50 Tons de Desejo

30 Chefe & Secretária: Trabalho prazeroso?


Notas iniciais
Hey, pessoal! Adorei escrever! Espero que gostem! Capítulo dedicado a todas Seddianas pervertidas hahaha

Quinta-feira, às 06:35 da manhã...

P.O.V Da Sam

Acordar cedo para trabalhar já estava me esgotando, mas eu precisava ser pontual, chegar na empresa primeiro que o Benson. Rumei para o banheiro, tomei uma ducha fria para despertar e comecei a me arrumar com calma. Escolhi o meu "uniforme" cuidadosamente, um terninho cinza escuro, uma blusa branca de alcinhas de tecido sedoso e saia lápis da mesma cor do terno, e escolhi um belo Scarpin preto para combinar com o look.

Prendi meu cabelo fazendo um coque e dei um jeito na minha franja, deixando-a alinhada e impecável. Eu não costumo caprichar no make, então apenas passei rímel e lápis para realçar os meus olhos, e um pouco de batom rosa-claro, e passei o meu melhor perfume.

Organizei a minha bolsa colocando tudo que eu precisava para passar o dia na empresa. Coisas básicas e necessárias como um espelhinho de mão, um batom, meu celular, Tablet, minha carteira com documentos e dinheiro, barrinhas de chocolate e cereal, absorvente, balinhas, chicletes e alguns pacotes de Bolo Gordo.

Tomei meu café às pressas, me despedi de Carly que estava procurando emprego ou algum estágio num jornal e me apressei para não chegar no trabalho atrasada.

Dirigir uma Mercedes novinha era legal, mas eu estava sentindo muita falta do meu velho Fusquinha. E com um carro novo e mais potente eu iria chegar na empresa como toda funcionária pontual deveria ser, tirei meu crachá da bolsa e o coloquei, prendendo-o no meu terninho.

Minutos depois...

Cheguei pontualmente, às 07:30 da manhã. E para adentrar o edifício de vinte andares, antes de entrar na recepção tive que passar pela segurança. Não adiantou mostrar o crachá, os armários ambulantes, vulgo seguranças ainda usaram aquela máquina detectora de metal em mim. Qual é? Como se eu fosse uma bandida, terrorista ou sequestradora. Odeio ser revistada, não sou nenhuma deliquente ou algo do tipo...

— Bom dia! — Cumprimentei meus colegas de trabalho, só por educação, nem todo dia acordava de bom-humor.

Alguns me ignoravam e outros me cumprimentavam, geralmente os rapazes tinham a gentileza de me cumprimentar, já que as moças dali nem sequer pareciam ir com a minha cara.

Ashley Carter, a recepcionista, simplesmente me detestava. Sempre me olhava com ódio e empinava o nariz quando eu passava pela recepção. Não liguei para aquela morena siliconada e metida, apenas me dirigi para o elevador, rumando para o último andar, indo para a sala do Benson já que era uma das minhas tarefas, deixá-la perfeitamente organizada para o chefinho.

No elevador, estavam duas moças conversando animadas, duas amigas, ambas estagiárias.

— Ele é como um Christian Grey da vida real. — Uma delas, a mais alta suspirou se abanando com um livro. Não era um livro qualquer, era um exemplar de 50 Tons De Cinza.

— Tão lindo, tão sexy, um verdadeiro pedaço de mau caminho. Como será que ele é na cama, amiga? — A mais baixa perguntou toda sonhadora.

— Ele deve ser dominador, eu preciso descubrir. — A amiga da baixinha sorriu maliciosa.

Revirei os olhos. Elas com certeza estavam falando do Todo Poderoso Fredward Karl Benson, só podia ser...

— Você acha mesmo que o Senhor molha calcinha irá se interessar por você, Tiffany? — A de terninho violeta riu debochada.

— Por quê não, Brianna? Sou linda e sexy, se eu quiser posso conquistar o Benson. Bom, farei isto. Isso mesmo, vou dar em cima do gostosão. — A de terninho rosa-escuro sorriu decidida.

— Ouvi falarem que ele gosta de loiras, de preferência naturais! — Comentei para as duas morenas de olhos cor de mel.

Elas não falaram nada,.apenas desceram no terceiro andar saindo do elevador cochichando. Ri com o meu comentário, não sei porque falei aquilo, mas pelas caras que fizeram, elas não gostaram de saber sobre a atual preferência do Benson.

[...]

Abri a porta do escritório do Benson com a cópia da chave que ele havia me dado. Iniciei a minha primeira tarefa do dia, ligar o computador e organizar a mesa do chefe. Depois disso fui para a minha sala, organizei a minha mesa e comecei a trabalhar pra valer, peguei o Tablet que ele também havia me dado e dei uma verificada em sua agenda. Fiz algumas anotações no meu bloquinho, revisei alguns relatórios e empilhei alguns documentos em ordem alfabética, ele deveria assinar em breve.

Minha sala era um pouco pequena, porém, limpinha e aconchegante. Havia um bebedouro só meu, uma máquina de café expresso e eu pude "decorar" a minha mesa ao meu gosto. E eu exigi uma impressora e uma máquina de xerox para não ficar descendo para o segundo andar, a funcionária da sala de tirar cópias, plastificar/encadernar era muito lerda e já levei broncas por culpa dela, afinal, a garota demorava horrores e culpava a pobre máquina.

Além do bebedouro, da impressora e da máquina de xerox, na minha sala tinha um armário para guardar materiais, também havia um ar-condicionado e aquecedor. Ah, eu não poderia reclamar. Na verdade, às vezes eu conseguia me distrair brincando no celular, brincando com clips, com o grampeador, com os marcadores de texto e às vezes conseguia até tirar alguns cochilos. Qual é? Ninguém é de ferro...

— Bom dia, senhorita Puckett!

Eu estava desenhando quando ouvi aquela voz rouca. Quase caí da cadeira e me levantei apressada,eu estava descalça, sem meu terninho e relaxada como se tivesse em casa, e não no ambiente de trabalho.

— Bom dia, senhor Benson! — Sorri sem graça.

— Os relatórios que serão enviados para a Filial na Itália já estão prontos? — Perguntou apoiando as mãos na mesa, perto do porta-retrato onde havia uma foto minha, da Carly e do Ryan quando fomos à Disney.

— Sim, senhor. — Respondi calçando meus Scarpins discretamente.

— Ótimo. Envie todos para o meu e-mail agora, preciso dá uma última analisada. Prepare um café para mim e é só por enquanto, com licença. — Disse antes de sair da minha sala.

Oh, ele estava tão lindo naquele terno preto feito sob medida. Respirei fundo e voltei a sentar, enviei os benditos relatórios para o e-mail dele, em seguida fui preparar seu café. Coloquei meu terninho, a xícara com café em cima de uma bandejinha e fui serví-lo.

Minutos depois...

— Tenho alguma reunião hoje? — Perguntou sem tirar os olhos de seu computador, ele estava sério e concentrado como sempre.

— Não. — Respondi consultando sua agenda no Tablet. — Mas amanhã o senhor terá duas reuniões com aqueles empresários alemões, com o CEO da Índia e seus sócios. — O informei terminando de consultar sua agenda.

— Certo. E como minha assistente pessoal e minha secretária você também terá que participar das duas reuniões. Sabe falar em Alemão ou Árabe? — Indagou-me.

— Não, senhor. — Balancei a cabeça. — Só sei Espanhol e entendo um pouco de Italiano. — Falei.

— Hum. Arranje um gravador então. Quero que tome notas de tudo, entendeu? — Me encarou.

— Sim, senhor. — Assenti.

— Agora pode se retirar, senhorita Puckett. E me traga aqueles documentos daqui a meia hora.

— Com licença. — Saí de seu escritório e voltei para a minha sala.

A coisa mais chata era ficar atendendo ligações, anotar recados e preparar cafezinhos para ele. E devo admitir que digitar relatórios e cartas, organizar papeladas e cópias de documentos, descer até a recepção para receber encomendas, responder certos e-mails e fazer outras tarefas de secretária/assistente pessoal, era um verdadeiro saco.

Minhas outras funções eram: Arquivar documentos, realizar certos serviços administrativos em geral, controlar a correspondência de entrada e saída, saudar visitantes, assistir reuniões e fazer a minuta ou ata de cada uma delas, tomando ditados usando taquigrafia ou gravador, realizar pesquisas e preparar documentos, marcar compromissos e viagens, cansativo não? Sim e muito, mas pelo salário valia a pena fazer tudo aquilo.

[...]

— Estamos desenvolvendo iPhones e PearPhones à prova d'água. Também estamos criando novos Aplicativos divertidos e educacionais para PearBooks e Tablets, e para isso vamos construir uma nova Filial no Japão ainda esse ano e no ano que vem iremos criar uma Filial na China. Em breve estaremos lançando PearPods com modelos mais versáteis e com cores mais alegres. E também temos capinhas para celulares com estampas Vintages ou de Emocations nos nossos mercados. Hoje em dia com o avanço da Tecnologia estamos evoluindo cada vez mais e...

Juro que quase cochilei com aquele falatório de nerd. O Benson estava me contando sobre os produtos e Aplicativos que sua famosa empresa criava e etc...

— Quer fazer um teste com os celulares à prova d'água? — Perguntou parando de caminhar de um lado para o outro depois de tanto tagarelar e voltou a sentar.

— Adoraria! — Respondi e devolvi a caneta dele que eu estava "brincando" e mordendo a tampinha.

"Oh, droga! Detonei com a tampinha metalizada da caneta do senhor Benson."

— Aqui está um dos novos modelos de nossos PearPhones! — Me entregou uma caixinha branca lacrada.

Abri a caixa e peguei o aparelho que estava ligado e com a bateria carregada, pronto para ser utilizado. O Benson colocou um copo d'água à minha frente para eu poder fazer o teste. Encarei o PearPhone roxo e me encantei por ele, era tão lindo.

O coloquei dentro do copo com cuidado, afundando o aparelho na água e me afastei receosa, e se aquela coisa desse um curto-circuíto?

— E agora? Devo esperar uns 5 minutinhos? — Perguntei para ele.

— Se você quiser. — Deu um pequeno sorriso e eu olhei para sua gravata vermelha que ele havia acabado de afrouxar.

E ele continuou tagarelando, deixei de prestar atenção nas suas palavras e comecei a admirar seus traços faciais.

"Deus, que homem lindo... Tudo nele é bonito. As sobrancelhas nem tão finas e nem tão grossas, olhos castanhos e pequenos, a boca levemente rosada, fina e pequena. Nariz e queixo perfeitos, enfim o rosto dele é lindo, assim como seu corpo musculoso e definido..."

E quando me toquei, eu estava novamente mordendo a tampinha de sua caneta.

— Entendeu, senhorita Puckett? — Me encarou com aqueles olhos penetrantes.

— Sim, claro. — Afirmei deixando sua caneta em cima da mesa.

— Já pode pegar o seu PearPhone! — Apontou para o aparelho dentro do copo.

— Meu? — O olhei confusa. — Você está me dando? — Me animei puxando o copo.

— Sim. — Sorriu sem tirar os olhos dos meus.

Desviei o olhar e peguei o PearPhone roxinho, lindo. O Benson me entregou um lenço e eu o enxuguei, em seguida dei uma verificada para ver estava mesmo funcionando perfeitamente.

— Obrigada! — Agradeci mexendo no meu novo celular à prova d'água, chique não?

— Disponha. Pegue sua bolsa, vamos almoçar, senhorita Puckett! — Ele se levantou arrumando a gravata.

— Ah, claro. — Concordei.

Voltei para a minha sala, tirei meu terninho e o guardei no armário. Retoquei o batom e borrifei um pouco de perfume que eu sempre tinha num frasquinho de spray dentro da bolsa. Ajeitei minha blusa por dentro da saia e refiz o meu coque deixando minha franja menos alinhada, peguei minha bolsa e quando saí da sala encontrei o senhor Benson no corredor, me esperando para irmos ao restaurante de sempre.

[...]

— Você está muito linda hoje. — Me elogiou, seu olhar estava focado no meu busto coberto pelo tecido sedoso da blusa branca, acho que o meu sutiã preto e rendado tomara-que-caia estava marcado, pois eu não estava usando decote.

Apenas me limitei a sorrir tímida, ajeitei uma das finas alças que havia escorregado por meu ombro e desviei o olhar, mordendo o lábio. Já estávamos no restaurante, um sentado de frente para o outro, apenas separados por uma mesa redonda, esperando nossos pedidos.

— Você fica ainda mais linda corada, sabia? — Sua voz soou ainda mais grave e rouca.

— Pare com isso, por favor! — Pedi abaixando a cabeça, eu já estava muito envergonhada com seus elogios.

— Se quiser, pode me elogiar também. — Soltou uma risadinha.

Levantei o olhar e o encarei com firmeza, fitando seus olhos escuros e penetrantes.

— Por quê eu iria te elogiar? Você é um homem normal, com a beleza comum. Não há nada de especial em você! — Menti.

Falei só para provocá-lo, era tudo mentira. Porque Fredward Benson era absurdamente lindo, atraente e sexy pra caramba.

— Você não me acha bonito? — Entortou a boca, seus olhos haviam escurecido.

Dei de ombros e ignorei sua pergunta. Então, o nosso almoço chegou. O garçom boa pinta nos serviu, e o Freddie fez questão de abrir uma garrafa de Vinho branco e servir nossas taças.

— Hum. Delicioso! — Comentei após provar meu filé de frango grelhado,nacompanhado com creme de ervilha, batatas assadas e recheadas com bacon.

— Sim. A comida daqui é mesmo divina, mas eu preciso manter a forma, certo? — Murmurou dando de ombros, fiz careta olhando para a comida dele. Peixe grelhado e salada verde, afinal, eu só conseguia ver as folhas de alface.

— Daqui a pouco você vai virar um palito, hein? Deixa de frescura, Freddie. Aqui, coma algumas batatinhas recheadas. — Falei colocando uma pequena porção no prato dele. — Sei que você adora bacon! — Sorri me endireitando na cadeira.

— Pare de tentar me engordar, Sam... — Sorriu brincalhão, cortando uma batata ao meio, quase suspirei com aquele cheirinho de bacon, delicioso.

Horas depois, às 17:52 da tarde...

Eu estava distraída trocando mensagens com a Shay quando de repente chegou uma mensagem no meu iPhone que não era da morena. Estava escrito o seguinte: "Venha até o meu escritório agora, senhorita Puckett".

Céus, era um torpedo dele. Do Benson mandão, metido a controlador... Acabei engulindo um chiclete sem querer, me levantei apressada e praticamente corri para o seu escritório, dei duas batidinhas na porta.

— Entre! — Aquela voz dele sexy me deixou toda arrepiada.

Entrei dando uma ajeitadinha no meu terno. E o Benson estava de pé, olhando para a paisagem lá fora através da parede de vidro tão sólida, polida e imponente...

— Pois não, o que o senhor deseja? — Perguntei, ele ainda estava de costas para mim.

— Você. Seu corpo. Seus gemidos... — Respondeu lentamente se virando para mim, senti aquele famoso friozinho na barriga e meu interior esquentar.

Arfei paralisada perto da porta. Não ousei sair do lugar, estava digerindo suas palavras.

— Nós não podemos, senhor. Estamos em ambiente de trabalho! — Falei ficando nervosa.

— Foda-se. — Disse caminhando em minha direção. — Eu quero fodê-la aqui e agora! — Me puxou pela cintura, colando nossos corpos.

Não tive forças para recusar ou relutar. Simplesmente me entreguei quando Freddie juntou nossos lábios, sua língua invadiu minha boca e eu agarrei sua nuca quando nossas línguas se encontraram.

Quando encerramos o beijo, tratei logo de retirar seu terno enquanto ele me conduzia até sua mesa. Algumas coisas que estavam ali em cima, foram parar no chão quando Freddie me sentou ali, empurrando as coisas, derrubando-as.

— Você me deixa louco. — Admitiu tirando o meu terno. — Seu corpo, seu cheiro, seu gosto. Você é maravilhosa! — Se acomodou entre minhas pernas.

Minha saia havia subido, deixando minhas coxas bastante expostas. Sorri desabotoando sua camisa social com pressa, quase arranquei aqueles malditos botões.

— Ahh. — Arfei sentindo sua boca no meu pescoço, deslizei minhas mãos por seu peito, sentindo sua pele e os poucos pêlos que ele tinha ali.

Minhas mãos desceram e pararam no seu abdômen malhado. Ousei descer ainda mais, indo para o seu cinto. Sua camisa estava apenas desabotoada, e resolvi tirar seu cinto.

— Levante os braços. — Pediu e prontamente fiz o que ele havia pedido.

Freddie tirou minha blusa e a jogou para trás.

— Se vire e desça um pouco da mesa.

E novamente obedeci sem hesitar, fiquei de costas pensando que ele iria abrir o fecho do meu sutiã, mas o Benson apenas deslizou as mãos por minhas coxas enquanto subia a minha saia.

Levantou a minha saia deixando-a acima dos meus quadris, ofeguei quando minha calcinha de renda foi rasgada sem dó...

— Abra as pernas! — Ordenou desfazendo o meu coque sem delicadeza alguma.

Inclinei meu corpo me apoiando na mesa e abri as pernas, fiz questão de empinar já que eu seria fodida naquela posição. Não poderia negar, tudo aquilo estava me excitando, fazer sexo no escritório, dra algo novo pra mim.

— Acho que não precisamos de preliminares, não é? — Arfei quando senti um de seus dedos em mim, me tocando. — Você já está molhada, prontinha para mim. — Retirou o dedo e eu mordi o lábio inferior. — Quer que eu a foda? — Suas mãos foram para a minha cintura.

— Oh, sim. — Soltei um pequeno gemido.

— Agora? — Perguntou me puxando para baixo e automaticamente abri as pernas.

— Sim. — Me equilibrei segurando as bordas da mesa.

— Vai ser do meu jeito, sei que já se acostumou a ser fodida com força. — Disse se posicionando, se preparando para me penetrar.

Apertei as bordas da mesa e mordi o lábio fortemente. Foi tão rápido e bruto, quase gritei ao sentí-lo entrando em mim, doeu mesmo eu estando lubrificada.

— Continua apertadinha do jeito que eu gosto... — Puxou o meu cabelo, mas continuou imóvel dentro de mim.

— Aahh. — Arfei sentindo seu membro todinho dentro de mim, todo aquele comprimento e grossura acomodados no meu interior que o recebeu calorosamente.

— Você é tão gostosa, amo foder essa bocetinha gulosa. Ohh! — Gemeu rouco, apertando meu clitóris.

— Ahhn... Pare... De... Me... Torturar. — Choraminguei, suas estocadas eram lentas e devagar.

— Então, empine para mim, segure a mesa. Irei te foder com tanta força, a farei gritar. — Apertou minha cintura.

Meu corpo pedia por mais, eu estava fora de mim. Meu corpo em chamas clamava por ele, o querendo ao máximo, estava sentindo um imenso prazer ao ser dominada e possuída daquele jeito bruto, e com direito à puxões de cabelo.

A mesa tremia de acordo com os nossos corpos se chocando violentamente. Meus seios sacudiam ainda sendo sustentados pelo sutiã, suas mãos em minha cintura, me apertando. Aquilo estava sendo tudo muito excitante...

— Oooh ,não pare. Ahhh. Isso. Assim. — Fechei os olhos apreciando o nosso atrito, nossas carnes em contato.

Seus gemidos roucos, ele dentro de mim, metendo com força.

— Está apertando o meu pau. Oh, porra! Estamos quase lá! — Avisou.

Comecei a me contrair em torno dele dificultando suas estocadas. Então, atingi o meu orgasmo junto com o Benson. Foi intenso e avassalador, explodi em espasmos, uma sensação única.

Seu líquido quente jorrou me preenchendo,.até chegou a escorrer por minhas coxas. Só não desabei no chão porque ele me segurava...

Havíamos acabado de transar no seu escritório, no nosso ambiente de trabalho, praticamente em cima de sua mesa. E eu amei cada sensação, até mesmo os puxões de cabelo, tudo foi tão intenso e prazeroso.

— Te machuquei? — Perguntou se retirando com cuidado.

— Não! — Respondi com a voz fraca e rouca. — Será que alguém nos ouviu? — Sussurrei preocupada lembrando que haviam pessoas trabalhando no vigésimo andar, lá não havia somente seu escritório e a minha sala.

— Com certeza. Acho que Seattle inteira ouviu seus gritos! — Deu uma risadinha sexy. — Deixe-me limpá-la. — Fechei os olhos e permiti que ele me limpasse com seu lenço macio e sedoso.

Apesar de ter ficado fodidamente dolorida, eu repetiria tudo novamente...

Notas finais
E aí, o que acharam??? Gostaram deles no escritório? Até o próximo! Bjs