50 Tons de Desejo
44 Momento único
Notas iniciais
P.O.V Da Sam
Assim que interrompemos o beijo, fomos para o seu quarto, Freddie fechou a porta e tirou a camiseta. Aqueles braços musculosos, o peitoral e o abdômen definidos, o volume de sua ereção sob a calça de moletom, tudo naquele homem me deixava louca.
— Você ainda não viu minha tatuagem. — Sorriu. Ele tinha um sorriso de lado tão único, tão sexy. Eu amava aquele sorriso.
Se virou, mostrando a tatuagem nas costas. Um Dragão todo negro em estilo tribal. Traços precisos, muito bem desenhado, era uma tatuagem que ocupava a região das omoplatas, um Dragão com as asas abertas e sua calda descia quase chegando ao seu quadril. Era uma bela tatuagem, muito bem feita.
Achei tão sexy. Senti minha calcinha molhar ainda mais.
— Gostou? — Perguntou com a voz rouca.
— Sim. — Por sorte não gaguejei.
— Quer tocar? — Eu não tinha certeza, mas eu apostaria que ele estava sorrindo.
— Quero. — Me aproximei.
Parei bem atrás dele, mordi o lábio inferior, minha pulsação estava acelerada. Minhas pernas ficaram trêmulas. Eu estava muito excitada, meu clitóris pulsava... Ergui a mão direita, toquei em sua pele, passando os dedos pela cabeça do Dragão, deslizei os dedos, contornando o desenho, gostando de tocá-lo, de sentir sua pele...
— Gostou mesmo? — Sua voz soou ainda mais rouca.
— Sim, eu gostei... — Molhei os lábios. — É lindo. — Minha voz saiu baixa.
— Sei que sou lindo. — O cretino riu se divertindo.
— Não falei de você... — Continuei acariciando sua pele tatuada.
— Eu sei, linda, eu estava brincando, você está nervosa, relaxe... Quer me beijar? — Indagou.
— Quero... A sua boca não, quero beijar a tatuagem... — Afirmei.
— Vai em frente, Sam. — Permitiu.
Não perdi mais tempo, fiz exatamente o que eu desejava naquele momento. Comecei a beijar suas costas, passei os braços ao redor dele, cravando as unhas em seu abdômen.
— Oh, porra! — Gemeu.
Ousei passar a língua por sua pele lisa e macia, ele estremeceu e pegou minhas mãos, colocou elas por dentro da calça, logo notei que ele estava sem cueca.
Mordisquei devagar e lambi de novo, lhe arrancando mais gemidos, segurei seu membro que estava duro. Comecei a masturbá-lo.
[...]
Seu corpo estremeceu, mordisquei suas costas de novo, alternando entre beijos e lambidas. Seu membro pulsava em minha mão, o senti inchar ainda mais e com gemido alto e gutural, ele se curvou, gozando na minha mão.
Lambuzei meus dedos, continuei com os movimentos, subindo e descendo, apertando-o.
— Oh, porra, eu... — Seu corpo ainda estava sofrendo com os espasmos.
Acariciei sua glande, ela estava toda molhada. Aquilo tudo também havia me excitado. Eu latejava. Me sentia encharcada.
Retirei as mãos dali e ele se virou para mim, seus olhos estavam quase negros, escurecidos pela luxúria.
— Você me fez gozar gostoso, da próxima vez quero gozar na sua boca... — Disse com a voz carregada de desejo.
Mordi o lábio, eu estava satisfeita e orgulhosa por ter feito aquilo.
— Agora vou transar com você... — Me puxou pela cintura, colando nossos corpos. — Nada de sexo bruto. Hoje não sou o dominador, nada de ordens. Se entregue, não tenha medo. Não irei te machucar. Não vou exigir nada de você. Hoje à noite seremos apenas um homem e uma mulher entregues ao forte desejo que sentimos um pelo outro. — Falou olhando em meus olhos, assenti sentindo o meu coração disparar enlouquecido.
Ele se afastou para me despir, tirou cada peça com calma e depois me deitou na cama. Mas antes disso, ele havia acariciado e beijado as minhas cicatrizes, me pedindo desculpas por ter passado dos limites naquela noite...
— Você é tão linda. — Me elogiou.
Sorri tentando relaxar, eu sempre ficava nervosa.
— Abra as pernas. — Pediu, ele nunca pedia, sempre ordenava.
Me acomodei melhor, abri as pernas, deixando meus joelhos levemente dobrados.
— Muito molhada, está escorrendo... — Deslizou um dedo por meu clitóris.
— Ahhh. — Gemi baixo.
Eu estava pulsando, latejando de tão excitada.
— Deixe sempre assim, gosto de você bem aparadinha, nunca mais depile tudo, você é tão macia. — Freddie posicionou a cabeça entre minhas coxas. Encostou o nariz na minha virilha. — Macia e cheirosa... — Me acariciou e me penetrou um dedo.
Gemi, me abrindo mais, expondo-me toda para ele. Retirou o dedo, separou meus lábios vaginais e mergulhou a língua, fazendo-me estremecer e agarrar seus cabelos.
— Ohh... — Sua língua me percorria por inteira, do meu clitóris até a minha entrada, dando longas lambidas. — Oh, Deus! — Eu me contorcia, puxando seus fios macios.
Ele me chupava devagar, sugava e mordiscava meu clitóris. Aquilo era tão bom. Suas mãos acariciavam minhas coxas, me mantendo aberta, o prazer era intenso, era tudo delicioso... Sua respiração batendo em mim. Sua boca me estimulando... Fechei os olhos. Comecei a acariciar seu cabelo, gemendo baixinho.
[...]
Freddie me beijou enquanto eu ainda tremia por conta do orgasmo. Segurei seus ombros, apertando-o, sua língua acariciava a minha lentamente, meu gosto misturado ao gosto do seu beijo deixava tudo mais gostoso e excitante.
Só paramos o beijo quando nossos pulmões exigiram por oxigênio. Nos encaramos ambos ofegantes.
— Quer que eu fique de quatro? — Perguntei, ele sempre fazia questão de me colocar naquela posição.
— Não... — Negou. — Quero entrar em você assim, olhando em seus olhos... — Ele já estava nu.
Eu sentia sua ereção pressionar minha barriga.
Me abri mais para acomodá-lo, e sem romper nosso contato visual, Freddie se posicionou, direcionando o membro ereto para a minha entrada, eu já estava bastante lubrificada, me adentrou lentamente...
— Ahhhn... — Apertei seus ombros.
Ele era grande e grosso, me dilatava toda enquanto me invadia.
— Ohhh, relaxa mais... — Pediu enquanto erguia o tronco, se retirando.
— Tô tentando... Freddie... — Gemi seu nome quando ele me penetrou de novo. — Oh! — Cravei as unhas em seus ombros.
— Continua tão apertada... Mesmo estando toda meladinha... Você continua me apertando, é uma delícia te sentir... — Sua boca encostou no meu lóbulo, sugou e mordiscou. — Ponha as pernas ao meu redor. — Pediu.
Passei aos pernas por volta dele, abraçando seu quadril, sentindo seu membro todo dentro de mim, indo tão fundo...
— Oh, mais rápido... Com força. — Comecei a me mover junto com ele.
— Não quero foder desse jeito, te avisei... Apenas continue gemendo. — Quero te sentir assim, sem pressa... Devagar. Aproveitar o seu aperto. Você está quentinha e toda molhadinha... Oh... — Acariciou minha cintura.
— Ahhh. Freddie... — Fechei os olhos, sentindo ele ir tão fundo. Suas estocadas eram lentas.
— Quer ficar por cima? — Sua voz saiu tremendamente rouca.
— Oh, sim... — Respondi.
Me deu um longo selinho antes de sair de cima de mim, se retirando com cuidado. Mudamos de posição. Fiquei no comando... Sentei sobre seu membro que estava completamente ereto, molhado, deslizei fazendo-o gemer alto, ele segurou minha cintura.
— Devagar... Cavalgue bem gostoso, se segure em mim. — Pediu em voz baixa.
Apoiei minhas mãos em seu peito. Comandando os movimentos. Subindo e descendo devagar. Suas mãos deslizavam por minha cintura, me acariciando. Não quebramos nosso contato visual. Nossos gemidos saiam no mesmo tom.
[...]
Desabei em cima dele, nossos corpos sofriam de fortes espasmos, chegamos ao ápice quase ao mesmo tempo.
Ficamos um tempinho ali até nossas respirações se normalizarem. O quarto estava cheirando à sexo. Suor e nossos perfumes misturados.
Suas mãos deslizavam por minhas costas, tocando minhas cicatrizes. Ficamos ali em silêncio.
Quase peguei no sono, nua em cima dele, sentindo seu peito subir e descer...
— Sexo baunilha... Muito bom. — Comentou.
— Foi mais uma exceção? — Perguntei abraçada à ele.
— Sim... — Respondeu. — E foi bom demais. — Afirmou.
— Com certeza... — Eu tinha que admitir.
Eu já estava acostumada com sexo bruto. Mas aquilo havia sido diferente. Ele não usou palavras chulas, foi cuidadoso e carinhoso o tempo todo... Amei cada segundo daquela transa lenta e maravilhosa.
Eu estava feliz e satisfeita.
Foi como se tivéssemos feito amor... Foi tão especial, eu jamais esqueceria daquele momento único.
Algumas lágrimas escaparam, ele nem percebeu.
O que eu mais temia havia acontecido... Não tinha mais como lutar contra aqueles sentimentos.
Eram mais fortes do que eu.
Eu estava apaixonada... Perdidamente apaixonada por Fredward Karl Benson.
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