50 Tons de Desejo

13 Primeira vez no Quarto do Prazer - Parte 2


Notas iniciais
Hello!!! Bem, por enquanto tô pegando leve com os Hots... Ainda estamos no começo haha Tenham uma boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

O silêncio reinou novamente, fiquei esperando angustiada, meu coração batia à mil enquanto eu aguardava a primeira chicotada acertar o meu corpo, eu estava sentindo o cheiro dos incensos, o cheiro de madeira e couro que o quarto exalava.

— Eu vou te dar dez chicotadas e você contará cada uma delas! — Ouvi sua voz soar rouca e autoritária.

— Sim, senhor. — Falei quase sem ar, eu sabia que ele estava bem na minha frente, me analisando.

Ouvi mais uma vez o barulho do chicote sendo usado, batendo na cômoda do lado esquerdo da cama, ele estava amaciando o novo brinquedinho.

— 1 — Iniciei minha contagem, sentindo a primeira chicotada, ele acertou o meu pé direito, ardeu mais do que doeu.

Minha respiração começou a ficar descompassada, o nervosismo tomava conta do meu corpo.

— 2 — Contei arfando, sentindo a outra chicotada acertando a minha coxa esquerda, essa foi um pouco mais dolorida.

Me contorci e fechei minhas pernas que estavam entreabertas.

— 3 — Contei entre um gemido, a chicotada atingiu minha barriga fazendo-me contorcer de dor.

Respirei fundo tentando controlar minha respiração.

— 4 — Contei gemendo de dor quando ele acertou minha coxa direita, essa doeu mais do que a chicotada na coxa esquerda.

Mordi o lábio enquanto sentia o ardor se apossando do local atingido.

— 5 — Gruni de dor sentindo a chicotada acertar meu seio direito, ardeu muito.

Continuei gemendo, sentindo meu seio latejar.

— 6 — Voltei a gemer quando ele chicoteou meu seio esquerdo, a dor foi a mesma.

Meu corpo já estava dolorido e eu já estava ficando ofegante.

— 7 — Contei sentindo a chicotada atingindo minha barriga novamente, apenas ardeu.

Agora só faltam três, me sinto um pouco mais aliviada e menos nervosa.

— 8 — Ele voltou a chicotear meu seio direito, doeu mais do que a primeira vez.

Me contorci de dor puxando meus braços, as algemas beliscaram minha pele me causando uma pequena dor.

— 9 — Gemi mais alto, minha voz saiu esganiçada, meu seio esquerdo foi atingido mais uma vez.

— 10 — Gritei sentindo minha intimidade arder, agitei meus braços tentando me soltar daquela maldita algema. Mesmo eu estando de calcinha ardeu muito.

— Calma, eu já vou te soltar! — Ouvi sua voz que me fez estremecer, logo senti seu corpo bem pertinho do meu.

Ele me livrou da algema, tirou a gravata que cobria minha visão. Encarei seus olhos castanhos escurecidos e brilhando de excitação, massageei meus pulsos que estavam doloridos.

— Tive uma bela visão de você se contorcendo de dor, isso me deixou tão excitado. — Ele disse me encarando, abaixei meu olhar e vi que ele estava usando apenas uma cueca boxer preta.

Ele se aproximou e encostou a boca no meu pescoço, roçando os lábios contra a minha pela. Gemi sentindo sua mão massageando meu seio direito que estava bastante dolorido.

— Tão cheirosa, seu cheiro está me deixando louco, sabia? — Sussurrou, fechei os olhos, eu ainda estava ofegante.

Sua mão adentrou minha calcinha, me contorci sentindo ele me acariciar e apertar meu clitóres levemente.

— Molhadinha do jeito que deveria estar, foi excitante para você também, não é? — Perguntou completamente rouco. — Deita! — Mandou e eu obedeci, repousando na cama, me sentindo tensa.

Ele retirou minha calcinha com calma, e logo se livrou da cueca. Fechei as pernas, eu estava com medo.

— Abra as pernas para mim, não sinta vergonha. Você não tem noção do que tem entre as pernas e isso me deixa ainda mais louco de desejo! — Falou subindo na cama.

Fechei os olhos quando vi ele abrindo o pacotinho de preservativo.

— Estou tão excitado que chega a doer! — Disse me deixando ainda mais envergonhada. — Abra os olhos! — Mandou enquanto me puxava e abria as minhas pernas.

Ele se inclinou sobre mim, se encaixando entre as minhas pernas, direcionando o membro até a minha entrada.

Gemi de dor sentindo ele me penetrar, ele gemeu agarrando minhas coxas.

— Caralho! Tão apertadinha... Porra, isso é uma delícia. — Falou entre gemidos.

Me contorci, ele segurou-me pelo quadril, suas estocadas iniciaram. Gemi de dor sentindo ele intensificá-las.

Eram rápidas e fortes, nossos corpos faziam barulhos se chocando. Seu corpo se inclinou ainda mais sobre o meu na medida que ele aumentava as estocadas, agarrei seus ombros, o prazer começou a me possuir.

— Isso... Continue gemendo bem alto para mim.. Está gostando de ser fodida? Porra! Quer que eu meta com mais força? — Perguntou apertando meu quadril, apenas gemidos saiam da minha boca, isso o incentiva a me estocar com mais força.

[...]

Ele parou de me penetrar e me posicionou me deixando de costas para ele, firmei meus joelhos e minhas mãos na cama, me apoiando e obtendo equilíbrio.

Senti ele acariciando minha bunda, logo senti o ardor, ele desferiu um forte tapa me fazendo arfar. Outros tapas fortes foram desferidos, gemi sentindo cada um deles.

— Você é muito sensível, já está toda marcada e muito vermelha! — Disse me agarrando pela cintura. — Irei fodê-la de quatro agora! — Avisou.

Meu corpo foi para frente, quase desabei, ele invadiu minha intimidade que estava doendo. Ele agarrou meu seio direito, apertando-o. Gemi numa mistura de prazer e dor à cada estocada forte que ele dava...

Minutos depois...

Desabei na cama, ele caiu em cima de mim. Meu corpo dolorido estava tremendo e enfraquecido... Ele saiu de cima de mim e se jogou ao meu lado.

O ardor e a dor estavam instalados entre minhas pernas que ainda tremiam. Continuei na mesma posição, deitada com a barriga para baixo, ouvindo a respiração ofegante dele.

Não consegui segurar minhas lágrimas, chorei em silêncio me sentindo tão suja. Eu estava com tanto nojo... Me sentindo uma verdadeira prostituta.

Minha dignidade havia ido embora, dei minha virgindade em troca de dinheiro, deixei ele me bater e abri minhas pernas para ele se aproveitar do meu corpo do jeito que ele quisesse.

Agora sou seu brinquedinho sexual, não tem como voltar atrás, já assinei o contrato.

36 Minutos depois... Às 20:00 da noite.

Eu já tomei banho, agora estou no quarto que ele mandou decorar para mim, dormirei aqui enquanto estiver no apartamento dele. Estou toda dolorida, quando me mexo tudo dói...

— Samantha? — Ele chamou batendo na porta do quarto.

Eu não respondi, me encolhi debaixo do cobertor. A porta não estava trancada e ele entrou no quarto.

— Desculpe, só entrei porque você não respondeu! — Disse fechando a porta e se encostou na mesma.

— O quarto é seu, tudo que há nesse apartamento é seu. Não precisa ficar pedindo licença! — Falei sem olhá-lo.

— Esse quarto agora é seu. Você está chateada comigo? — Perguntou.

Dentro do Quarto do Prazer ele se transforma em outro homem, em um Benson dominador e agora ele é apenas o Benson que eu conheci algumas semanas atrás, calmo, sério e formal.

— Não. — Respondi fechando os olhos.

— Tem certeza? Você nem quis jantar comigo. Você sabe que eu não te forcei a nada, jamais ultrapassaria seus limites, eu te respeito e não quero que seja assim toda vez que sairmos daquele quarto, entende? — Seu tom de voz saiu firme e calmo.

— Eu não estou chateada com você. — Mudei de posição para poder olhá-lo, meu corpo doeu quando fiz isso. — Estou sem fome... Você não entende! — Falei o encarando.

— O que eu não entendo? — Perguntou se desencostando da porta e se aproximou da cama.

— Que tudo isso é difícil para mim... Eu assinei o contrato por necessidade, você nem sabe o que é isso. Estou aqui por minha mãe, preciso do dinheiro para pagar o melhor tratamento para ela! — Falei me sentando na cama e ignorando a dor que se estendia pelo meu corpo.

— Por pura necessidade e não por vontade própria, eu gosto da sua sinceridade, Samantha. — Disse sentando na cama. — Eu vou queimar no inferno, estou fazendo coisas que não deveria, meu fetiche por BDSM me consume e ele foi apurado no dia em que você colocou os pés no meu escritório. Foi desejo à primeira vista, eu confesso que vislumbrei você nua e amarrada na minha cama, passei a noite inteira pensando naquilo, desejando seu corpo, enlouquecendo por você! — Confessou.

— Foi por isso que andou pesquisando sobre mim? Aquele dia que você apareceu pela primeira vez lá na loja não foi nenhuma coincidência? — Perguntei.

— Vou ser sempre sincero, eu fui lá atrás de você. Não comi nenhum daqueles doces que comprei, foi apenas uma desculpa para ter ver! — Admitiu.

O olhei surpresa, ele continuou me encarando com intensidade, aqueles olhos castanhos fixos aos meus, intensos e penetrantes, pareciam querer enxergar a minha alma. Desviei o olhar me sentindo desconfortável.

— Isso mexe muito comigo, você mordendo esse lábio, me atiça e me dá vontade de morder também! — Avisou.

— É uma mania, faço isso quando estou nervosa e ansiosa! — Expliquei envergonhada.

— Por quê te deixo nervosa? — Ele subiu na cama e deitou, apoiando a cabeça nas minhas coxas.

"Ele ainda pergunta?"

Olhei para baixo, focando o seu rosto, ele deu um pequeno sorriso.

"Oh, esse sorriso de lado, se ele soubesse o efeito que esse sorriso contém..."

— Eu não sei... — Respondi.

Ousei tocar em seus cabelos, sentindo os fios lisos e sedosos, ele fechou os olhos sob as minhas carícias.

— Isso é bom, eu gosto de você tocando em mim! — Falou abrindo os olhos, fitei seus olhos e olhei para sua boca pequena e convidativa. — Me beije! — Pediu, obedeci, ele segurou meu rosto aprofundando o beijo.

Continuei acariciando seu cabelo, sentindo a sua língua acariciar a minha lentamente. Ele me puxou, fazendo-me inclinar ainda mais sobre ele, aumentando a intensidade do beijo, sugando meu lábio inferior.

Agarrei seu cabelo, prendendo os fios sedosos entre meus dedos, puxando levemente. Deixei que ele explorasse minha boca, me entreguei aquele beijo como se minha vida dependesse daquilo, somente daquilo naquele momento.

Quando me dei conta, eu já estava em cima dele, gemendo contra seus lábios, sentindo ele apertar as minhas coxas, seu corpo quente abaixo do meu, ele entre minhas pernas...

— É melhor encerrarmos por aqui... — Disse ofegante, acariciando minha cintura. — Sei que acabarei perdendo o controle, não quero fazer isso hoje, você está toda dolorida e se transarmos agora você não poderá andar amanhã... — Avisou me encarando.

Saí de cima dele, voltei a sentar apoiando meu corpo na cabeceira da cama.

— Boa noite! — Ele falou andando até a porta.

— Boa noite! — Murmurei vendo-o sair do quarto.

[...]

No dia seguinte, Domingo, às 09:45 da manhã.

— Você terá um guarda-roupa cheio de roupas novas, já falei que aquele quarto agora é seu, não é? — Disse quando estávamos indo em direção ao Audi dele.

— Estamos indo fazer compras? — Perguntei quando ele abriu a porta do carro para mim.

— Sim. Você precisa de vestidos, saias e sapatos de salto e muitas lingeries também! — Avisou.

— Quer mudar meu estilo? Você tem vergonha de mim, não é? Eu não gosto de vestidos, muito menos de saltos! — Falei chateada.

— Não é isso, só quero que esteja apresentável para me acompanhar em eventos e jantares importantes. — Explicou ligando o carro.

— Ótimo. Agora sou sua Bonequinha de Luxo! — Falei sorrindo sarcástica. — Eu não quero que gaste comigo, por quê preciso te acompanhar nessas ocasiões? — Perguntei.

— Porque eu quero e eu posso gastar com você. É minha submissa agora, esqueceu? Está sob o meu total domínio. Está no contrato, me obedeça sem protestar! — Falou apertando o volante, ele havia se irritado.

— Sim, senhor! — Murmurei, suspirei frustrada.

Fiquei indignada, não quero que ele fique me bancando, eu não sou nenhuma Garota de programa de luxo. Que raiva!

— Você é um empresário famoso, as pessoas irão pensar que sou sua namorada! — Falei preocupada. Eu não quero sair na mídia ao lado dele...

— Que seja. Ou você quer ser apresentada como minha submissa? Seria bem pior não acha? Samantha Puckett, a submissa de Fredward Benson. Seria a polêmica do ano! — Disse com certa ironia.

— Por quê está falando assim comigo? — Perguntei ficando chateada.

— Me desculpe, eu estou estressado... — Murmurou.

20 minutos depois...

— Escolha tudo que quiser, roupas, calçados e bolsas! — Avisou quando estávamos numa loja onde só vendia coisas de Grifes fomosas. Desde Versace até Chanel.

— Já falei que não quero nada! — Cruzei os braços emburrada.

Ele fechou os olhos massageando as têmporas, respirando fundo e deveria estar contando até dez.

— Se não me obedecer, eu irei te punir! — Ameaçou me olhando irritado. Ele havia mandado fechar a loja exclusivamente só para nós.

— Como? — Indaguei erguendo uma das sobrancelhas, desafiando-o.

— Vou te arrastar para um daqueles provadores e usar um cinto para te punir. — Avisou sério.

— Duvido! — Sorri desafiante.

— Foi você quem pediu... — Sorriu se aproximando, tentei correr mas ele me segurou.

[...]

— Fica quietinha! — Ordenou.

Estávamos trancados num daqueles provadores. Ele sentou num Puff e me fez deitar nas pernas dele, me deixando de costas para ele.

Suspendeu meu vestido, abaixou minha calcinha deixando minha bunda exposta.

— Não vou usar um cinto, vou apenas te dar algumas palmadas para te punir, não suporto teimosia, entendeu?

— Sim, senhor. — Respondi baixinho. — AAAAIIII! — Gritei sentindo ele desferir o primeiro tapa bastante forte e estalado.

Me deu vontade de xingá-lo, minha bunda já estava dolorida e agora ele vai piorar a situação.

3 Minutos depois...

— Ainda não terminei... — Sussurrou massageando-me, eu devia estar toda vermelha e com a marca da mão dele.

Foram 20 palmadas e tive que contar cada uma.

Sua mão que estava na minha barriga escorregou para o meio das minhas pernas.

— Ahh, por favor! — Arfei baixinho sentindo ele me tocar.

— Por favor, o quê? — Perguntou num sussurro rouco.

— Não faz... — Tentei falar, foi tarde demais. Gemi sentindo um de seus dedos escorregando para dentro de mim.

— É muito gostoso sentir seu melzinho melando meus dedos... — Sua voz soou completamente rouca e gemi de dor sentindo ele enfiar outro dedo em mim.

[...]

— Já estou cansada, quero ir embora! — Avisei saindo do provador usando o trigésimo vestido.

— Mas você só experimentou os vestidos, precisa provar os sapatos também! — Avisou com calma, revirei os olhos.

— Você só está aí sentado, e eu tô experimentando vestidos já faz horas! — Quase gritei irritada.

— Só estamos aqui há duas horas, Samantha. Não exagere! — Disse checando a hora no relógio.

Bufei e entrei no provador com raiva, reprimindo um grito.

Minutos depois...

— Por favor, traga as novas bolsas das coleções da Prada e da Chanel! — Pediu para uma das atendentes. Assim que ela se retirou, ele voltou a olhar para mim.

— Só escolha 15 bolsas para combinar com os sapatos e depois iremos embora, ok? — Avisou.

— Duas bolsas já seria o suficiente! — Resmunguei. — E as lingeries? Eu ainda não escolhi! — Falei.

— Não se preocupe, eu já providenciei todas as lingeries que ficarão perfeitas em você!

— Só dinheiro gasto à toa, por quê sou obrigada a usar lingeries, se vou acabar ficando nua para você poder me... — Me calei antes que falasse uma besteira.

— Termine a frase! — Sorriu malicioso. — Para eu poder o quê? — Indagou.

— Me foder... — Sussurrei morrendo de vergonha.

Ele sorriu satisfeito, concordando.

— Se prepare para hoje à noite... — Disse sério.

— Por quê? — Perguntei curiosa.

Ele se aproximou e segurou meu queixo.

— Temos um jantar importante... E você vai usando uma calcinha vibratória! — Sussurrou sorrindo malicioso.

Estremeci só de imaginar ele controlando as vibrações da calcinha usando um mini controle e se divertindo em torturar.

Notas finais
E aí? O que estão achando??? A Sam já levou chicotadas e foi até punida com palmadas kkkkkk Calcinha vibratória... Depois da "tortura" pode dar na cara dele com a calcinha, Sammy, eu deixo kkkkkkkkk Gostaram??? Comentem!!! Bjs e bjs do Sr. Benson.