava ereto. Céus! Ele estava tão excitado.

Ele se aproximou e levantou minha perna esquerda, colocando-a por cima de seus quadris. Posicionou o membro em mim, me penetrando lentamente, suas mãos repousaram em minha cintura.

Gememos, ele me beijou e eu deslizei minha mão esquerda por suas costas. Ele permaneceu imóvel, todinho dentro de mim, tão pulsante quanto eu, sua língua acariciava a minha lentamente.

Gemi contra seus lábios quando ele iniciou as estocadas, intensas e lentas enquanto acariciava minha cintura. Ele sabia que eu estava dolorida e por isso estava tomando cuidado para não me machucar.

— Minha... — Murmurou entre meus lábios, sugou meu lábio inferior. — Somente minha! — Sussurrou me encarando.

Seus olhos estavam negros, suas estocadas se tornaram firmes. Gememos juntos, cravei minhas unhas em suas costas e mordi seu lábio inferior lhe arrancando um gemido.

— Toda sua... — Sussurrei encarando-o.

[...]

— Sem malícia, isso é só uma massagem. Pare de gemer assim, vou começar a ficar excitado! — Avisou sério.

Impossível não gemer sentindo essas mãos másculas massageando as minhas costas, isso é tão gostoso.

Mordi o lábio segurando meus gemidos de satisfação, depois de um banho relaxante não existe nada melhor que uma massagem, certo? Errado, comer também me fez melhorar da surra de varas que ele me deu naquele quarto de tortura.

Arfei sentindo suas mãos em minha bunda me massageando ali.

— Droga! Você ficou toda roxa... — Resmungou.

"O quê? Estou toda roxa?" Pensei assustada.

— É sério? — Perguntei.

— Sim. Mas não se preocupe, daqui há uma semana todos os hematonas sumirão. — Informou.

Respirei fundo tentando relaxar, aproveitando sua deliciosa massagem.

— Eu quero te fazer uma proposta! — Disse ele ainda massageando meu bumbum.

— Que proposta? — Perguntei curiosa.

— Eu te dou 20 mil se você topar fazer sexo anal comigo! — Falou.

Me engasguei com minha própria saliva.

— Posso aumentar a oferta, te dou 30 mil! — Ofereceu.

— Nem por 10 milhões. Ficou louco? — Me virei rapidamente e puxei o cobertor para me cobrir.

Fiquei chocada, olhei para ele que continuou sério me encarando.

— Vamos tentar? Um única vez, se você não gostar, eu nunca mais tentarei fazer de novo! — Falou.

— Não! — Recusei balançando a cabeça.

— Se está recusando porque tem medo de sentir dor saiba que existem lubrificantes e vai ser uma experiência interessante! — Afirmou.

— Eu já disse que não! — Avisei segura. — Eu não vou fazer sexo anal com você nem se me oferecer toda a sua fortuna! — Afirmei convicta.

Minutos depois...

— Eu juro que não vou te machucar e se você me pedir para eu parar, irei respeitar seus limites. Pense bem, não é tão ruim quanto você imagina, vai ser uma experiência prazerosa! — Afirmou.

— Okay... Mas eu não vou aceitar o seu dinheiro, pode ficar com ele. — Falei cansada de tanta insistência.

— É sério? — Perguntou surpreso e eu assenti. — Juro que você não vai se arrepender! — Avisou.

"É o que eu espero..." Pensei ainda temerosa.

Ele sorriu. Aquele sorriso de lado, seus olhos tinham um certo brilho malicioso, estremeci sentindo meu corpo se arrepiar.

Notas finais
E aí meninas, quem aceitaria essa nova proposta? Tô fora, jamais aceitaria haha Aquela surra de varas... Coitada! Só que não! Hehe Gostaram??? Comentem! Bjs Ps: Não pensem besteiras, eu pesquisei, ok?