50 Tons de Desejo

40 O encontro com Rodrick...


Notas iniciais
Hey, meninas!!! Aqui estou eu atualizando a Fic para vocês, suas danadinhas haha Espero que gostem desse capítulo. Ele ficou grandinho hehe Tenham uma boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

— Você chegou atrasada, está toda atrapalhada e parece estar sonhando acordada, eu nunca te vi assim antes, Srta. Puckett. Nunca te vi tão lerda e desatenta, parece que está no mundo dos sonhos. O que está acontecendo com você hoje, Srta. Puckett? — Sr. Benson perguntou, me olhando abismado.

— Oh, nada, nada... Me desculpe, eu vou me concentrar no meu trabalho, eu juro. — Falei tentando me recompor, eu estava um pouco aérea pensando no jantar com o Sr. Sullivan.

"Será que fiz bem em aceitar? Será que eu devo contar ao Sr. Benson?"

— Pois bem, espero que você pare de ficar sonhando acordada, mordendo essa porcaria de caneta, isso está me tirando do sério, ferrando com a minha concentração, você devia saber disso... Não gosto de te ver mordendo lápis, caneta e muito menos mordendo o lábio, isso me deixa louco... — Apontou para mim, seu olhar estava escurecido e seu semblante não estava nada alegre.

— Me desculpe. Não farei mais isso. — Larguei a caneta em cima da mesa dele.

— Assim eu espero, seja uma boa menina e vá preparar um café para mim! — Ordenou.

— Sim, senhor. — Assenti.

Pedi licença e me retirei de sua sala.

Minutos depois...

Encontrei Dianna e Beatrice na salinha aonde ficava a simples cafeteira e as duas máquinas de fazer café expresso e Capuccino, ali tinha armários lotados de alimentos e também uma geladeira, sanduicheiras, e um micro-ondas.

— Diz pra gente que você aceitou, Sam! — Beatrice sorriu maliciosa me cutucando.

— Aceitei. Vamos jantar hoje. Dei meu número para ele. — Contei para as irmãs que trocaram olhares e sorrisinhos sacanas.

— Ela não seria louca de recusar. — Dianna disse risonha.

— E então, está ansiosa para jantar com o bonitão? — A mais velha perguntou, Beatrice era mais animada e simpática.

— Um pouco. — Respondi.

— Ele é lindo, tão lindo quanto o primo. Rodrick Sullivan tem um cargo importante aqui na empresa, ele é Chefe Executivo do Departamento de Aplicativos&DesignTECH, é um deus grego muito inteligente. Muito cobiçado também, e o melhor de tudo, ele é solteiro e está a fim de você. Você é uma sortuda, sabia? Agarre esse homem logo! — Dianna me aconselhou.

— Isso mesmo. Não é todo dia que um homem desses cai na sua, então você tem que aproveitar. Vai fundo, garota. O agarre e não o deixe escapar. Coloque um vestido sexy, passe um batom vermelho, use o salto mais alto e não esqueça de pôr aquela lingerie de matar. Ele vai ficar louquinho! — Sorriu Beatrice maliciosa.

— Meninas, eu não...

— Não transa no primeiro encontro? — Ela me cortou e sorriu debochada.

— Eu também não transo no primeiro encontro, isso é normal. Não ligue para a louca da minha irmã. Ela é muito safada! — Dianna disse com seriedade.

— E você é muito careta. Transar no primeiro encontro é super normal, ok? Eu nunca me arrependi. — Afirmou Beatrice.

— Tenho que ir, o Sr. Benson está muito impaciente hoje. Se eu não levar agora esse café para ele, é bem capaz dele querer arrancar o meu couro. — Avisei dando uma risadinha nervosa.

— Antes de você ir levar café para o chefinho, me responde uma coisa. — Beatrice pediu.

— O quê? — Perguntei.

— O Sr. Delícia Benson nunca deu em cima de você? — Ela perguntou na lata.

— Beatrice! — A irmã dela a beliscou, lhe repreendendo.

— Quê? Ah, para, maninha, você também tem essa curiosidade. Lembra daquele boato que correu na empresa? Até hoje, aquelas fofoqueiras comentam sobre isso... — A mais baixa falou séria.

— Não... Ele nunca, vocês sabem... O Sr. Benson é extremamente profissional. — Menti.

— Oh, ela ficou toda vermelhinha, Dih. — Beatrice riu e apontou para mim. Dianna também riu.

— Já vou indo, depois falo com vocês... — Minhas bochechas estavam ardendo.

Saí dali apressada, eu precisava levar café para o Benson. Se eu demorasse mais, ele ia ficar furioso, pois odeia demoras.

[...]

— Você prefere almoçar comigo ou com suas amigas? — Perguntou ajeitando a gravata.

Já estava na hora de irmos almoçar. Dei de ombros. Era legal almoçar com as meninas. Almoçar com ele também era bom.

— Responda, Samantha! — Colocou o paletó.

— Hoje eu quero almoçar com as minhas amigas. — Respondi.

— Certo. Pode ir. — Ele me dispensou.

— Obrigada. — Agradeci.

Estranhei um pouco, ele raramente permitia que eu fosse almoçar com Beatrice e Dianna. Ele sempre fazia questão que eu almoçasse com ele.

Fui até à minha sala e peguei minha bolsa. Eu costumava me encontrar com as meninas no saguão. Mandei uma mensagem para Dianna avisando que eu ia almoçar com elas.

— Oi. — Acabei me esbarrando com o Sr. Sullivan no corredor.

A sala dele ficava naquele andar, era intrigante eu não tê-lo visto por ali antes. Pensei até que ele fosse novo na empresa. Nunca podia imaginar que ele era primo do Benson.

— Oi, Sam. — Abriu um sorriso. O sorriso dele era lindo. Era tortinho assim como o sorriso de Freddie e Josh. Aquele era o típico sorriso dos Benson.

— Não estou vendo meu primo te acompanhando, então presumo que esteja indo almoçar com suas amigas. — Comentou.

— Sim. Estou indo almoçar com as meninas. — Falei, entramos no elevador.

— Vocês comem aqui perto? — Perguntou apertando o botão para descermos para o saguão.

— Uhum. A gente gosta de almoçar no restaurante ao lado do Cyber Café. Eles tem a melhor costela assada. — Afirmei.

— Legal. Um dia eu vou almoçar com vocês, se suas amigas não se importarem é claro... Estou indo almoçar com uns amigos no La Vitella&Grill, fica à 5 minutos daqui, se você for de carro. — Ele se aproximou e eu não consegui desviar o olhar. — Que horas eu te pego hoje à noite? Me passe o seu endereço... — Sacou o celular do bolso.

— Ah, não precisa, eu tenho carro... — Avisei.

Não seria uma boa ideia ele ir me pegar. Não mesmo, eu sabia dirigir e poderia ir me encontrar com ele no local escolhido. Sem problemas. Era melhor assim...

— Aonde vamos jantar? — Perguntei.

— Gosta de comida japonesa? — Pegou uma mecha do meu cabelo.

— Nunca comi. — Fui sincera.

— Ótimo. Sempre tem uma primeira vez. Você vai amar. Conheço um restaurante japonês maravilhoso. — Sorriu colocando a mecha atrás da minha orelha.

— Então, me passe o nome e o endereço... — Abri minha bolsa e peguei o meu celular. O elevador parou e as portas abriram.

[...]

Almocei com Beatrice e Dianna, era divertido estar com elas, as irmãs Lynn eram legais eu me simpatizava com ambas. Depois do almoço, voltamos para a empresa para cumprirmos com o restante do nosso expediente.

O Sr. Benson continuava com a cara amarrada, estava muito impaciente, estressado e não parava de chamar minha atenção e me dar broncas. Eu já estava ficando de saco cheio com aquilo. Ele estava mal-humorado e descontando em mim sem motivo algum.

Agradeci aos céus quando o meu expediente acabou, por fim, eu poderia ir pra casa e para bem longe da fera. Desliguei o computador, arrumei nossas salas e vesti meu terninho. Ele foi embora sem se despedir. Tranquei tudo e saí, eu tinha a cópia da chave das duas salas.

Não me esbarrei com o Sr. Sullivan no corredor, peguei o elevador com mais dois funcionários. Eu não ia com a cara da recepcionista, então passei direto. Ela era grosseira e não ia com a minha cara também. Fui para o estacionamento, destravei a porta da minha Mercedes, tirei os sapatos e entrei.

Era muito bom dirigir aquele belo carro, apesar de eu sentir falta do meu velho Fusquinha. Cheguei em casa rápido como sempre, e encontrei Carly vendo TV e falando ao telefone com Josh.

Ela estava toda melosa e sorridente. Apenas falei um: 'Oi, Carls!'. Fui para o meu quarto, eu precisava escolher uma roupa e tomar banho. Também tinha que dar um jeito no cabelo e me maquiar. Nunca levei jeito para aquelas coisas. A Carly sempre pegava no meu pé.

Tomei um banho relaxante, não molhei o cabelo. Já estava limpo e desembaraçado. Terminei meu banho, sequei meu corpo e passei hidratante ali mesmo. Voltei para o quarto enrolada na toalha, não demorei muito para escolher uma roupa, achar um sapato que combinasse foi o mais difícil.

Vesti minha lingerie, era um conjunto confortável e bonito. Nada de fio dental, lacinhos e cinta-liga. A sutiã era preto com detalhes cinza em renda, a calcinha tinha detalhes em renda apenas nas laterais.

Ir de vestido para um encontro era muito clichê. Não íamos para um encontro romântico e nem nada do tipo. E também não íamos para nenhum restaurante chique. O Sr. Sullivan escolheu um lugar bem despojado e alegre segundo ele.

Optei por ir de blusa, calça jeans casual e jaqueta de couro sintético. Escolhi uma blusa de tecido sedoso, de cor cinza-chumbo de alcinhas finas, calça jeans preta e uma jaqueta cor de vinho. Calcei minhas botas pretas de cano curto, soltei meu cabelo e o deixe com leves ondulações. Nada de cachos definidos. E de maquiagem, passei apenas lápis, rímel e um pouco de gloss vermelho. Borrifei um pouco de perfume e pronto. Não demorei nem 10 minutos me arrumando.

Coloquei meu celular no modo silencioso, o enfiei junto com a minha carteira numa bolsinha marrom de couro de alças longas em tirinhas.

— Aonde você vai super gata desse jeito? — A morena perguntou.

— Vou jantar com um amigo. — Respondi não querendo dar detalhes.

— Que amigo? Eu conheço? — Indagou.

— Não, você não conhece. Ele é um cara lá da empresa... — Respondi apressada caminhando para a porta.

— Quem mais vai jantar com você? — Perguntou curiosa como sempre.

— Alguns colegas nossos. Você não conhece. — Menti.

— O Freddie sabe que você vai jantar com esse pessoal? — Ninguém merecia aquilo. Carly perguntava demais.

— Não. Não devo satisfações para ele. Ele sai com os amigos dele e eu saio com os meus, entende? — Acho que fui um pouco rude.

Ela assentiu, mas não respondeu.

— Tchau, Carls! — Me despedi.

— Tchau. Divirta-se! — Ela acenou dando um pequeno sorriso.

— Pode deixar. — Sorri.

[...]

Cheguei ao Nijo Sushi Bar&Grill sendo pontual, não foi difícil encontrar uma vaga. Quando entrei no estabelecimento logo gostei, era um lugar alegre e moderninho. Colorido, movimentado e com música japonesa num tom ambiente, a decoração era uma gracinha. Havia aquários postos em cada recanto, as mesas eram redondas e não havia cadeiras, e sim banquetas.

Olhei para todos os lados tentando encontrar o Sr. Sullivan e o avistei no bar, ele estava sentado em frente ao balcão. Ele já havia me visto e acenou sorrindo, fui até ele.

— Oi, Sam. Uau! Você está muito linda! — Se levantou para me cumprimentar com um abraço e um beijo no rosto.

— Obrigada. — Sorri envergonhada.

Ele estava todo descontraído, usando jeans, camisa preta e jaqueta de couro marrom. O cabelo dele estava penteado para trás e ele estava bastante perfumado.

— Cheguei faz alguns minutinhos. — Puxou uma banqueta para mim.

— Gostei daqui. É exatamente como você descreveu. — Falei olhando para as Katanas penduradas na parede atrás do balcão.

— Que bom que gostou. Vou pedir uma bebida para abrir o nosso apetite. — Disse ele afastando o copo d'água com rodelas de limão e chamou o barman.

— Ah, eu não bebo. Vim dirigindo... — Tentei explicar.

— Não se preocupe. Também vim dirigindo e não costumo beber. Vou pedir algo bem fraquinho! — Me tranquilizou. — Vou querer um Amazake para essa bela moça e um Umeshu para mim, por favor! — Fez o pedido.

O barman usava uma bandana vermelha, ele disse algo em japonês, assentiu e foi buscar as bebidas.

Ele não demorou, logo voltou com uma taça com uma bebida rosada e um copo com uma bebida roxa. Entregou a taça para mim e o copo para o Sr. Sullivan. O moreno agradeceu em japonês e o barman foi atender um casal.

— Prove. — Apontou para a minha taça.

Fitei o líquido rosado por alguns segundos e tomei um gole. Era adocicado, não tinha gosto de álcool. Ele sorriu e tomou um gole da bebida dele. Tomei mais um gole da minha, o gosto era bom.

— Gostou? — Perguntou.

— Sim. É deliciosa. — Respondi.

— A minha é feita de licor de ameixa. — Tomou mais um gole e pousou o copo no balcão.

— Me fale sobre você. — Pediu.

Comecei a falar sobre mim, omitindo sobre minha relação com o primo dele, é claro... Ele estava curioso sobre mim, perguntou algumas coisas e eu respondi. Depois foi a vez dele falar sobre ele, descubrimos que tínhamos algumas coisas em comum. Ele também era filho único e dividia o apartamento com um amigo.

Conversamos sobre coisas banais, ri de suas piadinhas bobas. Ele era super divertido. Me lembrava o Ryan, acho que eles se dariam super bem. Rodrick era o oposto do primo.

— Ai, meu Deus, para, Rodrick... — Ele estava me falando de sua época no colegial. — Você era terrível! — Falei risonha.

— Sim, eu era.. Velhos tempos. — Ele também ria. — E você? Não me venha dizer que era a aluna exemplar. — Sorriu sacana.

— Eu nunca fui o tipo de garota certinha. — Admiti.

— Eu sabia! — Ele deu um tapinha na minha coxa.

— Eu era o terror dos professores. — Falei. Ele riu.

— Imagino... Que tal a gente comer agora? Estou faminto. — Se levantou e eu fiz o mesmo.

Fomos para uma mesa perto de um enorme aquário. Era uma mesa com dois lugares. Tinha uma luminária em forma de vaso que mudava de cor. Logo uma moça muito simpática veio nos atender.

— Você não pediu nada muito estranho não, né? — Indaguei.

— Relaxa. Eu não pedi nenhuma lula crua ou um polvo vivo com salada de abacate. — Acariciou minha mão direita que estava em cima da mesa.

Nossa entrada foi servida, ele havia pedido uma tal de Tempura. Eram camarões empanados com um molho adocicado. A moça serviu um pouco daquela bebida roxa, a tal de Umeshi em copinhos.

Amei os camarões empanados, o molho era saboroso também. O prato principal foi Huramaki de salmão com bolinhos de arroz. Gostei muito. Também comemos Sushi e provei um pouco de Wasabi que era um tempero feito com raiz forte. Rodrick acabou exagerando enchendo um Sushi de Wasabi e se deu mal. Ele acabou se engasgando e eu tive que socorrê-lo. Depois do pequeno incidente, rimos muito e ele pediu a sobremesa.

[...]

P.O.V Do Freddie

Tive um dia muito estressante, a empresa estava indo bem. Mas meu pai continuava cobrando muito de mim, ele não estava satisfeito com os lucros. Disse que eu deveria me esforçar mais, que eu deveria expandir os negócios de nossa família e abrir mais três filiais. Acabamos discutindo quando ele foi na empresa, Sam não estava lá e ainda bem que ela não estava para me ver levando bronca e discutindo com meu pai. Rodrick estava presente, sobrou até para ele que ouviu calado, mas eu não abaixei a cabeça. Não era justo o meu pai cobrar tanto de mim. O lucro da empresa estava subindo cada vez mais, ele não tinha que ficar reclamando de nada. A ganância estava fazendo a cabeça dele. Ainda bem que Josh não quis entrar para os negócios da família.

Fechei meu Notebook, eu já estava em minha cama, passei o dia todo com uma puta dor de cabeça. Passou apenas quando cheguei em casa, tomei um remédio e um banho relaxante. Rose havia deixado algo para eu comer, ela era como um segunda mãe para mim.

Quando eu já estava me acomodando para dormir, o meu celular começou a tocar em cima da mesinha de cabeceira. Era Josh. Atendi no terceiro toque.

"- Mano, você não vai acreditar! — Exclamou."

— Oi, pra você também, Josh! — Ironizei.

"- Aonde você está? — Perguntou e parecia afobado."

— No meu apartamento, me preparando para dormir... — Respondi checando as horas no relógio digital. Ainda estava cedo. — O que você quer? — Perguntei querendo desligar.

"- Quero te contar uma coisa que você não vai gostar de saber! — Me alertou."

— Fala logo, porra! — Sentei na cama, sabendo que ele ia falar alguma merda.

Quando ele vinha com aquele papo, era confusão na certa. Cansei de ir livrar a cara dele. Foram tantas vezes que até perdi a conta.

"- Sua loira está aqui no Nijo com o nosso "querido e amado" priminho... Eles não me viram. Estou aqui com o Rick e com Simon. — Soltou a bomba pra cima de mim."

— Que porra você está falando, Joshua? — Sai da cama.

"- Isso mesmo. Sam está no maior chamego com o Rodrick. Eles beberam. Já jantaram e agora estão conversando, trocando sorrisos e carícias. E agora mesmo ele está sussurrando algo no ouvido dela... — Meu irmão me falou."

— Mentira! Vai atazanar outro. Não vou cair na sua brincadeira, Joshua. Bela tentativa! — Debochei. Ele só poderia estar tirando uma com a minha cara.

Sam e Rodrick num encontro? Aquilo não poderia ser verdade. Eu havia comentado com aquele sobre a Sam ter conhecido o nosso primo.

"- Estou falando sério, mano. Sua loira está enfeitando a sua cabeça. — Avisou."

Comecei a rir, Josh era hilário. Mas se ele continuasse insistindo naquela merda, ele ia se ver comigo...

"- Quer uma prova? Então, eu vou te dar uma... — Dizendo isso, ele desligou."

Em poucos segundos, recebi uma foto. Quando abri a imagem, o meu sangue ferveu. Meu irmão não estava brincando. Sam estava num encontro com Rodrick em um restaurante japonês.

Aquele filho da puta ia me pagar. Sam era minha. Ele não devia ter feito aquilo. Aquele desgraçado. Fez de propósito. Não era burro, havia percebido o clima entre mim e a loira. Por isso a convidou para sair, com o objetivo de me provocar. Nunca fomos amigos. Nunca fomos com a cara um do outro. Rodrick sempre entrava numa disputa comigo. Não era a primeira vez que ele cobiçava algo que era meu... Aquilo não ia ficar assim.

Mandei uma mensagem para o meu irmão me desculpando por ter duvidado dele. E pedi para ele me manter informando. Ficamos trocando torpedos até ele me mandar:

'Eles acabaram de sair.'

Troquei de roupa rapidamente, vesti uma calça jeans e coloquei um casaco de moletom com capuz por cima da camiseta de dormir. Calcei um par de sapatênis surrados. Peguei as chaves do carro e uma mochila pequena. Saí do meu quarto e fui para o Quarto do Prazer. Enfiei o necessário ali dentro da mochila. Nada demais, a loira ia ter uma surpresinha quando chegasse no quarto dela. Eu tinha as cópias das chaves do apartamento dela, o Josh também tinha.

[...]

Carly não estava em casa, Josh havia mandado uma mensagem pra ela pedindo que ela fosse se encontrar com ele no apartamento dele. Ele já havia encerrado a noite com os amigos e eu pedi para ele tirar a namorada dele do apartamento.

Tudo perfeito. Ninguém ia acabar com o meu plano.

Fui para o quarto da loira, deixei a mochila em cima da cama, retirei meus sapatênis e abri o meu casaco. Andei pelo quarto até me cansar, retirei o casaco e deitei na cama dela apenas de calça e camiseta. O quarto estava com a luz apagada.

Sorri quando ouvi ela abrindo a porta, finalmente a loira havia chegado. Sam entrou, acendeu a luz e soltou um grito quando me viu deitado na cama dela.

— Deus! Que susto! — Colocou a mão no peito.

— Surpresa! — Forcei um sorriso.

— O que você está fazendo aqui? — Perguntou fechando a porta.

— Vim te fazer uma visitinha. Bateu uma louca vontade de te ver e aqui estou eu. — Sentei na cama.

Eu não ia botar ela contra a parede, mas eu não nego. Minha vontade era tirar satisfação com ela. Exigir que ela me contasse tudo que aconteceu no maldito encontro com aquele filho da puta. Decidi fingir que não sabia de nada...

— Você está vindo de onde? — Perguntei.

— Eu sai com umas amigas. A gente estava curtindo um Karaokê. — A cretina mentiu na cara dura. Minha mão coçou para bater nela.

— Hum... Legal. — Forcei outro sorriso.

— Uhum. Foi muito legal. Nunca me diverti tanto! — Ela abriu um sorrisão.

Sentou na cama e tirou as botas, as meias e rumou para o banheiro. Minhas mãos coçavam e tremiam. Eu queria esquentar a pele dela. Bater naquelas coxas e bunda até ela implorar para eu parar.

Ouvi o barulho do chuveiro, fui me acalmando aos poucos. Ela não demorou muito no banho.

''Será que ele a beijou? Tocou muito nela? Transou com ela no carro? Que inferno... Que vontade de acabar com a raça daquele desgraçado...''

Sam saiu do banheiro enrolada na toalha, ela tinha feito um coque no cabelo. Abriu o guarda-roupa, vasculhou uma gaveta, pegou um pijama, uma calcinha e voltou para o banheiro.

Ela logo voltou para o quarto vestindo uma blusinha preta de alças finas e um shortinho branco de pijama.

— Você vai dormir aqui? — Perguntou olhando para a mochila.

— Vou. Algum problema? Quer que eu vá embora? — Indaguei.

— Não. — Balançou a cabeça.

Ela era simplesmente linda sem maquiagem. Ficava linda de qualquer jeito. E usando aquele conjuntinho de dormir, ficava ainda mais sexy.

— Quer comer ou tomar alguma coisa? — Perguntou por educação.

— Não. Eu jantei lá em casa. E tomei água quando cheguei aqui. — Respondi.

— Ah, sim... — Ela se aproximou e subiu na cama. Pegou o cobertor e deitou. — Vamos conversar então, estou sem sono... — Se acomodou debaixo do cobertor roxinho.

[...]

— Foi por isso que você passou o dia todo irritadinho? — Perguntou quando terminei de desabafar com ela.

— Sim. Você não conhece bem o meu pai. Enfim, não quero mais falar sobre isso... — Eu estava entre suas pernas, com o queixo apoiado na barriga dela.

Saí daquela posição e me ajeitei na cama, levantei sua blusinha e acariciei sua barriga. Ela se contorceu sob minhas carícias, segurei ambas as coxas, mantendo-as abertas e comecei a beijar a pele macia de sua barriga. Senti sua pele arrepiar, enfiei a língua em seu umbigo, rodeando-o.

Sam ofegou e eu deslizei a língua por sua barriga, beijando sua pele lisinha. Ela ergueu os quadris, enfiei os dedos no cós do shortinho e o puxei, revelando a calcinha branca de algodão. Retirei seu short, apertei e acariciei suas coxas, beijando e mordiscando as partes internas delas. Puxei sua calcinha, arrebentando-a pelas laterais e joguei o tecido detonado para algum canto do quarto.

A loira se abriu para mim, apertei seus tornozelos e deslizei a língua por sua virilha, evitando dar o que ela queria. Estalei um beijo na coxa direita e me afastei, saindo da cama.

Peguei a mochila e a abri, retirei uma gravata preta, um estojo com um vibrador e dois pedaços grandes de tecido de seda para amarrar seus pulsos.

Voltei para a cama, Sam até tentou protestar. A ignorei e amarrei seus pulsos, os prendi bem na cabeceira da cama. Usei a gravata para vendar seus olhos.

— Ei, isso é sério? — Ela perguntou tentando se livrar das amarras.

— Relaxa, você vai gostar... — Sorri sentindo meu pau despertar.

Tirei a camiseta e me livrei da calça, ficando apenas de cueca boxer. Me toquei por cima do tecido sem tirar os olhos da loira amarrada e vendada em cima da cama, nua da cintura para baixo. Apertei meu pau e gemi baixinho.

Voltei para cama, afastei suas pernas e passei a mão nela.

— Já está toda molhadinha? — Sorri me excitando ainda mais.

Bati na sua coxa direita com força, ela soltou um gritinho mais pelo susto. Estalei outro tapa bem dado na outra coxa e a safada gemeu. A toquei de novo, a bucetinha dela estava ainda mais molhada. Sorri satisfeito.

Eu ainda estava só começando.

Enrolei sua blusa, deixando-a toda levantada, expondo seus seios. Os mamilos rosados estavam durinhos. Apertei o seio esquerdo, belisquei o mamilo e abocanhei o outro. Lambi, chupei e o mordisquei. Sam apenas se contorcia e gemia, passei para o esquerdo. Prendi o mamilo entre os dentes e o puxei, ela gemeu numa mistura de dor e prazer.

Me afastei novamente e peguei a mochila. Tirei uma caixinha, retirei dois grampos dali. Eram próprios para mamilos. Massageei o seio direito, belisquei o mamilo com um pouquinho mais de força, coloquei o grampo e ela arfou. Fiz a mesma coisa com o seio esquerdo, Sam choramingou. Beijei seus seios, apertando ambos. Os grampos estavam seguros nos mamilos.

— Está gostando? — Perguntei deslizando a mão para o meio de suas coxas.

— Dói, mas é bom... Não sei explicar... — Disse com a voz arrastada.

Belisquei seu clitóris, ela estremeceu gemendo alto. Belisquei de novo e de novo, fazendo ela se contorcer e ofegar. Subi as mãos para seus seios de novo, belisquei e puxei a pele macia do seio direito, bem perto de sua axila. Ela gritou de dor. Meu pau começou a endurecer ainda mais.

— Isso dói muito! — A voz dela saiu um pouco embargada.

Fiz a mesma coisa com o seio esquerdo. Ela gritou mais alto e soltou um palavrão.

Decidi tirar os grampos, arranquei o primeiro, ela gemeu. Arranquei o segundo e ela arfou. Os mamilos dela ficaram vermelhinhos. Suguei cada um bem devagar, a torturando.

Cansei de brincar com os seios dela e abri suas pernas. Deslizei os dedos entre seus lábios vaginais, belisquei seu clitóris novamente e enfiei o dedo indicador. A loirinha estava ficando encharcada, mas eu não ia dar o que ela queria. Retirei o dedo e peguei o estojo, abrindo-o. O vibrador não era tão grosso, tinha apenas 16 cm. Era vermelho, movido à pilha.

— O que é isso? — Ela indagou quando o encostei na coxa dela.

— Shhh, calada. Não te dei permissão para falar! — A repreendi.

Passei a ponta do vibrador entre suas coxas, aproveitei que ela estava toda molhadinha. O posicionei em sua entrada e comecei a introduzir nela, ela tentou se esquivar e fechar as pernas. Bati nas coxas dela com força, ela parou de se mexer e se abriu recebendo o vibrador...

— Ahhh, por favor... — Ela choramingou.

Era uma cena linda, ela vendada com a gravata e com os pulsos amarrados na cabeceira. As pernas abertas para mim, com aquele vibrador vermelho atolado naquela bucetinha rosadinha e depilada.

— Você está gostando, não é? Isso tudo te excita! — Falei ligando o vibrador.

— Oh, Deus... — Gemeu.

Comecei a mover o vibrador, fodendo ela com aquele pau de borracha.

[...]

Ela gozou, desliguei o vibrador e o retirei devagar. Seu corpo tremia por conta dos espasmos, abaixei minha cueca, meu pau estava latejando. Tirei a boxer, me inclinei sobre ela e comecei a soltar seus pulsos, em seguida retirei a gravata que cobria seus olhos. Sam continuou deitada ofegante, tentando se recompor.

Esperei ela se recuperar do ápice, enquanto batia uma olhando para ela. Linda e descabelada, com o rosto corado. Tão perfeita.

— É sua vez de me dar prazer. Quero essa boquinha deliciosa no meu pau agora! — Parei de me masturbar e ela se aproximou, engatinhando na cama.

Segurou com as mãos trêmulas, encostou os lábios na cabecinha e abriu a boca me engolindo até aonde podia. Limpou o pré-gozo que estava saindo, massageou minhas bolas e passou a me chupar com vontade. Relaxou a garganta e me enguliu ainda mais, agarrei seu cabelo e comecei a foder aquela boquinha gulosa. Ela chupava bem, sem dúvidas a loira me proporcionava o melhor boquete de todos. Lambia, me acariciava e massageava minhas bolas. Não tinha nojo de me dar prazer. A safada gostava de fazer aquilo...

— Oh, eu vou gozar... — Avisei.

Ela não parou. Continuou me chupando. Enrolei seu cabelo em meu pulso, Sam roçou os dentes levemente na pele sensível e voltou a me chupar. Acabei me liberando, enchendo a boca dela de porra. Como sempre, a loira não deixou escapar uma gotinha. Enguliu todinho e ainda lambeu os lábios.

— Boa garota... — Acariciei o queixo delicado dela.

Sam sorriu sacana e colocou a língua para fora. Sorri malicioso. Ela estava se mostrando uma bela de uma puta.

Minutos depois...

Fiz ela sentar em cima de mim, meus dedos entravam e saiam daquela bucetinha que estava implorando para ser fodida. Eu já estava excitado de novo.

— Pare de me torturar... Isso é maldade... Ohh, por favor... — Ela gemia louca, querendo o meu pau dentro dela.

Lambuzei bastante meus dois dedos que estavam dentro dela, os guiei para outro lugar... Ela arfou quando abri suas nádegas com a mão que já estava pousada na bunda dela. Deslizei os dedos lambuzados, ela empinou um pouquinho e não reclamou quando eu forcei o primeiro dedo para dentro dela.

A loira gemeu quando enfiei o dedo no ânus dela. Ela era toda lisinha, quentinha e macia ali. Muito apertada também, tirei o dedo e enfiei o outro. Sam gemeu baixinho, comecei a estimular aquela área que era super sensível, ela foi relaxando e dilatando aos poucos. Indroduzi o segundo dedo, ela estava gostando e gemendo, arranhando meu peito.

— Saia de cima de mim. — Pedi retirando os dedos bem devagar.

Sam me olhou frustrada e obedeceu.

— Fica de quatro! — Ordenei.

Ela hesitou um pouco, mas acabou se posicionando, sem dizer uma palavra. Peguei a mochila e tirei dali o último ítem. Um tubinho de lubrificante.

— Freddie, eu...

— Calada! Eu não te dei permissão para falar! — Depositei um tapa em sua bunda.

— Agora eu vou te foder, loira. Mas eu não vou meter em sua buceta... — Avisei.

Me posicionei atrás dela já com o tubinho na mão, abri a tampinha, ela olhou para trás e arregalou os olhos.

— Vamos lá, Sam, admita que também quer isso... — Espalhei o lubrificante pelos meus dedos.

Abri suas nádegas e comecei a lubrificá-la. Lubrifiquei bastante, enfiando os dedos lambuzados, dilatando ela, deixando-a prontinha para receber meu pau... Coloquei a camisinha e também passei um pouco por minha extensão coberta, principalmente na minha glande. Eu estava duro e pronto para foder ela.

Larguei o tubinho e me posicionei, guiei meu membro e ela estremeceu quando o deslizei entre suas nádegas.

— Devagar... — Ela estava nervosa.

— Não se preocupe, eu não vou te machucar... Agora relaxa. — Forcei um pouco, a cabecinha entrou, ela arfou e eu bem devagar comecei a me afundar naquele interior macio, quente e muito apertado.

— Está doendo? — Perguntei agarrando sua fina cintura.

Sam estava se contraindo, me apertando. Aquilo era tão gostoso. Aquela pressão no meu pau que já estava todo dentro dela.

— Um pouco. — Respondeu arfando.

— Estou te machucando? Quer que eu tire? — Minha intenção não era machucá-la. Eu não ia força nada.

— Não... Não tire, espere um pouco... Deixa eu me acostumar... — Disse com a voz baixa.

— Está bem. Respire fundo, tenta relaxar mais... Eu vou ficar paradinho... — Acariciei sua cintura.

Levei os dedos que não foram lubrificados e nem que estiveram dentro do ânus dela para o meio de suas pernas. Eles estavam limpos, comecei a dedilhar ela, que por sinal, estava toda encharcada. Enfiei dois dedos de uma vez e comecei a estimular sua buceta.

[...]

Sua bucetinha apertou meus dedos, ela chegou ao clímax. Continuei metendo, eu também estava quase lá... Ela se contraiu toda praticamente esmagando meu membro, e eu dei mais três estocadas e acabei gozando. Sam desabou embaixo de mim, me retirei dela com cuidado.

Me livrei da camisinha, amarrando-a rapidamente e larguei no tapete. Me joguei ao lado dela, exausto e saciado. Eu com certeza gostaria de repetir aquilo mais vezes...

— Você curtiu? — Perguntei após alguns minutos de silêncio.

Ela estava deitada de bruços, seus olhos estavam fechados, mas eu sabia que ela estava acordada.

Sam não respondeu com palavras, apenas abriu um pequeno sorriso confirmando o que eu já imaginava.

— Foi muito prazeroso... — Toquei nos cabelos loiros que estavam desgrenhados.

— Eu não vou nem conseguir sentar amanhã... — Choramingou.

— Sério? Ótimo! A intenção era essa. — Passei a mão por sua bunda.

Ela abriu os olhos e fez careta.

— Como assim? Era a sua intenção? — Quis saber. — O que significou tudo isso? Os grampos, as palmadas, você me amarrou e até me vendou... — Sua voz saiu mais firme.

— Você mentiu para mim dizendo que saiu com suas amigas. Eu te avisei que não tolero mentiras. Eu sei que você estava no Nijo com o meu primo, Rodrick! — Abri o jogo, sentando na cama.

— Freddie, eu posso explicar... — Mudou de posição e fez careta de dor ao tentar sentar na cama.

— Ah, agora você quer explicar? Você foi num encontro com o Rodrick e não me disse nada. Ainda mentiu pra mim. Você é minha Submissa, porra! É minha Submissa! Você saiu com outro! Quebrou um dos regulamentos do nosso contrato. Você só deve sair e ir pra cama comigo! — Falei sem conter a minha raiva.

— Eu não fui pra cama com ele! — Ela levantou da cama vermelha. Me olhando ofendida.

— Pode não ter ido pra cama dele, mas como vou saber se você não deu para ele no carro? — Perguntei furioso e ela abriu a boca chocada.

— Saimos apenas para nos conhecermos melhor. Não rolou nada, eu juro que ele sequer tentou me beijar. — Lágrimas já estavam escorrendo por seu rosto.

— Você mentiu para mim. Pode estar muito bem mentindo de novo. — Acusei.

Comecei a pegar minhas roupas, me vesti apressado. Recolhi a camisinha do chão e a descartei no lixeiro do banheiro. Enfiei o estojo com o vibrador, o tubinho de lubrificante, a gravata e os pedaços de seda na mochila.

Sam já estava enrolada no lençol chorando.

— Isso tudo foi uma punição? — Perguntou com a voz completamente embargada.

— Não. Eu ainda vou te punir. Vou te punir no Quarto do Prazer. Vai se preparando! — Avisei, sério.

Ela chorou ainda mais, não disse nada. Sequer ergueu o olhar, apertando o lençol contra o corpo.

— Não precisa ir trabalhar amanhã. Você nem vai conseguir sentar mesmo. — Avisei. — Por quê você está chorando? — Perguntei me emputecendo com aquilo. Odiava ouvir choro.

— Você ainda pergunta? — Ergueu o olhar. — Você apenas me usou. Está bravo comigo. Nem sequer me beijou, foi apenas sexo... Você foi tão rude comigo. — Disse me olhando indignada.

— Ah, é mesmo? Você não reclamou de tudo isso quando eu estava comendo a sua bunda! — Retruquei.

Lhe dei as costas e caminhei até porta que não estava trancada. Abri a mesma e saí dali pondo minha mochila nas costas. Eu ainda havia pegado leve com ela.

Notas finais
Então, o que acharam do capítulo??? Gostaram do encontro dela com o Rodrick??? Josh é um fofoqueiro, né??? Rsrsrs E sobre a reação do Freddie? Ele ficou bastante bravo haha Estão odiando o Benson por ele ter feito o que fez na hora da raiva??? Ele disse que aquilo não foi punição, imagina se fosse, não? Hahaha Tadinha, nem queria estar na pele dela quando a hora da punição chegar... O que acharam do Hot??? Muito intenso??? Muito pesado??? Comentem, nada de vácuo. Bjs