2:45 Hs
5 Pneu Furado.
Notas iniciais
Queria pedir desculpas , era pra ter postado no domingo, mas não pude por causa do meu irmão que ficou me enchendo a paciência.
Recomendando essa FIc pra vocês , é da Amanda e é perfeita!
http://fanfiction.com.br/historia/335985/Coracoes_Apaixonados
Booa Leitura !
Estava na entrada da casa da minha vó esperando Henry, Matt e Melinda, hoje iriamos tentar procurar o cara que estava no meu quintal.
–Chegamos – Henry parou o carro enfrente de casa.
Até que enfim, pensei que não iam mais vir – eu disse entrando no carro
– Henry, você já pode dirigir?
–Claro , já tenho meus 18. Mas enfim, lembra aonde era mais ou menos Matt?
– Não tanto , mas vamos seguir o caminho para o club, que a gente lembra o resto – depois de 30 minutos dirigindo pela cidade inteira, não tinhamos encontrado a casa do tal rapaz.
– Ok, tem certeza que vocês se lembram? Será que não erraram o caminho?
– Claro que não, foi por aqui mesmo que passamos não é Matt.
– Não tenho tanta certeza – ele disse duvidoso.
– Ja estou ficando com fome – se queixou Melinda.
– Eu tambem estou.
– Quando voce não está com fome Henry? – Matt brincou.
–Mas a Melinda também está, então, é um bom sinal.
–Vamos parar ali e comer algo – eu disse apontando para uma lanchonete que tinha ali frente. Descemos do carro e fomos, estava um pouco cheia, então nos sentamos perto da janela, fizemos o pedido
– Será que a gente encontra esse homen? – disse Melinda.
– Espero que sim, tenho impressão que minha mãe esconde algo de mim.
– Devia confiar na sua mãe Jade, esse cara deve ser um desses idiotas daqui. – ela disse
– Mas como ele sabia que eu vinha de Londres e com minha mãe?
– Sua vó é muito famosa na cidade, todos sabiam. – Matt opinou
– E vocês não sabiam , que moram perto da minha casa. – eles ficaram em silêncio – Viu só . – logo nossos lanches chegaram e começamos a comer. – Acho que deviamos ir embora, já são 2:30 e tenho que chegar cedo, e arrumar tudo. Amanha tem essa tal festa que minha vó inventou.
– Ah é verdade, essas festas em familias não são agradáveis. – disse Matt.
– É, eles vão lembrar de quanto eramos amigos e inseparáveis. – Henry imitou uma voz estranha. – rimos, logo fomos para o carro. Antes de entrarmos, Matt observou que o pneu do carro estava seco.
– Henry , você passou o pneu por algo cortante – ele disse tocando no pneu
– Acho que não, se não antes de termos ido lanchar eu teria percebido.
– Enfim , não vamos perder tempo. Por acaso um de vocês sabem trocar um pneu? – eu disse.
–Mas é claro – ele pegou o pneu no porta mala e a caixa de ferramentas. – É por isso que meu pai coloca no carro.
– Então comece, enquanto eu morro de tédio – Melinda se sentou ali na calçada. Peguei meu celular e comecei a olhar qualquer coisa que passasse o tempo. Mas logo reparei em um rapaz que estava ali próximo, estava no telefone público e olhando diretamente para a gente.
– Matt, vem cá – puxei ele para um canto – Aquele cara no telefone, está olhando para a gente.
– E o que é que tem?
-Já faz 20 minutos que ele está no telefone, não fala nada e só fica de olho pra ca. – ele olhou disfarçadamente para o rapaz
-Jade, eu acho que encontramos.
-Encontramos o que?
-O cara do teu desenho.
-Será? – peguei o desenho. – É ele mesmo Matt, o que fazemos agora?
-Não sei, você que queria encontra-lo.
-Você vai lá comigo?
- Claro, vem – começamos ir em direção do rapaz, uma distancia de 10 metros, mais ou menos. Ele deve ter percebido, por que mecheu o casaco, e deu pra ver que carregava uma faca consigo, desligou o telefone e começou a andar.
- Moço – gritei – Posso falar com o senhor? – ele continuou andando, acelerando os passos dessa vez.
– Ei CARA – Matt falou – Pode nos dar uma informação?
– Não tenho nada para dizer a vocês –ele disse e começou a correr. Olhei para Matt.
– O que fazemos?
–Vamos atrás dele! – começamos a correr – EI MOÇO, PRECISAMOS FALAR COM VOCÊ!
– Por que ele não para? – eu disse ofegante. Logo dobramos a esquina e o perdemos de vista. – Não acredito que corremos tudo isso, pra ele sumir de uma hora pra outra. Onde ele se meteu?
– Ele deve estar aqui, por algum lugar – ele disse olhando para os lados – Olha – ele se abaixou, e pegou uma faca. – Eu acho que essa faca é dele. – ele tirou algo que estava enganchado nela – E acho, que foi ele que furou o pneu – ele mostrou o pedaço de borracha que estava preso.
– Por que ele iria fazer isso? – olhamos para a janela da casa verde ao lado. Logo a cortina foi fechada – Eu acho que ele entrou aqui.
Melhor irmos embora. A gente volta outro dia. – ele disse me puxando.
Olhei uma última vez para a janela, ele estava lá, mas fechou novamente a cortina.
– Acho que devíamos perguntar á algum vizinho quem é ele, só pra saber.
– Boa ideia. Vem, vamos nessa casa aqui. – era uma casa amarela, um pouco distante. Batemos na porta, uma senhora atendeu.
– Boa Tarde senhora, pode me dar uma informação
– Claro queridos, queram entrar?
– Sim, por favor – entramos e nos sentamos, no pequeno sofá. Ela entrou e pegou dois copos de agua e nos entregou– Obrigada – eu disse.
– Em que posso ajudar o casal? – sorri envergonhada.
– Estamos fazendo uma pesquisa para o colégio, e temos que saber um pouco sobre a vizinhança. E queriamos saber um pouco sobre a senhora.
– Aah, claro. Então meu nome é Claire Ruben, moro aqui faz 40 anos. Meu marido Rubens morreu faz cinco anos. Moro sozinha com meu filho Carlos. – ela falou mais algumas informações, que não dei muito a minima. – Então é isso, mais algo que queiram saber?
– Temos que entregar essa trabalho amanha, e naquela casa verde não tem ninguem – olhei para o Matt – Poderia nos dar alguma informação sobre ele?
– Ah, Max, Max Porleman, é o nome dele. Faz uns 30 anos que mora aqui. Recentemente perdeu os pais. Não sabemos como, sempre foi um mistério e ele nunca diz a ninguem. Pobrezinho é doente.
– De que? – perguntou Matt.
– Ele sofre de Depressão desde que um amigo dele morreu. Jonh Mecklain. – gelei quando escutei o nome — Eles eram muito amigos, muito inteligentes. O prefeito da cidade deram medalhas pra eles, sempre ajudavam com pesquisas e outras coisas que ajudassem a cidade. Eram tão prestativos, ótimos garotos. Eu e a sogra de John, erámos muito amigas – ela riu – Mas então ele faleceu, e Max, nunca mais se envolveu com outro garoto. Vive sozinho por ai, e agora principalmente que sua mulher se divórciou e levou embora o filho.
– Isso é trágico – Matt disse – Muito obrigada Senhora Claire, a senhora nos foi muito útil.
– Muito obrigada – consegui por fim dizer. Saimos da casa dela – Matt.
–O que foi Jade?
– Jonh Mecklain é o meu pai.
Notas finais
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xxx
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