42 - Violet Hill

20 Contaminatio Ritualis (parte dois)


Notas iniciais
Risada maléfica 2.0 AHUAHUAHUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAMAUHAUHAMAUHAUMAUHAUHAMAUAH Se preparem! A fic está oficialmente virando de cabeça para baixo, tudo, e quando eu digo tudo, é tudo mesmo, tudo que acontecer irá mudar drasticamente a trajetória de vida de cada um... Por bem ou por mal, as coisas irão sair do controle, começando com Freddie e seu mais novo sentimento, Sam e seu mais novo passado (princesinha né non?), Carly e seus mais novos poderes... Esqueçam tudo que aprenderam sobre uma fanfic clichê e normal até agora, dessa vez eu não vou pegar leve e cenas chocantes, incríveis e épicas estão por vir... Aproveitem o capítulo que vai iniciar as melhores reviravoltas ever: P.S: Usei uma gíria, satisfeito @? Kkkkkk

Parte 20: Possuída

Povs Sam:

Wendy entra no carro. Brad senta no banco do passageiro. Spencer, Shelby e Carly vão atrás. Não tem lugar para mim.

— Então... — Spencer diz de dentro do Chevy branco — Eu saio?

— Não. Eu encontro vocês lá. Violet Hill, certo? — eu fecho a porta dele direito.

— Sim. — Wendy liga o carro- Se vemos lá.

Ela parte com o Chevy pela rua. Eu me viro com a intenção de correr, mas Freddie está ao meu lado me olhando.

— Não acredito que discutimos. — Freddie sussurra.

— Não acredito que você... — não tenho palavras para terminar, mas tenho uma ideia melhor, irei usar as palavras dele, contra ele — Olha Benson, eu não sei qual é o problema aqui, mas quando quiser realmente conversar ou fazer alguma coisa que não seja agir como um idiota, eu volto. — eu corro antes que ele tenha tempo de retrucar.

Chego às flores de Violet Hill. Aguardo a chegada dos outros. Em alguns minutos eles aparecem saindo da floresta. Uma camada de nuvens está próxima de nós, uma chuva leve molha o lugar. Wendy vai para o meio da clareira rodeada de tulipas. Carly se coloca ao meu lado segurando o jarro. Ela está calma, porém o efeito do dom do Freddie vai passar em breve. Se quisermos que ela faça algo tem que ser agora.

Wendy começa a levitar enquanto chamas roxas dançam em volta dela. Ela volta para o chão e indica um lugar entre as flores. Spencer entrega a pá para a Carly.

— Sério? Vou ter que cavar? — Carly me entrega o jarro e pega a pá.

— Tudo gira em torno de você. — diz Wendy.

Carly começa a cavar sem muito ânimo. Se ela continuar desse jeito iremos sair daqui apenas de noite. Após mais de dez minutos, tem um buraco fundo o suficiente para o ritual.

— Acho que já está bom. — Wendy pega a pá da mão da Carly.

— Agora eu enterro o jarro? — Carly pergunta.

— Sim. — eu lhe devolvo o objeto.

Carly coloca o jarro dentro do buraco e quando tenta pegar a pá, Wendy recua.

— Tem que usar as mãos para enterrar. — a Hexenbiest ruiva responde achando algo engraçado.

Carly balança a cabeça e começa a jogar a terra no buraco. Ela ri por alguma razão.

— Não me arrependo de ter conhecido vocês gente... Sei que isso tudo tem sido difícil, mas provavelmente eu teria apenas uma vida normal se não fosse a presença de todos. — ela começa a dizer.

— Quer dizer que não se arrepende de ter me conhecido? Tem certeza? — tento fazê-la se lembrar das cicatrizes em suas costas.

— Tenho. Eu amo a nossa amizade. Eu passaria por tudo isso de novo. — Carly continua jogando terra.

— Se não existisse magia você não teria me conhecido. — eu sorrio.

— Verdade. Você teria nascido em 1863, a Shelby também... Não existiriam lobos, vampiros e Wesens. Acho que o mundo seria muito chato. Prefiro as coisas como estão. — ela prossegue tagarelando.

— Ela está drogada com o dom do Freddie, não sabe o que está dizendo. — eu faço todos rirem.

— Quando vai aceitar que amamos você, Sam? É tão difícil entender que nenhum de nós se arrepende de ter te conhecido? — Spencer toca em um ponto sentimental.

— Eu me arrependo. — Shelby fala, mas vejo que é brincadeira e rimos de novo.

— Terminei. — Carly fala se levantando.

— Agora é só aguardar. — Wendy responde.

— Aguardar o que? — Carly está impaciente.

— Espere... — sussurra Wendy.

Os minutos se passam e nada de algo acontecer. Por fim perco a paciência e faço menção de dizer alguma coisa, mas uma fumaça verde sobe do lugar onde está enterrado o jarro. Rostos e mãos fantasmagóricas pairam em volta da Carly.

— Wendy? — clama Carly assustada.

— Eles estão escolhendo você. Calma. — a ruiva respira devagar.

A névoa verde entra pelo nariz da Carly. É como um espírito de uma Hexenbiest em sua verdadeira forma. Carly inala aquela fumaça. Quando a última névoa verde se esvai, ficamos olhando em volta a procura de alguma outra coisa que possa acontecer e de fato algo acontece. Todas as flores em um raio de cem metros vão morrendo aos poucos formando um círculo a nossa volta.

— Caralho. — Shelby murmura.

— Podemos ir agora? — Carly parece está com algum tipo de animação crescente.

— Não. Agora você vai colher todas as flores mortas e colocar aqui. — Wendy entrega um saco de papel para a Carls.

— Todas?! — ela observa o local.

— Isso vai demorar muito. — Spencer reclama.

Contaminatio Ritualis. — Wendy pronuncia- É desse jeito que funciona.

— Ser uma Hexenbiest dá muito trabalho. — Carly se abaixa e começa a recolher as flores.

Ao cair da noite, Carly finalizou a penúltima parte do Contaminatio Ritualis. Agora temos que retornar à casa da Nora.

Entramos na casa que permanece destruída. Brad se assusta com o corpo no chão.

Wendy olha para a Carly e diz:

— Pegue as flores e coloque-as dentro do corpo de Nora onde estava o coração, depois costure.

— Oh meu Deus. — Carly choraminga.

Quando ela se ajoelha e abre o saco, automaticamente as flores vão para dentro da Hexenbiest morta no chão. Wendy sobe as escadas, após alguns segundos retorna com uma linha preta. Carly começa a costurar o corpo de Nora, mas a linha se traça sozinha e o ritual está finalizado.

— Fim. — fala Wendy.

— Aleluia. — Carly fica em pé — Posso ir para casa tomar um banho agora?

— Pode. — eu respondo.

— Quando os poderes começam? — Carly está ansiosa.

— Começam depois de uma boa noite de sono. — Wendy responde.

— Sério? — Carly se desanima.

Wendy revira os olhos.

— Não, mas não quero você fazendo um teste-drive agora.

— Ela tem razão Carly. — Spencer concorda com a Wendy- Tome um banho, coma e vá dormir. Amanhã te ajudaremos com seu novo mundo.

— Está bem... Qualquer coisa eu chamo o Freddie para que ele me acalme. — ela ri, mas a piadinha pegou mal- Ou talvez não... Ele não precisa ir. — Carly se desculpa comigo- Ignora o que eu disse, você sabe que não o enxergo dessa forma.

— Já falei que o problema é ele. — quero fugir do assunto.

— Vocês estão discutindo? — Brad pergunta.

— Não. — respondo.

— E é melhor nem começarem, vamos Carly. — Spencer pega na mão da irmã.

Saímos da casa a passos rápidos. Shelby segura o Spencer e ele tem que soltar a mão da Carly.

— Vou voltar para o meu barco bebê... — Shelby é toda carinhosa. Espera, ela disse barco?

— Promete que vai estar no apartamento pela manhã? — Spencer se derrete de amores por ela.

— Prometo. — ela sorri e se inclina para beija-lo. Eu olho a cena tão chocada quanto o Brad, mas no caso dele, ele não estava ciente do imprinting.

— Eles estão... — Brad tenta dizer.

Imprinting é uma coisa muito estranha. — eu murmuro observando o beijo dos dois.

— Até depois. — Spencer a beija novamente e parece sofrer ao vê-la partir mesmo que só por algumas horas.

Shelby desaparece na rua escura. Spencer se vira para nós com as bochechas vermelhas.

— Podemos ir agora? — Carly omite um risinho.

— Claro. — ele vai para o carro.

— Vou para casa correndo, nos vemos por ai. — eu me despeço deles- Carly me...

— Não venha pedi perdão por nada, você sempre me protegeu Sam e hoje eu tive a oportunidade de fazer isso por você. Vai para casa loira. — ela me abraça com força- Durma bem.

— Ok, Carls. — eu sinto alívio.

Despeço-me brevemente dos outros e parto para a casa.

Eu entro na minha residência pela janela do quarto. Algo se choca em cima de mim. Lábios não tão frios se juntam aos meus. Freddie me prende na parede. Eu beijo ele com raiva por causa de hoje e isso só colabora para o clima se intensificar. Eu aperto seus braços. Ele grunhe contra a minha boca e sua língua tem um gosto perfeito. Deixo o beijo prosseguir até eu não suportar mais e precisar de ar. Mesmo eu parando de beija-lo, Freddie difere beijos pelo meu rosto. Eu subo a mão para o seu cabelo que está uma bagunça.

— Escuta aqui... — ele sussurra, sua respiração parece desequilibrada- Eu apenas erro o tempo todo. Te machuco o tempo todo. Te faço sofrer na maioria das vezes e mesmo assim... Por algum motivo que só Deus sabe, você continua me amando. — ele roça os lábios nos meus- Por que você me ama Sam? Por que ainda me quer? E por que eu ainda quero, preciso e amo você?

— Porque o mundo precisa de nós dois juntos. O mundo precisa de você e eu. — eu sussurro e recomeço um beijo.

Ele me beija com fervor novamente.

— Eu apenas quis proteger a Carly hoje, fiquei transtornado demais com a ideia dela em perigo, em nenhum momento eu quis te magoar.

— Você praticamente a beijou enquanto usava seu dom, por que fez aquilo? — a cena deles de joelho embrulha meu estômago.

— Contato físico foi a maneira mais rápida para fazê-la se acalmar. Não foi algo sentimental... Eu acho. — ele segura minha face- Sou totalmente incompatível para você, mas aqui estamos. Se quiser terminar comigo, essa é a sua chance, mas saiba que eu sempre vou te esperar. Tenho a eternidade inteira.

Eu olho para ele. Coloco tudo de ruim que ele fez em uma bandeja de uma balança imaginária e na outra bandeja, coloco as coisas boas. Infelizmente as coisas boas não sobressaem as ruins. Freddie errou demais. Hoje ele fodeu com tudo. Terminar é a melhor solução. Ele toma o meu silêncio como resposta e se distancia aos poucos. A dor me atinge com força. Não dá. Perder ele não é uma opção.

— Fredward... — eu chamo sem acreditar que o amo tanto- Eu também tenho toda a eternidade e quero vive-la com você.

Ele arregala os olhos se abismando. Seus lábios voltam para os meus. Um beijo apaixonado surge. Um beijo cheio de paixão. Um beijo de amor verdadeiro.

— Eu prometo, nunca mais te magoar. — ele faz uma promessa frágil.

— Espero que a cumpra. — solto ele sem pressa- Preciso tomar um banho.

— Quer companhia? — sua emoção muda.

— Não... A gente não iria ficar apenas no banho. Ainda não estou pronta, não depois de hoje. Eu só quero deitar naquela cama com você e esquecer toda essa... Merda. — completo.

Freddie acena com a cabeça dizendo que entendeu.

Eu vasculho as gavetas procurando uma calcinha e um sutiã. Acho o que eu quero e vou para o banheiro. Eu tomo um banho demorado. Seco o cabelo no banheiro, escovo os dentes e saio vestindo apenas a roupa íntima. Freddie me espera na cama, ele está enrolado nas cobertas. Caminho para ficar com ele. Apago a luz do abajur e me cubro. Como eu esperava ele está apenas de cueca. Freddie me coloca contra seu corpo esbelto. Eu beijo sua boca com cuidado. Aconchego minha cabeça no seu peito e seus braços ficam em volta de mim. Ele começa a cantar para que eu durma e eu bocejo.

— Não canta. Não quero dormir, quero apreciar sua presença por mais um tempinho. — beijo seu peito.

— Está bem. — ele desce a mão pelas minhas costas- Amanhã você tem que contar aos seus lobos que...

— Shhh. — eu subo em cima dele, Freddie pega na minha bunda sem pensar duas vezes- Não quero saber de Hexenbiests, lobos ou vampiros, quero ser normal um pouquinho... Quero ser apenas uma garota que está conversando com seu namorado na cama após um dia difícil.

— Mas eu preciso saber de uma coisa. — suas mãos continuam a me apertar- O quanto esteve perto da morte hoje? Shelby e Spencer me contaram algumas coisas.

Eu engulo em seco para responder.

— Muito perto... Mas Carly me salvou... E meu último pensamento quando eu estava tendo algum tipo de ilusão, era você. E o que me tirou da alucinação que a Nora projetou também foi você. Eu me lembrei da sua explicação, algo sobre nenhum dom apenas mental funcionar em mim. Foi o que me libertou. — passos meus lábios sobre os dele- Foi o que salvou a vida da Wendy. Talvez eu tenha pegado pesado com as coisas que eu te disse na sala... E preciso dizer a verdade, preciso que você saiba que me salvou hoje e nem precisou estar lá para isso. Mas você também pegou pesado comigo.

— Eu sei que errei... De novo. — ele foca o olhar na minha boca.

Ele inverte nossas posições e fica sobre mim, como de costume separa minhas pernas com o joelho. Eu afundo minhas mãos no seu cabelo e beijo sua boca perfeita. Ele me beija de volta com certa sensualidade. Faz movimentos com a boca excitantes e passa a mão pelo meu corpo. Eu desço as mãos pelo seu peito de mármore. A temperatura dele me causa pânico. Freddie não está completamente frio, eu diria até que está apenas gelado, mas não congelado como sempre foi. Meu veneno impulsionou A Cura, mas não irei contar isso a ele.

Freddie prossegue com o nosso beijo. Ele está ficando mais excitado. Sinto sua ereção na cueca que encosta-se constantemente a minha calcinha. Ele retira o joelho das minhas pernas, para que eu as passe em volta dele. Faço o que ele deseja. Freddie rompe o beijo.

— Está sentindo isso? — ele sussurra me fazendo sentir a elevação da sua boxer na minha calcinha.

— Sim. — suspiro contra sua boca.

— Sou eu te mostrando a forma que você me deixa. — ele me faz sentir novamente- Eu quero preencher você, completamente... Quero ser apenas seu nem que seja somente uma vez. Quando estiver pronta, estarei a sua disposição. Eu sou seu Sam. Sou seu de corpo, alma e espírito. — ele gruda sua boca nos meus lábios.

Recuo um pouco para poder falar.

— Você vai acabar se entediando comigo...

Ele ri baixinho levando a boca para o meu ouvido.

— Não vou te deixar sabendo que tem alguém na fila esperando para tomar o meu lugar.

Noto que tem um sentido oculto na sua frase.

— Freddie?

— Ele veio aqui hoje te procurar. Ele não desiste de você. — Freddie trinca os dentes e se deita ao meu lado com raiva.

— Quem? O Gibby? — me apoio no cotovelo para olha-lo.

— Sim. — ele suspira como se parecesse cansado, oh droga. — Quase que nos matamos no seu quintal, ele ficou bravo e se transformou. Devia falar com ele. Faze-lo entender que... — ele me olha sem saber como terminar- Não acredito Samantha.

— O que foi? — sento assustada expondo às presas a procura do perigo.

— Está o deixando como plano B? Como ainda pode dar esperanças a ele? — Freddie se senta e encosta as costas na cabeceira da cama.

— Não estou dando esperanças a ele. Gibby é apenas um amigo e se quer que eu pare de vê-lo basta dizer. — eu falo sem me dar conta que o Freddie vai levar a sério.

— Eu teria mesmo esse tipo de autoridade sobre você? Não quero controlar sua vida Sam. — ele faz mais uma pausa dramática- Você olha para ele como se o amasse mais do que ama a mim e ele te olha como se... Nevel leu os pensamentos do Gibby. Sabe quantas vezes o Gibby fica repassando aquela cena no quarto dele quando olha para você? Nevel me contou que você não estava tão desesperada assim, que você também queria aquilo. Não foi apenas desespero. Gibby recuou por ter integridade e ele se arrepende amargamente por isso.

Eu fico vermelha, mas vou me permitindo não me envergonhar por que a culpa foi do Freddie.

— Bem, se você não fosse tão maricas a ponto de desligar a humanidade, eu não teria quase ido pra cama com ele. — eu digo sem dó.

— Maricas? — Freddie omite um sorriso, mas está com raiva- Você não sabe as decisões que me levaram a fazer aquilo.

— E nem você sabe as decisões que me levaram a querer o Gibby naquela noite.

— Está justificando aquilo?! Você ia transar com ele, algo que eu quero fazer com você há muito tempo e agora me diz que não está pronta. Aposto que se não estivéssemos juntos você já teria dado esse passo com ele!- Freddie se levanta da cama com raiva- Me diz qual é a diferença?! — ele procura a calça no chão, quando a acha se veste com ela- Me diz por que não me quer e por que faria amor com ele!

— Porque eu não quero matar você! — eu grito fortemente- Eu poderia facilmente ter arrancado a sua cabeça naquele dia em que me transformei! Acha que estou pronta para tentar de novo?

Freddie respira e seu corpo é tão perfeito que sinto minha boca salivar.

— Eu... — ele começa a dizer.

— E você está pronto para se expor a esse risco? — eu pergunto com minha decisão tomada — Se estiver, então venha aqui e faça amor comigo, mas eu não me responsabilizo por nada depois.

Ele arregala os olhos surpreso. Freddie se apoia na cama. Sobe em cima da cama e engatinha até mim. Seu corpo pressiona o meu sobre o colchão. Minhas mãos descem para a parte da frente da sua calça. Eu tento tira-la, mas ele me beija de uma forma nova, perco o fio do pensamento. Ele desfaz o beijo e seus olhos castanhos se tornam mais belos do que eu me lembro, mesmo na escuridão eu vejo perfeitamente a simetria esplêndida do seu rosto.

— Eu estou com medo... — ele sussurra assustado, ele sabe que posso mata-lo.

— Então apenas se deite aqui comigo. — eu subo a mão pelo seu peito. Freddie morde o lábio. Ele está transtornado. Ele me quer de mais, pois começa a tirar a calça e eu vejo o quanto está excitado.

Eu o abraço. Afundo meu rosto no seu pescoço e inalo sem medo. O cheiro queima meu nariz. Chega até mesmo a doer, mas lá no final eu sinto um cheiro que faz a minha garganta queimar um pouco. O cheiro humano que exala dele onde as veias iram voltar a bombear sangue me alertam

Ele percebe que eu noto a mudança.

— O que está acontecendo comigo, Sam? — ele pergunta contra minha face.

Eu não respondo.

Povs Freddie Benson:

Durante o domingo, Carly e Sam não se falaram. Sam por alguma razão quis passar o dia todo comigo, inclusive à noite. Apenas fui ao meu apartamento para pegar algumas roupas e retornei. Ao anoitecer, Sam conversou por vários minutos em meus braços até pegar no sono.

Os raios de sol da manhã de segunda tentam ultrapassar a cortina da janela. Perdi a noção do tempo. Sam já está quase caindo da cama, nunca vi uma garota se mexer tanto na hora de dormir, bem eu nunca estive na cama com nenhuma garota além dela, será que todas são assim?

Ajeito a Sam na cama. Cubro-a com suas cobertas e beijo seus lábios rapidamente. Como eles são quentes. Parecem brasas que nunca param de queimar. Ela é seu próprio sol. Um lugar quente no meu mundo congelado, que parece se dissipar aos poucos. Durante o domingo evitamos falar do meu problema, mas eu gostaria de contar a Sam que preciso descobrir o que há de errado comigo.

Eu me levanto da cama com cuidado. Pego a minha calça ao lado da cama e me visto, não gosto de me deitar com a Sam usando roupas, gosto de sentir o corpo macio e quente dela próximo do meu. Saio do quarto sem camisa e desço para o andar de baixo escutando as madeiras da casa estralar. Ao longe escuto o rádio de alguém ligado, o barulho dos carros na rodovia. Os farfalhar das folhas nas árvores, que aproveitam o início da primavera. Opto por também ligar o velho rádio da cozinha. Seleciono uma estação country. Abro a geladeira e pego coisas para fazer um café da manhã descente. Ovos, bacon, presunto. Procuro massa para fazer panquecas. Sam vai gostar de comer antes de ir para a aula. Coloco tudo na mesa e começo a preparar.

Estou finalizando os ovos quando arrisco experimentar. Meu estômago embrulha. Quando me vejo estou correndo na velocidade da luz para o banheiro que fica perto das escadas. Abro a porta e vomito no vaso. Limpo a bagunça que fiz e escovo os dentes diversas vezes com a escova que achei, em seguida jogo no lixo. Aproveito para tomar um banho rápido. Coloco a mesma calça e a cueca. Saio do banheiro às pressas. Retorno para a cozinha. Apoio-me na mesa sentindo uma camada de suor brotar na minha testa. Merda! A Sam não precisa saber disso. Não a quero se preocupando com o namorado vampiro que por algum motivo está se tornando humano ou algum tipo de aberração.

Concentro-me em arrumar a mesa. Estou quase terminando quando escuto o barulho de passos na grama lá fora. Se for o Gibby de novo eu não sei a besteira que posso fazer. Em um piscar de olhos estou ao lado da porta. Alguém gira a maçaneta. Sam não trancou a casa ontem. Eu me preparo para desmaiar seja lá quem for entrar. A porta se abre, a pessoa entra. Eu a agarro por trás e deixo meu braço em volta do seu pescoço.

— Me solta!- Carly grita.

— Céus! É você... — a solto devagar e a viro para mim. Suas mãos se apoiam no meu peito nu, enquanto ela se acalma retomando a respiração.

— Você não tem casa? — ela se distancia vendo a forma próxima que estamos.

Limpo a garganta constrangido. Sinto-me estranho.

— Tenho, mas prefiro ficar aqui com a Sam.

— Ela está dormindo? — Carly em vez de olhar para outro lado, me observa de cima abaixo analisando meu corpo.

— Sim. — solto um suspiro e minha respiração se perde. A visão da Wendy me perturba.

— Vou esperar ela para irmos à escola. — Carly joga a bolsa no sofá da sala e vai se sentar.

Eu acompanho o andar dela. Preciso conversar com ela. Entender o que está acontecendo entre nós dois.

— Carly... Sobre a visão da Wendy. — eu inicio e caminho até ela.

— Vai acontecer. — Carly diz de uma vez.

— O... O que? — eu me sento ao seu lado.

— Todas as visões da Wendy acontecem. Ela nunca errou. Não tem como parar o inevitável. — Carly se distancia um pouco — Eu não magoaria a Sam, mas as coisas estão diferentes agora. Freddie... — ela sussurra me olhando com um sorriso.

— Mas... Ela é sua melhor amiga. — eu a contradigo.

— Não quero você Freddie, não viaja. — ela diz com firmeza- Eu não faria isso com a Sammy, jamais.

— Então o que está querendo me dizer? — sinto a mão dela descer pelo meu braço.

— Você não faz ideia do que estou sentindo. — ela pega a minha mão- É um poder intenso. Isso está me dominando. Eu não dormi de sábado para domingo e mal consegui dormir hoje. Eu fiquei praticando minha magia o tempo inteiro. É algo além de qualquer força do universo. — Carly me olha e eu acho melhor recuar, mas algo em mim me faz querer estar em sua presença.

— Você tem que aprender a controlar os impulsos. Controlar os poderes como a Wendy faz. — eu pego sua outra mão.

— Não quero. — Carly aproxima o rosto do meu. — Eu gosto do que estou sentindo. Em anos eu me sinto realmente viva. Sam foi a porta para isso. Não preciso ser uma princesa para ter poder. Esse tempo todo eu precisava apenas me tornar uma Hexenbiest e vejo isso agora.

— Não. Isso foi uma decisão tomada às pressas... — eu me aproximo mais dela- Carly me escuta, seu destino não é ser isso para sempre. Foi apenas um método para não perdemos você.

— E por que você tem tanto medo de me perder? — ela faz uma pergunta estranha. Essa garota não parece a Carly. Como ela pode ter mudado tanto do sábado até esta segunda de manhã? De uma garota frágil e assustada, para uma mulher tão atraente e com algum poder obscuro... Pelo amor de Deus! Ela só tem 17 anos e vai fazer 18 no dia 22 de abril.

Noto que a resposta para a sua pergunta continua em branco.

— Eu tenho medo de te perder por que eu te amo. — eu mantenho a voz baixa- Da mesma forma que a Sam te ama, ou a Wendy, ou o Spencer... É desse jeito.

— Você está apaixonado por mim, só não quer admitir ainda. A Sam merece saber. — ela se levanta.

Carly está louca. Eu? Apaixonado por ela? Pelos sete infernos, isso é loucura...

— Você não sabe o que está falando. — eu também me levanto.

— Você não pode magoar a Sam. — Carly fala e ergue a mão- Se você magoa-la por causa desse sentimento estranho que começou a sentir, eu vou matar você.

Eu encaro a Carly. Repasso diversas vezes as suas últimas quatro palavras. Eu vou matar você. Essa era a última coisa que eu esperava ouvir dela. Tem o lado bom e ruim nessa situação. O lado bom é que Carly é uma amiga verdadeira e não vai ficar comigo sabendo que a Sam me ama. O lado ruim é que Carly está se tornando perigosa e pode ser um risco para todos, nesse exato momento é um risco para mim.

— Carly, se acalme. — diz Sam do pé da escada.

Eu não consigo tirar os olhos da Carly. Tenho medo que ela me mate se eu me mexer. Sinto-me preso. Quero gritar para a Sam fugir. Sou tomado por um pavor tão grande, que estou tremendo. Um tremor diferente de qualquer coisa que eu já senti. Falta alguma coisa dentro de mim. Então seja lá o que queria pular para fora e se revelar, não pode.

— Vocês não entendem... — Carly parece uma pilha de nervos- Não consegui dormir no sábado, eu entrei no meu quarto e eu não vi o chão. Tinha apenas um buraco com vozes horríveis vindo dele. Quando por fim tomei coragem para passar por aquilo, eu espirrei e minha janela quebrou. Aprendi a levitar os objetos, diferenciar emoções, cada uma possui uma cor... Aprendi a flutuar. — Carly prossegue dizendo andando para perto da minha namorada- Sam... Eu te agradeço por ter me ajudado a me tornar uma Hexenbiest.

— Você não está se tornando uma Hexenbiest, Carly, você está virando um monstro e tem que aprender a se controlar. — Sam arrisca se aproximar da melhor amiga.

— Não queiram mudar o que eu sou. — Carly faz Woge e eu me assusto com sua feição de zumbi- É o que eu quero ser agora.

Sam ergue as mãos sem medo e toca o rosto da Carly.

— Ninguém vai tirar isso de você, mas não podemos deixar você machucar alguém. Apenas irá controlar o que sente.

Carly mexe a cabeça novamente e sua face volta a ficar humana. Ela afunda nos braços da Sam como se estivesse cansada.

— Sam... — Carly começa a chorar do nada- É mais forte do que eu... Essa coisa está me controlado, às vezes pode ser eu aqui, às vezes não... Você ouviu? Ouviu o que eu disse ao Freddie? Eu não sei diferenciar quem sou eu e quem é o espírito de Hexenbiest. — seu choro retorna.

— Você vai aprender a dominar o espírito. Eu prometo isso a você. — Sam faz a sua função, aquela de proteger a melhor amiga indo contra tudo e todos. Existe uma amizade mais forte no mundo?

Eu consigo sair do meu estado de pânico. Subo para o andar de cima, me visto com a minha camisa e desço novamente. Sam está enchendo seu prato com o café da manhã. Carly chora baixinho. Eu olho em volta procurando algo que ela possa usar para secar as lágrimas. Antes que eu abra o armário para pegar um paninho, Carly o abriu com seus poderes, o pano foi direto para sua mão e ela já está secando o rosto.

Eu me sento na ponta da mesa. Sam está sentada na minha direita e Carly na minha esquerda. Eu me sinto dividido. A garota que eu amo e a garota que estou começando a amar. Tudo por causa de uma maldita visão! E a Sam ainda me fez prometer que eu cuidaria da Carly. Eu quebrei tantas promessas, essa é uma das tais que eu adoraria quebrar, mas não posso.

— Me perdoa pelas coisas que eu disse. — diz Carly me tirando dos meus pensamentos.

Eu apoio os cotovelos na mesa e o queixo nas mãos.

— Não sei o que foi aquilo, mas me assustou muito. — eu pego a mão livre da Sam- Tem que nos deixar te ajudar, ok? Você não quer colocar a Sam em perigo.

— Para. — a voz da Carly muda de novo.

— O que ele fez? — minha paixão loira pergunta.

— Está usando o dom de calma em mim, mas isso está me sufocando. Eu preciso liberar as emoções. — Carly responde.

— Perdão. — eu interrompo minha habilidade.

Ela apenas da um aceno com a cabeça.

Sam volta a comer. Carly também preenche o prato não resistindo. Ela come desesperada. Está comendo mais do que a Tori desde que entrou na matilha. Eu não sou o único a perceber e em instantes a Sam observa.

— Carly, a comida não vai fugir. — Sam tenta fazer uma piada.

— Essa coisa de Hexenbiest me deixa com muita fome, desculpa. — ela volta a comer, agora mais devagar.

Eu fico olhando para ela por um tempo, depois olho para a Sam. Seus olhos azuis parecem nublados. Preocupação. Está na hora de eu contar o que venho sentindo.

— Pois bem... — eu deixo minhas mãos espalmadas na mesa- Preciso que me escutem. — As duas me olham intrigadas. — Carly, a Wendy sabe que a Sam vai nos deixar em breve, por mais que nas visões dela seja impossível enxergar a Sam, ela viu meu futuro retornar e você está nele. Eu não quero provocar uma briga entre vocês por algo que sequer aconteceu ainda. Eu... Temo dizer que... — me apavoro sabendo que se a Carly não me matar em breve, a Sam irá fazer isso agora- Temo que... — repito tentando respirar.

— Você vai desmaiar? — a pergunta da Carly parece distante.

— Teme o que? — a Sam pergunta segurando a minha mão direita com força. Carly segura a minha mão esquerda.

— Temo que eu esteja... — me levanto para romper contato com elas. Seguro as costas da cadeira olhando para a mesa. Deus, por que é tão difícil dizer a verdade?

— Se não falar... — Sam me ameaça.

— Eu mesma jogo esse prato em você. — Carly também me ameaça.

— Não posso... — eu balanço a cabeça.

— Fala logo!- Sam está ficando com raiva e se levanta. A fumaça começou. É um alerta de cuidado.

Carly se levanta. Ela abre a mão onde uma chama verde ganha vida.

— Diga!- Carly exige.

— É melhor falar agora. — Sam caminha até mim, junto de Carly.

Eu recuo me preparando para correr.

— É só dizer. — Carly faz Woge mais uma vez.

— Anda Benson!- Sam já está tremendo.

— Eu... — não consigo.

— Tem cinco segundos! — minha namorada avisa.

— Eu vou dar apenas três. — minha amiga deixa bem claro.

— Está bem. Calma!- eu ergo as mãos- A verdade é que...

— Para de enrolar!- Carly joga uma parte da chama contra mim e sou empurrado para trás. Minhas costas se batem contra um armário. Não tenho para onde correr. Carly retorna a sua face normal.

— Eu amo vocês!- eu falo em um tom alto- Isso é o que eu queria dizer! Eu amo vocês duas e eu estou perdido por que não faço a mínima ideia de quando essa merda começou! Eu sinto muito... — permaneço encostado no armário com medo de suas reações.

— Está dizendo que... — A Sam procura entender a verdade.

— Você também está apaixonado por mim? — Carly da um passo para trás.

— Sim e eu sinto muito. — eu me desculpo por que sinto que a culpa é minha.

— Minha vida não é normal. — murmura a Carly.

Sam fica em silêncio. Sua mente deve estar uma bagunça completa. A fumaça que a envolvia se foi. Ela parece calma. É a pior reação que eu podia esperar dela.

— Sam, diga alguma coisa, por favor. — eu imploro- Sam, por favor. Fala comigo.

— O que quer eu diga? — ela soca o armário e isso me causa alivio em vez de pânico- Nossa, que legal Freddie, você está apaixonado pela minha melhor amiga, vamos comemorar com fogos de artifício e uma festa! Isso! Vamos celebrar!

— Me... — eu não posso concluir por que ela parece ter se lembrado de alguma coisa.

— Carly, suba comigo para o quarto, vou me arrumar e então saímos daqui.

— Tudo bem, — Carly que já previa uma briga entre a Sam e eu, parece relaxada.

— À noite temos um baile para ir. — Sam vai para as escadas da sala.

— Espera, esse assunto vai terminar assim? — Carly faz a pergunta que eu queria fazer.

— Como eu disse Shay, minha preocupação sempre era com ele. — Sam vai para o andar de cima e Carly a segue.

Respiro um pouco aliviado, mas ainda temeroso pelo o que ocorreu. Guardo a comida na geladeira e lavo os pratos. Estou secando as mãos quando a Sam está abrindo a porta da sala.

— Sam!- eu chamo indo atrás dela.

— Freddie, me dá uma pausa... Eu prometo que iremos conversar depois. — ela caminha para a rua.

Carly olha para mim. Olha para a Sam. Olha para mim de novo. Ela fica como o John Travolta em Pulp Fiction. Ela corre atrás da Sam e anda ao seu lado em silêncio. Eu observo as duas garotas caminharem. Infelizmente as duas garotas que eu amo. Eu não estou tendo controle sobre isso. Perdi o controle de mim mesmo.

Notas finais
#mortalinda #berro Apenas comentem que eu não tenho nada para dizer, sei que estão com raiva mas eu já tinha dito que a fic não é só Seddie e vocês sabem que eu sempre conserto as coisas, por hora, vamos jogar queridos! E atenção, a pedido de uma galerinha a fanfic também está disponível no Spirit que disseram que seria melhor para reler os capítulos passados, lá da para adicionar fotos e tals... Em breve vou deixar as duas na mesma trajetória (lá ainda ta no capítulo 2), bem é isso fofos. Hoje eu tenho perguntas para responder, vamos lá: Leila pergunta: "De onde você tira ideia para a trilha sonora? E que outras músicas você colocará na fanfiction?" Resposta: As músicas que eu uso são as que tenham traduções semelhantes com o tema retratado no capítulo, eu não uso as músicas de inspiração, na verdade é o capítulo que me ajuda a escolher as músicas. Músicas que irei usar em breve são: Everybody wants to rule the world - Tear For Fears Whats a Girl To Do? - Bat for Lashes I've Been Losing You - A-Ha Praying - Kesha Tomorrow is a Chance to Star over - Hillary Grist Green Light - Lorde Jessica Gomez pergunta: "Eu sei que todo mundo está perguntando do hot Seddie, mas eu queria muito saber por que a demora, o que pretende fazer?" Resposta: Está demorando por que Sam e Freddie vão realmente dar este passo quando a Sam retornar de um certo lugar e recuperar algo que perdeu. Até lá acalmem o core por que a fic não gira apenas em torno disso, desculpa a demora mas vale a pena esperar mais um tempo. Jean pergunta: "Carly vai namorar alguém quando se tornar vilã?" Resposta: Então... Tenho sérias suspeitas que vai ser um moreno ai. Alana pergunta: "Por favor, eu li uma resposta sua e fiquei muito encucada, como assim a Sam e o Freddie vão ter filhos? Você respondeu a pergunta desse jeito "Quem te contou?" dando a entender que eles vão ter filhos sim, isso é verdade ou você respondeu para zuar da gente?" Resposta: O que você acha? Não posso dar spoiler, mas esse está visível e perigoso (manda msg no Whats de novo que a gente conversa melhor beijos) Rosângela pergunta: "Oi, olha eu de novo aqui, eu quero perguntar agora se quando o Freddie ficar com a Carly ninguém vai querer intervir nessa coisa? Se eu tivesse lá quando isso fosse acontecer eu ia empatar na hora, por favor me diz que algum personagem vai empatar os dois ficarem juntos, pelo bem de Seddie não faça isso!" Resposta: Garota, sinto muito mas as escolhas foram feitas, se você leu este capítulo dá para perceber que não há muito o que se fazer, você foi uma das minhas leitoras fieis em Fix you, te decepcionei lá? Não, ao contrário, você disse que amou cada capítulo, pois bem, creio que vc vai superar certos acontecimentos de 42 e seguir firme, beijão! Esther pergunta: "Você tem um personagem favorito na sua própria fanfiction?" Resposta: Pergunta desafiadora e difícil... Eu não sei responder, gosto muito da Shelby para ser sincera, acredito que ela merece até um ponto de vista em breve, mas acho que meu personagem favorito ainda não chegou, ele é de criação minha e se chama Gatlin, um príncipe de Viena, a postura dele diante das coisas vai ser bem interessante, é isso. Geyse pergunta: "O Gibby está em cena, a Carly não está, a Carly está em cena, o Gibby não está, já podemos entender o que vai acontecer agora ou você está fazendo de propósito? Samzinha eu te amo não me buga . Resposta: Fazendo de propósito eu acho... Mas todo mundo já flagrou. Sarah pergunta: "Quando você escreve os capítulos você já pensa em ferrar com nois?" Resposta: Sim, mas eu amo vocês ♥ ♥ ♥ Naiara pergunta: "O Freddie vive fazendo coisas sem sentido e ele magoa muito a Sam, e disse que ela errou com a Carly, por que ele é desse jeito?" Resposta: Freddie vai explicar por que é assim no próximo capítulo, acho que vai ser uma ótima resposta vinda da parte dele. Finalizo por hoje, beijão meus lindos! See you soon guys! Very soon... P.S.: Postei de 05:30 a pedido de você Milly ahuahua beijão e comenta aqui lindona!