42 - Violet Hill

33 Amanhã é uma chance de começar de novo


Notas iniciais
Bom dia humanos! Eita que hoje o capítulo está totalmente imperdível... E oq tem de imperdível tem de explícito por que Sam e Freddie estão mais desesperados do que nunca um pelo outro. Não tive medo de arriscar no uso de palavras fortes e muito menos nas cenas descritivas. Cada parte deste capítulo só vai aumentando a emoção para chegar em uma das cenas mais épicas. Aproveitem:

Parte 33: Sinal Verde

Povs Sam:

Freddie me leva para a pista de dança. What's a Girl To Do da banda Bat For Lashes começa a tocar em um som estrondoso. Parece tema de um filme de terror e eu recordo o primeiro episódio de Scream Queens.

— Pronta para impressionar a todos? — ele pergunta se mexendo levemente ao som da música.

— Como fizemos ao som de Something Just Like This? — eu recordo o beijo no apartamento da Carly.

— Sim. Exatamente daquele jeito. — Freddie sorri e nos aproxima mais.

A letra começa e eu deixo ela nos possuir.

Nós andamos de braços dados

Mas eu não sentia o toque dele

Um desejo, que pela primeira vez, eu tentei esconder

Aquilo que formigava dentro de mim se foi

E quando ele me perguntou:

Você ainda me ama?

Tive que disfarçar

Eu não quis dizer a ele

Que meu coração se congelava cada dia mais

Freddie me abaixa como se estivéssemos dançando tango e me puxa novamente.

Quando se ama tanto

Que até a excitação se foi

E seus beijos à noite

São trocados por lágrimas

E seus sonhos estão em

Um trem descarrilhando

Então eu pergunto a você agora, o que uma garota faz?

Ele me gira sem perder a oportunidade de olhar para o decote do meu vestido. Freddie me abraça por trás para cheirar o meu pescoço e meu cabelo.

Ele disse que me levaria pra longe

Que consertaríamos as coisas

E eu não quis dizer a ele

Mas então eu tive que dizer

Sobre o tempo que passamos juntos

Está tudo escurecido

E meu coração brilhante de morcego

Quer voar livremente

Eu me viro de frente para ele e desço a mão pelo seu peito. Freddie deixa a perna entre as minhas enquanto nossa dança continua. O clima fica bem visível. Estamos desesperados um pelo outro, apenas de forma física.

Quando se ama tanto

Que até a excitação se foi

E seus beijos à noite

São trocados por lágrimas

E seus sonhos estão em

Um trem descarrilhando

Então eu pergunto a você agora, o que uma garota faz?

A música caminha para a repetição final e nessa hora Freddie já pegou na minha bunda diversas vezes. Ele está incontrolável.

O que uma garota faz?

Eu beijo o pescoço dele. Freddie suspira no meu ouvido.

O que uma garota faz?

As mãos dele acariciam minha cintura por cima do meu vestido.

O que uma garota faz?

A canção termina. Freddie e eu nos separamos com nossas respirações descontroladas. Esse foi apenas o round 1.

— Pelo visto estamos em busca da mesma coisa aqui hoje. — eu sussurro me distanciando dele.

— E o que seria? — ele tenta me agarrar, mas eu desvio com rapidez.

— Você sabe... — eu me jogo no meio da multidão para que ele me encontre.

Vai começar uma caçada. A música tocando agora é Heaven Is a Place on Earth. Recordo San Junipero da série Black Mirror.

Eu acelero meus passos para outros lugares do ginásio. Ele me segue. Freddie e suas tentativas de me achar serão uma coisa mais excitante.

Eu acabo parando ao lado da Wendy. Brad se coloca na frente da namorada e eu reviro os olhos.

— Acha mesmo que eu vou fazer alguma coisa? É uma festa galera, vamos se animar. — eu falo gritando por causa da música alta.

— O problema não é você. — diz Wendy apontando para o vampiro que abre espaço entre a multidão.

Freddie me achou. Ele sorri e depois ergue as sobrancelhas para a Wendy.

Brad se atravessa na minha frente. Ele agarra Freddie pela camisa e o joga contra a parede. Os outros estudantes param de dançar para ver a cena.

— Você nunca mais se atreva tocar nela. — Brad fala tremendo de raiva — Ou eu vou matar você.

Freddie se desencosta da parede, mas Brad da um soco na cara do Freddie e ele acaba deslizando até o chão. Não é que eu não queira ver o Freddie apanhar, mas Brad está acabando com nossa caçada sexual aqui. Eu vou para perto do Brad e o derrubo no chão com uma rasteira. Eu ergo o Freddie pelo braço e fico parada na frente dele.

— Eu sugiro que ninguém se atreva a tocar nele de novo, por que se não vão ter que passar por cima de mim, entenderam? — eu pergunto e em instantes a alcateia está nos cercando.

— Você não sabe o que ele tentou fazer com a Wendy. — Brad diz se levantando — Não se atreva a ficar do lado dele.

— Não se atreva a falar assim comigo ou eu mato todos aqui... E deixo você por último para ficar assistindo cada pessoa que você ama morrer. — eu respondo em tom baixo, assim só quem tem boa audição irá escutar.

Vejo ao longe Carly observando a cena confusa.

— Quem é ela? — Carly pergunta para Jade que está ao seu lado.

— É uma longa história. — Jade responde.

— Coloque longa nisso. — diz Beck.

— Vamos deixar os dois em paz. — Tori ordena assumindo uma postura de líder, a garota realmente tem poder. Vamos lá fofinha, se você não é o Alfa eu não sei de mais nada... Não pode ser a Tori lutando ali no Oráculo por mais que seus cabelos sejam extremamente parecidos com os do desenho.

— Mas ele... — Brad quer argumentar.

— Eu já falei Brad. — Tori se mantém firme — Se eles causarem problemas lidaremos com ambos depois, por hora os deixe em paz e isso vale para todo mundo.

A alcateia se dispersa. Tori nos lança uma olhar ameaçador e vai com o Griffin dançar.

Eu solto um suspiro de alivio. Viro-me para olhar o Freddie que arruma a gravata.

— Tudo bem? — eu faço uma pergunta idiota.

Freddie fica confuso.

— Está se importando?

— Não mesmo.

— Menos mal. — ele segura minha mão e me gira. Eu bato as costas na parede — Eu quero possuir você... — ele sussurra roçando seus lábios nos meus.

— Aguenta até o final do baile? — eu aperto mais a gravata no seu pescoço.

— Você sabe que não. — ele encosta o cós da calça em mim — Eu só quero você e nada além disso. — Freddie beija meu pescoço e vai até o meu ouvido — Sammy, você não faz ideia do que fiz hoje pensando em você... — ele me morde como nos velhos tempos — E não faz ideia do eu quero fazer com você. — ele coloca as mãos na minha bunda de novo, assim se pressionando contra mim novamente.

— A gente não pode fazer isso na frente da escola inteira então se controle. — eu consigo empurra-lo.

— Então onde iremos fazer?

— Aqui não. — eu respiro com a cabeça apoiada na parede — Que tal mais uma dança?

— Você quer mesmo me matar desse jeito? — ele pergunta e eu entendo o sentido oculto na frase.

— Qualquer coisa você repete o que fez hoje em seu quarto... — eu murmuro sabendo que ele tocou a si próprio.

Freddie morde os lábios.

— Você é que vai fazer isso para mim.

— Vai sonhando. — eu passo por ele empurrando seu ombro.

Paint It, Black do The Rolling Stones transforma o momento.

Freddie ri novamente e vem dançar comigo. É estranho não sentir nada além de excitação. Eu até ligaria a humanidade para sentir alegria, mas não adianta eu me ligar e Freddie continuar desligado, por que ele iria me tratar como um lixo ou aproveitar para me magoar, mas jamais ele irá me fazer chorar de novo.

Eu pulo igual uma louca com a música. Ela combina bem com nossa alma escura. Freddie entra em sintonia comigo e lembramo-nos da dança daquela época. Não demora muito e as pessoas fazem um círculo a nossa volta, com a intenção de nos deixar mostrar o que sabemos fazemos. Freddie tira meus pés do chão e me gira em 360° graus. As pessoas aplaudem.

Eu mexo meus braços me jogando no ritmo. Freddie junta nossas mãos e caminhamos de frente para o outro. Jogamos nossas mãos para cima e nos viramos. Temos que acompanhar a guitarra para não perder o compasso. Lembro que essa música é uma das minhas preferidas do jogo Guitar Hero 3.

Freddie e eu dançamos os últimos acorde. Quando terminamos fazemos uma reverência. A galera aplaude achando demais. O círculo se desfaz quando a música lenta para os casais se inicia.

Tomorrow is a Chance To Star Over faz os casais se abraçarem. Freddie delicadamente me puxa para dançar com ele de forma lenta. Isso está ridículo, mas eu não ligo.

Eu olho em seus olhos castanhos. Eles parecem úmidos e algo dentro de mim diz que eu trocaria o mundo inteiro nesses olhos mareados. Freddie sorri de lado lentamente balançando com a música. A mão esquerda dele aperta minha cintura, a direita se encontra com a minha. Ele nos aproxima mais um pouquinho. A canção em si é bonita, mas a letra é um perigo. Eu percebo que todos que conhecemos se amontoaram a nossa volta para fazer pressão psicológica. Eles colocaram essa música de propósito. Eles querem nos fazer ligar ao mesmo tempo. Olho para o Freddie que também entendeu o que está acontecendo. Ele continua a dançar comigo e fecha os olhos como se tentasse se segurar. Ele vai ligar ou eu... Ou os dois ao mesmo tempo.

Eu afundo meu rosto em seu ombro. Meu coração implora para que eu ligue. É algo totalmente impossível. Não vou me abalar. Eu sou indomável. Indestrutível. Nada e nem ninguém vai me derrubar.

Eu repasso a letra na minha cabeça de novo.

Deite-se no seu travesseiro

Nas sombras, feche os olhos.

Desligue a lâmpada velha e cante canções de ninar de boa noite

Você é outro dia mais velho

Logo você estará no escuro.

Amanhã é uma chance de começar de novo

Comece de novo.

Como o sol de ajuste querido

Como ele permanece, cai a ferrugem

Eu vou te ver em meus sonhos amor, deixe o dia longo virar pó

Você é outro dia mais velho

Logo você estará no escuro.

Amanhã é uma chance de começar de novo

Comece de novo.

Você é outro dia mais velho

Logo você estará no escuro.

Amanhã é uma chance de começar de novo

Você reacende a centelha

Hoje à noite você pode gostar aqui em meu ombro

Logo você estará através da escuridão

Amanhã é uma chance de começar de novo

Comece de novo

Eu saio dos braços do Freddie exatamente quando a música acaba. Nos olhamos ficando tensos. Ele sabe que sentiu alguma coisa, assim como eu.

Para piorar Green Light da cantora Lorde começa para nós torturar ainda mais. A pior parte é que cada parte dessa canção descreve o que passamos.

— Não se preocupe garota, será necessário muito mais do que isso para nos fazer voltar a ser quem éramos. — Freddie estende a mão para mim, eu a pego sem medo.

— Você está certo. — eu começo a dançar com ele novamente.

Eu faço minha maquiagem no carro de outra pessoa

Nós pedimos bebidas diferentes nos mesmos bares

Eu sei sobre o que você fez e quero gritar a verdade

Ela acha que você ama a praia, mas você é um maldito mentiroso

Eu rio lembrando-se da história que Shelby me contou a respeito do Freddie detestar ir à praia.

Aqueles grandes tubarões brancos, eles têm dentes grandes

Oh, e eles mordem você

Pensei que você havia dito que continuaria apaixonado para sempre

Mas você não está apaixonado, não mais

Será que te assustou?

O jeito como nos beijamos naquele chão iluminado

No chão iluminado

E o nosso beijo no chão iluminado do apartamento 8-C retorna para a minha mente.

— Te assustou quando nos beijamos naquele dia? — eu pergunto ao Freddie que também reparou na letra.

— Acho que sim... — ele gosta de relembrar.

Mas eu ouço sons na minha mente

Novos sons na minha mente

Mas querido eu, continuarei te vendo onde quer que eu vá

Mas querido eu, continuarei te vendo ao longo de cada caminho

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Porque querido eu, virei buscar minhas coisas, mas ainda não consigo me libertar

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Oh, eu queria conseguir pegar minhas coisas e me libertar

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Talvez seja apenas isso que o Freddie e eu estamos esperando. O sinal verde. Um sinal para voltarmos a ser quem éramos.

Às vezes eu acordo em um quarto diferente

Eu sussurro coisas e a cidade as canta de volta pra você

Todos estes rumores, eles têm dentes grandes

Oh, e eles mordem você

Pensei que você havia dito que continuaria apaixonado para sempre

Mas você não está apaixonado, não mais

Será que te assustou?

O jeito como nos beijamos naquele chão iluminado

No chão iluminado

Mas eu ouço sons na minha mente

Novos sons na minha mente

Mas querido eu, continuarei te vendo onde quer que eu vá

Mas querido eu, continuarei te vendo ao longo de cada caminho

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Porque querido, eu virei buscar minhas coisas, mas ainda não consigo me libertar

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Oh, querido eu, virei buscar minhas coisas, mas ainda não consigo me libertar

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Sim, querido eu, virei buscar minhas coisas, mas ainda não consigo me libertar

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Oh, eu queria conseguir pegar minhas coisas e me libertar

(Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero)

Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero

Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero

Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero

Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero

Paramos de dançar e nos encaramos. Ai meu Deus...

Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero

Eu estou esperando por ele, aquele sinal verde, eu o quero

Estamos perdidos no fim da música. Chegamos ao nosso limite. Freddie apenas me dá uma olhada e eu sei o que significa. Precisamos um do outro e tem que ser exatamente agora.

Freddie pega a minha mão e saímos quase correndo do meio de todos. Vamos para o lado de fora. Ele me leva pelos lugares do colégio. Paramos ao lado de fora de onde fica a biblioteca. Freddie força a janela, mas está fechada, ele poderia quebrar, mas parece ter outra ideia, seu olhar vai direto para janela do segundo andar.

— Está tão desesperado assim? — eu pergunto observando ele entrar na sala do diretor pela janela. Seu pulo é rápido e ágil. Eu pulo atrás dele.

— Não, mas você me excitou e espero que me alivie um pouco. — ele estende a mão para mim, eu a pego e entramos na sala.

— E agora? — eu pergunto me sentando na mesa do diretor. Eu retiro meu par de saltos.

Freddie retira a gravata e a coloca no bolso. Ele retira os sapatos sociais e as meias. Um sorriso safado surge em seu rosto. Meu corpo parece pegar fogo. Eu preciso dele. O que eu fiz desliga as emoções, mas não as sensações e nesse momento eu quero ele dentro de mim.

— Eu quero te fazer gritar. — ele sussurra. Freddie está na minha frente antes que eu respire. Ele agarra meu cabelo para que minha boca se junte a sua.

Eu o beijo para me satisfazer. Seus lábios são tão macios quanto eu me lembro. Sua língua tem o mesmo gosto. Seu hálito continua frio. As mãos dele sobem meu vestido. Ele se coloca no meio das minhas pernas. Eu sinto a elevação na sua calça e passo minha calcinha contra isso. Ele gosta e se movimenta comigo. Eu retiro seu paletó. Ele para de me beijar na boca e vai para o meu pescoço. Eu abro os botões da sua camisa social azul. Ele se aperta contra mim com força. Eu retiro sua camisa pelos seus ombros fortes. Ele me olha enquanto eu arranho seu peito. Freddie sobe o vestido e me ajuda a tira-lo. Ele beija meu seio por cima do sutiã e eu arfo alisando o cós da sua calça. Ele as tira rapidamente. Freddie prende minhas pernas em volta dele. Sua respiração está descontrolada.

— Não acredito que tinha te perdido para o Gatlin... Você é dele agora? — pergunta ele acariciando meus seios.

— Não... — eu falo olhando diretamente nos seus olhos — Eu continuo sendo sua, mas o Gatlin agora é meu.

— Então se você continua sendo minha... — ele aperta meus seios com as duas mãos.

— Quando pretende me agradar de verdade? — eu sussurro no seu ouvido.

Freddie ri e me morde. Ele se alivia mexendo o corpo. Eu gemo não resistindo à sensação gostosa de sentir sua ereção subindo e descendo pela a minha calcinha. Puxo sua boca de volta para a minha. Ele vai me deitando na mesa. Escuto o barulho dos objetos caindo no chão. Mas ele em toda sua glória me causando prazer é só no que eu quero me importar.

— Sam... — ele sussurra contra meus lábios — Quer que eu te foda em cima da mesa?

— Sim. — eu arranho suas costas.

— Agora?

— Vai logo porra! — eu estou perdendo a paciência.

— Relaxa... — ele volta a me beijar.

Nos encantamos durante o beijo. Até me esqueço de que eu quero fazer sexo com ele. Por mim eu poderia passar o resto da vida o beijando. Foco. Eu quero foder e tem que ser agora.

Seus lábios se soltam dos meus, mas ele continua mordendo meu lábio inferior, enquanto se movimenta em cima de mim.

— Fredward, eu vou te matar se você não fizer sexo comigo. — eu rosno para ele.

— Você está excitada demais para me matar e se me irritar, eu que vou te matar Sam... — ele me beija novamente.

Eu empurro seu peito, mas é como tentar mover uma parede. Não estou tão forte como antes. Não me transformar em loba tirou a minha força. Lembrem-me de bater no Gibby por isso depois.

Freddie finalmente rompe o beijo e abre o meu sutiã. Eu arqueio as costas para ajudar ele a retira-lo de mim. Ele desce beijos do meu queixo até os meus seios. Eu grito com o prazer.

— Ah! — mordo o lábio tentando controlar meus gritos.

— Eu disse que queria te ouvir gritar. — ele murmura sugando meu seio direito. Nada que o Gibby fez se compara ao que o Freddie está me fazendo sentir. Sua língua roda no meu mamilo. Minhas costas se erguem. Freddie suga, chupa e me morde. Eu não consigo controlar meus gemidos. — Grita mais Sam.

— Vai se foder. — eu gemo socando a mesa sentindo sua língua passear pelos meus seios.

— Não... Eu que vou foder você. — ele beija meu seio novamente e vai trilhando beijos pela minha barriga. Ele chega à minha calcinha. Freddie abre mais as minhas pernas e beija meu sexo por cima da calcinha branca diversas vezes. Meu corpo se contorce na mesa. Eu agarro seu cabelo e o puxo com força. Ele rosna sentindo dor e tira minha calcinha. Ele para. Olho para ele tentando entender. Freddie pega a minha calcinha e a cheira.

— Eu preciso de você dentro de mim e rápido. — eu soco a mesa de novo.

— A pressa é inimiga da perfeição. — ele fica em pé e retira a cueca. Sua mão alisa meu sexo. — Você está tão molhada... — ele sobe com o dedo frio e úmido pela minha barriga, pelos meus seios, pelo meu pescoço e por fim chega à minha boca. Eu sugo seu dedo sentindo o gosto da minha própria excitação. Freddie abre a boca formando um "O".

Freddie sobe em cima de mim. Sua boca está de volta dominando a minha. Ele se apoia em uma mão, enquanto a outra usa para passar seu membro pela minha intimidade. É muito maior do que eu pensei.

— Assim não! — eu reclamo — Eu quero você dentro de mim.

— Eu sei... — ele sussurra contra meu rosto — Mas quero te deixar louca.

— Me deixa louca de outra forma, não assim. Eu juro que vou te matar, não estou brincando. — eu aperto seus braços.

— Você fica tão gostosa quando está brava... — ele me rouba um selinho, mas eu estou tão excitada que beijo ele de novo.

O beijo se torna poderoso. Estamos nos abraçando com força. Nossas línguas se tocam de maneira mística. Ele tenta entrar em mim, mas está perdido no meu beijo. Freddie geme contra a minha boca quando ergo o quadril para encontrar sua ereção. É bom senti-lo duro contra meu sexo molhado.

Minhas mãos uma hora estão no seu cabelo, outra hora nas suas costas, outra hora pegando no seu pênis e o fazendo gemer contra meus lábios. Freddie começa a entrar em mim, mas alguém chuta a porta.

— Eu te dou três segundos para sair de cima dela ou eu te mato aqui e agora! — Gibby diz como uma promessa.

Freddie treme sobre mim. Eu ignoro o Gibby e prossigo beijando o Freddie, que está recuando devagar. Ele sai de cima de mim. Não antes de chupar meu pescoço e passar a mão pelo meu corpo. Freddie pega minhas roupas no chão e as joga para mim. Ele rapidamente está dentro das suas calças, que ficam com um volume enorme. Eu não resisto em lamber meus lábios imaginando qual seria o gosto dele.

Gibby caminha até mim.

— Você atrapalhou. Sabe o quanto eu quero te matar? — eu pergunto sem me importar de estar nua em sua frente.

— Se veste. — Gibby vocifera com fumaça saindo do corpo, eu reviro os olhos para ele.

Freddie me olha e passa a língua nos lábios. Eu olho para o meu corpo e vejo que estou toda vermelha. Eu troco um sorriso cínico com ele.

Gibby se estressa e joga o Freddie pela janela. Em seguida joga o resto das roupas dele. Gibby fecha a janela e volta para perto de mim. Eu coloco meu sutiã, minha calcinha e tento arrumar meu vestido. Pego meus saltos pelo chão.

— Estou puta com você. — eu ando para fora da sala.

— Eu que devia estar, há poucos minutos lá em casa você disse que ligaria a humanidade por mim e agora te encontro transando com o Freddie! — ele me leva pela saída dos fundos da escola.

— A gente não chegou a transar, você apareceu e atrapalhou tudo. — desfiro um tapa na sua cabeça.

— Sam! — ele me puxa pela mão.

— Tem sorte de eu estar de bom humor. — murmuro.

Gibby e eu damos a volta na quadra. Entramos no fusca dele. Ele me leva para casa. Eu desço do carro. Vou para o meu quarto. Coloco jeans, camiseta xadrez e um tênis.

Fico vários minutos sentada no chão do quarto tentando me acalmar. Não quero matar o Gibby, mas ele atrapalhou algo que Freddie e eu estávamos querendo fazer desde que trocamos o primeiro olhar na formatura.

Retorno para o lado de fora e entro no carro novamente.

Gibby aperta a direção com força, enquanto a fumaça continua a sair do seu corpo.

— Por um momento eu pensei que... Mas não... Até com a humanidade desligada ele ainda tem as garras em você. — Gibby sussurra com ódio — Você vai embora e tudo vai ficar ruim novamente. Poderia ao menos ter um pouco de consideração, ligar a humanidade e sofrer um pouco. Olhe o que está fazendo com as pessoas.

— Quer que eu ligue a humanidade para não ter que sofrer sozinho? Que tipo de pensamento egoísta é esse? — eu bufo olhando para a rua.

— Eu perdi minha mãe, ainda não superei isso, um pouco de consolação da sua parte viria a calhar. — ele pede e acho que vai começar a chorar.

— E por que não matou a Carly ainda?

— O Freddie a protege, mesmo desligado ele a mantém em segurança. Eu queria mata-lo, mas é contra as novas leis da tribo. Ele não fez nada que mereça a morte, ao contrário, ele matou todo um exército da família Real que invadiu o Mont Hood em Portland, sozinho. — Gibby me conta algo que eu não sabia.

— Então Gatlin andou agindo pelas minhas costas... — eu suspiro — Cansei, eu vou mata-lo assim que eu voltar para Viena e direi que foi um acidente.

— Pensei que fosse a rainha, todos estão a baixo de você, ninguém poderia questionar suas decisões. Use a morte dele para mostrar o que acontece com traidores.

— Não é tão simples assim. Gatlin tem mais influência nas pessoas do que você pensa.

— Imagino... — ele solta a direção e relaxa no banco, seu olhar vagueia por mim

— É sério Sam. Meu Deus! O que estava pensando quando quis fazer aquilo com ele ali?

— Melhor eu não te responder. — eu seguro meus joelhos — Ai me deixa dirigir, quero ir comer alguma coisa. — eu peço subindo no seu colo, Gibby não sai do lugar.

Ele beija meu pescoço. Isso me agrada. Eu o beijo na boca. Rapidamente estou de joelhos no pequeno banco, enquanto as mãos dele apertam minha bunda. Ele é tão quentinho. Pergunto-me seu eu prefiro o corpo frio do Freddie, ou o corpo em chamas do Gibby. Ambos me fazem sentir coisas inacreditáveis.

Eu seguro o rosto do Gibby enquanto vou beijando ele de forma descontrolada. Os vidros não são tão escuros e se alguém passar na rua irá ver essa cena. Eu paro nosso beijo, mas continuo em seu colo.

— Fique. Não volte. — ele pede de novo.

— A Sam de antes talvez ficasse, mas a Sam de agora não se importa mais. — eu abro a porta do motorista e saio do carro — Vai para o outro banco.

Gibby bufa e troca de lugar. Eu me sento no banco do motorista. Fecho a porta e ligo o fusca. Nesse momento vejo a Carly no final da rua. Ela caminha até mim com uma névoa verde a sua volta. Com certeza ela está vindo para me matar.

Povs Freddie:

Assim que o Gibby me jogou pela janela, eu quis voltar e mata-lo. Porém a Sam provavelmente iria empatar. Que merda. Faltava tão pouco. Eu queria tanto fazer sexo com ela e o desgraçado entra atrapalhando tudo. Estou farto dele. A Sam é minha e todos tem que aceitar isso. Posso estar desligado, mas sei quem pertence a quem aqui.

Eu passo no banheiro antes de retornar para a festa. Estou com uma ereção enorme prestes a furar minha calça. Aquela garota me fode. Eu me olho no espelho, tenho um brilho no olhar, que ridículo. Olho para as minhas calças, preciso me acalmar ou resolver isso com minhas próprias mãos de novo. Por sorte ainda sou um vampiro e vou conseguir abafar a excitação descontrolada que estou sentindo.

Retorno para a festa após resolver meu problema através de muita paciência e alto-controle.

Carly está dançando com a Trina. Eu a puxo pelo braço e vou a levando para o lado de fora, enquanto ela me xinga.

— Você está um saco! — ela vai marchando para o carro.

— Com certeza estou. — eu entro no Audi e ela também.

— Para onde vamos? — ela pergunta colocando o cinto.

— Para o meu apartamento.

— Por quê?

— Porque o Gibby está aqui porra! — exponho minhas presas — Não me irrite.

— Se está bravo a culpa não é minha. — ela parece estar pensando em outra coisa e parece ansiosa com algo.

— Não. A culpa não é sua. — eu acelero o carro.

Chegamos com rapidez ao Bushwell. Eu rapidamente levo a Carly nos braços para o meu apartamento. Eu a coloco na sala e tranco a porta. Eu caminho para o meu quarto e Carly fica no meu encalço.

Eu retiro meus sapatos e meias. Jogo eles pelo quarto. Isso tudo virou um circo. Tiro a parte de cima do terno.

— Aconteceu alguma coisa, não foi? — pergunta Carly se aproximando sem medo.

Carly é a única — depois da Sam é claro — que não tem medo de mim mesmo que eu esteja imprevisível e podendo mata-la a qualquer momento.

— Aconteceu, mas não quero falar disso. — eu me sento na cama.

— Podemos fazer alguma coisa... — ela sussurra retirando o vestido.

Eu tento não parecer surpreso. Carly me empurra para que eu me deite. Ela me beija sem mais nem menos. Mas que porra ela acha que está fazendo?

Ela abre a minha camisa arrebentando os botões. Eu sinto meu corpo se animar em resposta. Que se foda. Eu a quero também. Eu a beijo de volta pedindo a Deus que seja ela mesma e não o outro por que estou em êxtase. Consigo tirar a camisa e a deito para retirar a minha calça. Estou apenas de cueca. Se com a Sam não deu certo com a Carly vai dar. Eu beijo seus lábios delicados. O cheiro de morango dela, acompanhado de sua fragrância humana está deixando minha garganta em uma chama eterna. Quero fazer sexo com ela antes de matá-la por que provavelmente irei fazer isso depois. Minha mente está um caos.

Carly está tentando tirar o sutiã, mas eu agarro seus pulsos e continuo a beija-la. Eu gosto da sua boca. Eu me mexo em cima dela. Carly suspira e isso aumenta minha excitação. Não é a mesma coisa que eu senti com a Sam. O que aquela loira possui? Ela me deixou louco. Excitado. Perdido. Eu queria a sensação de estar dentro dela, ouvi-la gemer meu nome. Sim. Eu queria isso. Ainda quero. Agora o máximo que vou conseguir é transar com a Carly. Não que seja ruim, mas não vai me satisfazer totalmente.

Carly morde meu lábio. Eu recuo por que isso é perigoso.

— Calma ai garota, eu posso te matar sem querer. — eu murmuro tentando abrir seu sutiã.

— Você não me mataria... Eu sei que não... — ela sussurra enquanto eu beijo seus seios.

— Como pode ter certeza? — pergunto contra sua pele.

— Eu encontrei... — ela fala ofegante — Encontrei o anel. — o que?! Que merda!

— Você encontrou? — eu saio de cima dela e limpo minha boca com a mão para esquecer o seu gosto.

— Tudo bem Freddie... — ela se apoia nos cotovelos — Eu digo sim. Eu aceito me casar com você.

— Há! — eu não posso acreditar. — Iludida... Aquele anel não era para você.

Ela arregala os olhos.

— O que?! Ele é para quem?

— Ele era para a Sam. — eu ando para a minha cômoda para pegar uma calça — Oh merda, duas oportunidades perdidas em um dia só.

— Espera... Quem é Sam? E como assim duas oportunidades perdidas? Me explica isso Freddie! — ela arruma o sutiã.

Baixa o tom. Vai me causar dor de cabeça. — eu visto um jeans qualquer.

— Quem é Sam?! — Carly pergunta fazendo Woge.

— Ela era sua melhor amiga. Você não se lembra dela por que a Wendy apagou essa garota da sua mente. — eu respondo abrindo outra gaveta E não perca seu tempo dizendo que é mentira, no fundo você sabe que é verdade. Nunca reparou em algum vazio na sua cabeça? Alguma lembrança que parecia incompleta? Era a Sam... A Sam estava lá desde o começo. — eu visto uma camisa branca comum.

— Por que apagaram ela da minha mente? — Carly volta a sua feição normal e começa a se vestir.

— Por que ela surtou quando desligou a humanidade e ordenou que a Wendy fizesse isso, se não matava o Brad. — eu pego um par de tênis no chão — E ai ela se foi para Viena. É a rainha de lá.

— E o que quis dizer com duas oportunidades perdidas?

Respiro fundo.

— Sam e eu íamos foder na mesa diretor, porém o Gibby chegou e atrapalhou tudo.

Carly coloca o vestido.

— E por que comprou o anel para ela?

— Porque meu eu com a humanidade ligada, a ama de alguma forma profunda demais, a ponto de ter comprado um anel de noivado para a Sam, acreditando que se a pedisse em casamento a humanidade dela seria ligada novamente. — eu respondo com desdém.

— Você disse que me amava. — Carly fica com raiva abrindo os olhos.

— Eu disse muitas coisas. — eu termino de amarrar meus tênis e me coloco de pé — E você transou com o Gatlin, quer mesmo debater sobre isso?

— Isso não vai ficar assim. — ela balança a cabeça — Se você não é meu, não será de mais ninguém.

— Vai fazer o que?

— Eu vou mata-la. — ela responde e algo dá um soco no meu peito.

— Não. Você vai ficar aqui em segurança, por que o Gibby está com ela. Deixe isso para lá Carly. A escolha não é sua, é minha. Eu ainda estou aqui, não estou? — me aproximo dela e pego na sua cintura – Olhe para mim. Vai ficar tudo bem.

— Não vai. — Carly me lança contra o espelho. O vidro se quebra. Eu caio no chão me cortando. Meus braços ardem. Tem vidro até nos meus cabelos — Ela não vai tirar você de mim! Ninguém vai!

— Carly! — eu chamo tentando me levantar. Garota louca da porra!

Qui per eos transeat ex prohibitus es mihi in reditu ad ianuam.— ela diz lançando um feitiço na porta.

Carly sai do meu quarto. Eu tento passar pela porta, mas é como se tivesse uma parede me impedindo. Por algum motivo eu tenho que salvar a Sam. Eu não sei por que, mas eu preciso.

Notas finais
Já sei vocês estão gritando por que não teve hot Seddie, mas eu não podia permitir o hot acontecer sem nenhum tipo de amor verdadeiro envolvido... Mas já deu para sentir o gostinho do que está por vir hehehehe. Será que aguentam até sábado? Espero que sim... Vamos começar com o especial "Lendo Comentários" (todos retirados do Whatsapp) Clayton diz: "A cada capítulo a fanfiction fica mais sem sentido, apaga que vc ainda tem tempo linda" Eu digo: E por que você ainda está lendo? ¯_(ツ)_/¯ Ellen diz: Eu fico chocada com as coisas que vc escrevi - eu disse coisas pra não falar merda - vc não faz nada dah vida? Eu digo: Óbvio que eu faço, estou aqui escrevendo a fanfic, o que mais eu poderia fazer né non? Ruth diz: "História chata, podia melhorar um pouco mais e se tornou cansativa" Eu digo: Podia mas não quero, beijão Fernanda diz: "É normal as pessoas terem pesadelos com sua fanfic? Porque eu tenho toda noite e fico muito ansiosa pra ler o próximo capítulo" Eu digo: Ah, é super normal, você não é a primeira e nem será a última, mas faz uma oração básica antes de dormir, não estou aqui pra tirar o sono de ninguém (só dos haters) Márcia diz: "Você fica enrolando demais e nunca chega a lugar nenhum, perdão mas quantos capítulos esse circo irá ter?" Eu digo: Antes do capítulo 100 o circo para ou eu faço até o 200, caso não queira ler então fecha a aba do navegador que está com a minha fic aberta, blz? Adriana diz: "Você teve ideia para criar essa fanfiction enquanto fazia o que? Eu não sei de onde você tira tudo isso dai, eu não estou entendendo mais nada." Eu digo: Durante minha viagem a La Push no estado de WA, nos EUA... Sqn. A ideia surgiu quando eu estava relembrando uma história Seddie muito interessante de lobos e vampiros aqui do Nyah! porém a autora excluiu a fic e eu fiquei putona na época, quando relembrei decidi iniciar uma história de mesmo gênero, mas em um universo de porte muito maior, com mais personagens, mais violência, mais mortes e mais hot scene. (O último ainda não se concretizou mas vai em breve) pronto, te respondi, xaun. Dougras diz (ele mandou eu colocar o nome dele assim): "Aposto um spoiler que você está respirando" Eu digo: Sou vampira, não preciso respirar, beijão viu... Brinks, spoiler: HAYES ESTÁ VIVO PORRA! Geyse diz: "Por que você não conta mais sobre você?" Eu digo: Não sei. Agatha diz (capítulo "Adeus Velhos Dias) "Eu gozei lendo seu capítulo, adorei cada parte, bom trabalho Samzinha" Eu digo: Minha filha fecha a aba do xvídeos sua louca. E esse foi o especial "Lendo Comentários". Irei fazer outro em breve por que teve muitos que faltaram entrar aqui hahahaha, Na próxima eu pego alguns do Twitter também. Espero que tenham gostado pq estou aqui pra ser sincera, beijos pros haters que estão lendo agora, xaun. Próximo capítulo: Blood, Sweat and Tears (Sangue, Suor e Lágrimas) See you soon guys! Very soon...