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10 Cap. 10: I feel in love tonight.


Notas iniciais
Olaa! Eu tentei postar outro dia mas o site estava em manutenção e não pude. Me desculpem! E como muitas pessoas ficam confusos então vou explicar aqui, no começo deste capítulo(e algumas outras) tem um enredo, que seria uma história no futuro, quando ela volta da guerra. Não menciono quem é, porque é para deixar isso mistério, se é a Regina ou Emma. Bem acho que é isso! Boa leitura, espero que gostem!! ♥

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E aqui estou eu novamente, neste consultório minúsculo, onde o tempo passa tão lento que um segundo parece uma eternidade. Desde a última sessão, o Dr. Hopper estava tentando de tudo para que eu abrisse a boca e falasse algo, sobre o meu passado. Já fazia 3 meses que eu estava indo ver o Dr. Hopper e ele estava querendo um progresso.

— Olha... Se você não disser nada, nunca vai parar de vir aqui. É isso que você quer?

O Dr. Hopper pergunta, suspirando. Então olha para o relógio.

— Tudo bem, terminamos aqui. Por favor, na próxima sessão quero saber o que é "tudo" que você disse.

Ele fala, levantando da cadeira e estica a mão em direção à mim.

— Até a próxima.

Saio do consultório e vejo os rostos familiares. Aqueles que ja amei tanto, que os respeitei tanto. Não que não os amo mais, é que... Depois que voltei da guerra, tudo estava... diferente. Eles se aproxima de mim, toda sorridente.

— Então?

Ergo a sobrancelha.

— A sessão, ora. Como foi?

Eles perguntam novamente, quando a porta logo atrás de mim abre, e o Dr. Hopper sai. Eles encaram o Dr. com olhar de muita esperança, até que essa esperança morre, quando o Dr. Hopper apenas balançou a cabeça negativo, indicando que não havia nenhum progresso.

— Oh...

Eles se encaram, suspirando.

— Está tudo bem, na próxima quem sabe? Você irá tentar na próxima sessão, certo?

La vem. Aqui estou eu carregando toda essa esperança e pressão que os outros jogam para mim. Suspiro, saindo dali.

— Espere...!

Saio antes que pudesse ouvir o que eles diziam. Volto para casa o mais rápido possível e fico no quarto, olhando para a medalha que havia ganhado com essa guerra. É uma coisa tão estupido, sem noção. Você mata um monte de pessoas, incluindo as crianças inocentes, e você ainda ganha uma medalha, sendo considerado como um guerreiro. Passo a mão no meu peito, tocando no meu colar de anel, quando ouço alguém subindo a escada, abrindo a porta do meu quarto.

— Por favor, pare!

Ela grita.

— Por favor. Me diga o que está acontecendo com você? Fale comigo! Eu posso tentar te ajudar.

Os olhos dela estavam começando a lagrimejar.

— Estou preocupada! Porque não fala comigo? Eu sou sua...

— Eu sei.

Interrompo.

— Eu sei. — repito, suspirando. — Por isso que eu não posso... Eu não consigo contar. Não agora.

Vejo as lágrimas dela caindo.

— Quando... — ela limpa as lágrimas, soluçando. — Quando você parou de se importar com as coisas? Com as pessoas? ... Comigo?

O silêncio surge, deixando apenas o som de choro dela e de nossas respirações.

— Quando percebi... — quebro o silêncio, sussurrando. — Que quanto mais eu me importava, eu me machucava.

O silêncio surge novamente e junto com ele uma expressão de decepção no rosto dela.

" As pessoas só descobrem que você era bom, quando você começa a ser ruim"

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Regina's POV:

O carro já estava andando cerca de 30 minutos, quando finalmente para na frente da nossa casa. Vou direto para o meu quarto, deitando. Olho para o teto do meu quarto, e suspiro fundo, fechando aos poucos os meus olhos. Era bom fechar os olhos e não escutar todas aquelas barulhos de tiros, explosões. Mas por mais que aqui seja a minha casa, meu quarto, não me sentia em casa, meu lar. Suspiro fundo, levantando da cama. Vou para uma das prateleiras que havia e pego uma caixa que estava bem escondida. Abro-o com a chave que estava no meu pescoço como colar, pegando uma 'anel'. Não era exatamente um anel. Fecho os meus olhos, tocando o anel nos meus lábios, lembrando do Daniel, quando de repente passa uma imagem da Emma, perto de mim, fazendo com que eu abrisse os olhos assustada, tirando o anel dos lábios. Sinto o coração acelerar, então suspiro. Colocando o anel de volta na caixa. Desço para jantar e aproveito e falo com minha mãe.

— Vou ter que ficar aqui por mais 2 dias?

Pergunto puxando a cadeira da mesa para se sentar. Um homem serve rapidamente a comida para mim. Ela leva o colher na boca, tomando sopa então olha para mim.

— Não será necessário. Até amanhã você pode voltar, se quiser.

Ela fala seca, fria. Concordo com a cabeça, sentindo um aperto no coração. Levanto da mesa, quando o homem me chama.

— Senhorita, a senhorita não vai comer nada hoje?

Mordo os lábios, sentindo o sabor da sangue se espalhando na boca. Apenas balanço a cabeça negativo. Volto para o meu quarto onde já começo arrumar as minhas coisas, aproveito e coloco a minha câmera polaroide que tinha ganhado do meu pai, quando menor. Como mal cheguei a tirar as coisas, termino logo. Sento na cama, quando escuto uma batida na porta, em seguida abrindo.

— Belle.

Digo surpresa. Ela era uma das empregadas da casa, mas também única amiga que eu tivera na vida... Tirando a Emma... Sorrio e bato a mão na cama, indicando para ela sentar.

— A senhorita já está de volta?

Ela pergunta todo sorridente, brincando.

— Belle, para com essa palhaçada.

Sorrio para ela, continuando.

— E não, não estou de volta. Como você deve saber, meu pai faleceu então...

Paro de falar, e sorrio triste.

— Eu sinto muito.

Ela me encara com os olhos azul, meio verde dela. Então começamos a conversar. Eu adorava falar com ela. Ela trabalhava aqui desde que eu tinha 11 anos de idade e ela 10. Os pais dela haviam falecido então ela veio trabalhar aqui. Nós éramos como irmãs. Passamos muito tempo conversando, quando finalmente ela levanta.

— Regina, eu estava com saudade de você. Mas agora já matei a saudade, e preciso voltar para o serviço. Antes que sua mãe note a falta da minha presença!

Ela sorri, já andando a direção à porta.

— Até mais!

Ela fala por final, saindo dali. Me preparo para ir na cama, já que eu tinha decidido que irá voltar amanhã. Apago as luzes e entro na cama. Suspiro fundo antes de fechas os olhos e toco na minha testa, um pouco acima do esfenóide(osso que fica perto do olho), onde colocaram um objeto para me torturar. As marcas de choque não haviam sumido totalmente, mas dava para disfarçar bem. Até hoje não me lembro exatamente quanto tempo fiquei lá, nem o que falei ou o que perguntaram. Por ele dar choque na cabeça, isso mexia muito com minha memória, sem mencionar a privação de sono. Foi uma das horas mais longa da minha vida, mas foi muito sorte eu não ter soltado que o tal soldado que eles estavam procurando era eu. Sinto a minha consciência ficando longe cada vez mais, por fim, acabo adormecendo.

Acordo cedo, já me arrumando. Coloco as minhas coisas no carro, que me levaria até aeroporto. Despeço-me da Belle, dando um abraço forte. Entro rapidamente no carro e olho para janela, e vejo a minha mãe, parada na frente da entrada, me encarando. Aceno para ela, vendo se distanciar cada vez mais. Por mais que ela nunca havia me tratado com amor, agido como mãe, ainda amava ela.

Chego na base em algumas horas. Cheguei mais cedo do que última vez, já que desta vez eu tinha ido com helicóptero que o comandate havia arranjado para mim.

— Você voltou cedo.

O comandante se aproxima, dizendo.

— Meu pai faleceu mais cedo que pensávamos.

— Nossa! Que fria!

Ele arregala os olhos, mas em seguida alisando a minha cabeça, como um ato de carinho.

— Vou para o campo hoje?

— Não será necessário, talvez amanhã. Descanse.

Ele coloca a mão no meu ombro então sai dali. Vou para minha barraca, deixando as coisas. Não tinha nada para fazer hoje. Que tédio, penso comigo mesmo. Decido sair por aí um pouco, então pego as minhas coisas. Era só um passeio qualquer, mas nunca podia faltar uma arma numa lugar desses. Quem sabe dar uma passadinha na igreja? Penso comigo mesma. A base ficava basicamente isolada de todos os lugares. Ficava no meio do deserto. Após andar por aí e ver que realmente não tinha um lugar para ir vou para igreja, tirando algumas fotos de paisagem com a câmera que havia trazido. Demorei mais do que pensei já que fui à pé. Entro na igreja que como sempre, não havia ninguém. Ultimamente o único lugar que conseguia relaxar de verdade era aqui. Suspiro e entro na igreja, sentando no chão já. Coloca a arma de lado, e deito, usando a mochila como travesseiro. O meu lugar favorito nessa igreja era bem no meio dele. Como tinha um buraco enorme no telhado, era possível ver o céu dali. E como onde estávamos era deserto, a noite era possível ver claramente as estrelas. Hoje o céu estava todo azul, apenas com algumas nuvens, mas quase nenhum. Estico as minhas mãos para o telhado e fecho um dos meus olhos, vendo um ângulo legal. Então pego a minha câmera, tirando uma foto. Pego o film e balanço-o um pouco. Vejo que ficou legal então sorrio, quando sinto um dor no coração. A única pessoa que eu importava, que me amava. Não estava mais comigo. Sinto o olho começar a esquentar, quando escuto um barulho. Olho para onde vinha o som, então deparo com ela. De novo.

— Você está aqui.

Ela fala, assim que me vê.

— Emma.

Ela sorri, se aproximando. Acompanho com os olhos, quando ela sentou perto de mim.

— Você não estava outro dia, pensei que estivesse gripada, ou algo do tipo.

Ela fala mexendo na mochila.

— Hm... Eu estava com meu pai.

Murmuro. Ela ergue a cabeça, olhando nos meus olhos.

— Certo, o seu pai. Como ele está? Estava doente, não estava?

Abro a boca para falar, mas simplesmente a voz não saiu. Respiro fundo.

— Ele... Faleceu.

Digo finalmente, dando o ombro. Ela ergue a sobrancelha e abre a boca.

— Oh, Regina... Eu sinto muito.

Ela se aproxima de mim. Passando a mão no meu braço.

— É... Tanto faz.

Abaixo a cabeça, então sinto os meus olhos esquentando novamente, e desta vez, as lágrimas já estavam caindo dos meus olhos.

— Oh meu Deus, Regina, Regina!

A loira se aproxima mais de mim, me abraçando. A minha intenção era rejeitar o abraço, mas em vez disso eu a deixei. E choro mais ainda. Ela começa alisar meus cabelos, ainda me abraçando.

— Hey. Está tudo bem.

Ela sussurra.

— Por que?

Falo, entre lágrimas.

— Por que me deixou sozinha, pai?

Sinto as lágrimas caindo novamente, e ela me abraça cada vez mais forte.
então começa a limpar as minhas lágrimas.

— Não chore.

Ela sussurra.

— Você é tão linda quando está sorrindo, ou até mesmo sendo sarcástica.

Ela fala, fazendo com que eu sorrisse um pouco.

— Não que você seja feia chorando, acho linda também. Mas ver você triste? Eu não gosto.

Ela sorri. Ela termina de limpar as minhas lágrimas então, me encara com aqueles olhos verdes lindos. Engulo o ar então desvio o olhar.

— Eu... Sinto muito, não sou sempre assim.

Ela pega o meu rosto, fazendo com que olhasse para ela novamente. Então ela chega mais perto de mim. Sinto a respiração dela na minha pele. Olho para ela, sem saber o que fazer. Ela encarou a minha boca por alguns segundos, se aproximando. Sinto a minha respiração ficando ofegante. Nossos olhares se cruzaram, então a língua dela acareia o meu lábio inferior, fazendo com que eu arrepiasse. Ela repete o movimento, pedindo a passagem. Abro a boca lentamente, e finalmente encontro-a. Não era uma cena de filme, não estávamos numa praia, ou em outras lugares românticos que podem imaginar, estávamos numa igreja abandona, solitário no deserto, esquecida no mundo. Mas algo era diferente ali, como se não precisasse de um cenário para ser um beijo perfeito. Ela acaricia a minha cabeça por fim, colocando as duas mãos no meu rosto. Nos separamos por um momento, recuperando o fôlego. Encostamos a cabeça uma a outra. Ela toca na minha boca, fecho os olhos, apenas sentindo o toque dela no meu lábios.

— Eu sei. — Ela sussurra. — Eu sei que você não é assim sempre.

Abro os olhos, encarando-a.

— Você sabe?

Sussurro, sentindo as minhas lágrimas caírem um pouco.

— Sei.

Sorrio um pouco.

— Por que estamos sussurrando?

— Não sei.

Ela sussurra novamente, rindo, e limpa as minhas lágrimas. Sorrio de volta. Nós nos abraçamos novamente, e ficamos assim por um tempo, o suficiente para nossos perfumes se misturarem na roupa de um a outro.

I’m sorry but I fell in love tonight.
I didn't mean to fall in love tonight.
You’re looking like you fell in love tonight.
Could we pretend that we’re in love?

**********

Emma's POV:

Puta que pariu. Acabei de beija-la. Sorrio e fico aliviada ao ver que Regina tinha parado de chorar. Tentei o máximo para não transmitir que estou um pouco nervosa, em pânico. Parecia tão errado, tudo isso. Mas ao mesmo tempo, parecia tão... Certo, verdadeiro. Vê-la chorar doeu o meu coração. Era primeira vez que sentia tudo isso por uma pessoa, e eu não estava conseguindo lidar muito bem com isso. Suspiro fundo, sem saber o que falar, quando reparo uma câmera ao lado dela.

— Você gosta de tirar fotos?

Pergunto, pegando a câmera.

— Sim.

Sorrio ao ouvir resposta, e tiro rapidamente a foto dela.

— Hey!

Ela exclama, colocando a mão na frente, impedindo que eu tirasse foto dela.

— Tarde de mais, eu já tirei.

Pego o film, e vejo a foto, sorrindo.

— Deixe-me ver!

Ela pega da minha mão, olhando. A foto tinha saído bem natural, ela estava bebendo água, quando a tirei. Na verdade ficou muito bonito, já que o sol batia na água fazendo com que ele brilhasse. Ela me devolve o film, dando o ombro. Sorrio, então chego perto dela, com a câmera na mão, tirando uma foto. A Regina pega a câmera antes que eu pudesse ver, então ela sorri, ao olhar no foto. Chego perto dela, olhando também. A foto simplesmente ficou linda. Eu estava todo sorridente, encostando a cabeça na cabeça da Regina, e ela estava com um sorriso pequeno no rosto, sem mostrar os dentes. Mas o olho dela estava com uma olhar tão gentil, bonita. Percebo que ela estava me observando, então olho para ela.

— Eu fico com esse, você pode pegar essa.

Ela fala me entregando a foto que eu havia tirado dela, bebendo água. Sorrio como uma resposta. Ela olha para cima, observando o céu que estava começando a escurecer.

— Tá ficando escuro.

Suspiro, já sabendo o que ela iria falar.

— Tenho que ir.

Concordo com a cabeça, me levantando. Nós cruzamos os olhares por alguns segundos até ela partir. Olho a foto que estava na minha mão e suspiro. O que você está fazendo, Emma? Me pergunto. Sem obter nenhuma resposta, obviamente.

*

— Emma. Você voltou.

O Killian aproxima de mim.

— Precisamos falar com você.

Ele fala seriamente, sinto o meu coração acelerar. O que seria? Fomos a uma das barracas, e vejo o pessoal do meu equipe. Comandante para de falar ao perceber a minha presença.

— Swan, onde diabo você estava?

— Eu...

Murmuro, sem saber o que responder.

— Esquece. Chegue mais perto, estamos falando sobre o plano que elaboramos, sobre diablo.

Concordo com a cabeça e chego perto.

— Neste plano só nós e mais 2 equipes irão participar. O trabalho da sua equipe é identificar o alvo, e esperar que os outros equipes se preparem para cobrir vocês, então. Bum!

Ergo a sobrancelha, me assustando um pouco.

— E como a única que é bom de verdade em tiro a distância é você, Emma, você será o sniper.

— E-Eu?

Gaguejo. Ele concorda com a cabeça.

— Bem, por enquanto é só isso. Podem se retirar.

Saio do barraco, ainda não acreditando no que houve. Neal passa perto de mim, com aquele expressão de triste, como se estivesse prestes a dizer "eu sinto muito". Me irrito um pouco, e saio dali, ignorando-o.
O plano será realizado depois de amanhã, talvez poderia avisar a Regina, mas se fazer isso, eles iriam perceber que um deles estava trabalhando com os soldados iraquianos. Eu tinha que fazer algo, mas... O que?
Vou para barraco de alimentação e pego minha kit de comida. Vejo o kit e ergo a sobrancelha.

— Sério?

Olho para entregador, que deu o ombro.

— A comida não chegou ainda, está atrasado. Tudo mundo está comendo isso.

Olho de novo para kit, e para ele.

— Tudo bem, mas... Macarrão e pasta de amendoim?? Nem molho?

— Tem pasta de amendoim.

— Tá brincando comigo.

— To com cara de quem tá brincando?

— Tua cara em si já parece uma brincadeira.

Ele gargalha, erguendo a mão como rendimento.

— Ok, Emma. Não tenho nenhum molho mesmo, mas vou dar isso para você. Só não conta para ninguém. Ele pega uma lata. Vejo a lata e sorrio automaticamente. Cidra de maçã.

— Estou vendo que você gostou.

Ele fala, observando-me.

— Sim.

Respondo, olhando para ele.

— É sem álcool.

Balanço a cabeça positivamente.

— Obrigada.

Agradeço-o, saindo dali. Agora, porque eu tinha gostado disso? Pelo simples fato de que a maçã lembrava a Regina. Estupida, eu sei. Quem sabe se levo essa cidra de maçã um dia dessas, e beber junto com ela? Talvez possa levar amanhã, penso. Aí quem sabe... Contar para ela sobre o plano e falasse para ela não ir no campo depois-da-amanhã?

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Notas finais
Qkxkwkxkwkxkwksk o que vocês acharam??? Finalmente né. Cidra de maçã realmente eles distribuem lá, não escolhi só por causa da Regina.