2017
14 Festa Part II

Andressa F.
— Não para de chegar gente! – Falou Tais entusiasmada olhando pela janela enquanto eu secava meus cabelos com a toalha, fui até ela e olhei para a entrada da casa, tinha muita gente chegando, o som do meu celular tocando me fez correr até ele e o atender sem nem mesmo olhar o visor.
— Alô? – Questionei.
— Oi ruiva. – Chamou o rapaz do outro lado da linha e eu logo me dei conta de quem era.
— Ligando no dia seguinte... Surpreendente. – Falei e sua gargalhada invadiu o outro lado da linha.
— Ah claro, liguei pra avisar que vou levar meus primos, os Stiflers vão agitar esse lugar! – Falou e eu ri penteando meu cabelo com a outra mão.
— Hm... Tudo bem, eles são gostosos? – Perguntei e ele rio novamente.
— De gostoso só eu. – Falou e eu ri.
— Ta, agora... Como conseguiu meu número? – Perguntei e Tais se virou tentando decifrar quem era.
— Tenho meus contatos, tenho que ir, daqui a pouco estou por ai. – Falou e eu concordei e ele desligou.
— Kaio? – Perguntou Tais e eu neguei com a cabeça.
— Stifler. – Respondi e ela sorrio maliciosa.
— Em falar em sexo...
— Mas ninguém falou em sexo. – Falei jogando a escova de cabelo em cima da cama.
— Stifler + Bia = Sexo. Enfim. – Suspirou. – Eu e o Allef... Bom... – Tentou falar e suas bochechas ruborizaram.
— Sabia. – Falei dando de ombros. – Acho que todos aqui sabem. – Continuei passando meu creme de rosto por que meu nariz estava descascando.
— Que? Como? – Indagou.
— Ué, Eu ach...
— Cadê a minha blusa azul? – Giulia perguntou furiosa da porta do quarto e a gente se entre olhou.
— Essa? – Tais perguntou puxando a blusa de alça que vestia azul clarinha.
— É! Que inferno, tem blusa não? – Perguntou cruzando os braços.
— Ai Giulia, calma, pega alguma lá na minha bolsa, é que eu vi ela em cima da sua cama e peguei ué. – Explicou, Giulia revirou os olhos e saiu.
— Gente, tem muita gente lá em baixo, desçam e tranquem os quartos. – Avisou Allef e a gente assentiu saindo e trancando o quarto. Descemos as escadas e aquela casa tinha muita gente, para tudo que era lado, mas o que me chamou a atenção foi os 5 caras parados na porta de entrada. Dois deles gritavam com garrafas nas mãos que estavam derramando nas garotas que acabaram por ficar com as camisetas totalmente encharcadas e transparentes. Os outros traziam caixas de bebidas, todos eles tinham traços de semelhanças e só um deles eu conhecia, Dwight.
— Stifler? – Chamei e todos eles me encararam eu ri, agora eu teria que chamar cada um por seu nome.
— Eu, e o seu nome amor? – Um moreno de olhos claros deu um passo para frente tocando minha cintura de forma ousada.
— O nome dela é Bia para mim, Beatriz para você. Cai fora que não é pro teu bico Mané. – A voz de Dwight chamou sua atenção e ele se virou para encará-lo que estava mais atrás segurando uma cerveja. – Bia. – Chamou vindo em minha direção. – Esse Mané virgem é o Erik Stifler. – Apontou para um rapaz de cabelos meio enrolados de olhos claros. – Esse é o Scott Stifler. – Apontou para um mais forte dos cabelos escuros que sorrio.
— Oh loira burra! – Chamou e Andressa se virou. – Me paga um boquete? – Indagou sorrindo irônico e ela sorrio maliciosa, mandou o dedo do meio para ele e subiu a escada e ele seguiu ela entusiasmado.
— Nossa. – Tais sussurrou e eu apenas ri.
— Bom, esse abusado é o Matt Stifler. – Apontou para o moreno de olhos claros que tinha o indicador e o dedo do meio aberto feito um “V” e a língua no meio deles, feito um retardado. E tem o... – Ele olhou em volta procurando mais alguém, logo ele foi tirado do chão e o rapaz que o levantava gritava.
— Steven! Me põem no chão Porra! – Gritou irritado e o tal do Steven o colocou no chão e me cumprimento, quando fui pegar em sua mãe e ele disse “Peitinho” e apertou meu seio esquerdo. – Esse é o primo mais idiota e pegador que eu tenho. – Sorrio malicioso Stifler e eu ri.
— Ótimo. – Falei e apontei para Tais. – Essa é a Tais.
— Namora? – Perguntou Scott e ela negou com a cabeça então ele jogou a latinha de cerveja para o alto e a puxou e começou a beijar.
— A pegação aqui hoje está rápida não é? – Falei e ele rio.
— Muito. – Falou Steven dando um passo pra frente e Dwight colocou o braço em sua frente.
— Vai dar uma volta, vai Mané. – Falou e me puxou para me beijar.
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Pov’s João
— Vamos lá pra cima? – Perguntei para a morena que eu estava beijando e ela sorrio mordendo o lábio, puxei ela escada a cima e já no corredor continuei a beijando.
— Espera. – Falou entre o beijo e eu não esperei, continuei a beijando e tirando sua blusa. – Espera... – Continuou e eu parei para olhá-la. – Eu tenho que te falar alguma coisa antes... – Falou e eu sorri a beijando.
— Seja lá o que for, não ligo, você é perfeita. – Falei e continuei a beijando, abri a porta do quarto fomos nos beijando até cair sobre a cama, tirei seu sutiã e ainda com a respiração ofegante tirei minha calça e ela tirou minha blusa, fui descendo minha mão por todo seu corpo até chegar a sua coxa e alcançar sua intimidade, separei nossos lábios assustado e me sentei na cama empurrando meu corpo para trás.
— Eu avisei que eu precisava te avisar uma coisa... – Falou e eu olhei para sua calcinha rosa que era a única coisa que encobria seu pênis, fiz uma careta de nojo e encarei minha mão. – Tudo bem pra você não é? – Falou se erguendo em minha direção e eu fui mais para trás caindo no chão e limpando a mão no chão e me arrastando até a porta.
— Sai de perto de mim! – Gritei me levantando no corredor e passando a mãos nas paredes tentando limpar a mão.
— João... Qual é, sou passivo! – Falou ainda me seguindo e eu corri escada abaixo gritando.
— Ai meu Deus! Eu quase transei com um homem, meu Deus! – Gritei e comecei a me esfregar na parede tentando me “limpar”
— Ai meu Deus! Põem uma roupa João! – Gritou Bia e eu a ignorei, olhei para minhas mãos e percebi que não podia limpar a língua com as mãos, então lambi a parede várias vezes, ouvi a risada de Allef e Rogerton.
— João! – Natalie ou seja lá qual for o nome daquela coisa com um pau enorme desceu as escadas enrolada no meu roupão.
— Queima! Queima! – Gritei indo para a piscina e pulando, me livrando das digitais de outro homem que estava em mim. Droga!
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