Notas iniciais
Ei meninas, como vocês estão?
Bom, eu não sou do tipo que faz isso, mas acho que é justo... eu queria pedir os reviews =/
Será que eu mereço?
Vamos pra mais um capitulo e vocês julguem se eu mereço ou não!
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love all
xoxo ;*

Minha vó dizia que Deus nem sempre faz as coisas que queremos, e sim as coisas que são melhores pra gente.

Ja perdi as contas das vezes que eu perguntei a Deus o por que de eu estar doente, ou até mesmo o por que de eu ter nascido. Mais agora, aqui, em plenas tres horas da madrugada, olhando o homem que eu amo dormindo todo desajeitado e de roupa social, eu acabo vendo que se eu não estivesse doente nunca veria Justin, nunca o conheceria. Ou conheceria? Talvez fosse apenas mais um jeito que Deus deu pra nos unir. Quando agente ta apaixonada, fica boba né?

Mais ainda não entendi como ele chegou aqui. Como ele ta dormindo aqui, do meu lado, vestido assim? Eu estava no hospital fazendo coleta... será que Jasmine chamo ele pra ficar aqui comigo? Eu vou matar a Jasmine.

Mais tarde, agora eu só quero curtir um pouquinho esse homem lindo deitado na minha cama dormindo como um anjo.

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*Justin*

Senti meu celular vibrar no bolso da calça e o peguei rapido. Abri os olhos e reparei que eu dormi de calça e blusão. Sorri ao reconhecer o quarto onde eu estava. Sim, no quarto dela, ao lado dela. Ela dormia virada pra mim, mais não estava mais tão proxima ao meu corpo. Levantei devagar pegando minhas coisas. Deixei um bilhete e sai do quarto, me certificando que Jasmine estava em casa, caso ela precisasse de algo.

[...]

- Ela nem vai lembrar de nada de ontem. — Jas falou me levando até a porta.

- Eu deixei um bilhete pra ela. — ela abriu a porta pra mim. — Acho que seria uma boa idéia você não estar em casa quando ela acordasse. Seria bom você fugir de um interrogetório.

- Concerteza, eu vou fugir dela. — rimos juntos e eu fui embora.

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*Megan*

Acordei, mais ele ja não estava mais ali.

Caminhei devagar ate o banheiro e tentei me lembrar de algo da ultima noite e como ele veio parar aqui.

A agua morna me ajudou a pensar um pouco. Eu sempre saio muito fraco das sessões de coleta de sangue, será que ele me viu fraca assim? E se viu, ele vai querer saber o por que. Agora sim eu mato a Jasmine, ela não tinha o direito de chamar ele.

Me enrolei no roupão e sai em direção meu closet. Algo me chamou atenção, um papel encostado no meu abajur. Fui até o papel e sorri ao ler o que estava escrito: "Bom dia minha princesa!"

Concerteza a letra dele. Abri e me permitir sorrir de novo ao ver o que tinha escrito.

"Adivinha? Eu dormi com você hoje!

O que você acha de esquecer tudo? Por que eu sei minha linda que eu fui um idiota em brigar com você. Eu só quero que você confie em mim, pra qualquer coisa. Eu quero sempre estar do seu lado.

Então, como eu fui embora antes de você acordar por causa do meu trabalho, eu acho justo agente se ver. Um almoço? O que acha de comida italiana? Juro que você vai adorar.

Me liga?

Com carinho, do SEU Bieber!"

Eu ainda fiquei um tempo fitando aquele bilhete e sorrindo feito boba.

- Vou me arrumar — exclamei pra mim mesma e me levantei.

[...]

- Jasmine? — chamava o nome dela enquanto andava pela casa. Ela não estava, mais uma hora ela vai ter que me explicar direitinho essa história.

[...]

"Pronto pro nosso almoço? Estou te esperando no Starbucks em frente seu trabalho. Vai demorar? xoxo, Megan"

Mandei pra ele assim que cheguei em frente o Starbucks. Ele vai me chamar de louca, por que tipo, ele falo pra eu ligar, mais não tem como né. Eu tava anciosa.

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*Justin*

- Tenho que ir. — interrompi Carolina que insistia em me convidar pra almoçar.

Corri pra fora do prédio e sorri ao ve-la do outro lado da calçada.

- Oi — falei com a voz mais sexy que pude perto dela. Ela virou sorrindo.

- Oi — deu seu melhor sorriso e mordeu o lábio inferior.

- Vamos? — ela apenas assentiu e me deu sua mão. Fomos andando até o restaurante, ja que não era longe. Eu ja tinha feito a reserva mais cedo, então não teve problemas pra nos sentarmos em uma mesa bem reservada.

Eu pedi espagueti pra nós dois, ja que ela não sabia o que pediu e disse que comeria o mesmo que eu. A garçonete saiu nos deixando sozinhos.

- Bom, como ta doi seu dia? — ela perguntou lindamente iniciando uma conversa.

- Meu dia foi maravilhoso. E o seu? — segurei em sua mão que estava em cima da mesa. Ela sorriu.

- Ta começando agora. — riu fraco, me fazendo rir junto.

A garçonete chegou com nossas comidas, comemos rindo e elogiando a comida.

[...]

- Megan, eu te convidei pra almoçar, por que eu queria conversar com você — falei olhando em seus olhos, assim que a garçonete saiu levando nossos pratos vazios.

- Sobre. — ela não me parecia tão normal como antes, parecia tensa.

- Eu acho que, você tem algo pra me contar. — olhei em seus olhos e vi eles brilhando. Mais não um brilho interno, ela estava com os olhos marejados.

- Você ja sabe? — assenti. Ela apertou os olhos fazendo uma lagrima escorrer pela maçã de seu rosto. A sequei rapidamente.

- Mais eu queria que você me contasse. Sabe, e explicasse. Ninguem quis me explicar nada. — fui sincero.

- Como você soube? — falou respirando fundo e me olhando nos olhos.

- Eu fui no hospital ver a Jazzy e encontrei a Mellany, Jasmine e Chris. Bem na hora o médico apareceu e eu procurei saber. Te vi daquel jeito, fraca. E pedi pra que me deixassem dormir com você. Por que não me contou? — perguntei, mais eu ja sabia a resposta. Jasmine me falou.

- Não era justo com você. Você tem a Jazzy, sua familia. Não precisava sentir pena de uma estranha.

- Você não é nenhuma estranha. Você é a mulher que eu amo, com quem eu pretendo construir uma familia. — segurei seu rosto pra que ela me olhasse. As lagrimas saiam dos olhos dela e aqui me deixava amargurado.

- Desculpa. — apenas selei nossos labios. Aquilo era tortura pra mim, ve-la tão triste e chorosa, era muito ruim.

- Me explica? — ela assentiu e respirou fundo.

- Eu tenho uma doença rara. Minha medula óssea produz mais glóbulos vermelhos que o normal. Isso dificulta a circulação.

- E por que você tirava sangue ontem? — perguntei tentando entender, eu realmente não tava entendendo.

- É como um tratamento pra mim. Eu vou la quase sempre. Antes era menos. A extração de sangue é pra que meus glóbulos fiquem normalizados, por isso eu fico tão fraca.

- Não me esconde nada, por favor! — falei percebendo que não era só isso.

- Não sabemos se a extração de sangue vai ser o suficiente pra me curar.

- Como assim? Esse não é o tratamento?

- É. Mas, se não for suficiente, eu vou ter que fazer quimioterapia. — ela fechou os olhos respirando fundo. Eu fiquei sem reação. Então é grave mesmo.

- Não tem outro jeito?

- Não. Eu tenho mais tres meses de extração até ver se estou curada ou não. Caso não esteja, começarei a quimioterapia de imediato.

A unica coisa que eu consegui fazer naquele momento ofi abraça-la. Repeti o mesmo ato de quando minha mãe descobriu que Jazzy estava com cancer.

As pessoas no restaurante nos olhavam com piedade, enquanto choravamos os dois abraçados. Sim, eu estava chorando.

[...]

- Você não tem que ir trabalhar? — ela perguntou assim que saimos do restaurante.

- Tenho. — fiz uma careta e ela riu. Eu me senti bem em ve-la sorrir de novo. — Que tal eu te levar pra sair hoje? — a abracei pela cintura e selei nossos labios

- Eu adoraria. — sorriu e eu a beijei.

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*Megan*

- Deixar eu enfrentar isso com você? — ele me olhou e eu sorri.

Me senti aliviada em contar tudo pra ele. Não preciso mais me esconder.

[...]

- Só não mato vocês por que eu to feliz. — falei assim que entrei em casa e vi Jas e Chris aos amassos no sofá. — E nem ousem transar no meu sofá. — ri e peguei um copo de agua. O Chris fico sem graça, ja a Jasmine fico puta por eu ter interrompido ela.

- Conversou com o Justin? — Chris perguntou malicioso.

- Conversei — revirei os olhos. Intimidade é igual virgindade, se você da, ja era! Eu ri com esse meu pensamento.

- Resolveu tudo? — assenti e sorri.

- Ta apaixonada — Jasmine falou com voz de neném. Rimos. — Ele te pediu em namoro? — completou.

- Ainda não. — dei um ultimo gole na minha agua.

- O que ele ta esperando? — perguntou indignada

- Pro mim tudo bem assim. to curtindo. — dei de ombros e fui pro meu quarto. Óbvio que não ta tudo bem, mais eu não vou me abalar ou tratar ele diferente por causa disso.

[...]

- Acho que fico bom. — falei na frente do espelho, analisando meu look pra sair com Justin.

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Peguei minha bolsa de mão e sai, vendo a coisa mais sexy do mundo.

Justin Drew Bieber.

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Ele sorriu malicioso quando parou seu olhar por meu corpo. Seu olhar me queimou.

- Desse jeito eu não vou querer sair de casa — sussurrou com a voz rouca no meu ouvido. Mordeu meu pescoço de leve me fazendo arrepiar. Não me chamem de tarada, mais ele tava pedindo pra eu agarrar ele ali, na frente da Jas e do Chris. O beijei, ele parou a mão no meu bumbum e apertou. Meu vestido levantou um pouco e eu senti um vento frio, mais logo aos mãos dele pousarem sobre minha cintura apertando. Senti uma corrente elétrica passar pelo meu corpo. Efeito Bieber.

[...]

- Vou ao banheiro. — avisei ao Justin que apenas assentiu. Dei um gole na minha bebida e me levantei do banquinho em frente o bar. Caminhei até o banheiro feminino. Tava morrendo de vontade de fazer xixi. Tambem, depois de tomar tres martinis.

[...]

- Me empresta seu lapis? — perguntei pra menina que retocava a maquiagem no banheiro. Ela sorriu e me entregou.

- Valeu, ta muito borrado? — perguntei olhando pra ela.

- Ta ótimo. — sorriu e eu lhe entreguei o lapis de olho. Agradeci e ela saiu do banheiro. Lavei as mãos. Fechei a bica e ouvi o barulho da porta sendo trancada.

- Ta fazendo o que aqui? — perguntei rindo.

- Vim te sequestrar? — falou como se fosse óbvio.

- Então ta. — mordi o labio inferior. Ele veio ate mim rapido, tomando meus labios pra si.

Segurou minha cintura com força me suspendendo. Me colocou sentada na pia. Senti sua mãos invadirem meu vestido e logo depois minha calcinha. Rasgou a mesma me fazendo gemer. Eu ja estava completamente molhada. Coloquei a mão em sua calça enquanto ele me beijava. Abri e ele abaixou até a altura dos joelhos. Coloquei a mão por dentro de sua boxer preta e puxei seu membro pra fora. As veias saltadas demonstravam o quanto ele estava excitado. Ele me beijava enquanto eu acariciava seu membro.

- Awn Bieber — gemi seu nome assim que senti seus dedos me estimulando. Aquilo era louco, depravado, nojento e muito muito gostoso.

- Você quer? — perguntou passando a cabeça de seu membro pela minha intimidade.

- Não me tortura não. — gemi eu seu ouvido. Minha intimidade latejava e pedia aquilo. Puxou meu vestido mais pra cima o tirando em seguida. Fechei os olhos e senti seu membro entrando em mim.

Abafavamos os nossos gemidos com beijos. Não demorou e eu molhei todo seu membro com meu liquido. Ele acelerou os movimentos e senti seu liquido quente me invadir. Ele jogou a cabeça pra tras sem tirar de dentro de mim.

- Você é maravilhosa. — falou beijando meu rosto suado. Sim, a menina me emprestou o lapis de olho atoa, por que não há maquiagem que resista a isso.

[...]

- Você vai dormir la em casa? — perguntei assim que entramos no taxi pra voltar pra casa.

- Se você quiser. — sorriu maroto e me beijou.

[...]

Chegamos na minha casa e tomamos banho juntos.

- Boa noite meu lindo. — dei um beijo em seu peito e me aconcheguei pra dormir.

- Boa noite minha princesa. — beijou o topo da minha cabeça.

Acho que agora tudo vai ficar melhor. Vai dar tudo certo.

Notas finais
E ai meninas, quem sentiu o Efeito Bieber?
Eu queria sentir (66'
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mereço reviews?
xoxo ;*