50 Tons de Desejo

38 Insaciáveis...


Notas iniciais
Hey, pessoal!!! Aqui está mais um capítulo de 50Tons totalmente narrado pelo Sr. Benson. Teremos um capítulo 100% Seddie e está bem caliente hehe Espero que gostem!!! Boa leitura!!!

No dia seguinte...

P.O.V Do Freddie

Ela parecia um anjo adormecido, os cabelos dourados espalhados pelos travesseiros cor de creme, apenas enrolada no lençol branco, o rosto sereno, seus lábios rosados estavam entreabertos, e ela ressonava baixinho, tão linda... Acho que nunca me cansaria de admirá-la, vê-la adormecida ao meu lado era bom, principalmente tê-la aconchegada em meus braços.

Saí da cama com cuidado para não acordá-la, nossas roupas estavam emboladas pelo chão, juntei tudo e coloquei no cesto de roupa suja que tinha alí no quarto.

Peguei minha mochila e fui para o banheiro, nossas escovas de dente estavam juntas no porta-escovas. O seu armário estava uma bagunça, arrumei tudo, alinhando seus produtos de higiene pessoal nos dois compartimentos com divisão.

A toalha vermelha e a azul estavam peduradas lado à lado no gancho, nossas roupas íntimas penduradas no box, eu mesmo havia lavado durante o banho. Sam ficou mortificada quando soube que lavei sua calcinha, mas eu não me importava. Nenhum pouco.

Fiz minha higiene matinal, vesti um jeans confortável, uma camisa xadrez azul por cima de uma camiseta branca, e calcei os chinelos que eu havia deixado ali semanas atrás. Acabei achando duas boxers minhas na gaveta de roupas íntimas, pelo visto uma certa loira andava "furtando" minhas cuecas.

O "Anjo" de temperamento forte ainda continuava num sono profundo. Ela se mexeu algumas vezes, o lençol deslizou por seu corpo, mostrando um pouco de sua nudez. A parte de cima de suas nádegas perfeitamente arredondadas, sua bunda era linda, macia e empinada. Uma parte de sua silhueta ficou descoberta, a curva de sua cintura fina, seu seio esquerdo acabou ficando exposto, o mamilo rosado. Tudo nela era lindo, os cabelos com cachos dourados, os olhos claros, sua boca convidativa, o corpo curvelíneo, aquela bunda perfeita, os seios belos e fartos, as coxas torneadas, sua pele branquinha e lisinha, com alguns sinais espalhados por seu corpo enfeitando a pele de porcelana.

Perfeita. Linda. Sexy. Irresistível.

Aquela mulher ainda ia acabar me deixando completamente louco. Puta merda! Como conseguia ser tão adorável? Encantadora? Por quê ela me fazia ficar assim? Com vontade de tê-la em minhas mãos sem pudor, louco de desejo, insaciável...

Seu cheiro, o sabor de seus lábios, o calor de seu corpo, tudo nela me atraía, me fascinava. Nenhuma outra mulher mexeu comigo assim antes. Ela era única. Fodidamente gostosa.

Voltei a deitar ao seu lado, observando cada detalhe seu. Os cílios longos claríssimos, sobrancelhas perfeitas, seu rosto angelical, a boca bem desenhada e aquele nariz lindo. Deus havia caprichado nos detalhes.

Samantha Joy Puckett era uma mulher inteiramente linda, tanto por fora quanto por dentro. Inteligente, forte, dígna, engraçada, e seu jeito de "moleca atrapalhada", a teimosia e sua personalidade forte eram coisas admiráveis. Aprendi a admirar até mesmo os seus defeitos, suas manias que muitas vezes me tiravam do sério.

" Será que estou... Não. Eu não posso estar. Não devo..."

Minutos depois...

Acariciei seu rosto, tocando sua pele aveludada, contornei seus lábios com a ponta do dedo, e ela suspirou quando meus dedos percorreram por suas costas desnudas, deslizando lentamente... E Sam foi acordando, piscando, e resmungou algo ainda sonolenta, piscando um pouco mais antes de despertar.

— Boa dia. — Repousei as mãos na cintura dela por baixo do lençol.

— Hum... — Murmurou fechando os olhos.

Retirei as mãos dalí e despi seus seios puxando o lençol para baixo, acariciei cada um bem devagar, antes de dar uma leve beliscada nos mamilos que logo ficaram rígidos, arrepiados.

— Ah. — A loira arfou.

Sorri apertando o direito, e massageei o esquerdo.

— Ooh. — Sua boca abriu em formato de "O".

— Você gosta, não é? — Desci a mão por sua barriga até chegar aonde eu tanto ansiava.

Ela abriu as pernas, a boca ainda entreaberta, seus olhos levemente arregalados. Suas coxas estavam quentes, deslizei os dedos entre suas "dobras", encontrando sua fenda molhada, meus dedos escorregaram ali, espalhando seu "mel", e enfiei primeiro um...

— Ahh. — Gemeu se contorcendo.

Penetrei mais um dedo, e comecei a movimentá-los mergulhando-os fundo, naquele calor gostoso, ela era bem apertada, deliciosa.

— Só goze quando eu mandar. — Avisei.

Girei os dedos, esfreguei e belisquei seu clitóris, retirei os dedos e os afundei novamente, mexendo devagar, eles estavam melados, aquilo facilitava. Tentei enfiar o terceiro, ela protestou e choramingou. Desisti, e aumentei o rítmo de minhas investidas, fodendo aquela bucetinha somente com dois dedos.

— Goza. Pode gozar. Isso... Que delícia sentir você me apertando. Olhe nos meus olhos. — Ordenei.

Ela se desmanchou gemendo alto, quase esmagando meus dedos. Sorri satisfeito, era prazeroso vê-la gozar, admirar seu rosto corado, ela chegando ao ápice.

— Muito bem. — A agarrei pela cintura e cheirei o seu cabelo.

— Foi... Foi muito bom... — Disse se recuperando do orgasmo.

— Sim, sim... Depois quero gozar também, adoro quando você chupa o meu pau, mas isso fica para depois... — Me afastei um pouco.

Puxei o lençol, ela estava deitada de lado, e eu a deitei de barriga para cima. Abri suas pernas e me deliciei vendo seu clitóris avermelhado, um pouco inchado, aquela bucetinha depilada brilhando de tão molhadinha.

— Quero tomar banho. — Falou com a voz levemente rouca, com aquele tom matinal.

— Depois. — Avisei tirando a camisa xadrez e a camiseta, abri o zíper da calça, me despindo.

Finalmente poderia ver sua tatuagem, eu estava curioso pra caralho. Sua tatuagem não estava mais coberta como a minha, pois a minha era maior e estava demorando para cicatrizar. A virei na cama, pondo-a deitada de bruços e pude ver o belo trabalho que Charlotte fez na loira. O desenho delicado de uma rosa vermelha como sangue, com o caule verde-escuro e com uma fitinha roxa em volta do caule. Ficou linda, perfeita. Estava praticamente toda cicatrizada. Charlotte mandou bem. O contraste das cores vivas combinou com o tom de sua pele. Ficou perfeita demais.

— Gostou? — Perguntou, ansiosa.

— Simplesmente amei. — Toquei no desenho e depositei um beijo em seu cóccix. — Muito sexy, é bem legal e ficou perfeita em você. Rosa vermelha simboliza paixão, é uma tatuagem realmente bonita. — Contornei o desenho.

— Que bom que gostou. Estou muito curiosa pra ver a sua. — Admitiu.

— Vai ter que ter paciência. Ainda falta mais uma sessão, talvez duas, ainda tem que colorir. — Falei sem tirar os olhos de sua tatuagem.

— Quem está trocando o filme plástico para você? — Indagou.

— A Rose. — Respondi.

— Ah, eu deveria ter imaginado. Gosto dela. Aquela senhora é como uma mãe para você. — Falou e ela tinha razão.

— Também gosto muito dela. A Rose é como uma segunda mãe mesmo. — Concordei. — Estou com tesão. Essa tatuagem me atiçou bastante. — Deslizei o dedo indicador por seu cóccix.

— Hum... Você não cansa? — Riu.

— Sou insaciável, baby. — Afirmei.

— É, pervertido, mandão e sabe ser chatinho quando quer, não é? — Mudou de posição, deitando de lado.

— Você também não fica atrás. — Olhei para os seus seios, os bicos estavam durinhos. — Você gosta. — Sorri, convencido. — Você também é insaciável, baby. Admita! — Pedi e ela negou.

Me aproximei e mudei sua posição, deixando-a de barriga para cima. Abri suas pernas, ela sequer tentou me impedir.

— Olha como eu tenho razão, sua bucetinha toda molhada te entrega. Você sempre está pronta pra mim, não é mesmo? — Sorri, malicioso.

— A culpa é toda sua. — Admitiu ficando vermelha.

— Claro. Eu sei como dar prazer e deixar uma mulher louca de tesão. — Me gabei.

— Idiota! — Me chutou de leve.

[...]

— Mais rápido, isso... Assim que eu gosto. — Apertei suas coxas, ela estava cavalgando no meu pau, os seios balançando. — Estamos quase lá, baby... Mantenha o rítmo. Rebola bem gostoso... — Parei de falar e gemi alto, a ajudei com os movimentos, movendo os quadris, fazendo ela receber o meu pau até o talo, e gozamos juntos.

— Ah... Assim está... Bom? Ahh. — Perguntou entre gemidos.

Ela desabou em cima de mim, ofegante, tão saciada quanto eu... Não eram mais nossos gemidos que ecoavam pelo quarto, e sim o som de nossas respirações irregulares. Ambos totalmente ofegantes.

— Não durma. Se você dormir, quem vai preparar meu café? — Perguntei, minha voz saiu completamente rouca.

— A sua cunhada... — Respondeu com a voz baixa antes de adormecer.

Ela estava em cima de mim, acariciei suas costas úmidas de suor. Inalei o seu cheiro, o odor de mulher misturado à suor e sabonete ou loção corporal. O cheiro de sexo ainda estava no ar, o nosso cheiro, uma mistura única...

Acabei adormecendo e quando despertei, ouvi o barulho do chuveiro. A porta do banheiro estava entreaberta, e quando me aproximei, ouvi ela cantar. Sua voz era maravilhosa, o timbre muito bonito, sem comparação. Ela era muito afinada, e estava cantando com tanta emoção, parecia cantar com o coração.

Adentrei o banheiro, fechei a porta sem fazer barulho. Fiquei observando a sua silhueta embaçada através do vidro do box. Seus movimentos, e admirei ainda mais sua cantoria. Não me contive por muito tempo, abri o box e ela nem percebeu. Estava de costas e de olhos fechados, enxaguando o cabelo.

Ela finalizou a música e eu a aplaudi com prazer.

Sam se assustou e gritou, comecei a rir e ela ficou brava, e envergonhada.

— Droga! Não acredito que você me ouviu cantando. Que droga... Você tinha mesmo que acordar agora? — Estapeou meu peito, o rosto vermelho pela vergonha.

— Não seja boba. Você canta muito bem. Sua voz é linda. — Fui sincero.

— Ah, nem tanto. Eu deveria fazer aulas de canto para melhorar, enfim... Você não deveria ter ouvido. — Fez bico, emburrada.

— Discordo. Você deveria ser cantora, tem talento e faria muito sucesso. — A puxei pela cintura.

— Ah, não exagera. Não fale bobagens. — Espalmou as mãos molhadas e com espuma de shampoo por meu peito.

— Você deveria ser mais segura. Acreditar em si mesma. — Apertei sua cintura, encarando aqueles belos olhos azuis que estavam num tom escuro. Azul como o céu no comecinho da noite, profundamente escuro.

Eles ficavam assim durante o sexo, ou nas preliminares. Seus olhos mudavam de tom, variando entre azul-esverdeado, azul-escuro e azul-acinzentado. Aqueles olhos lindos. Tão encantadores. Hipnotizantes.

— Seus olhos são os mais belos que já vi. — Falei tocando seu rosto, fazendo carinho.

Ela corou novamente, suas mãos repousaram nas minhas que estavam em suas bochechas, alisando-as com o polegar.

— Você também tem olhos bonitos. São pequenos, levemente puxadinhos e a cor é adorável. Uma mistura de chocolate com mel, às vezes escuros como chocolate e às vezes ficam num tom de mel, eles variam de tom, depende da luz. São lindos! — Ela sorriu, e ficamos nos encarando.

Marrom no azul e azul no marrom. Claro e escuro. Cores diferentes. Continuei fitando seus olhos, mergulhando naquela imensidão azul...

Tomei seus lábios encurtando a pequena distância entre nós, ela logo deu passagem para minha língua, apertei seu corpo molhado e ensaboado contra o meu, e nosso beijo se intensificou. A beijei como eu nunca havia a beijado antes, com muito mais desejo. Eu não costumava beijar minhas submissas, era apenas sexo e sessões de BDSM.

A Sam não era submissa, ela não escolheu ser escrava sexual ou algo do tipo. E eu sabia perfeitamente que ela estava se submetendo a fazer tudo aquilo porque necessitava de dinheiro, que só havia assinado o contrato pensando na mãe doente.

Eu tinha que pegar leve com ela, ir com calma para não assustá-la. Eu nem imaginava que ela era virgem, e mostrar o mundo de prazer, servidão, fetiche e práticas de BDSM para uma moça virgem, inocente e ingênua como ela foi algo que me fez pensar e repensar antes de torná-la minha, e iniciá-la...

Ela estava tão tímida, nervosa e assustada quando a levei para cama, eu deveria ter sido mais gentil, carinhoso e feito com que sua primeira vez fosse especial. Eu me senti mal depois de possuí-la aquela noite, mas já era tarde demais, não tinha como voltar atrás.

Na primeira sessão que fizemos, eu havia pegado leve com as chicotadas. Foi muito excitante para mim, poder marcar sua pele branquinha, deixando-a vermelhinha, marcando suas coxas e bunda com chicotadas. Ela também gostou da experiência, o primeiro contato envolvendo prazer com um pouco de dor. E fiz ela gozar no final. O sexo foi ainda melhor para ambos.

Aos poucos fui envolvendo-a, mostrando coisas novas, como o fetiche com fantasias eróticas. Vê-la vestida de colegial deu tanto tesão. E durante a "brincadeira" passei um pouco dos limites, foi um grande susto ver ela desmaiando.

Eu tinha que me controlar, mas a vontade de fazê-la me servir, de transformá-la numa submissa completamente obediente, disposta a me dar prazer sem relutar, como uma perfeita submissa era algo que só de imaginar me deixava louco de tesão. Ela tinha que ser minha garota obediente, que pudesse sentir prazer me agradando e me satisfazendo de todas as maneiras.

O sexo era bom, beijá-la era uma exceção no começo. E mesmo assim, eu não estava me saciando, os joguinhos sexuais ainda continuavam no nível fácil, e eu queria ir mais longe, mas sem passar dos limites.

Minha vontade era de usar outros apetrechos com ela, os mais ousados. Fazer coisas mais intensas que as sessões de chicotadas e palmadas. Tudo aquilo era simples, e eu já estava ficando cansado. Queria poder inovar. Como usar cera quente, grampos, usar cordas para amarrá-la, e levar ela para o Clube de BDSM em Las Vegas, prendê-la numa plataforma em forma de "X", aonde eu pudesse vendá-la, as pessoas veriam tudo. Seria um show de exibicionismo, seu corpo nu sendo açoitado no nível 5. Seria excitante demais.

Eu exibiria a minha pulseira dourada, somentes sócios e mestres veteranos usam a pulseira dourada. Submissas iniciantes usam pulseiras brancas, e as experientes usam vermelhas. E ela usaria coleira, uma especial para ela... Seria prazeroso adestrá-la, dominá-la como eu bem quisesse.

Talvez um dia, ela aprenda a gostar de me servir, de ser minha submissa fixa, obediente e disposta a fazer tudo que eu quiser sem questionar.

Ela me atraiu desde o dia em que despencou no meu escritório, toda estabanada, linda e desejável. Foi uma atração intensa à primeira vista.

Aquela loira tinha que ser minha, eu não ia descansar enquanto não conseguisse tê-la.

Depois de ter conseguido o que eu queria, sua assinatura no contrato e o poder de me satisfazer com ela, torná-la minha submissa, foi apenas o primeiro passo. Eu sempre consigo o que quero, ou não me chamo Fredward Karl Benson.

E foi assim que passamos a nos envolver, e a cada dia ela me fascinava ainda mais... E ter ela na empresa trabalhando comigo me fazia ficar mais próximo dela. Passamos a ter mais intimidade, sua companhia sempre me agradava. Era ótimo estar com ela, a Sam me divertia, seu jeito único e sua sinceridade me fazia admirá-la muito mais.

A gente transava toda semana, eu a castigava quando ela merecia, e a levava para o Quarto do Prazer para algumas sessões leves de Spanking, mas tudo com seu consentimento mesmo ela não tendo feito nada para ser punida, eu sempre dava um jeito de pôr minhas mãos nela, deixar minha marca em sua pele. Já algemei ela algumas vezes, usei palmatórias, diferentes chicotes e Canes. Uma vez amarrei seus braços na cabeceira, a vendei com uma das minhas gravatas e a fodi até ela usar umas das palavras de segurança, pedindo para eu pausar/pegar mais leve, nesse dia deixei ela ardida e dolorida.

Além das Canes, chicotes, palmatórias, também usei grampos para mamilos, cintos e alguns "brinquedinhos" eróticos, ela sentiu prazer apenas com alguns, principalmente com o vibrador personalizado, que vem com o "pênis" rosa embutido num coelho de pelúcia fofo, com sorriso malicioso. Ele tem 16 centímetros, grosso na medida certa e é movido à pilhas, muito mais prático. Parece apenas um brinquedo de pelúcia inocente, só precisa apertar a barriga e o vibrador sai de dentro do coelho no automático. E o coelho de pelúcia tem uns 40 centímetros, é lilás e a Sam o adora.

É uma mistura de tesão e diversão vê-la "brincando" com o Sr. Pumpy, nome que ela deu à ele. E não foi fácil convencê-la a "brincar", ela ficou com vergonha e achou muito estranho, principalmente os braços compridos do bichinho de pelúcia, eu os botei em torno de sua cintura. Usei um pouco de lubrificante para ela "recebê-lo" melhor e não se sentir tão desconfortável e fui enfiando bem devagar, depois o liguei e ela se divertiu muito, até esqueceu que eu estava lá na sua estreia com o brinquedo, apreciando seus gemidos e rindo de suas caras e bocas.

— Do quê está rindo? — Me olhou confusa quando ainda estávamos no banho.

— De você tendo sua primeira vez com o Sr. Pumpy, eu estava lembrando aqui! — Respondi.

— Não tem graça. Se você não parar de rir, ou ficar com gracinhas pro meu lado, vou fazer o Sr. Pumpy brincar com você antes de jogá-lo fora. — Ameaçou séria.

Me calei e pedi desculpas, a beijei, e após o beijo terminamos o banho.

[...]

— Estou faminta, sou capaz de devorar uma costela assada inteira com bastante molho de churrasco. — Sam falou quando chegamos na cozinha.

Pelo visto não éramos os únicos ali que acordaram tarde. Já se passava das 10 da manhã.

— Uh, esses daí não morrem tão cedo. Estávamos falando agora mesmo de vocês. — O inconveniente do meu irmão falou fazendo o fotógrafo gay e a minha cunhada abafarem risadas.

— A noite foi longa... Carlinha e eu tivemos que dormir na sala para não escutarmos vocês gemendo. A cama da Sammy é uma velharia barulhenta, ela devia trocar esse colchão de molas, é um verdadeiro horror. A propósito, a cama ainda está inteira? — O engraçadinho do amigo dela indagou sorrindo malicioso.

— Não. Vou comprar outra. A cama desmontou toda, não é amor? — Agarrei a Sam, abraçando-a pela cintura.

Ela não falou nada, apenas corou. Era brincadeira minha e eles acreditaram. Eu sabia que tínhamos sido barulhentos, fizemos a cama ranger e por pouco não a quebramos.

— Quer dizer que curtem sexo selvagem? Depois ainda me chama de animal, bom saber, mano. — O idiota do Josh achou graça.

— O único animal aqui ainda continua sendo você. — Retruquei.

— Concordo com você, cunhado. — Carly falou colocando alguns morangos no liquificador.

— Você gosta de mim do jeitinho que sou, e adora trepar comigo no carro, e em lugares diferentes. Semana passada transamos no banheiro daquela loja e...

— Nos poupem dos detalhes. — O interrompi. — Não quero perder o apetite... Vamos tomar café no quarto? — Sugeri à Sam.

Ela assentiu, encabulada, a loira ainda estava constrangida com o flagra que nos deram. Carly deu um tapa na cabeça do Josh e brigou com ele, por ele ter falado da intimidade deles. Ryan apenas ria se divertindo.

— Querida, você está acabada. Senta um pouco com a gente. — Josh sorriu para a loira.

Carly me entregou uma bandeja, comecei a enchê-la, com tudo que tinha ali na mesa. Panquecas, bolo, torradas e frutas. A Sam colocou café nas xícaras, adicionou leite no café dela e fomos para o seu quarto para tomarmos café-da-manhã em paz.

Minutos depois...

— Vai ficar aqui para o almoço? — Perguntou quando estávamos indo levar a bandeja com a louça suja para lavar.

— Você quer que eu fique? — Sorri e ela deu de ombros.

— Tenho algumas coisas para fazer hoje, limpar o apartamento, lavar roupa, fazer compras... Não vou ter tempo para ficar aqui de bobeira com você, enfim, é melhor você ir para o seu apartamento, ou sei lá, já que não fomos trabalhar, faça o que costuma fazer quando não está na empresa. — Disse praticamente me mandando embora.

— Seja sincera, isso é uma desculpa sua, certo? Se quer que eu vá embora, é só falar abertamente. Não precisa inventar desculpas, dizendo que não tem tempo para ficar comigo. Você ainda está chateada ou apenas não me quer aqui? — Questionei.

Ela colocou a louça na pia e se virou, estava séria. Cruzei os braços, esperando sua resposta.

— Os dois. — Confessou. — E eu realmente tenho que lavar minhas roupas... — Percebi que ela estava nervosa.

— Por quê não falou isso logo? Ontem mesmo eu teria ido embora. Merda! Você se sentiu forçada a transar comigo ontem e hoje de manhã? — Abaixei o tom para ninguém mais ouvir.

— Não. — Respondeu com firmeza. — Freddie, eu só... Apenas não gosto de enganar meus amigos. Fingir que estamos namorando não é legal. — Admitiu.

— Eu sei... Mas se eles ficarem sabendo do nosso contrato não será ainda pior? — Indaguei.

— Sim, você tem razão. — Concordou. — Melhor continuar com a nossa farsa. — Disse baixinho.

— Você sabe que, o que acontece entre nós entre quatro paredes é bem real, não é? Não fingimos quando estamos na cama, você sabe... — A encurralei contra a pia.

— É, eu sei... — Olhou para os lados, desconcertada.

Ela queria escapar, mas eu agarrei sua cintura mantendo-a ali, meu corpo prensando o seu.

— Eu tenho que lavar essas... — A calei com um beijo.

Sam tentou me parar, segurei seus pulsos e ela relutou um pouco, se debatendo. Parei de tentar beijá-la, nos encaramos.

— Freddie... — Se calou, seus olhos estavam arregalados.

Soltei seus pulsos e ataquei seus lábios novamente, segurando seu rosto com ambas as mãos. Ela cedeu permitindo minha língua encontrar a sua, explorei sua boca faminto por seu beijo, me deliciando com seus lábios macios e doces. Saborosos.

Ela retribuiu agarrando o meu cabelo, sua língua macia como veludo acariciava a minha com avidez, desci minhas mão por suas costas e repousei na sua cintura, dando carícias e deslizei para a sua bunda, apertando-a e a loira gemeu contra meus lábios.

Encerramos o beijo com selinhos, fiz carinho em seu rosto e encostamos nossas testas, ela passou os braços em volta do meu pescoço e fechou os olhos, sorrindo.

— Esse beijo foi o melhor que já demos. Já estou excitado... — Falei ainda ofegante.

— Concordo. Eu também... — Abriu os olhos e nós sorrimos um para o outro.

[...]

A coloquei em cima de uma mesa redonda, perto do armário. Não era uma mesa grande, só tinha dois lugares. Um eletrodoméstico, talvez uma panela elétrica dentro da caixa lacrada estava sobre a mesinha. Tirei a caixa dali e coloquei em cima de uma cadeira, para poder sentar a loira ali.

— Aqui não, você ficou maluco? — Tentou descer, mas eu a segurei.

— Eles foram alugar filmes, vão demorar pra voltar. Relaxa. — Suspendi o vestido roxo que ela usava, tirei sua calcinha e enfiei no meu bolso.

Abaixei a calça junto com a boxer, seus olhos estavam arregalados, ela estava nervosa, com medo de mais um flagra.

— Abra as pernas. — Pedi antes de começar a distribuir beijos por seu pescoço.

— Ah, não, e se eles voltarem logo? — Apertou meus ombros.

— Não esquenta com isso. Fala sério, isso não te excita? — Afastei suas pernas e a toquei, meus dedos indo direito pra sua fenda. Estava ficando encharcada, meu pau latejou.

A puxei para a beira da mesa, e ela passou as pernas ao redor do meu quadril, peguei meu membro e enfiei apenas a pontinha, torturando-a enquanto esfregava seu clitóris. A penetrei com uma só estocada fazendo-a gemer, ela se abriu ainda mais pra mim e relaxou. Retirei meu pau e mergulhei fundo, entrando nela com firmeza.

— Ah, isso... Assim, ahn... — Pediu por mais.

— Gostosa... — Sorri me deliciando.

Agarrei suas coxas mantendo-as abertas e meti com mais força, girando meus quadris, ela gritou de prazer quando atingi seu ponto G. Aumentei as estocadas, estabelecendo o rítmo. Sam cravou as unhas nos meus ombros, se movimentando comigo. Dei três estocadas fortes e ela tombou a cabeça, as pernas se fechando ao meu redor, gemendo cada vez mais.

— Puta merda! Sua bucetinha já está apertando o meu pau, se segura. Não goze agora, ainda não... Só quando eu mandar. — Avisei.

— Estou sentindo, estou quase... Devagar, não vou conseguir segurar por... Caralho! — Soltou um palavrão.

Seu aperto se intensificou, ela estava quase alcançando o orgasmo. Diminuí o rítmo, entrando e quase saindo, ela estava toda lubrificada fazendo meu pau escorregar, e ao mesmo tempo toda apertadinha.

Grudei nossos lábios, e ela tomou a iniciativa de pedir passagem para aprofundar o beijo, sua língua quente e macia passando entre meus lábios. Nossas línguas se encontraram e eu me afundei nela ainda mais, fazendo sua bucetinha me receber por inteiro.

— Ah, Deus... Ahh... — Gemeu quando desgrudamos nossos lábios.

— Goza junto comigo. Oh, porra! Estou quase lá...

— Sim, me faz gozar agora... Mete com mais força. — Pediu agarrando minha nuca.

Assim que atingimos o àpice, a Sam praticamente desfaleceu em meus braços, foi mais um dos orgasmos mais intensos que já tivemos ao mesmo tempo.

Retirei meu membro devagar, suas coxas estavam úmidas, havia escorrido um pouco.

— Viu só? Ninguém nos pegou no...

— SOCORRO! — Ouvimos o outro inconveniente gritar.

— Uou! — Meu irmão falou.

— Ah, meu Deus! Minha mesinha não... — Carly choramingou.

Eles havia chegado, me viram com as calças abaixadas e a Sam em cima da mesa, com o vestido um pouco levantado, quase mostrando o que não devia.

— Que fogo é esse, senhor? — O amigo dela já ia começar a fazer comentários que deixariam a loira morta de vergonha.

— Que pouca vergonha! Olhem pra vocês, o casal mais pervertido de Seattle. — Josh começou a rir.

— Por quê em cima da mesinha? — A Shay estava inconformada.

— Se não fosse na mesinha, seria em cima da bancada ou da pia. — Meu irmão fazia questão de provocar. — Ontem a gente fez em cima...

— CALA A BOCA, JOSHUA DAVID BENSON! — A morena gritou dando um tapa no braço dele.

— Ui, a perversão está no sangue dos Benson. Eles são belos tara...

— RYAN! — Sam e Carly gritaram o repreendendo.

— Poxa vida! Também quero um Benson pervertido... — Ele choramingou.

[...]

— Que vergonha! A culpa é sua, e seu irmão também nos viu. Droga! Agora vou ser taxada de... Ah, você sabe! — Me olhou emburrada.

Comecei a rir e ela bufou, tranquei a porta do quarto.

— Eles não viram nada demais, não precisa fazer drama. Eu estava com as calças abaixadas e você sentada na mesa com o vestido um pouco levantado, a gente nem estava mais se tocando, então... Apenas não ligue para os comentários deles, ok? — Me aproximei e ela recuou.

— Mas eles sabem o que fizemos em cima daquela mesinha da Carly. — Disse indo para o banheiro.

— E daí? Transar na cozinha não é nenhum crime. — Falei não dando a mínima. — Eu não ligo, foi bom e a gente devia repetir. — Aumentei o tom de voz.

Ouvi ela ligando o chuveiro, me despi indo tomar banho com ela.

— Ah, não... — Choramingou quando entrei no banheiro.

— Vamos apenas tomar banho... — Me juntei à ela adentrando o banheiro.

— Sei. — Duvidou.

— Não vou te agarrar. — Avisei e ela não disse nada.

Peguei a esponja, era tão macia em formato de coração , e a loira não recuou quando coloquei sabonete líquido na esponja e comecei a esfregar seu corpo molhado, macio...

Pescoço, ombros, seios, barriga e quando cheguei lá, deslizei meus dedos por ela, bem devagar. Sam fechou os olhos e abriu ainda mais as pernas, peguei seu sabonete íntimo com aroma de morango e a lavei lentamente, depois usei o chuveirinho para enxaguá-la.

Ela gemeu quando o primeiro jato de água quase morna a atingiu, e eu sorri vendo seus mamilos que ficaram durinhos, arrepiados. Continuei usando o chuveirinho para lavá-la, sem pressa.

— É bom? — Perguntei.

— Ah, sim... — Sorriu, seus olhos azuis estavam escurecidos.

— Vou desligar agora. — Avisei.

Ela fez bico, pois queria mais. Gostou mesmo do jato de água molhando sua parte mais sensível e dos meus dedos esfregando seu clitóres.

— Sua vez de me ensaboar. — Sorri massageando seus seios.

— Só um minuto... — Pediu me mandando virar. — Não olhe. — Avisou.

— Está bem... — Me virei sentindo meu pau começando a pulsar, dando sinais de vida.

Não me importei se ela veria a minha tatuagem através do plástico filme, não estava finalizada mesmo... Depois do banho eu iria descartar o plástico que a cobria, e só iria colocar outro quando chegasse em casa.

A água ainda continuou caindo, ela estava debaixo do chuveiro, terminando de se lavar sozinha. Demorou uns 3 minutos até ela me mandar virar, eu já estava ereto, latejante.

— Não se mexa. — Se aproximou pondo mais sabonete líquido na esponja.

Ela começou por meu peito, deslizando a esponja lentamente, subiu para os ombros e desceu até chegar no abdômen... Largou a esponja e agarrou meu membro, acariciando-o.

— Porra! Isso... Oh, porra! Isso é tão bom... — Gemi.

Ela esfregou o dedão na cabecinha fazendo meu pau vibrar e o apertou de leve, voltando a massageá-lo. O lavou bem, usando o jato do chuveiro e fez o que eu tanto ansiava. Iniciou um boquete.

Agarrei seus cabelos molhados, me deliciando com sua boca quente, aveludada. Sua língua circulava a minha glande... Ela chupava, lambia e me acariciava. Fazendo um boquete bem gostoso. Me levando ao paraíso com sua boquinha gulosa.

Ela engulia meu pau até onde podia e massageava minhas bolas. Me fazendo gemer pra caralho enquanto eu puxava seu cabelo moderando na força.

— Relaxa a garganta... — Pedi soltando seu cabelo, em seguida o enrolei no pulso.

Ela obedeceu, e enguliu o meu pau ainda mais, seus olhos encheram de lágrimas. Ela quase engasgou, e eu retirei meu pau completamente melado de saliva. Era a primeira vez que ela fazia uma garganta profunda.

— Continue... Caralho. Amo quando você me chupa gostoso. — Segurei sua cabeça e ela abriu a boca, voltando ao boquete.

Eu estava latejante, poderia gozar à qualquer momento.

— Caralho... Ohh... Vou gozar. Se quiser parar... — Tentei avisá-la, mas ela não se importou ou tentou interromper o sexo oral.

E eu acabei gozando, enchendo aquela boquinha linda e gulosa de porra. Escorreu filetes pelos cantos de sua boca. E ela levantou, me surpreendendo. Ela não engasgou, e ainda por cima enguliu...

[...]

— Você tem certeza? — Perguntei enfiando dois dedos nela, lambuzando-os.

— Sim. Podemos tentar... — Ela estava de costas para mim, com as mãos apoiadas na parede. — Empina e relaxa... — Retirei meus dedos lambuzados e afastei suas nádegas.

Ela respirou fundo algumas vezes, tentando relaxar.

Seu corpo molhado estremeceu quando comecei a lubrificá-la, com seu próprio lubrificante natural. Circulei bem seu anelzinho, e tentei enfiar um dedo. Ela ainda estava um pouco travada.

— Relaxa... Respira bem fundo... — Tentei de novo e entrou um pouco.

Ela arfou e gemeu baixinho. Enfiei meu dedo nela bem devagar, e a loira soltou mais um gemido. Girei o dedo tentando dilatar seu anelzinho apertado. Ela arfou novamente. Retirei o dedo e enfiei o outro que lambuzei bem. Entrou com um pouco mais de facilidade.

— Está doendo? — Perguntei.

— Não. — Estremeceu.

— Está sentindo prazer? — Continuei movendo meu dedo, estimulando seu ânus.

— Ohh, sim... — Respondeu.

— Estou com vontade de te comer agora mesmo, você é macia e tão quente, baby... — Afundei o dedo, amando fazê-la sentir prazer anal.

— Ahhh, pare de me torturar... Mete logo. — Choramingou.

— Não quero te machucar. Não temos nenhum creminho ou óleo lubrificante. — Avisei. — Posso apenas fodê-la com os dedos. — Falei enfiando dois dedos da mão direita em sua intimidade, pois eu estava usando o dedo médio da esquerda para estimulá-la por trás.

Sam teve um orgasmo muito intenso, fortes espasmos percorreram seu corpo. Tive que segurá-la para ela não desabar. E depois fomos para cama, e usei um cinto dela para marcar sua pele perfeita. Sua bunda ficou toda marcada, vermelhinha. E ela gozou de novo quando desferi alguns tapas sem usar tanta força em sua intimidade. Não resisti muito, coloquei ela de quatro e comi ela com força, desferindo tapas em suas coxas, dando alguns puxões de cabelo.

[...]

Horas depois...

— Você está bem? — Perguntei para a loira que estava muito quieta.

Ela estava tossindo e espirrando, seu nariz estava avermelhado. Não quis nem jantar.

Meu irmão, minha cunhada e o Ryan foram jantar fora, a Sam não quis ir e eu acabei não indo também, decidi fazer companhia à ela.

— Estou... — Murmurou sem me olhar.

Estávamos na sala, assistindo um filme de suspense, mas eu não estava prestando tanta atenção.

— Tem certeza? Pode falar pra mim, se tem algum problema, é só me dizer. — Peguei sua mão.

Ela levantou do sofá e saiu da sala antes que eu pudesse detê-la, fui atrás dela, que seguiu indo com passos rápidos, ignorando os meus chamados. Consegui alcançá-la e a detive impedindo-a de entrar e se trancar no quarto.

— Sam...

— Me solta. — Ordenou me olhando com os olhos marejados.

— O que foi? Diz logo qual é o problema. — Exigi, não soltei seu braço.

— Me deixa em paz. Só quero ficar só. Será que você não entende? — A voz dela começou a embargar.

— Não, eu não entendo. Dá para me explicar? O que há de errado com você? Por quê está agindo assim? Você ficou estranha depois que fizemos sexo durante o banho... — Falei e ela desviou o olhar. — Você se arrependeu, é isso? — Indaguei e ela não respondeu.

— Larga o meu braço agora. — Tentou se soltar.

— Primeiro responda a minha pergunta! — Agarrei seu outro braço, segurando ela pelos pulsos.

— Me solta! Me solta! Me solta! — Começou a se debater.

Ela estava caindo no subespaço, se afundando no poço. Era como definimos os surtos/pânico no mundo do BDSM.

— Ei, calma. Você precisa se acalmar. Olha nos meus olhos e respira fundo. — Seu rosto estava vermelho, e sua respiração ofegante, seus olhos transbordaram.

— Não sei o que está acontecendo comigo, eu... Eu... — Lágrimas escorriam por seu rosto, ela estava tremendo. — Apenas vai embora! — Soluçou.

— Você está surtada. Isso é normal. Não posso ir embora e deixá-la desse jeito, submissas novatas entram no subespaço quase o tempo todo. Sei que é assustador, você ainda vai aprender a lidar com tudo isso. Mas agora tenta se acalmar, está bem? — Soltei seus pulsos e a abracei, ela soluçava contra o meu peito. — Shhh, vai ficar tudo bem. Tudo vai ficar bem, isso vai passar logo, logo... — Afaguei suas costas.

Minutos depois...

— Eu não queria ter surtado daquele jeito, agi como uma chorona descontrolada. — Disse envergonhada.

— Não se preocupe. Apenas trate de tomar esse chá. — Coloquei a xícara na frente dela.

— Você não se cansa de ser assim todo autoritário? Esse tom e sua pose de mandão é tão... Aargh! — Fez careta.

— Hum... — Empurrei a minha xícara de chá, o cheiro adocicado não me agradava muito. — Você me acha irritante. — Concluí.

Ela tomou um gole de chá e tentou reprimir um sorrisinho.

— Só acho que você deveria ser mais descontraído, e falar menos formal com as pessoas, sabe? — Me aconselhou.

— Sou formal na hora do sexo também? — Fiz ela corar.

— Não. — Quase engasgou. — Você diz palavrões, sua linguagem é mais... Como eu posso dizer? — Mordeu o lábio inferior, pensando.

— Chula? — Indaguei. — Pensei que gostasse de ouvir safadezas, você sempre se arrepia e fica toda excitadinha. — Fiz ela corar um pouco mais.

— Vamos mudar de assunto? — Pediu remexendo o chá.

— Claro. Tudo o que você quiser, baby. — Pisquei.

[...]

— Você está quente. — Apertei seu corpo contra o meu. Ela gemeu.

Estávamos na sua cama, e a Sam já estava ficando sonolenta.

— Estou com frio. — Sua voz saiu baixa e um pouco rouca.

— Você está febril. — Constatei.

Ela estava tremendo, a pele quente, levantei indo pegar um edredom no guarda-roupa.

— Minha garganta está doendo... — Se queixou.

— Merda! Você pegou um resfriado. — A embrulhei com dois edredons, ajeitei seu travesseiro.

— Liga para a Carly, ela sabe cuidar de mim, sempre faz canjas deliciosas... — Disse de olhos fechados.

— Está sentindo dores pelo corpo também? — Perguntei ficando muito preocupado.

— Estou com dor de cabeça... — Choramingou.

— Aonde ficam os remédios? — Perguntei.

— Na cozinha. No armário menor, dentro da caixa vermelha. — Respondeu. — Me traz alguns lencinhos também. — Pediu. Tossiu um pouco, seu nariz estava muito vermelho.

Minutos depois...

— Agora tente dormir. Você precisa de descanso. — Acariciei seus cachos macios.

— Vá pra sua casa, não quero passar esse resfriado para você... — Ela estava lutando contra o sono, suas pálpebras estavam pesadas, os olhos quase fechando.

— De jeito nenhum. Vou ficar aqui cuidando de você. — Afirmei.

— Não se sinta obrigado a cuidar de mim... — Abriu os olhos.

— Faço isso porque me preocupo. Me preocupo muito. — Falei.

— Por quê? — Tornou a fechar os olhos, muito sonolenta.

— Porque você é a minha garota! — Fiz carinho nela, alisando sua bochecha.

Ela ficou em silêncio, já tinha adormecido. Suspirei encarando seu rosto angelical.

— Minha garota... — Repeti aquelas palavras. O estranho é que soaram bem para mim.

Notas finais
Então, o que acharam??? Gostaram??? Comentem, meninas, é importante! Bjs