110 Days With You
16 Dia 16
Notas iniciais
Me perdoem!
Eu deixei muito a desejar, mas é que essa fic é um grande desafio, fazer uma história é facil, retratar o dia a dia é muito dificil.
Esse capitulo eu demorei muito pra fazer. Estou providenciando o próximo e juro que vou postar o mais breve possivel.
.
.
.
Quero 5 reviews nesse capitulo, se não for pedir demais =D
xoxo ;*
"Feliz o homem que sabe valorizar uma mulher. Este sim, pode chama-la de sua, não pelo sentimento de posse, mas por ela não querer ser de mais ninguém!"
.
.
Mal acordei e minhas narinas já estavam sendo invadidas por aquele cheiro maravilhoso. Aquele perfume madeirado que faz meu corpo sair do chão. Abri os olhos devagar e tive a certeza do que eu pensava, la estava ele. Dormindo feito uma criança, sem camisa e apenas com sua cueca Box. Lindo.
Levantei da cama devagar e caminhei até o banheiro, olhei pro canto do banheiro e vi meu vestido e minha calcinha rasgada.
Ri comigo mesma lembrando da ultima noite.
- Rindo sozinha? – sua voz rouca me fez despertar das lembranças.
- Apenas lembrando. – fui até a porta do banheiro onde ele estava de pé.
- Vamos voltar a dormir? – me abraçou e pediu como uma criança.
- Meu Deus, como você fica manhoso quando acorda. – passei a mão em seus cabelos na intenção de abaixa-los.
- Por favor. – enfiou a cabeça no meu pescoço. Realmente tava muito cedo. Voltei pra cama com ele e segundos depois ele já estava dormindo, com sua cabeça na minha coxa.
Eu não consegui dormir, mais foi tão bom ver ele dormindo daquele jeito. Tão sereno, tão lindo.
Como foi que isso aconteceu? Como eu me apaixonei por uma cara em menos de um mês? Como ele consegue me fazer sentir desse jeito?
[...]
Não fazia muito tempo que agente tava ali, eu peguei no sono um pouco, mais não consegui dormir profundamente, já que eu tava morrendo de vontade de fazer xixi.
Por que eu não levantei? Bom, por que tem um homem lindo – e totalmente manhoso – dormindo agarrado nas minhas pernas.
Tentei me soltar dele, mais a única coisa que consegui foi fazer ele acordar.
- Você não voltou a dormir? – me perguntou coçando os olhos. Eu não respondi. Empurrei sua cabeça do meu colo e corri pro banheiro. Ouvi ele gemer, mais nem liguei.
- Po, valeu pelo carinho ein. – falou assim que eu sai do banheiro.
- Desculpa meu anjo. – comecei a rir com a carinha de cachorro sem dono dele. – Eu tava morrendo de vontade de fazer xixi. – ri mais ainda e me joguei em cima dele na cama.
- Ta, te perdoou se rolar um banho juntos. – deu seu melhor sorriso e piscou pra mim.
- Eu não recusaria um banho com você meu gato. – mordi seu lábio inferior e levantei o puxando.
Logo já estávamos no banheiro. Sua língua se enroscava na minha, em um desejo insaciável. Rapidamente me livrei da minha camisola, deixando meus seios amostra.
- Não sei se eu já disse, mais você é linda. – depositou um beijo quente no meu pescoço e segurou minhas pernas, as suspendendo e enlaçando em sua cintura.
- Jura que você vai por agente debaixo do chuveiro de roupa? – perguntei enquanto ele entrava no box comigo no colo. Estávamos apenas, eu de calcinha e ele de cueca, mas bom, isso atrapalharia as coisas certo?
Ele riu e me colocou no chão, me livrei da calcinha e ele da box, e quando eu levantei meu olhar, encontrei um belo homem e seu membro em ponto de bala apontando pra mim.
- Você ta tão... tão sexy. – mordi meu lábio inferior e ele riu pelo nariz com meu comentário. Convencido.
Me agarrou pela cintura e colou nossos corpos. Seu membro estava quente em contato com a minha barriga.
Puxou minhas pernas novamente e me colocou em seu colo. Seu membro surrou minha intimidade me fazendo arrepiar. Me colocou contra a parede, e acho que deu pra ouvir do quarto da Jasmine o barulho das minhas costas contra o azulejo gelado.
Sua mão direita se livrou da minha coxa e logo senti seu membro entrando em mim. Como sempre, extremamente quente.
Eu não sou do tipo cachorrona que odeia carinho. Mais naquele momento eu tava odiando o jeito como ele entocava devagar. Eu queria rápido, violento.
- Anda com isso Bieber. – gemi e recebi uma mordida na bochecha.
- Quer com força? – perguntou e logo entocou forte, me fazendo soltar um grito de prazer.
- De novo vai. – supliquei de olhos fechados. Logo ele começou com as entocadas fortes. Eu não sou escandalosa na hora do sexo, mais tava impossível não gritar com aquilo.
- Não geme assim se não eu vou gozar. – apertou mais minhas coxas, enquanto eu segurava firme em suas costas. – Eu vou... gozar, para, eu vou gozar. – sussurrou, mais eu rapidamente me soltei do seu corpo e plantei meus pés no chão, tirando seu membro de dentro de mim. Antes mesmo de eu criar forças na perna, senti seu liquido quente espirrar na minha barriga.
- To fraco. – riu fraco e jogou a cabeça pra debaixo do chuveiro.
Tomamos banho normalmente. Quando digo normalmente, quero dizer com o Justin tentando lavar meus cabelos, bom, não deu certo.
[...]
- Você não sabe fazer isso. – falei rindo e tomando a escova de cabelo da mão dele, sim ele encheu meu saco que queria pentear meu cabelo.
- Po, eu tentando ser romântico e você me criticando. – fez bico e sentou na cama de braços cruzados.
- Ei gatinho. – fui até ele sentei em seu colo – Que tal você ser romântico abrindo a porta do carro pra mim. Seria bem menos doloroso. – ri fraco e ele beijou minha bochecha.
- Nossa, que horas são? – perguntou, como se estivesse lembrando de alguma coisa.
- Onze e dezessete. – falei depois de olhar o relógio.
- Vamos comigo buscar meu bebe? – perguntou ja de pé com um sorriso no rosto.
- Com certeza. – sorri e terminei de me arrumar.
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=42094049&.locale=pt-br
[...]
- O bonde tesão poderia fazer menos barulho. – Jasmine falou assim que aparecemos na sala. Ela ta irritada.
- Jas, amiga, você brigo com o Chris? – perguntei não chegando muito perto. Ela é perigosa quando ta zangada.
- NÃO. NÃO TIVE TEMPO DE BRIGAR, AQUELE TRAIDOR FUGIU ANTES QUE EU ACORDASSE, AINDA DEIXOU UM BILHETE DIZENDO QUE IA ENCONTRAR A IRMÃ. ATÉ PARECE QUE EU ACREDITO. – ela gritou. O Justin se assustou. Eu ri.
- Jasmine, você lembra da garota que tava no bar com o Justin no dia que você conheceu o Chris? – perguntei.
- TANTO FAZ. NÃO LEMBRO MUITO BEM NÃO. MAIS VOCÊ TAMBEM DEVIA FICAR DE OLHO QUE ESSE AI – apontou pro Justin – TAMBEM DEVE SER OUTRO TRAIDOR.
- Aquele garota é Caitlin Beadles, irmã do Chris. – Justin finalmente falou. Jasmine nos encarou tentando entender. E depois correu pro quarto gritando.
- Ela é louca, ou o que?
- Querido, se tem uma coisa que a Jasmine não sabe fazer, é discutir relação. Ou ela ta certa, ou ela ta certa. – conclui e rimos juntos.
[...]
- Então, o que você achou? – perguntou parando em frente seu novíssimo Audi A8 preto.
- Meu Deus. Drew, tem certeza que você não é rico? – debochei um pouco.
- Rico eu não sou, mais eu tenho o suficiente. – rimos juntos e entramos naquele monumento que chamam de carro.
[...]
- Que tal um cinema? – perguntei enquanto ele parava em um sinal.
- O que a donzela preferir. – eu ri.
[...]
- Eu vou comprar os ingressos e você compra a pipoca. – me deu um selinho e saiu correndo pra entrar na fila do ingresso. Fiquei um segundos sorrindo feito uma idiota, mais depois voltei pro mundo real.
Andei até o quiosque onde um menino preparava as pipocas. Logo que eu me encostei e encarei todos aqueles doces do vidro ele desviou sua atenção pra mim.
- Posso ajudar? – me tirou dos meus pensamentos sobre qual doce escolher. Olhei pra cima e encontrei dois par de olhos negros e um sorriso divertido. Ri fraco.
- Uma pipoca grande, dois refrigerantes médios e Marshmallow peeps – logo ele já estava preparando todo o meu pedido.
- Acho que você vai precisar de ajuda com isso! – sorriu ao colocar tudo que eu pedi no balcão.
- Realmente, mais eu me viro. – coloquei o pacote de doces em cima da pipoca e peguei, com a outra mão peguei o suporte com os dois refrigerantes. – Ah. – exclamei quando lembrei dos peixinhos de Justin. – Me de também um pouco de Sour Patch Kids.
- Aqui. – ia tirando mais dois dólares do bolsa pra pagar os peixinhos. – Não precisa, por conta da casa. – sorriu.
- Melhor. Eu pago. – Justin apareceu e não parecia feliz com o fato do menino da pipoca tentar flertar comigo. Colocou dois dólares sobre o balcão. – Deixa eu te ajudar linda. – tirou a pipoca das minhas mãos, me deixando apenas com o suporte com os refris.
- Obrigada amor. – respondi e saímos dali. Acho que o carinha percebeu que eu tava acompanhada. Eu ri, por dentro claro, se Justin me vê rindo disso vai achar que eu gostei.
[...]
Alvin e os esquilos, esse filme que escolhemos. Bom era pra ser divertido, mais o filme nem começou e eu já to achando um saco, o Justin ta me ignorando desde que agente saiu la do quiosque da pipoca.
- Sério. – virei pra ele, que não me olhou. – Vai ficar mesmo me ignorando? – continuou sem me olhar. – Ótimo. – levantei, mais antes que eu pudesse andar ele me puxou, e eu sentei de novo. – EI.
- Que foi? – tentou parecer calmo. Até parece que eu acredito que ele ta calmo.
- Me diz você o que foi. Ta me ignorando por que? – agora sim, finalmente me olhou.
- Não gostei do jeito que aquele cara falo com você. – AI QUE COISA LINDA MEU DEUS. Ele ta com ciúme.
- Ain meu baby. – pulei pro seu colo e despejei vários beijinhos em seu rosto.
- Que isso louca. – falou rindo e me segurando em seu colo.
- Você ta com ciúme meu lindo. – o olhei. Acho que tem alguem aqui que não vai admitir que ta com ciúme.
- Claro que não. – logo fechou a cara.
- Relaxa, não quero que você admita. Eu sei que você ta. – grudei nossos lábios e senti ele sorrir entre o beijo. A luz do cinema apagou, e logo os trailers começaram, mais quem disse que eu queria sair do colo dele ou parar de beija-lo. Logo senti sua mão invadindo meu vestido.
- Ei gatinho. Espera chegar em casa. – mordi o lóbulo da sua orelha e voltei pro meu assento. Ele puxou e voltou a comer seus doces. MUITO LINDO.
[...]
- Ai meu deus que vergonha. – sussurrei pra mim mesma. Por que? Pelo simples fato do Justin estar dando um show no meio do cinema. Bom, as pessoas estão gostando de ouvir ele cantar, mais se ele estivesse só cantando tudo bem, ele ta dançando também, do jeito mais constrangedor que alguém pode dançar. Logo o filme continuou e ele sentou rindo horrores. E as pessoas aplaudiram a participação especial dele no filme.
- E ai gata, gostou da performance? – sussurrou no meu ouvido.
- Eu vou te matar quando sair daqui. – não agüentei tive que rir. Foi muito engraçado, eu devia ter gravado.
[...]
- Não Justin – puxava o braço dele pra fora da loja – Vamos embora amor, por favor. – Ele cismo que queria comprar um carrinho de controle remoto. Vê se eu agüento isso?
- Você viu como ele era legal? Eu quero um daquele. – sorriu e me agarro a cintura.
- Ta bom, eu vou te dar um desses de aniversário. – selei nossos lábios
- Então ta bom. – assentiu como uma criança. Eu ri.
Ficamos mais um tempo andando no shopping, rindo das graças que o Justin fazia com os vendedores ou com as crianças que passavam.
Ele é muito divertido. Fiquei rindo igual uma doida, enquanto a cada segundo ele me surpreendia com um beijo.
- Vamos comer que eu to morrendo de fome. – falou me apertando em um abraço.
- Ta com fome? – perguntei maliciosa e mordi os lábios. Ele arregalou os olhos.
- Se eu te disser que imaginei agente aqui no meio da praça de alimentação, cercados de big mac’s e você só com aquela lingerie vermelha, e dançan...
- Ai que horror. Que pensamento de gordo garoto. – dei um tapa em seu braço e começamos a rir.
P.O.V Justin
A risada dela era maravilhosa, corrigindo, ela é maravilhosa.
Fiz de tudo a tarde toda pra faze-la rir e aproveitar o maximo dela.
- Vamos pra casa meu anjo? – perguntei enquanto ligava o carro.
- Vamos pra SUA casa. – a olhei rapidamente e ela sorria.
Fomos o caminho todo rindo e cantando. Logo já estávamos na minha casa.
- PAI – gritei assim que entrei. Segurei a mão de Megan e ela sorria.
- Fala ai filhão, e... opa. – meu pai olhou pra ela e sorriu – Quem é a menina linda? – chegou e pegou a mão dela dando um beijo.
- Pai, por favor. Não flerta com a minha namorada.
- Desculpa filhão. Então qual o nome da beldade? – ela sorriu
- Megan, muito prazer. – seu sorriso aumentou, me fazendo sorrir involuntariamente.
- Meu nome é Jeremy, pai do galã. – piscou e ela deu uma risadinha.
- Pai – o repreendi – Estamos subindo. Mamãe ta no hospital? – perguntei já na escada
- Ta, daqui a pouco vou la buscar ela – subi as escadas e ouvi meu pai gritar – NÃO FAÇAM NADA QUE EU NÃO FARIA – rimos.
Entramos em meu quarto e ela sentou em minha cama enquanto eu tirava a carteira e o celular do bolso e colocava na cabeceira.
- Que papo foi esse de namorada? – a olhei confuso e me sentei ao seu lado na cama.
- Desculpa, pensei que...
- Ninguém me pediu em namoro ainda. – me interrompeu e sorriu. Eu sorri de volta e a beijei.
- Então ta... – me ajoelhei e ela riu fraco – Não pode ficar rindo da minha cara po – resmunguei fingindo braveza
- Desculpa – colocou a mão na boca, eu ri.
- Megan, aceita namorar com esse bobão? – falei segurando sua mão direita e dei um beijo em seguida.
- Claro meu bobão. – fiquei de pé e ela pulou no meu colo.
Ficamos nos beijando e eu ouvi o grito do meu pai falando que iria buscar minha mãe. Ótimo, pelo menos tenho um tempo.
Joguei ela na cama e me deitei por cima, ela riu entre o beijo. Quer dizer ela não parava de rir.
- Amor – olhei em seu rosto e ela ria, gargalhava – Que foi? – comecei a rir também, não tem como não rir junto.
- Eu... não... consigo... parar... de rir – gargalhou mais ainda. Me deitei ao seu lado na cama e ficamos um tempo rindo.
Ela finalmente parou de rir, a encarei e ela me olhou sorrindo, seu melhor sorriso.
- Hoje foi o dia mais feliz da minha vida – meu sorriso aumentou, ver ela assim comigo é maravilhoso.
- Você é maravilhosa – lhe dei um selinho – Eu te amo muito Megan.
- Eu te amo demais Justin – iniciamos um beijo calmo, eu sempre gosto de ação, aventura, mas aqui com ela, beijando-a de um jeito tão carinhoso, eu queria que esse momento não acabasse. Serpenteei minha mão pela lateral do seu corpo e puxei fazendo ela deitar sobre mim.
- Querido, você esta ai? – ouvi a voz da minha mãe atrás da porta. Ela parou o beijo e sorriu.
- To sim mãe. – respondi olhando naquela imensidão azul a minha frente.
- Desce pra jantar querido, eu trouxe comida japonesa
- Pode deixar, já vou – selei nossos lábios e ela se levantou.
- Será que ela sabe que eu to aqui? – ela perguntou ajeitando o vestido que estava um pouco amassado.
- Você acha que meu pai não ia contar? – perguntei irônico e rimos juntos. Peguei sua mão e descemos as escadas juntos. Meus pais estavam na sala, cochichando alguma coisa. Eu sei do que eles estão falando, bufei.
- Boa noite família – falei chamando a atenção dos dois. Minha mãe sorriu ficando de pé, vindo em nossa direção.
- Oi meu filho – me deu um beijo na testa – Oi querida. – sorriu abertamente pra Megan e foi lhe dar um beijo no rosto, mas Megan a surpreendeu com um abraço. As duas sorriam lindamente quando separaram o abraço.
- Vamos comer? – papai falou segurando a cintura da minha mãe – Jaxon, desce pra comer – gritou e não demorou pra eu ouvir a porta do quarto bater, vi ele descendo as escadas e quando olhei Megan arregalou os olhos, eu ri.
- Boa noite lindo – ela falou assim que ele desceu as escadas.
- Ér... boa noite – ela se abaixou e lhe deu um belo beijo grudado na bochecha, o pobre menino parecia um tomate depois, tinha que ser meu irmão.
[...]
O jantar foi maravilhoso, ela é maravilhosa. Ela e minha mãe conversaram animadamente sobre tudo, exatamente tudo. E um dos assuntos fui eu, dizendo que eu era um bagunceiro e imperativo quando era criança. Nem rola eu nem sou tão bagunceiro assim.
Jaxon também conversou com ela, contou da escola e de como ele gostava de basquete.
Depois do jantar conversamos mais um pouco. Subimos pro meu quarto.
- Você vai dormir aqui né? – fiz biquinho e fui em direção a ela que estava sentada na cama.
- Acho melhor não meu lindo – sorriu docemente. Fiz minha melhor carinha de pidão.
- Por favor – ajoelhei a sua frente e ela me deu um selinho.
- Só hoje – me joguei em cima dela fazendo a mesma deitar na cama. Distribui beijinhos por todo seu rosto.
- Sua mãe tem toda a razão, você ainda é muito agitado. – rimos juntos.
- Vou tomar um banho – falei me levantando.
- Não tenho roupa aqui, como faço? – cruzou os braços tentando me desafiar.
- Nem adianta, vesti uma roupa minha – pisquei e ela pulou da cama se agarrando em meu braço em seguida.
Fomos pro banheiro, tirei minha roupa e ela a dela. Ela entrou no box primeiro e me chamou de um jeito sexy com o dedo. Prontamente entrei.
Meu membro já estava em ponto de bala, alias é só ela chegar perto de mim que ele fica assim.
Ela desceu as mãos pelo meu abdômen lentamente, olhando nos meus olhos. Chegou ao meu membro e o tomou delicadamente em suas mãos me fazendo arfar.
Se abaixou e eu tomei seu cabelos assim que ela tocou os lábios em minha extremidade.
Umedeceu toda minha extremidade e depois o abocanhou, eu ajudei com os movimentos de vai e vem.
Mexi os quadris devagar e ela aumentou a velocidade. Sua unha aranhou minha coxa e passou a acariciar meus testículos, gemi pesado e apertei seus cabelos em minhas mãos.
Continuou com o vai e vem, mais agora acariciando meus testículos. Aquilo era bom, ótimo na verdade. Eu não tinha nem força pra falar nada, meu corpo estava mole e eu sentia o prazer tomar conta de cada músculo. Nada passava na minha cabeça, não estava conseguindo me concentrar em mais nada além de prazer.
Senti que ia gozar, provavelmente ela percebeu também por que intensificou os movimentos, meu membro pulsava absurdamente e eu já estava virado quando senti meu liquido sair. Apoiei minha mãe em sua cabeça a impedindo de sair. Sua língua lambia todo meu membro.
Fechei os olhos e ouvi o barulho que sua boca fez ao soltar meu membro. Abri os olhos e vi aqueles olhos claros transbordando luxuria, ela lambia os lábios de um jeito provocativo. Agarrei sua cintura e a beijei.
Serpenteei minha mãos por entre suas coxas, mas ela segurou meu braço.
- Não quero não, só queria te provar mesmo – mordeu o lábio inferior e abriu o chuveiro. Sorri. Me apoiei na parede e fiquei a observando tomar banho, tão sexy, tão... minha.
Logo depois tomei o meu, com um sorriso bobo no rosto voltei pro quarto, ela estava de toalha, sentada na cama.
- Eu não sei onde fica as roupas. – fez um bico muito fofo e eu ri fraco. Chamei ela e entramos no closet. Peguei um cueca box pra mim e outra pra ela. Ficou muito estranho, mas tudo bem. Ela vestiu uma camisa minha do Barcelona, estava incrivelmente sexy.
Deitei na cama e ela se acomodou no meu peito.
- Sabe, eu nunca pensei que ficaria assim com um carinha – ela falou enquanto eu fazia carinho em seu cabelo.
- Como assim?
- Eu nunca pensei que pudesse ser tão feliz com uma pessoa que soubesse minha condição. Elas sempre sentem pena e medo de fazer qualquer coisa. – suspirei, eu já tinha até me esquecido.
- Eu to aqui, não preciso sentir pena de você, eu sei que você é forte e se não tiver força o suficiente, eu cuido de você – beijei o topo de sua cabeça e antes que eu pudesse perceber ela já tinha dormido, agarrada a mim.
Eu também nunca imaginei estar numa situação dessas. Enfrentar a doença da Jazzy já era uma coisa complicada, mas agora, alem dela tem também a Megan, a mulher que eu amo.
Mais eu vou enfrentar, não posso transparecer minha fraqueza pra nenhuma das duas, seria muito errado da minha parte.
Fale com o autor