2:45 Hs
4 Retrato Falado
Notas iniciais
Mais um capítulo pra vocês, espero que gostem.
Então , recomendo essa Fic do Junior L. um amigo meu, é tipo, muito perfeita sério o/
http://fanfiction.com.br/historia/344391/Academia_de_Magia_de_Holfmas_Brick/ageconsent_ok
Boa Leitura
4º Capítulo
– Espera, o que é isso? Matt disse, do outro lado do arbusto. Me aproximei e vi, uma carta junto com uma rosa – Será que é um admirador secreto? – ele brincou.
– Não quero um admirador de 40 anos Matt – ri – devo abrir?
– Que tipo de pergunta é essa ? É claro que deve ! – ele disse curioso. Abri o envelope e li:
Já sabe da verdade docinho? Ou acha que sua mãe te levou para Londres, á passeio?
245 xx
– Mas que brincadeira de mal gosto é essa? – olhei no relógio, acabou de dar 2:46 hs, minha mãe ja deveria estar em casa, é por essas e outras que não fico sozinha.
– O que foi? — ele pegou a carta da minha mão. — Que verdade?
– Eu também queria saber!
– Ó, um mistério. Está parecendo aqueles episódios de Scobdoo. Vamos ali, pegar o meu cachorro e farejar os passos do monstros — ele brincou.
– Haha, muito engraçado. Eu preciso perguntar a minha mãe, o que isso significa. Será que ela me esconde algo?
– Não sei, mas deve ser algum idiota. Quando Sophia estava namorando com um cara dali, mandaram uma carta dizendo que ele a estava raindo, ela foi ver e ele estava babando no sofá.
– Mesmo assim, vou perguntar, vai que não seja.
– Então tá, qualquer coisa me avisa.
– Ok, Tchau — sorri e entrei de volta. — a carta me intrigou, não parei de pensar nela em um instante. Fiquei na sala, assistindo qualquer besteira que passasse, logo a porta se abre e minha vó e Maggie entram.
–Oi querida, o que está fazendo sozinha ai? — perguntou minha vó.
– Pensando..
– Em que filha?
– Em algumas coisas, aonde foram?
– Fomos ao centro da cidade fazer algumas by Text-Enhance\">compras, parece que a moda aqui evoluiu — ela levantou as milhares de sacolas — eu comprei algumas coisas pra você.
– Vamos subir e dá uma olhada? — perguntei, seria um bom momento pra falar da carta.
– Claro , vamos para o seu quarto — subimos, ela colocou as sacolas na cama, e foi tirando as peças. — Olha só, essa blusa que comprei, vai ficar linda em você, olha também esses brincos.
– Mãe — eu disse by Text-Enhance\">paciente, a interrompendo.
– Comprei essas sandálias lindas ...
– Mãe — disse mais uma vez perdendo a paciência.
– E olha só, essas taxinhas nesse short, comprei um com a metade pintada com a bandeira da inglaterra...
– MÃE !! — gritei dessa vez, ela pulou do susto.
– O que é menina, estou te mostrando o que eu comprei pra ti e tu me dá um susto desse jeito.
–Desculpa, mas eu preciso falar com a senhora.
– Certo, não precisava gritar. O que houve? Algum problema no colégio?
– Não mãe — um problema da minha mãe, ela sempre tentava adivinhar o que pode ter acontecido, ela nunca espera contar o ocorrido, tem sempre que dar sua opnião.
– O que foi menina, está me deixando nervosa.
– Se você, parar de me interromper e deixar eu falar, eu conto — eu disse revirando os olhos.
– Vai fundo amiga.
– Então, hoje, eu estava na sacada do meu quarto, quando escutei um barulho, e vi que tinha um homen agachado perto do arbusto. Eu gritei, mas ele saiu correndo. Enfim, então desci e encontrei essa carta, com uma flor.
– Deixa eu ver isso – ela pegou a carta, quando terminou de ler, levou a mão a boca – Ai Meu Deus!
– O que foi mãe? Isso tem algum sentido? Aconteceu algo que eu não saiba?
– Claro que não querida...
– Então por que ficou tão nervosa, de uma hora pra outra?
– Nada Jade, só fiquei preocupada, vai que seja um cara ruim, querendo te pegar?
– Mãe, faz dois dias que cheguei, como a pessoa saberia que eu estava em Londres, e tinha voltado pra cá?
– Ora, sua vó é bem conhecida por aqui. As notícias correm rápido filha – ela levantou nervosa da cama.
– Mãe, está escondendo algo de mim?
– Claro que não Jade, por favor vamos encerrar esse assunto. Estou indo pro meu quarto – ela pegou as sacolas e saiu. Fiquei parada olhando para a porta, tentando pensar no que podia ter acontecido ali.
Voltei para a sacada, e fiquei olhando para o arbusto, tentando de algum jeito relembrar o rosto do homem. Já que eu gostava de desenhar, resolvi fazer um retrato falado dele. Ficou parecido, não identico, mas se eu perguntar a algumas pessoas, acho que dão pra identificar.Guardei o desenho, e fiquei o resto do dia sem fazer nada de importante. Amanhã irei tentar saber algo sobre esse cara.
http://www.alagoas24horas.com.br/legba/bancoDeMidia/e/6/%7Be6f76d57-5f14-4498-b5e7-22d26bd504c5%7D_retratofalado.jpg
( Retrato falado: Não achei um melhor ¬¬ kkkkk )
---
1º coisa que eu tenho que lembrar de fazer quando ir no shopping, é comprar um despertador que seja menos irritante. Me arrumei e desci para tomar o café da manhã, minha vó e minha mãe estavam conversando na mesa, me sentei:
– Então querida, dormiu bem ?
– Claro vovó!
– Sua mãe me disse, sobre o moço de ontem – ela disse examinando cada movimento meu.
– Pois é. Gostaria de saber quem seja.
– Eu acho que seja melhor, deixarmos esse assunto pra lá. Aqui em São Paulo, tem muitos dessas pessoas que fazem essas idiotices, para poder assustar as pessoas.
– Não sei vó, mesmo assim queria saber quem é ele. Algo me diz, que aquilo nao era brincadeira – dei um gole no meu suco.
– Enfim, faça como quiser. Mas nos deixe informadas por favor, manter você segura, é uma das minhas maiores obrigações.
– Aff, vó, parece até que querem me matar – as duas se olharam e voltaram a comer. Dei um beijo nelas e fui para o colégio.
Matemática, essa seria a primeira matéria do dia, não tem como se livrar dela, quero saber aonde vou usa-la na faculdade de moda. Depois veio inglês, pelo menos em uma matéria iria me dar bem, chegando em fim a Filosofia.
– Ó intervalo.
– A hora mais esperada da minha manhã! — Melaine comemorou.
– Está sabendo que sua vó vai fazer uma festa na sua casa Jade?
– Não, ela vai?
– Aham, parece que vai ser uma festa, por que vocês chegaram. — Henry disse. Fomos até a cantina, compramos nosso lanche e ficamos na nossa mesa.
– Legal a vida, uma festa na casa da minha vó, sem eu saber.
– Pensa por um lado, é uma festa — Matt disse e riu.
– Festa com pessoas velhas e que metade eu não conheço.
– Estaremos lá, vamos fazer com que ela não seja chata — Melinda piscou.
– Espero que cumpram essa missão, odeio festas em famílias.
– São um saco — Henry confirmou.
– Ah, eu tenho que perguntar uma coisa. Vocês conhecem alguem que seja parecido com isso? — tirei o desenho do bolso e mostrei pra eles.
– Não conheço — disse Melinda.
– Muito menos eu — disse Matt, comendo o seu sorvete.
– Espera, me dá isso aqui. — Henry pegou a foto, e analisou mais de perto — Eu acho que conheço.
– Quem é então?
– Matt, lembra daquele dia que resolvemos sair, e acabamos se perdendo, e paramos em uma casa simples. Era esse homem que nos ajudou.
– Ah é verdade, e depois ele começou a vir constantemente por essa area, dizendo que procurava alguem.
– Vocês acham que eu devia procura-lo? Ele deixou esse bilhete lá em casa ontem — entreguei o papel, eles leram.
– Não sei se devia, parece perigoso. E esse povo adora fazer essas brincadeiras.. — Henry disse duvidoso.
– É teve aquela vez com a Sophia...
– NEM ME LEMBRE ! — ela esbravejou e saiu, que até ali estava quieta e não tinha mencionado nada.
– Por que vocês não me levam depois de amanhã lá, só pra dar uma olhada. Se ele me reconhecer e quiser falar algo que eu não saiba...
– Ele tem cara de psicopata — Matt disse preucupado.
– Por isso eu falei, VOCÊS ME LEVAM LÁ — eu disse abraçando os dois de lado. Eles riram,e logo bateu o sinal.
– Vamos pensar — Henry respondeu.
Fomos de volta para a sala . Agora eram duas aulas seguidas de matemática, para a minha grande sorte. Na verdade passei tempo inteiro pensando no tal cara, se isso é brincadeira ou não, sabado eu irei descobrir.
Notas finais
Super apoio
Beijo gente, até próximo capítulo !
xxxxxxx
Fale com o autor