50 Tons de Desejo
45 Intenso & Excitante
Notas iniciais
Uma semana depois...
P.O.V Da Sam
— Aqui estão os relatórios que o senhor me pediu. — Lhe entreguei os papéis.
— Obrigado, Samantha. — Disse em seu habitual tom formal. — Você vai almoçar com suas amigas hoje? — Perguntou sem tirar os olhos da tela do computador.
— Não. — Respondi.
— Com o Sullivan, então? — Ergueu o olhar. Seus olhos castanhos e penetrantes me avaliavam.
Neguei balançando a cabeça.
— Não combinei de almoçar com ninguém. — Por fim falei.
— Almoce comigo. — Nem soou como um convite. Ele havia decretado.
Assenti, nem tinha como recusar, e eu também não iria recusar. Eu gostava de almoçar com ele.
— Que cor de lingerie está usando hoje? — Aquela pergunta me pegou de surpresa.
— Nós estamos no ambiente de trabalho, senhor, não deveríamos...
— Responda! — Aquilo foi uma ordem. Ele tinha me interrompido.
— Preta. — Respondi.
Minha pulsação já estava acelerada. Senti um formigamento na nuca.
— Mostre para mim. — Se acomodou na cadeira, parecia relaxado, com os olhos fixos em mim.
Olhei para a porta, estava trancada. Me virei para ele. Comecei a desabotoar a blusa de linho. Botão por botão bem devagar.
Abri a blusa exibindo meu sutiã com bojo meia-taça, rendado, com detalhes em cor de vinho.
Ele sorriu e levantou já afrouxando a gravata vermelha. Deu a volta pela mesa e parou à minha frente.
— Só temos meia-hora. Ninguém vai nos atrapalhar. Quero ir bem relaxado para a reunião! — Me puxou pela cintura.
— Sim, senhor! — Mordi o lábio, fitando seus olhos escurecidos e repletos de desejo.
Me agarrou e me beijou vorazmente explorando cada cantinho da minha boca, sua língua deslizava pela minha, acariciando-a com bastante volúpia. Agarrei sua nuca retribuindo aquele beijo com a mesma intensidade. Infelizmente o ar foi ficando escasso. E tivemos que parar o beijo.
Nos separamos buscando ar, ambos ofegantes.
Freddie afastou as coisas da mesa e me colocou sentada ali.
— Gosto de você usando saltos. Você fica tão sexy. — Alisou minhas pernas desnudas.
Minha pele estava arrepiada, meu coração já batia forte e acelerado. O tesão já corria por minhas veias.
— Coloque as mãos para trás! — Mandou.
Obedeci prontamente, ele retirou a gravata e amarrou meus pulsos, me atando.
— Apertado? — Perguntou.
— Um pouco, senhor. — Respondi. Ele tinha assumido a postura de dominador.
— Ótimo! — Sorriu.
Não me senti desconfortável, até consegui apoiar minhas mãos sobre o tampão da mesa.
— Já está molhadinha para mim? — Começou a subir minha saia social.
— Sim, senhor. — Arqueei as costas. Eu queria deitar.
Abaixou um pouco a minha calcinha, e me puxou pelas coxas para a beirada da mesa. Deslizou o tecido macio por minhas pernas e coxas, me despindo daquela peça.
— Abra bem as pernas! — Deu mais uma ordem.
Abri me expondo para ele. Seus dedos hábeis e longos logo entraram em contato com a minha pele.
— Toda meladinha, está escorrendo, deve estar latejando, ansiando por meu pau, não é? — Sorriu, malicioso.
Arfei e gemi, sentindo meu clitóris pulsar. Inseriu dois dedos de uma vez. Ofeguei e estremeci.
Comecei a me mexer, rebolando contra a sua mão. Seus dedos me estocavam. Giravam e iam fundo em mim. Seu dedão apertava e esfregava meu clitóris. Eu gemia baixinho, o encarando.
O moreno sorria, se deleitando, aquilo o excitava. Nos excitava.
Retirou os dedos e os levou à boca, limpando-os.
— Gostosa. Não me canso de dizer isso. Você é uma delícia. — Ele não estava usando o terno.
Desabotoou a camisa cinza de linho. Já estava sem gravata mesmo. Fez o mesmo com a calça preta social.
— Agora vou meter muito em você, ainda temos 25 minutos. — Olhou no relógio de ouro caríssimo.
Me desceu da mesa e me virou, me deitando ali, mantendo a minha saia toda levantada.
— Empina para mim, sua safada! Sei que você gosta quando eu falo algumas putarias para você. — Deu um tapa forte na minha nádega esquerda.
Meus braços estavam presos, eu estava deitada de barriga, meus sapatos sobre o piso polido, firmei minhas pernas. Empinei pronta para recebê-lo.
— Isso mesmo, boa garota obediente. — Afastou minhas coxas e foi me penetrando.
Gemi alto, sua ereção enorme foi me invadindo, me dilatando, a sensação de tê-lo dentro de mim era uma verdadeira delícia. Ele foi bem fundo, doía um pouquinho quando ele entrava até o talo, batendo as bolas inchadas em mim.
Deitei a minha cabeça de lado, meus pulsos atados formigavam. Nossos corpos se chocavam. Freddie estava no comando, sendo o dominador, suas estocadas eram profundas, num rítmo gostoso...
Eu sentia a rigidez dos meus mamilos, eles também formigavam, meus seios estavam ficando doloridos, contra a mesa.
E nossos gemidos ecoavam por sua sala. Tudo aquilo era excitante. Alguém poderia sim bater na porta, mas Freddie não iria parar e nem deixar alguém nos atrapalhar.
O Benson tinha todo o domínio naquele momento. Ele sempre gostava de ter o controle das coisas. Com certeza nasceu para dominar e comandar. Aquilo fazia parte dele. Freddie era bastante controlador, prepotente, egocêntrico e fodia como ninguém. Era um verdadeiro sonho de consumo.
[...]
Horas depois...
— No seu apartamento ou no meu? — Perguntou quando estávamos no estacionamento.
— Melhor no seu, Carly e Josh vão curtir uma sessão de cinema caseiro hoje lá em casa. Não estou a fim de segurar vela e ver eles comendo pipoca doce, eles costumam dividir a pipoca, nem queira ver como... — Falei lhe arrancando uma risada.
— Tudo bem, no meu apartamento, então... Vou pedir comida ou prefere que a Rose prepare o jantar? — Perguntou.
— Não incomode a dona Rose, peça algo gostoso e uma sobremesa. — Destravei a Mercedes.
— Está bem. Vou pedir. Até mais tarde, linda! — Deu aquele belo sorriso.
— Até, senhor Benson. — Sorri também.
— Freddie. Aqui fora apenas Freddie, Sam. — Destravou o Audi.
— Okay, Freddie. Até mais tarde! — Acenei me despedindo e abri a porta do carro.
Minutos depois...
Quando cheguei, a Shay e o namorado dela estavam na sala discutindo sobre qual filme iriam assistir primeiro, nem me viram chegar.
Fui direto para meu quarto, onde me despi e rumei para o banho. Após o banho, hidratei meu corpo e não demorei para escolher a roupa.
Afinal, o Benson ia me deixar nua de qualquer jeito. Eu não precisava ir toda produzida.
Coloquei uma lingerie confortável, um conjuntinho azul-claro. Nada ousado. Escolhi um vestido preto de alcinhas, saia rodada, acinturado. Vesti um casaquinho azul-escuro, optei por colocar sandálias pretas de salto, com tirinhas para amarrar no tornozelo.
Passei lápis de olho e um batom cor de boca num tom levemente rosado. Coloquei uma calcinha extra na bolsa. Meu cabelo estava solto com os cachos caindo por meus ombros. As lingeries que tinham no closet lá no apartamento dele eram todas ousadas demais. Não tinha nenhuma calcinha confortável.
Não era sexta, e eu não ia encontrá-lo como submissa. Ainda era quarta-feira e combinamos de jantar com direito à beijos e sexo 'casual' digamos assim...
[...]
— Pedi algo bem leve e saboroso, espero que goste. — Puxou a cadeira sendo cavalheiro como sempre.
A mesa estava posta e bem arrumadinha. Com pratos bonitos, talheres reluzentes e taças médias. A garrafa de Vinho estava num baldinho com gelo.
Ele havia pedido frango com molho agridoce, com comporta de verduras, creme de ervilha e batata gratinada com queijo.
Nos servimos, coloquei apenas o frango com molho e a batata gratinada no meu prato. Ele comeu um pouquinho de cada. Dispensei a comporta de verduras e o creme de ervilha.
Tomei apenas um pouquinho de Vinho, só para não fazer desfeita.
A conversa foi fluindo, conversamos sobre ele, sobre mim e sobre banalidades. Nunca tínhamos tido uma conversa como aquela antes. Rimos compartilhando histórias sobre nossa infância e adolescência.
Escovei os dentes usando minha escova nova. Eu tinha um kit de produtos higiênicos no quarto onde eu ficava. Troquei de roupa e vesti um blusão de moletom ficando apenas com a calcinha por baixo.
Ele já estava me esperando no quarto dele. Era a maior suíte do apartamento é claro.
Freddie estava apenas de calça de moletom. Logo descubri que ele não estava usando cueca.
Tirou o meu blusão e apertou meus seios. Ambos ao mesmo tempo. Deixando os bicos durinhos com seus toques firmes. Em seguida me beijou, o beijo foi demorado com direito à mordidinhas no lábio inferior, claro que devolvi o beijo, acariciando seu cabelo macio. Só encerramos o beijo quando nossos pulmões exigiram oxigênio.
— Tire a calcinha e se ajoelhe. — Pediu ainda ofegante.
Fiz o que ele havia pedido, já sabendo o que ele queria. Ele já estava ereto, inchado, com as veias saltadas. Pronto para ser chupado.
— Me chupe, você sabe como eu gosto. — Apontou para o membro.
O peguei e alisei o comprimento, percorrendo os dedos de leve. A pele lisinha. Com cabecinha rosada. Duro feito ferro. O coloquei na boca.
Lambi toda sua extensão, suguei sua glande bem devagar. O engulindo até onde podia. Chupando-o com gosto. Girei a língua, contornando a cabecinha rosada, sentindo o gosto dele.
Eu já estava excitada. Meu clitóris pulsava cada vez mais.
— Relaxe a garganta. — Segurou minha cabeça.
Relaxei, ele estocou bem fundo em minha boca, meus olhos imediatamente lacrimejaram... A garganta profunda se iniciou, segurei suas coxas, ele comandava, aguentei e não tive ânsia.
— Oh, porra! Vou gozar! — Jogou a cabeça para trás gemendo rouco, soltando outro palavrão.
Ele inundou a minha boca, não consegui engulir tudo, acabei tossindo, me engasgando um pouco... Escorria por meu queixo, minha respiração estava descompassada.
— Agora deita, vou te chupar todinha. — Sorriu e me ajudou a levantar.
Deitei e ele afastou minhas coxas, me deixando bastante exposta.
— Sua buceta é linda. Cheirosa. Gostosa. Eu amo te chupar. Meter a língua em você e te saborear... Você sabe disso, não é? — Usou os dedos para me abrir.
— Oooh... — Apertei a colcha quando ele mergulhou a língua em mim.
Eu gemia de acordo com seus movimentos. Retirou a língua e colocou um dedo, girando-o. Eu me contorcia. Começou a me lamber. Mordiscar. Chupar. Agarrei seu cabelo.
Me contorcia toda, ele sugava meu clitóris. Afundava o dedo. Puxei o cabelo dele. O orgasmo veio com tudo. E ele não parou. Continuou me chupando e me chupando.
— Ai, porra! — Acabei soltando um palavrão.
Gritei de novo quando ele mordiscou meu clitóris. Minhas pernas tremiam.
— Fodidamente deliciosa. — Disse após encerrar o sexo oral. — Se solte. Não se controle. Não segure a língua. Seja uma devassa também. — Apertou minhas coxas. — Que tal sentar no meu pau agora? — Esfregou o membro duríssimo na minha virilha.
Sentou na cama, logo montei nele e comecei a cavalgar, por estar completamente molhada, eu deslizava rapidamente, no comando, subindo e descendo, levando-o ao delírio.
E claro, rolou a segunda rodada de sexo, com ele no comando, ele havia me colocado de quatro, e eu amei cada segundo daquela transa intensa. Fiquei dolorida, mas não me importei.
[...]
No dia seguinte...
P.O.V Da Sam
Acordei primeiro, acabamos dormindo juntos na cama dele. Ele havia deixado eu dormir ali, me levantei com cuidado para não acordá-lo. Ele estava dormindo de bruços, seu cabelo estava todo desalinhado. Eu estava nua, ele também por baixo do edredom, me espreguicei e fui recolhendo meu vestido e minha lingerie.
Fui para o banheiro, era enorme e muito sofisticado. Aliviei minha bexiga. Escovei os dentes sem pressa usando a escova extra, usei o enxaguante bucal e depois iniciei meu banho.
Ensaboei meu corpo, ele não usava sabonete em barra. Era líquido e tinha um cheiro delicioso. Eu havia feito um coque apertado para não molhar o cabelo.
Antes que eu pudesse terminar meu banho, ele adentrou o banheiro, se aliviou também, ainda bem que ele não era o tipo de homem que molhava a parede e toda a borda da privada de xixi. Ele mirava direitinho. O vidro do box não era embaçado, por isso, eu conhecia vê-lo perfeitamente, como se não tivesse vidro.
Enquanto tirava o excesso de espuma do corpo, o observei escovar os dentes. Desliguei o chuveiro.
Freddie invadiu o box e me impediu de sair.
— Já terminei. Quero me secar! — Protestei.
— Por quê não me acordou? — Me prensou na parede revestida de azulejos.
— Você estava dormindo tão profundamente. — Espalmei as mãos sobre seu peitoral.
— Devia ter me acordado. — Me roubou um selinho. — Toma banho comigo. — Roçou nossos lábios.
— Não. Mas posso te ajudar no banho, se você quiser, posso esfregar suas costas... — Falei. Eu não ia tomar banho de novo só porque ele queria.
— Tanto faz, comece ensaboando por aqui... — Abaixou minhas mãos levando-as para o seu membro semi-ereto.
— Pode deixar. — Sorri gostando daquilo.
Peguei o frasco do sabonete e coloquei na palma da minha mão esquerda uma boa quantidade, o suficiente para ensaboar todo aquele corpo definido... Apalpei cada músculo.
Quando cheguei nas costas, pude apreciar sua tatuagem, aproveitei para acariciá-lo, contornando o desenho. Era tão sexy.
— Devia me dar banho mais vezes, sua mão é tão macia... — Comentou com a voz rouca.
— Não se acostume, você já é grande e sabe muito bem tomar banho sozinho. — Falei terminando de ensaboá-lo.
— Bem que você sabe que eu sou grande... — Notei a malícia em seu tom. — E você é pequena. — Se virou e nos girou, me colocando contra a parede de novo.
E me beijou, senti seu hálito refrescante, o gosto do creme dental. Foi um beijo de tirar o fôlego. Minhas pernas até ficaram bambas.
— Sua buceta está molhadinha, hum, sempre pronta para mim. — Me tocou, deslizando os dedos por minha abertura.
Ele já estava bastante ereto, apenas me virou, apoiei as mãos sobre o azulejo.
— Gosta dessa posição? — Foi abrindo minhas pernas.
— Gosto. — Respondi.
— Ótimo! Agora empina para mim... — Senti o membro dele roçando de leve.
Empinei, tão louca de desejo, ansiando pela penetração.
Freddie guiou o membro para a minha entrada.
— Aí não, eu quero que... — Senti meu rosto esquentar, não consegui dizer. Droga!
— Já entendi. Não quer que eu meta na sua buceta e sim na bunda, não é? — Indagou.
Assenti. Eu não sabia como explicar... Eu estava com vontade. Um puta vontade.
— Continua empinada. — Senti novamente seus dedos entre minhas pernas.
Lambuzou bastante os dedos, afastou minhas nádegas e lubrificou minha entrada anal.
Eu precisava relaxar. Logo fui relaxando de acordo com suas carícias. Ele me penetrou um dedo, fui aos poucos dilatando, até estar preparada para recebê-lo. Ele estava molhado, tanto pela água, quanto pelo líquido pré-ejaculatório.
Aquilo tudo era tão excitante. Eu me sentia toda encharcada. Meu clitóris latejava.
Então, ele se posicionou e começou a me penetrar, sua glande entrou me dilatando ainda mais.
— Precisa relaxar mais... — Me prensou contra a parede, meus seios roçaram no azulejo.
Sua mão esquerda foi para o meio das minhas pernas. Começou a me masturbar. Aquilo ajudou bastante. Relaxei.
— Sinta o meu pau te invadindo... — Foi se afundando em mim. Soltei um gemido alto. — A sua bunda é boa para foder... Tão macia e apertadinha. — Me contraí, ele já estava quase todo dentro de mim. — Tão gostosa quanto a sua buceta... — Disse no meu ouvido. Arfei.
Quanto mais eu gemia, seus dedos me estocavam pela frente e ele me estocava por trás. Me dilatando à cada investida.
— Oooh, céus! — Senti ele indo cada vez mais fundo.
Fechei os olhos apreciando a sensação. Seus dedos pressionavam meu clitóris.
Estavámos fazendo sexo anal... Aquilo era tão gostoso. Não tinha como descrever tudo com detalhes... O prazer era muito grande e intenso.
Suas estocadas eram quase lentas. Profundas. O desconforto havia passado. Eu só sentia prazer. Pela frente e por trás.
— Ooh, Sam... — Arfou na minha nuca. — Amo te ouvir gemer assim. — Ondulou os quadris, aumentando a sensação prazerosa. — Geme mais, minha safada... — Suas bolas batiam em minhas nádegas.
"Minha safada... Ele me chamou mesmo de 'minha'?"
— Oooh, Freddie... — Fechei os olhos.
— Está gostando, minha gostosa? — Apertou minha cintura.
Me chamou de 'minha' novamente. Amei aquilo.
— Sim... Estou gostando... Muito. — Eu me movia contra ele, sentindo ele aumentar as investidas.
Cheguei ao ápice primeiro, só não desabei porque ele me segurou. E ele gozou com força.
— Não acredito que você gozou na minha bunda... — Minha voz saiu baixa. Eu estava arfando. Minhas pernas pareciam gelatina.
— Gozei sim. Vai reclamar? — Mordiscou meu lóbulo direito. — Na próxima vez vou gozar no seu rosto ou na sua boca. O que você prefere? — Ele estava arfando assim como eu. Retirou o membro com cuidado. Senti seu líquido escorrer...
— Não estou reclamando... Na verdade, eu gostei... — Admiti.
— Gostou mesmo? — Me virou, pude ver seu sorriso.
— Sim, eu gostei. — Assenti.
— Você me surpreendeu hoje. — Juntou nossos corpos.
— Vou te surpreender ainda mais. — Segurei seu rosto e o beijei.
Tive que tomar banho de novo, e ele também, mas valeu a pena. Ambos ficamos saciados. Eu com certeza faria mais vezes.
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