15 e 36

5 Sobremesa


Notas iniciais
Obrigado ao pessoal que comentaram. Desculpa a demora, eu tenho muita coisa para fazer. É tanto que todos os dias todos os meus professores passam trabalhos cabulosos e praticamente não tenho mais tempo livre, se eu escrevo e porque gosto e sei que tem gente que acompanha e curte ler. Beijos, boa semana. Ps: O italico é o pensamento do personagem.

Nos sonhos do Eren (e secretamente do Levi também), se houvesse uma possibilidade dos dois irem para cama, seria algo mais previsível em ambos dos lados.

Na imaginação do garoto, ele seria o expert do sexo ativo e iria sem dó e piedade do seu passivo mau humorado.

Já Levi sempre um homem sério, responsável e íntegro, que não tolerava gracinhas ao lado dele, era bem evidente, que se um dia aquele pirralho, pobre e sem condição de pagar 400 em um prato de macarrão, tivesse a ousadia de atacar o seu cubinho de gelo, haveria uma terceira guerra mundial.

Bom... Era isso os dois achavam.

– Porque está tremendo tanto, garoto? — Levi desligou do beijo, ainda segurando o rosto do Eren. Eren beijava com olhos abertos e perdido o que faria. Não sabia onde colocar as mãos e suava frio, enquanto Levi conduzia todos os movimentos.

– Pode me pegar se quiser, pode colocar a mão aqui...- Puxou a sua mão e colocou bem perto do quadril. — Isso...- Dizia Levi dentro do seu êxtase, enquanto Eren parecia estado de hipnose. Todo que falava obedecia, se sentiu um aluno e ele o seu professor.

– Pode descer mais...- Deslizou sua a mão mais para baixo.

– Mais.

Eren obedecia, descia mais a mão, sempre checando a expressão dele, checando qual era o seu limite.

– Isso bom garoto.

Levi o recompensou com um beijo mais demorado e mais presença de língua. Enquanto Eren tinha o movimento mais aleatório por falta de experiência, Levi possuía mais ritmo, levava o seu garoto para si.

Ah, mas que moleque impertinente, tsh! Não posso dar uma brecha. Todo porque dei somente um beijo e olha como está agora! Tsh! Foi só uma pegada e está duro nesse jeito. Não tem vergonha de ficar de perna aberta e mostrar esse volume. Que merda! Vou acabar com isso depois nesse beijo...E mais outro...

– Então, seu moleque. — Levi parou de beijar o seu pirralho e deitou de lado com as pernas um pouco dobradas. Ficou em uma posição proposital em que Eren pudesse ver toda a sua bunda. — O que pensava enquanto lavava a louça.

– E... — Eren desviou o olhar procurava qualquer coisa para se distrair.

– Hun?

– … — Ficou procurando em sua cabeça alguma desculpa.

– Seu pedaço de *** estou falando com você!

– Eu acho melhor não falar. — Eren retornou olhar para o seu baixinho, sentia o sangue ferver no rosto e um idiota por não saber o que fazer.

– Ah, não vai falar? — Levi deu um sorriso quase imperceptível de sarcasmo. — Fica babando que nem um velho doente para a minha bunda, mas não quer falar o que pensou. Ah moleque... — Levi deslizou a sua mão no montinho duro entre as pernas do Eren, massageava a ereção enquanto o garoto deixava soltar alguns gemidinhos involuntários.

– Você me tira do sério. Porém, ver você assim se controlando para não me atacar, vendo você sofrendo para domesticar os seus hormônios, é divertido de se ver. Afinal, nós dois sabíamos que isso ocorreria mais cedo ou mais tarde. — No final da frase a voz do baixinho saiu melancólico, parecia que havia desabafado com ele próprio, afinal todos os planos que tinha de “fuga” sempre davam errado mesmo...

Eren aborrecido com aquela provocação, ficou sério e colocou toda a sua sinceridade para fora.

– Eu tenho sonhos com o senhor, desde do dia em que te coloquei na banheira.

– Que tipos de sonhos? — Levi deu um beijo no montante de carne ainda revestido com o tecido da calça de dormir do Eren. O mais velho, desceu a barra da calça e ficou puto em saber que o garoto não havia vestido uma roupa intima. Tsh! Como ele se atreve ficar nu debaixo na minha calça! E não sei onde essa coisa andou...Se ele lavou direito...Tsh!

Como esse tipo de coisa acontecendo agora. — Foi fofo e sincero aquela fala, Eren com toda impaciência da sua adolescência, pegou o rosto do seu amado com as duas mãos e puxou para si, Levi aos poucos foi levantando de modo que ficasse ajoelhado em cima da cama ainda o beijando.

– Senhor... — Sussurrou Eren. Está tão quente o seu corpo, naquele dia estava tão frio...

Pirralho... — Sussurrou Levi. Ah seu moleque onde aprendeu beijar tão bem, apesar desse seu desespero em me ter, hun?

Com as mãos tremendo, Eren repousou suas mãos na borda da roupa íntima do homenzinho. Levi nem se importou, como o moleque estava com muito medo, não levou a sério aquela investida, até por sobressalto sentiu a sua cueca quase sendo rasgada pela rapidez em foi tirada por detrás, deixando a sua bunda exposta.

– Han?! — Levi imediatamente largou Eren. Se afastou um pouco e viu que o seu garoto havia despertado alguma besta dentro dele: Seu peito abaixava e descia devido a sua respiração; escorria um pouco de baba na sua boca e seus olhos brilhavam de fome. Fome de carne.

Enquanto Rivaille via aquela criatura aterrorizado, Eren dava um sorriso bobo para ele. Parecia aqueles zumbis famintos de filme terrores antigos, mas em vez de falar “carne”, Eren falaria “Heichou”

Assim que Eren o atacou com dois braços esticados, Levi brecou com mão empurrando o garoto para longe.

– Ei! Vai com calma! — A força da impulsão fez as costas do Eren impactar no apoio da cama.

– Ai! Doeu. — Eren esfregava o local onde havia levado a pancada.

– Mas precisava avançar nesse jeito?

– O senhor me disse o que estava pensando em fazer quando eu via lavando a louça!

– Eu disse para falar e não para fazer, idiota! — Levi corou suas bochechas por vergonha da atitude do garoto.

– Desculpa… — Eren sentiu frustrado por aquilo. Se não queria que fizesse nada, então porque me chamou?

Levi se sentiu um pouco culpado pela desanimação do seu garoto. Ele é bem novo, é normal que queira as coisas imediatas, também desconfio que seja virgem. Não tem jeito, devo ensinar ele.

Eren. — Levi apoiou a mão em cima do ombro do garoto. — Não se deve apressar muito as coisas. Sexo não é só penetração e como sou eu que... — Ficou em silêncio e engoliu seco porque não queria falar aquilo: Passivo, que vai receber... Oh! Shirt! Isso é tão constrangedor. Seu orgulho já ficava bastante ferido em saber que seria o debaixo, imagina com um moleque que mal saiu das fraldas.

– Tem que me preparar antes. — Completou a frase com as bochechas mais coradas do que antes. Se sentiu uma moça pedindo isso.

– Hai! — Concordou Eren entusiasmo. Pareceu mais um latido de cachorro para o seu dono.

– Entendi, Senhor. — Deu um sorriso bobo e pervertido, estava com monte de ideias devido a ver tanto filme pornô gay. Ficou parado por dois minutos analisando onde começaria… Hehe, eram tantas ideias.

Vamos lá, você consegue! Encorajou a si mesmo. Levantou as suas mãos trêmulas querendo fazer algo ao pequeno homem que tanto queria. Ajoelhado em cima da cama, somente vestido com roupa de dormir, Eren achou que estava sonhando, não queria desperdiçar aquela chance. Mas sua insegurança era tão forte que ficou estático com duas mãos levantadas. Fechava e abria as mãos, perdido o que faria.

Levi levantou uma sobrancelha como tivesse desafiando mentalmente o mais novo. Que foi? Cadê aquela animação toda de antes?

Eren vendo aquele olhar de afrontamento, perdia mais a sua confiança, abaixou as mãos e ficou estático.

Levi suspirou pela atitude patética do garoto. — Você é virgem? — Perguntou normalmente.

– Não! Que isso! Por favor, eu faço isso quase todos os dias. — Eren deu um sorriso nervoso, nunca sentiu tão impressionado.

Droga! Droga! O que ele vai pensar de mim agora? Já que não sou do nível dele, já não posso pagar a comida que ele quer, os lugares que ele quer ir, agora falharei até disso. Começou uma briga interna dentro do Eren, quando estava prestes a deixar cair uma lágrima de raiva, sentiu o seu rosto sendo levantado.

Levi se aproximou, encaixando a sua cabeça perto do ombro do Eren. Quase colando a sua boca no ouvido do mais novo, disse: . — Vê se não acostume, pirralho.

Na primeira vez, Eren não havia entendido aquele recardo, até ver Levi tirar a sua cueca e sua camisa, ficando somente de meias. Eren ficou envergonhado em ver a primeira vez do Heichou na sua frente e caramba, pela primeira vez Eren teve a certeza que era gay.

Hum...Nada mal para o seu tamanho. Pensava Eren sem querer deu um sorriso bobo analisando o corpo do homenzinho a frente. Pense em uma pessoa com muita fome, louca por churrasco, vendo uma picanha mal passada. Então, esse era ânsia que o Eren estava ao ver todo o corpo do Levi. Gostava de ver o seu abs da barriga, suas nádegas que pareciam ser tão macias, seu órgão genital quase ereto, suas coxas… Queria avançar torná-lo seu, mas algo em sua cabeça o impedia que fazer aquilo.

– Não se preocupe. Vou fazer todo nessa vez. — Falou Levi.

O baixinho deitou na cama de bruços, arraiou a calça do moleque de modo que todo o pênis e suas bolas ficasse de fora. Lambeu os seus lábios e pegou com firmeza. Assim que Levi abocanhou, sentiu saciado. Nossa! Quanto tempo não fazia aquilo? Quanto mais nessa grossura e tamanho. Nada mau, criança. Pensou Levi, em seguida começou cheirar aquele amontoado de carne, afundando o seu nariz no volume, era uma cena cômica de se ver e ao mesmo tempo, erótica.

Ele...Ele está cheirando? Eren ficou assustado. Nunca viu em sua coleção de filmes, alguém fazer aquilo.

Ah, maldito não lavou direito. Levi deu uma lambida da base, contornando com a língua a extremidade até as bolas. Ou está tão excitando que fica exalando esse cheiro forte. Puxou a pele para cima de modo que cobrisse toda a glande, saindo um pouco de líquido na ponta.

Como eu odeio esse cheiro. Largou o pênis do garoto e abocanhou a parte de cima com vontade. Lambia e degustava, se deleitava como fosse pirulito.

Esse cheiro me lembra suor, mofo, algo muito forte, como se os hormônios dessa criança transborda-se nesse ponto e me embriaga-se com luxúria. Enquanto continuava com o sexo oral no seu garoto, Eren ficava extremamente excitado, deslizou a sua mão percorrendo as costas do baixinho até chegar na sua bunda, apertava sentindo a maciez.

Levi olhou de cima e viu o seu garoto lambendo os lábios se deliciando com aquele tratamento. Hun! Aproveita, moleque. Porque é só hoje. Abaixou a cabeça e continuou com “serviço”.

– Senhor... — Chamou Eren se contorcendo de prazer, afinal nunca havia ninguém tocado daquele jeito, era normal um corpo virgem ser mais sensível ao toque.

– Hum? — Levi apenas pronunciou um som da boca, afinal a sua língua estava bem ocupada se enroscando.

– O senhor....Ah....É muito bom disso. Onde aprendeu?

Levi revirou os olhos, isso lá era pergunta numa hora como essas? Tirou o membro do garoto da boca.

– Na internet. — Respondeu Levi com tom de impaciência, só sendo irônico para lidar com essas crianças. Pegou novamente o membro do pirralho e começou a masturbar com certa violência, como estivesse ânsia de vir logo, Eren teve a respiração mais acelerada, arfava e gemia algumas vezes, o som ficou mais alto vindo do garoto quando a mão do seu homenzinho ficou sujo do seu gozo. Líquido bem denso e branco, as bochechas do Eren ficaram vermelhas e a sua ereção não abaixou, ao contrário, queria mais.

Eren se sentiu constrangido ao ver Levi lambendo os dedos provando o gozo, nem da imaginação acharia que ele faria isso. Lambia com vontade, como fosse algo bem saboroso.

– Hum...- Lambeu o dedão da mão. Se levantou e novamente ficou ajoelhado em frente ao moleque. — Vem cá, garoto. — Agarrou o cabelo de trás. — Me beija. — Ordenou.

Eren estático, parecendo hipnotizado aos olhos dele, obedecia sem pestanejar, apenas sendo atraído pela força magnética que aquele homem tinha sobre si. Então como se tivesse provando algum fruto proibido, abriu a boca lentamente e sentiu o seu próprio gosto da boca de outro homem.

Levi finalizou o beijo, chegou mais perto abrindo mais as pernas.

– Me dar a sua mão. — Pediu Levi. Eren, com receio, levantou a mão “deu” a ele.

– A primeira coisa a se fazer e lubrificar bem. — Avisou o baixinho para o garoto.

Levi primeiro umedeceu as pontas dos dois maiores dedos da mão do Eren, chupando, deixando molhados com saliva. A forma como fazia deixava o gesto bem obsceno . Algumas vezes, levantava o olhar e via o seu garoto constrangido em ver os seus dedos sendo chupados com tanto afinco. Quando viu que estava bom, Levi direcionou a mão do moleque entre suas pernas, e como um professor ensinando um aluno escrever, conduziu os dedos molhados alheio em sua entrada.

– Enfia...Devagar...Isso... — Ainda segurando a mão do moleque e por meio de palavras, ensinava Eren onde estava bom, falava o ritmo, onde deveria avançar, ou ir mais devagar. Com a mão alheia começou a procurar por algo dentro de si que tanto almejava.

– Aqui... — Assim que encontrou, largou a mão do mais novo. Depois Levi apoiou suas duas mão na parede empinando um pouco a bunda.

Eren continuou massageando, tirando e colocando os dedos novamente, deixando o pequeno homem ao um pequeno delírio, Levi mexia os quadris acompanhando o ritmo da mão do garoto, até que sentiu a parte de cima da sua ereção sendo pressionada. Relaxou mais as pernas, abrindo mais, movimentava mais o seu corpo tanto com o ritmo de atrás e da frente.

Encostou o seu corpo ao modo que tocasse nos lábios do seu garoto, não demorou muito para sentir sendo beijado na parte de cima da barriga, algumas vezes sendo lambida. Com aquele ato, Levi soltou um gemido de aprovação.

– Ah...Você bate muito bem uma punheta... — Reclamou Levi se deleitando.

Eren percorreu a sua língua até o mamilo do Levi à sua frente. Durinho e rosado, pensou na cabeça pervertida do garoto.

– Ai! Não morde! — Levi se afastou um pouco o seu corpo por causa da dor da mordida em uma área tão sensível.

– Seu moleque estúpido, não é para arrancar pedaço da minha carne! Se quiser me estimular passe a língua ao redor, chupa com coitado!

– Desculpa...

– Não precisa fazer essa voz de menino órfão. — Revirou os olhos, odiava sentir culpado. — É só fazer com cuidado. Tenta.

Eren, lembrando algum filme pornô da sua vida, colocou a ponta da língua para fora e começou contornar um dos mamilo. Fazia isso um e depois no outro, apesar da sucção ser bem forte e sentir ficando vermelho naquela área, aquilo fazia Levi ficar bastante excitado, sentiu o seu gozo se aproximando.

– Mais forte. — Ordenou o Levi, tanto na sua parte de atrás e da frente queria que fosse mais rápido o movimento das mãos do garoto.

O líquido branco saía devagar, porém quanto mais Eren pressionava extremidade do pênis, deslizando de baixo para cima, mais o sêmen saía na ponta. Bem denso, como tivesse sendo preso bastante tempo. Viu o seu abdômen sendo sujado por aquele líquido, é aquilo mexia com o psicólogo do garoto. Via o rosto avermelhado e envergonhado do seu homenzinho, os mamilos ao redor estarem rosados, a sua respiração preenchendo em seu peito e esvaziando em seguida...

Vários detalhes que hipnotizava Eren. Ele está assim por minha causa? Pensou. Muito melhor que os seus sonhos masturbatórios que tanto tinha. Ao ver aquele conjunto ficou mais fome do Heichou que tinha antes. Ele realmente é uma delícia e queria mais.

Quando Levi se recompôs, pegou o pênis do garoto, ainda rígido com a barraca armada pronta para outra. Aquilo fez com que o mais velho xingasse o garoto mentalmente. Depois naquilo todo, não abaixava nem um pouco? Por dentro o julgava e chamava por vários nomes feios. Afinal não queria admitir que estava gostando daquilo.

– Aproveita pirralho... — Levi pegou a ponta molhada do membro do mais novo e encaixando na sua entrada. Depois desceu o quadril, sentindo sendo perfurado e preenchido por aquele bastonete de carne macia.

Quanto ia mais fundo, mais ele gemia e soltava uns palavrões baixinho. Achou que nunca acabaria, até sentir as bolas do Eren batendo entre as suas nádegas. Sentou de pernas dobradas e se ajustou como aquilo dentro de si.

– Hum... Tá todo dentro... — Levi desviou o seu rosto bastante vermelho.

Eren via aquela cena com máxima de admiração possível, seus olhos brilhava e nunca sentiu tanta tesão na vida. Sua boca ficou um pouco aberta, quase saindo baba.

– Que reação mais imbecil é essa! — Brigou Levi empurrando o rosto do Eren com mão.

– Nada não, Senhor. — hehe Que voz sexy! Pensou Eren entusiasmado.

– Fique quieto. — Levi respirou bem fundo, colocou em prática em todas as aulas de montaria de cavalo que tinha quando era criança, movimentando os quadris.

– Senhor...

– Que? — Já estou fazendo um favor de montar em cima de você, ainda quer falar? O que é, merda? Pensava Levi super constrangido em ter que fazer aquilo.

– Eu queria ter o controle, então teria como ficar… — Engoli seco. Ande, coragem homem! — Teria como... — Eren repetiu sentindo o coração bater tanto que quase saía da sua boca. — Ficar de quatro, porque queria ver melhor a sua bunda.

Silêncio.

Eren tendo a máxima certeza que estragara todo e Levi desacreditado que acabara de ouvir.

– Você quer que eu fique o quê? — Levi subiu uma sobrancelha.

– De quatro... — Eren tremeu ao repetir aquilo de novo. Vou apanhar! Vou apanhar! Acabou! Foi bom quanto durou.

Seu moleque pervertido... — Sua voz icou mais grave e ameaçadora

Eren se protegeu com o braço o seu rosto. Esperou por todo. Soco, pontapé, tapa, bala perdida...Enfim, todo.

– Te ajudo e quer que eu fique nessa posição constrangedora? — Sua voz de ameaça só aumentava e Eren estava preste a chorar.

Ouviu o suspiro do Levi, sentiu sair de cima do seu colo. Eren ficou com muito medo o que veria se acaso descobrisse os seus olhos. Abaixou um pouco o seu braço e o viu sentado de costas.

– Anou...Desculpa se...

Levi deitou apoiando a sua cabeça no travesseiro no lado oposto do Eren, levantou um pouco o quadril de modo que ficasse empinado de frente ao seu garoto. Virou um pouco a cabeça mostrando só os seus olhos estreitos e o chamou:

– Vem.

– Eu...Hãn...O senhor não vai me bater? E...

Levi suspirou impaciente. — É. sexo, criança. Fico até surpreso por me pedir uma coisa dessas. Subestimei muito a sua ingenuidade.

Eren sorriu de animação, balançava o rabo imaginário de tão feliz.

Tsh! Para de parecer tão feliz assim! Vem logo e acaba com isso! Levi virou o seu rosto para frente e permaneceu empinado, como imaginaria que a sua janta de “despedida” do garoto resultaria disso?

Eren, com os olhos brilhando que nem um maníaco e com o sorriso mais pervertido da face da terra, levantou da cama, ficando de joelhos de frente a parte do corpo que tanto queria. A sua áurea de menino psicopata acabou quando sentiu a maciez da pele do Heichou a sua frente. Não acreditava daquilo. Tinha que ser fantasia! Quantas horas ficava no banheiro ao pensar disso. Colocou a sua ereção no meio das nádegas do homem mais velho vendo com uma admiração débil. Apertava as duas bolas rechonchudos e se deliciava como seu membro cabia perfeitamente no fundo entre essas bolas. Principalmente vendo como o gozo de antes tinha lubrificando bem a sua ereção e o instigando deslizando nessa depressão.

– Para de brincar comigo, garoto! — Reclamou Levi muito puto de raiva. — Faz logo!

Eren despertou do seu transe, pegou a cintura do seu homem mais velho, e começou a penetrar. Na ânsia do seus hormônios, queria colocar todo de uma vez.

– Calma! — Eren parou obedecendo os seus comandos. — Vai colocando aos poucos.

Eren desacelerou o ritmo, enfiando lentamente, sentindo o anel do músculo contrair toda a sua base. Só nessa “massagem” sentiu que estava chegando ao outro gozo.

– Mais devagar, garoto...Isso, Eren... — Levi fechou os olhos se deliciando em receber pequenas estocadas do seu menino, roçando exatamente no ponto que afundava de prazer.

– Muito bem. Bom garoto... — Falava entre gemidos e sussurros, como estava delicioso ter um jovem ao seu comando fazendo aquilo que lhe mais agradava.

Não foi nem quinze minutos e Eren já havia gozado dentro dele.

– Tsh! Já gozou? Nem fiquei duro ainda!

– Não é a minha culpa! — Falou Eren se defendendo. — O senhor que é muito ruim em ficar excitado.

– Cala boca, pirralho! É mais fácil para você porque mal saiu da puberdade!

Eren abaixou a cabeça frustrado. — Eu sou péssimo.

– É mesmo. — Concordou Levi aborrecido, pegou o travesseiro e ajeitou mais ainda da sua cabeça.

Concluiu que reclamar não adiantaria de nada. Arqueou as costas e sentiu o membro ainda do garoto dentro de si semirrígido, sabia que ele tinha bastante energia e iria de novo se esforçasse mais.

– Outra vez, mas tenta ficar mais tempo. — Pediu Levi, o seu tom ficou mais ameno. Afinal o garoto só estava aprendendo. É normal que seja um inexperiente.

Eren, meio receoso por causa da crítica, se movimentou novamente dando estocadas de leve.

– Mais rápido. Mais fundo. — Ordenou Levi empinando um pouco mais a bunda. — Imagina eu na cozinha lavando a louça, faça aquilo que imaginou comigo.

O rosto do Eren ficou quente, pegava a cintura em sua frente e puxava para si, devido em sentir a maciez batendo em suas coxas, a rapidez como estava sendo feito, ficara rígido de novo, mas via que o seu parceiro não tinha a mesmo líbido, ver aquela cena, fazia Eren ficar frustrado. Frustrado por não ser capaz bom o suficiente para o seu parceiro.

– Tem razão, Senhor. — Disse Eren cada vez diminuindo o ritmo das estocadas. — Eu sou péssimo.

– Tsh! — Suspirou Levi. Porque falei isso para ele? — Pirralho! — O chamou irritado.

– E... — Levi ficou reunindo coragem para pedir. — Fale coisas... Safadas para mim.

– Coisas safadas? Meio que pervertidas?

– Sim.- Confirmou Levi, quase gaguejando. Era muito constrangedor, mas precisava manter firme. Em seguida olhou para Eren e viu uma criança que acabara de ganhar o presente mais legal do mundo, o seu sorriso era mista de admiração e felicidade.

Depois sentiu o garoto deitar em cima do seu corpo, acomodando a sua cabeça ao lado do seu ombro.

– O que está fazendo? — Perguntou aborrecido, afinal não estava gostando do peso em cima dele.

– Se eu vou falar coisas pervertidas preciso está bem perto da sua orelha, não? — Eren mantinha o seu sorriso de bobo de antes.

Ora, seu moleque abusado! – Ah! Tanto faz, só quero que acabe com isso.

Eren deu um sorriso de confiança. — O senhor que pediu para falar coisas pervertidas, o que quer ouvir?

–… — Levi virou o rosto, não estava gostando daquele tratamento, do timbre da voz instigante do Eren, parecia que estava lhe testando. — Já disse, tanto faz.

– Então como você me pediu, vou falar detalhadamente que imaginei vendo lavar a louça. — Levi ouviu a voz do seu garoto e lhe assustou um pouco, estava diferente, estava confiante, cheia de desejo. Até sentiu a mão do mais novo pegar o seu membro sendo estimulado. Acariciava as suas bolas, depois subia com o dedo pela extremidade até a ponta, o instigando com toque, no final ficou sarrando com a ponta do dedo o vinco que tinha em cima, pressionando, como estivesse brincando com novo brinquedo. Só aquele toque reviveu o mais velho.

– Vendo aquela bunda balançar daquele jeito, eu o empurraria na pia. — Continuou Eren estimulando o seu baixinho e sussurrando em seu ouvido. — Abaixaria sua calça e faria ali, mesmo se não tivesse o seu consentimento, porque saberia que gostaria que eu fizesse aquilo.

– Maldito... — Disse Levi cheio de desejo. A batida ficara mais forte por detrás e sentia os seus quadris doloridos e a sua ereção só crescer.

– Se me desobedecesse apanharia...

– Han?! Que?! — Aquilo realmente pegara de surpresa o baixinho. — Me bater? Iria me bater? Ficou maluco?

– Apanharia por detrás! É só um tapa! Ia ser só um tapa! — Corrigiu rapidamente Eren, ficou com medo dele levantar dali e dar uma surra.

– Sei…

Nossa que homenzinho estressado. Eren aproximou mais a sua boca da orelha do seu baixinho, recuperando o clima erótico de antes.

– Entretanto o meu sonho preferido mesmo seria te fuder bem forte no seu escritório.

– Como é que é? — Levi perguntou puto de raiva em ter ouvido aquilo, porém ao invés do Eren recuar de medo, teve um comportamento mais agressivo, pressionou mais o seu corpo contra dele e encravava mais o seu membro dentro do baixinho.

– Eu... — Eren respirava pela boca, estava quase, junto com Levi, chegando o seu clímax. — Acharia a sua empresa, entraria no seu escritório e quando menos percebesse deitaria em sua mesa e transaria comigo na frente de todos.

Aquilo fez os pelos¹ do mais velho se arrepiarem, Eren lambia o lóbulo da sua orelha em seguida dando vários estalinhos tanto em seu ombro e o seu pescoço. Todas as carícias eram feitas carinhosamente. Involuntariamente, Levi começou imaginar aquela cena. Em como a sua mesa comportaria os dois em cima, em como abafaria os seus altos gemidos.

Não estaria mais vestido na parte debaixo, só manteria o seu terno, com a camisa aberta e a gravata ridiculamente frouxo. Seu cabelo estaria bagunçado e o seu menino ainda estaria vestido com o seu moletom, jeans, o seu All star sujaria o assento da cadeira, porque Eren precisaria em ter apoio para meter tão forte naquele jeito.

Levi estaria sentado em seu no colo, controlaria o movimento dentro dele, sua cabeça

– Nós não estaríamos sozinhos. — Assim que Eren sussurrou em seu ouvido, sua mente projetou a cena em seus olhos, agora não teria mais divisórias cinzas do seu escritório, teria todos os funcionários ao redor olhando.

Todos ao redor comentavam entre si, enquanto Eren não parava por trás. Levi ficou desesperado em ver aquilo, em imaginar aquilo, toda a sua reputação sendo jogada por água abaixo. Todos olhando no modo lascivo aquele show.

– Eu abriria as suas pernas, para todos verem como o senhor é. Em como o senhor gosta de fazer com garoto mais novos, como gosta em ser passivo.

– Não... — Pediu Levi assim que Eren desobedecia as suas ordens e abria as suas pernas, todos estaria vendo em como entrava e saía em sua abertura, como gemia de puro tesão, como estava bem lubrificado e como o membro do homem mais velho gotejava de gozo.

– Seu moleque...Ah... — Levi atingiu o seu gozo sujando tanto o seu lençol, quanto o seu abdômen definido. Quanto mais espasmos tinha, mais saía o líquido branco e denso, mais sujava a mão do Eren, feliz por ter o seu companheiro ter gozado tanto e naquele jeito.

– O senhor se excita só de pensar em ser observado? — Perguntou Eren o instigando, continuava o masturbando, queria que o seu homenzinho tivesse a segunda.

– Não, seu pirralho de merda! Sai em cima de mim! — Não quero ter a segunda, não posso gozar de novo.

– Como o senhor se sente em saber que o seu rabo está cheio do meu sêmen?

– Para, Eren...Ah! Seu moleque, filho da — Levi gemia com aquelas investidas, porém gemeu mais alto quando Eren tirou o seu pênis dentro. Contraía e relaxa o seu anel de músculo, sentindo algumas pequenas gotas percorrendo e sujando as suas coxas.

Aquele tratamento fez que atingisse o segundo orgasmo, não saindo tanto quanto na primeira vez. Assim que passou o êxtase caiu da cama morto de cansado, tanto o baixinho quanto o mais novo em cima dele. Os dois automaticamente quase caiu no cochilo.

Eren deslizou o seu corpo para lado, enquanto Levi queria urgentemente um banho, entretanto suas pernas ficaram muito pesadas para ir ao banheiro e também por ter sido preso por um braço envolvendo o seu peito.

Notas finais
Galera, por causa nesse cap terei que ficar três horas da manhã fazendo trabalho de faculdade atrasado. Falo mesmo Então comentem o que acharam para ser avisado quando o próximo cap sai.