50 Tons de Desejo

32 Boatos: Rude e insensível...


Notas iniciais
Hey, guys!!! Demorei, mas fiz um capítulo grandinho haha Boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

Vasculhei a geladeira e os armários atrás de algo que me saciasse e adoçasse minha boca, que eu realmente pudesse saborear com prazer, algo doce o bastante e calórico. Estar naqueles dias me deixava com mais vontade de comer doces, eu nunca fui o tipo de fazer dietas e evitar deliciosas "porcarias" que engordam. Fui para a sala levando uma boa quantidade de chocolate, em barras ou bombons com recheios diversos.

A maldita e torturante cólica havia passado, bastou apenas um comprimido milagroso. Tive que ligar para o Benson, o informando e ele entendeu perfeitamente. Assim eu estaria livre, teria os dias de submissa sem poder serví-lo e ele deixou claro que na próxima semana, eu terei que compensá-lo.

Não acho que ele deve ser viciado em sexo, porém, ele ama muito foder, como ele próprio diz, isso faz parte de sua rotina como dominador, eu não entendo muito, mas ele simplesmente é insaciável quando se trata de sexo.

Quando li todo o contrato, eu até pensei que ele fosse uma pobre vítima de alguém que devia ter tirado toda a sua inocência, o brutalizando e o dominando. Foi um choque e tanto, algo nauseante e até fiquei com muita pena. Mas eu estava errada, ele nunca sofreu abuso algum, seu fetiche com BDSM surgiu naturalmente, agora faz parte dele e ele nunca vai parar de exercer essa tal fantasia erótica.

Não tenho orgulho de ser submissa, é algo vergonhoso e isso ficará gravado em mim, sempre irei lembrar de tudo e quando eu não tiver mais que serví-lo, terei que fingir que nunca me submeti a obedecer um homem lindo que me mostrou o mundo cheio de erotismo, desejo lascivo, prazer e dor.

Usarei os meus dias de folga para visitar meus pais, a Christine havia me ligado semana passada, dizendo que não houve nenhum avanço, minha mãe está mesmo num estado terminal. E assim que ela se for, irei romper meu contrato com o Benson, não pretendo levar tudo que fazemos adiante.

E ainda terei dinheiro de sobra, não quero ficar com nenhum centavo. Vou doar tudo para instituições, orfanatos e casas de caridade. Ele me paga bem, um valor exagerado, até demais para o meu gosto. E quando o contrato for rompido, irei pedir demissão, não quero passar o resto da vida sendo sua secretária.

Devolverei a Mercedes, o colar de diamantes e as roupas, e talvez me mudarei para outra cidade, para San Diego, Chicago ou Los Angeles e tentarei conseguir um emprego, o cargo que sempre desejei, não cursei Jornalismo à toa.

Realmente, já estou fazendo planos para o futuro, terei que seguir em frente, me estabilizar e ocupar a cabeça com algo útil, vantajoso e sólido.

Estou fazendo o meu melhor, tudo por minha mãe, para continuar mantendo-a no melhor hospital particular, pagando os melhores tratamentos e mesmo assim, não houve melhoras, e talvez, no final das contas, tudo que eu fiz será algo em vão?

Às vezes me sinto uma tola, tão ingênua nadando contra uma imensa corrente, tudo isso valerá a pena ou estou cometendo um erro? Acreditando que meus esforços e o pagamento por eles pudessem salvar minha mãe...

Só espero não me arrepender de ter assinado o contrato, que nada disso seja uma perda de tempo ou pior, um grande erro cometido por um momento de desespero, não posso ter sido equivocada.

[...]

Entediada, comecei a mudar de canal e acabei deixando num canal qualquer. Estava passando uma matéria de entrevista num famoso Evento Beneficente anual, tudo estava sendo registrado ao vivo e os famosos empresários de Seattle, famosos da Mídia e Socialites estavam sendo clícados e entrevistados em pleno tapete vermelho lá fora, na entrada após saírem de seus carros luxuosos.

Fiquei surpresa quando um certo casal parou para os fotógrafos, eles haviam saído de uma limusine preta. E logo foram entrevistados antes de adentrar o Evento, não era um casal qualquer. Se tratava do empresário Freddward Karl Benson acompanhado de uma Socialite latina.

Ele pousou com ela, segurando a cintura da Valdez, com seus corpos colados.

Regina Blanco Valdez, ex-modelo de lingeries exclusivas, super cobiçada por homens da Mídia, milionária, poderosa e exuberante.

A Valdez era uma mulher de pele morena, típico de belas latinas, cabelos lisos negros e olhos castanhos escuros. Ela estava esbanjando beleza, elegância e sensualidade usando um longo vestido vermelho-sangue com um decote ousado e com fendas nas laterais do belo vestido, ressaltando seu perfeito corpo curvelíneo.

A maquiagem realçava todos os seus belos traços faciais, os olhos pequenos, cílios grandes e espessos, e sua boca carnuda, a Valdez estava até exibindo seu conjunto de jóias, brincos e colar de Rubi.

E o Benson estava inteiramente impecável, todo lindo e sexy, com seu Smoking de gala feito sob medida e sapatos negros Oxford. O topete perfeito, com o braço entrelaçado com a maravilhosa morena com corpo de deusa, ambos sorrindo, sendo entrevistados.

Eles entraram, ele a conduzindo, segurando sua cintura.

Desliguei a TV, joguei o controle no chão, irritada e indignada. Eu estava menstruada e não impossibilitada de andar, bem que o Freddie poderia ter me convidado para acompanhá-lo nesse Evento Beneficente.

Mas não. Ele preferiu ir com a Regina Valdez, claro, ela é linda, famosa e milionária. Sem comparação entre ela e eu, e talvez eu só iria fazê-lo passar vergonha, sou um desastre em pessoa, mal consigo usar saltos.

Isso não deveria estar me incomodando. Por quê diabos estou me sentindo traída? Eles podem ser apenas amigos, certo? Será que ela já foi pra cama com ele? Se ainda não foi, talvez ele a leve depois que o Evento acabar...

Mas isto não é da minha conta, não mesmo. O Benson é solteiro, pode transar com quem ele quiser, não temos nenhum compromisso amoroso. Sou apenas sua submissa e secretária.

Caramba! O que está havendo comigo? Estou me sentindo péssima depois de tê-lo visto com outra. Não devo me sentir assim, e nem deveria ligar para isso. Se ele quiser ficar com a Regina, quêm sou eu para protestar ou ficar contra?

[...]

3 dias depois...

— Está nas revistas, nos Blogs, Sites de fofocas e nos jornais boatos sobre o seu namorado com aquela mulherzinha. Tão dizendo que ele está tendo um caso com ela, e eles já foram flagrados saindo de um Pub, de um restaurante mexicano e de uma festa na mansão de um amigo em comum entre eles! — Disse a Carls mexendo em seu Notebook.

Revirei os olhos, cruzei os braços e mordi o lábio inferior, me segurando para não gritar com ela e dizer que ele não é meu namorado.

— Dane-se, não estou nem aí. — Murmurei fitando minhas unhas, o esmalte preto já estava descascando.

— Não é o que parece, amiga. Claro que isso tudo está te incomodando profundamente, afinal, o gostosão é seu namorado, futuro noivo e pai dos seus filhos. — Falou séria.

— Como se esse namoro fosse durar... — Debochei, sorrindo forçadamente.

— Credo, Sam, não fale assim! — Me repreendeu.

— Você e o Josh tem tudo para dar certo, já tem um namoro sólido e tenho certeza que foram feitos um para o outro. — Falei sendo sincera.

— Talvez. — Ela deu de ombros. — Mas às vezes acho que o Jojo não está me levando à sério. — Fez bico e fungou.

— Jojo? — Segurei o riso.

— É um apelidinho carinhoso. — Ela explicou imitando uma voz de criança, me fazendo rir. — Vai me dizer que o meu cunhado não tem um? — Sorriu, curiosa.

— Não. Ele não tem. — Afirmei.

— Sério? E ele te chama de forma carinhosa? Tipo, minha linda? Ou Sammy, ou amor? — Quis saber.

— Não, Carls. — Balancei a cabeça.

— Nossa! Esse namoro de você é um pouco frio não acha? Como ele te trata na hora H? Pelo menos é um pouco carinhoso? Ou ele só mete em você e quando acaba, vira pro lado e dorme? — A curiosa indagou.

— Eu não fico questionando sobre sua intimidade com o Josh. Não sou obrigada a te falar sobre a minha com o Freddie. — Repliquei, soando ignorante.

— Tá bom, não precisa ficar toda nervosinha. — Carly se encolheu no sofá. — Ainda está de folga? Hoje é Terça, não vai trabalhar? — Perguntou séria, fechando o notebook.

— Fui dispensada. Ele não vai hoje para a empresa, e nem me pergunte o porquê. Talvez ele tenha coisas para resolver fora, não sei, e como ele é o dono, pode faltar. Mas amanhã voltarei a trabalhar normalmente... — Expliquei.

— Hum... Por quê não liga para ele? Diga que não gostou de vê-lo com aquela mulher. Talvez ele esteja em casa, descansando. Peça explicações, se fosse o meu namorado, eu já teria o colocado contra a parede e teria indo atrás da vadia para quebrar a cara dela. Caramba, Sam, eles saíram juntos durante a semana passada, foram flagrados saindo de um Pub e tudo. E você tá aí com cara azeda, de braços cruzados sem fazer nada! — Minha amiga se indignou, levantando-se.

— Já disse que não ligo! — Elevei a voz, me irritando.

— Mentirosa! — Bufou, saindo da sala,me deixando sozinha.

— Que droga! — Resmunguei baixinho.

[...]

Não sei o que deu em mim, só sei que bateu uma súbita vontade de ir lá no apartamento do Benson, lhe fazer uma visitinha. Quero vê-lo, preciso vê-lo, e também pegar o meu PearPhone novinho que ele me deu e acabei esquecendo lá.

Pronto. Se ele perguntar, eu já tenho algo em mente, posso usar isso como uma "desculpa" por ter indo até lá, apenas para pegar meu PearPhone esquecido...

Coloquei meu melhor jeans e minha blusa de frio com capuz, calcei minhas botas pretas de carno curto, sem saltos. Deixei meu cabelo solto, amassei o deixando com cachos volumosos, selineei meus olhos e passei um pouco de batom, um rosinha bem claro, perfume e enfiei minha carteira no bolso.

Já se passava das 19:00 horas da noite quando cheguei, deixei a Mercedes no estacionamento, no subsolo. Passei pela portaria/recepção, e peguei o elevador rumando para o oitavo andar.

Respirei fundo antes de tocar a campainha, mas não foi Freddie quem abriu a porta e sim Regina.

— Pensei que o Freddie não estava esperando visitas. Mas entre, como é o seu nome? — A morena mais alta que eu perguntou, seu sotaque espanhol era forte e sexy.

Balbuciei meu nome em voz baixa, mas não me limitei a entrar. Ela estava descalça, toda a vontade, usando apenas uma das camisas de abotoar dele.

Me arrependi, foi uma péssima ideia ter ido lá.

— Espere um pouco, vou chamá-lo. — Regina sorriu amistosa, vendo que eu não entraria.

— Não precisa, não quero incomodá-los. — Falei num fio de voz, dando um passo para trás.

Mas o Freddie surgiu antes que eu pudesse ir embora, parando atrás da Valdez, apenas de toalha.

— A moça quer falar com você. — Ela disse saindo da frente da porta. — Que bonita, quêm é ela, Fredditto? — Foi para perto dele, me analisando curiosa.

— É amiga da minha cunhada, trabalha para mim. Não é ninguém importante, é apenas minha secretária. — A frieza no tom dele foi cortante.

— Sua secretária? Mas ela é tão jovem. Tem 17 ou 18 anos? — Regina sorriu para mim.

— Tenho 21! — Respondi, mesmo que ela tenha perguntado para ele.

Freddie se virou para a Regina, cochichando algo em espanhol tão rápido que eu sequer pude entender. Mas ela sim, acabou assentindo, pediu licença e se retirou da sala, nos deixando à sós.

— O que você quer? Deixei bem claro que nos veríamos amanhã, na empresa. — Se aproximou, tão rude, só faltou me empurrar e me mandar sumir de sua frente.

— Esqueci o PearPhone aqui, só vim pegá-lo. — Respondi acuando, trêmula.

— Espere aqui no corredor. — Disse antes de bater a porta na minha cara.

Fechei os olhos, eles ardiam. Tinha algo preso na minha garganta, eu estava quase chorando.

— Aqui, pegue e vá embora. Nunca venha aqui sem ser chamada, entendeu? — Falou após abrir a porta, empurrando o PearPhone nas minhas mãos

— S-sim. — Gaguejei apertando o aparelho, cabisbaixa.

— Anda, vai logo! — Falou me mandando cair fora dali, como se eu fosse uma qualquer.

Me pus a andar, quase tropeçando a cada passada, o nó em minha garganta só aumentava. Não olhei para trás, peguei o elevador segurando o choro, ele havia sido tão rude, me tratando daquele jeito.

Dirigi para o duplex, e suas palavras ainda ecoavam na minha mente...

"Não é ninguém importante, é apenas a minha secretária..."

Doeu ouvir aquilo, mas era apenas a verdade nua e crua.

— Você está chorando, i que aconteceu? — Carly perguntou assim que cheguei, a ignorei e corri escada acima, sendo seguida por ela. — Flagrou o cretino com outra? A Regina estava com ele? Fala comigo...

Bati a porta na cara de Carls e arremessei o PearPhone na cama, me jogando na mesma após tirar as botas.

— Secretária... Apenas sua secretária. — Sussurrei para mim mesma, fechando os olhos, tentando engulir o choro.

Às 23:45 da noite, já tinha chegado 50 torpedos dele, não li nenhum, excluí todos. Recusei todas as 35 ligações...

— ELA NÃO QUER FALAR COM VOCÊ! — Ouvi a Carly gritando, apurei meus ouvidos e sentei na cama.

— SAM? — Era o Freddie, ele estava no corredor. — Sam! — Me chamou, batendo na porta.

— Exijo que vá embora, agora! — Carly falou brava.

— Não vou sair daqui sem falar com ela. — Retrucou decidido. — Abra a porta, Sam! — Pediu.

E decidida a expulsá-lo, resolvi abrir.

— O que você quer? — Perguntei com raiva.

Ele estava com os cabelos desalinhados, de camiseta branca por baixo de uma camisa preta toda desabotoada, calça jeans desgastada e tênis simples.

Seus olhos desceram pelo meu corpo, analisando-me. Me encolhi, estava apenas de regata, short de algodão e pantufas, com certeza toda descabelada.

— Vou deixá-los à sós. — Disse Carly se retirando.

Cruzei os braços, e desviei o olhar.

— Fiquei preocupado. Você não atendia e nem respondia meus torpedos. — Se aproximou, puxando meu queixo, me fazendo encará-lo.

— Preocupado? — Ri debochada. — Comigo? Como seu fosse alguém importante pra você... — Falei sarcástica. — Qual é? Sou apenas sua secretária, não é mesmo? — Bati na sua mão, afastando-a do meu queixo. — Vá embora, senhor Benson. — Pedi.

— Não. Eu não queria te destratar, te rebaixar, sinto muito...

— O senhor só falou a verdade. — Argumentei.

— Senhor? Ah, não me chame assim, ainda sou novo. Tenho 30 anos e...

— Eu sei. Mas você é meu chefe. Devo tratá-lo com formalidade, certo? Errei, devia ter avisado que iria lá. — Falei.

Ele negou, girando o molho de chaves.

— Você está chateada. — Constatou.

— Não estou. — Neguei. — Sei o meu lugar. Sou uma funcionária simples e humilde, trabalho pra você. Não nasci e nem cresci num berço de ouro... O apartamento é seu, você tinha o direito de me mandar embora, já que eu não era bem-vinda no momento, só fui incomodá-lo. Eu entendo. — Falei baixinho. — Eu jamais chegaria aos pés da Regina, sei que só iria te envergonhar se você me convidasse para acompanhá-lo naquele Evento tão importante...

— Porra! Sam, eu não queria te expôr. A Regina é uma amiga, chegou de Milão semana passada, e só pra você saber, ela é lésbica e é ex-namorada de uma prima minha. O apartamento que ela tem aqui está em reforma, por isso ela tá passando uns dias no meu. — Explicou.

— Sim, claro. — Ironizei, sem acreditar em suas palavras.

Como se eu fosse acreditar na sua mentira... Não sou boba, não mais...

— Se fosse verdade, você teria me apresentado como sua namorada. — Retruquei.

— Regina que não acreditaria em mim, se eu fizesse isso. Ela sabe sobre o meu fetiche, sobre o Quarto do Prazer e sobre minhas ex-submissas. E ela está desconfiada, acredite... Depois que te viu, não tira da cabeça que você é minha atual submissa! — Me avisou, sério.

— Nossa! — Exclamei surpresa, não esperava ouvir aquilo.

— Pois é... — Suspirou.

— E eu aqui pensando que você estava de rolo com ela...

— O quê? — Me interrompeu, entrando no meu quarto. — Você foi boba em ter imaginado isso... — Se virou para a porta, trancando-a. — Ainda está naqueles dias? — Perguntou me conduzindo para a cama.

— Não. — Respondi, sentindo o colchão afundar abaixo de nós.

— Ótimo. — Sorriu, em seguida, moldou nossos lábios. — Seu beijo é uma delícia... — Cerrou o beijo. — Adoro a maciez desses lábios rosados. — Delineou minha boca, afastando minhas pernas e se acomodando entre elas. — Se entregue, quero te fazer gemer, sentir sua carne quente, macia e molhada apertando meu pau... — Sussurrou rouco, investindo contra mim, roçando sua ereção comprimida pelo jeans em minha intimidade coberta pela calcinha e o short de algodão.

— Ahhhn. — Gemi quando ele sugou meu mamilo direito rígido por cima da regata, molhando o tecido fininho e macio.

Remexi meus quadris, empurrando-o contra sua ereção e arranhei sua nuca. Freddie puxou as alças da minha regata, abaixando a mesma até expôr meus seios...

E saiu em cima de mim, após se despi rapidamente, retirou meu short junto com a calcinha.

— Faça um coque no cabelo. — Pediu deitando na cama, massageando o membro.

Prendi meu cabelo, ouvindo outro pedido dele, algo sacana...

— Se posicione ficando por cima, quero chupá-la enquanto sua boca engole meu pau, vamos fazer uma 69...

Não hesitei, fiz o que ele havia pedido. Peguei seu membro pulsante e ereto, passei a língua por seu comprimento, sentindo a dele brincando com meu clítoris. O apertei e gemi recebendo pequenas sucções, o coloquei na boca quando fui penetrada por um dedo, e ele passou a me chupar com mais vontade na medida que eu engulia seu membro...

Brinquei com sua glande, apertando suas "bolas", voltando a chupá-lo, ficando cada vez mais molhada, sendo sorvida e penetrada por seu dedo freneticamente.

Suas mãos apertaram minhas nádegas, recebi tapinhas que me excitaram ainda mais.

Minutos depois...

— Tão apertadinha... — Mordeu meu lóbulo esquerdo, se afundando em mim.

— Ohhh. — Arranhei suas costas, movendo meus quadris contra os seus.

Freddie estava por cima, mantendo minhas pernas em torno dele.

E quando chegamos ao ápice, ele se retirou devagar e foi para o banheiro, jogar a camisinha.

— Vai dormir aqui? — Perguntei quando ele retornou para a cama.

— Sim. Me acompanha no banho? — Estendeu a mão, que eu peguei.

Assenti e me levantei, o seguindo para o banheiro. Já debaixo do chuveiro, deixei que suas mãos ensaboadas percorressem meu corpo...

Seios, costas, barriga, curvas, coxas e bunda. Fui pressionada contra a parede, apoiando as mãos ali, com sua ereção roçando em mim lentamente.

Fechei os olhos, apreciando sua boca no meu pescoço e nos meus lóbulos, mordiscando-os.

— Faria anal comigo novamente? — Sussurrou no meu ouvido, tão rouco, com seu tom lascivo.

Notas finais
E aí??? Ele estava falando a verdade? A tal de Regina é apenas uma amiga mesmo? Pelo visto, a Sam ficou toda enciumadinha hahaha Eita! Sobre essa última pergunta do Benson. O que será que a loira vai responder??? Comentem, é super importante e me motiva muito! Bjs