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13 Capítulo 13: Missing


Notas iniciais
Olaaa! sei que demorei para postar, me desculpem. Mas agora eu tenho umas 2 capítulos já feito então não deve demorar muito para postar o próximo capítulo! Akzkaksk Feliz natal para todos vcs, e espero que gostem!! Esse capítulo vou dedicar p a minha amiga, Andri, Pq é aniversário dela. Me desculpem pelo qualquer erro e comentem o que achou! Obrigada s2 boa leitura!! ANDRIIIIII MEU MOZIN s2 FELIZ ANIVERSÁRIOOOOO tá ficando velha hein? E antes que vc fale qualquer coisa, eu sei que teu aniversário é dia 26, mas como não vou poder postar dia 26 To postando um dia antes! Espero que goste. Te odeio :*

Regina's POV:

Me surpreendo ao voltar para a base e ver a minha mãe. O que diabo ela está fazendo aqui? Viro as costas e tento sair dali rapidamente sem ser visto pela minha mãe, mas o meu plano falhou.

– Regina, onde está indo?

Paro de andar e reviro os olhos. Viro para trás, onde a minha mãe estava e ergo a sobrancelha.

– Para o meu dormitório.

Ela termina de falar com seja lá com quem estava falando e começa a se aproximar de mim.

– Precisamos conversar.

Ok, com certeza essa conversa não irá ser agradável. E agora eu estava sozinha, já que o comandante Bürtinger não estava mais aqui para me defender. Fomos para uma barraca próximo então a minha mãe suspira fundo, começando a conversa.

– Primeiramente. Como o comandante Büttinger morreu, eu escolhi um novo comandante.

Fico encarando ela sem dizer nada. Eu sabia que já colocaram um novo comandante mas não imaginei que fosse a minha mãe que tinha 'eleito'. E isso não era uma coisa boa, já que agora quem está mandando em tudo por aqui era a minha mãe, através desse tal de novo comandante.

– Segundamente... A onde você anda indo?

Meu coração da um pulo dando aquele um pequeno susto então meu coração acelera. Ergo a sobrancelha olhando fixamente nela, tentando disfarçar o susto. E felizmente, acho que ela nem percebeu.

– Como assim?

Ela cruza os braços, suspirando.

– Você entendeu, Regina. Quando esta no campo realizando a missão.

Fico quieta, sem saber o que falar. Ela nem estava aqui no base, como diabos ela saberia que eu dava algumas saidinhas enquanto eu estava no campo??

– Regina, responde. Onde você anda indo?

Dou o ombro, ainda não respondendo. Se eu tivesse 13 anos ainda e estiver em casa com certeza a minha mãe já me puxava pelos cabelos me levando para o porão dos infernos. E meu pai iria tentar impedir a mãe, mas ele nunca conseguia. Bem, o que vale é a intensão né? Eu acho.
Ela bufa e suspira fundo.

– Sai da minha frente agora, não quero te ver mais.

Ergo a sobrancelha então saio dali, voltando para o meu barraco. Eu estava aliviada na verdade, por não precisar contar nada para minha mãe. Pois tenho certeza que minha mãe não reagiria muito bem se eu disse a ela a verdade. Sento na cama e tiro o colar que tava no meu pescoço. Era colares do Jefferson. Sim, eu ainda não tinha entregado para família dele. Era para eu ir com o comandante mas agora ele esta morto então... Tenho que pensar em outra forma de entregar. Não estava tão feliz com ideia de que seria Eu, quem irá que dar uma notícia ruim para família, mas não podia fazer nada a respeito.

Acordo dia seguinte com a gritaria da minha mãe.

– Regina, tá esperando o que?! Acorda logo.

Reviro os olhos ainda dentro da cama e suspiro fundo. Que diabo essa mulher quer? Levanto lentamente e olho para ela.
Assim que ela vê que eu acordei joga os uniformes em mim e sai.

– Se troca logo.

Dou um bocejo e pego as roupas, colocando-os. Encontro com a minha mãe então ela me conta as novas "regras" que iria ter a partir de hoje, já que o comandante tinha mudado. Resumindo: agora que minha mãe suspeitava que eu estava "vagabundando" por aí enquanto estava no meio de uma missão, ela mexeu os pauzinhos para ter alguém confiável para me vigiar. Ótimo. E de fato, o soldado que ficou comigo como sniper não desgrudava de mim e como se isso não bastasse ele simplesmente não cala a porra da boca.
E eu estava começando a ficar seriamente preocupada pois assim não tinha como ir para igreja, avisar a Emma que eu estava preso com minha mãe, e até lá não poderei ir até a igreja.
Mas após dias desse grude descubro uma hora que o soldado irritante descansa. Ele dizia ir para banheiro quando na verdade dava uma soneca básica. Não chegava ter 25 minutos, mas era esse 25 ou nenhuma. Então assim que ele sai, corro o mais rápido que posso para igreja. Não era perto dali, mas felizmente consegui chegar mais rápido do que imaginei. Olho em volta e não vejo a loira deitada ou sentada. Talvez ela parou de vir aqui, já que eu não vinha aqui mais de 3 dias. Suspiro fundo, voltando para campo antes que o soldado perceba que eu havia sumido. Continuei fazendo isso por mais de 1 semana e nenhum dia a Emma estava lá. Eu sinceramente já estava começando a desistir. Talvez, ela tenha enjoada de mim. Talvez era só uma brincadeira para ela, um passa-tempo. Tentei colocar na minha cabeça que ela não sentia o mesmo que eu, que era tudo uma coisa rápida para ela mas simplesmente não conseguia. Porque aqueles sorrisos, olhares, beijos e toques não pareciam ser uma relacionamento "rápido", parecia verdadeiro.
Ela não estava lá hoje também. Saio da igreja lentamente olhando para tudo em volta. Por fim paro na porta, olhando novamente a igreja.

– Emma, onde você está...?

Sussurro, olhando para a igreja vazia. Me sentindo cada vez mais vazia também.

********
Emma's POV:

Finalmente termino de coletar os corpos então arrumo as coisas para voltar na base. Claro que não pegamos todos os corpos que estavam lá, ainda faltava muito mas coletamos o suficiente para ocupar três carros do militar. E isso era bastante.
E como o carro ficou lotado de corpos ( como eu disse anteriormente ), fui obrigada a esperar pelo outro carro buscar por mim. Vejo o carro se distanciar então sento por aí, descansando. E isso foi o maior erro. Como vocês sabem, aqui é dead zone, onde não é raro os soldados iraquianos vierem aqui para matar os soldados americanos. Já que eles sabem muito bem que há muitos corpos acumulados e que nós iríamos buscar por eles. Assim que relaxo um pouco, escuto um barulho logo atrás de mim, então me viro rapidamente. Mas não foi o rápido suficiente para ver a arma descendo com tudo na minha cabeça, fazendo com que eu desmaiasse.

Acordo meio zonza, com dor de cabeça. Passo a mão na cabeça, onde estava doendo e percebo que está sangrando. Lembro que alguém havia me batido com a arma então olho ao redor. Onde diabo eu estou??? O lugar era escuro e mal consegui ver as coisas, mas graças à um buraco do telhado que deixava a luz entrar, o lugar não era totalmente escuro. Percebo que os meus pés estão acorrentados. Tento tirá-los, quando a porta abre e alguém entra. A pessoa chega mais perto de mim então vejo que é uma mulher. Que diabo?

– Então é você...

Ela sussurra, olhando para uma foto que estava na mão dela. Fico sem saber o que fazer. Ela olha para mim então mostra a foto. Meu coração quase pulou da boca quando vejo a foto. Era foto de mim e Regina, aquela que eu havia tirado na igreja islâmica. Como ela conseguiu a foto? Quem é ela? Cadê a Regina? As perguntas começam a surgir, quando ela me puxa pelos braços, me machucando então me coloca numa cadeira.

– Eu não acredito que ela estava perdendo tempo com... Isso.

Ela me dá um olhar de nojo ao pronunciar "isso". Estava claro que ela estava se referindo a mim. Tento sair dali, mas as correntes que estavam nos meus pés não deixava. E como se isso não bastasse surgiu dois soldados sei lá de onde então segura os meus pulsos com força, para evitar que eu me mexa. Eles colocaram correntes nas minhas mãos. Agora eu estava totalmente preso. E eu nem sabia o motivo.

– Você não faz ideia o porquê de estar aqui, não é?

A mulher fala ironicamente. Dou o ombro. Indicando que de fato, eu não sabia.

– Melhor assim.

Ela sussurra então dá um sinal aos soldados que estavam junto e sai dali. Os soldados imediatamente me puxa com força e me tira do cadeira. Tento lutar mas era óbvio que eles eram mais fortes que eu. Eles me colocam num tipo de maca e prende os meus braços e meus pés.

– Que porra?! Deixe me ir!

Não termino de dizer pois um dos soldados havia colocado algo gelado na minha cabeça e em seguida apertado um botão que estava perto, me eletrocutando. Minha visão começa a clarear então olho em volta. Onde estou? Até agora estava num quarto escuro, sendo torturada.

– Emma, tá tudo bem com você?

Escuto uma voz familiar, então olho para trás, encontrando a dona de voz.

– Regina.

Deixo escapar, aliviada. Ela dá uma risadinha.

– O que há com você?

Olho em volta novamente, confusa. Estou mesmo aqui? Ou estou num sonho?

– Emma...

Regina me chama, batendo o chão próximo dela de leve, me chamando para sentar. Suspiro aliviada novamente indo sentar ao lado dela. Passo a mão no rosto dela e sinto o calor.

– Você é... Real?

Deixo escapar. Pensei que ela não iria escutar, já que havia sussurrado. Mas ela escutou.

– ...Claro que sou. Emma, você realmente está bem?

Ela faz uma expressão preocupada e coloca a mão na minha testa. Sorrio e percebo que o meu rosto está molhado. Olho para cima, para ver se estava chovendo. Mas não estava.

– Emma? Você está chorando.

Ela olha bem nos meus olhos, ainda com uma expressão preocupada. Eu não sei o porquê de eu estar chorando. Regina simplesmente passa a mão, limpando o meu rosto. Ela não perguntou o porquê de eu estar chorando. Talvez porque ela não queria saber o motivo. Ou talvez porque ela foi educada e me deu um pouco de espaço. A segunda opção pode descartar, já que todos nós sabemos que a Regina não é assim. Ou talvez... Porque ela sabia o motivo.
Ela passa a mão no meu rosto novamente e sorri, ficando séria em seguida. A minha visão começa a escurecer, e sinto um dor forte do lado do rosto onde a Regina havia passado a mão. Começo a ficar sufocada, sem ar. A minha visão fica totalmente escuro, então acordo assustada, tossindo. Tento recuperar o fôlego, enquanto sentia o meu coração bater forte.

– Hey a puta acordou.

Um soldado fala assim que me vê e chama o outro soldado gargalhando. Eu havia desmaiado. E para me acordar eles haviam colocado um pano no meu rosto e jogado a água, fazendo com que eu afogasse. O osso que ficava bem do lado do olho estavam começando a ficar com uma queimadura, por causa de eletrochoque. E por causa disso também, as minhas memórias estavam ficando confuso.

– Meu nome é Emma Swan, sou da EUA... Meu nome é Emma Swan, sou da EUA...

Sussurro repetidamente. Se não fazer isso eu sentia que esqueceria quem eu sou, perdendo a identidade. Escuto as risadas dos soldados iraquianos então eles aperta o botão novamente, me eletrocutando. Meu cérebro já estavam bem confusos, eu não estava conseguindo processar as coisas direito, e minha memória estavam falhando cada vez mais. Como se isso não bastasse eles me espancavam, chutavam.
Por fim eles coloca novamente o pano, me afogando e em seguida me eletrocutando, sem ao mesmo ter tempo de recuperar o fôlego. Consigo passar sem desmaiar. Então os soldados saem dali, me deixando só. Suspiro aliviado, acreditado que havia acabado.

Mas a verdade é que eu estava enganada. A tortura não havia acabado. Estavam apenas começando.

" If I die young, bury me in satin
Lay me down on a bed of roses
Sink me in a river at dawn
Send me away with the words of a love song."

Notas finais
Entaaaao Eh isso akxkaksk espero que tenham gostado. Akxkaksk acho que algumas pessoas vão ficar desesperadas p esse final (ou não) mas dando uma leve spoiler aqui: se achou esse capítulo tipo, "OMG" se prepare Pq o próximo capítulo vai ser mais "OMG" qkxkwksk feliz natal novamente para tds vcs, obrigada por acompanhar fic! Até a próxima!! Qualquer coisa estou no twitter: @_Jcapxander