Fuck You Human
1 Capítulo 1 pode tirar seu cavalinho da chuva
Notas iniciais
ja tenho o cap 2 pronto, só preciso de comentarios pra saber se eu continuo postando...
oww pliss minnaaaaaa
A única forma de ganhar uma discussão é evitá-la – Dale Carnegie
Estava no carro de Lily. Ela era tão diferente de mim. Sua mãe estava dirigindo, estávamos indo para a locadora. Era de noite, iríamos alugar alguns filmes de terror e ir para o porão da casa dela.
- Que filmes você vai pegar Hazel?
- O chamado 2 e alguns do pânico e você?
- Pânico! Tudo o que eu precisava! Você não vai pegar O chamado 2 por que eu ainda não assisti o 1. Vamos pegar todos do pânico.
- Ótimo! Vamos ficar trancadas num porão assistindo pânico. Bela combinação!
Chegando lá a mãe de Lily nos mandou ir rápido pois estava caindo o maior temporal
Entramos correndo e molhadas por não ter um guarda-chuva e por ter uma igreja do lado da locadora e bem hoje ter missa. Resumindo paramos o carro na esquina lá em baixo.
- aaaah que frio – Lily disse batendo os pés no pano que estava na frente da porta
- não exagera – eu disse
Fomos para o balcão e uma garota veio falar conosco
- Sim?
- Pânico – Lily tentou falar mas o frio não deixou
- ela quis dizer que queremos a serie inteira de pânico
- Tudo bem. Deve mesmo estar frio, acabaram de desligar o ar condicionado e ainda esta meio gelado, ainda mais para pessoas que estavam na chuva. Já volto. – disse e saiu
- ela estava tentando falar para nós não ficarmos na chuva ou era impressão minha? Bem, quer chiclete?
- quero...
- Toma – ela me deu 1 Real – vai buscar no bar aqui do lado
- aff – disse e sai.
Olha que sorte tem toldo contra sol e, felizmente, chuva!!!
Entrei lá, o vento gelado dizia que a noite ia ser fria, ou pelo menos fresca. Cheguei para o balconista e pedi 1 real de chiclete. Ai meu deus a merda que eu fui fazer...
Um garoto que estava sentado num banco do bar, aparentemente 16 anos, bebendo, disse
- ano que vem, quando os chicletes acabarem, você volta aqui pra comprar mais – voz de quem já estava bebendo a algumas horas...
Fingi que não escutei, não queria briga, o que se eu respondesse, poderia acontecer.
- Hey Jack! Como esta a sua mãe? – Um cara gritou da entrada do bar
Ele se virou e levantou o copo de cerveja — Melhor que a sua!
O cara entrou no bar e eles trocaram um aperto de mão
- Quem é a garota? – ele disse meio sussurrando achando que eu não ia ouvir
- Eu sei la! Só sei que ela gosta de chiclete. (risos)
- cara eu mal te conheço, vai fazer piadinha para a sua mãe! – já estava irritada por ter me molhado na chuva, agora isso??!!!
- Ui, ta alterada hoje ein?! – o amiguinho dele disse
- Você é surdo? – disse fazendo gestos, peguei meu chicletes e sai
Entrei na locadora com uma cara emburrada.
- E ai? Trouxe meus chicletes?
entreguei metade dos chicletes pra ela – ta emburrada ein, o que aconteceu?
A garota voltou trazendo os filmes e colocando na sacola.
- Obrigada, voltem sempre – ela disse com um sorriso
A chuva havia amenizado um pouco mas ainda dava pra se molhar.
Na casa de Lily fizemos pipoca e brigadeiro, descemos para o porão. Essa foi nossa noite de sábado pra domingo. Só lembro de ter acordado no sofá embaixo dos cobertores e de Lily sentada no chão olhando para todos os lados e dizendo que queria se certificar que nenhum esfaqueador matasse a gente de noite.
Acabei indo pra casa no fim da tarde sem ter muito o que fazer na casa de Lily eu precisava me preparar para a aula de segunda, afinal eu não tinha morrido esfaqueada (leia-se eu queria ter morrido esfaqueada mas não foi dessa vez. ) Depois de sábado e domingo parece que sua vida da uma reviravolta e você tem que se preparar para tudo, escola, começo de semana, patricinhas, lojas abertas na rua, pessoas falando com você, trabalho, mais trabalho, mais escola pra depois de você se matar ter sábado ou talvez só domingo pra você relaxar, mas não, você tem que se preparar para segunda e essa é a maldita vida infernal que a minha mãe leva. Ela trabalha de garçonete em um bar. Não que ela seja pu*a mas é que a vida fez com que ela só tivesse essa opção. No fim de semana (no meu caso domingo) é o dia em que eu posso contar tudo a ela. Novidades, baphos, novelas, dicas, minha vida escolar, musicas novas. E ela é bem atualizada, as pessoas do bar em que ela trabalha são mesmo atualizadas e aqui e ali ela escuta comentários e ela também da conselhos!
Entrei em casa, falei oi pra minha mãe, contei o que havia feito sábado peguei meu notebook e subi para o meu quarto.
Estava frio por que a janela estava aberta. Fechei e voltei para o meu computador. Meu ask estava lotado de xingamentos e perguntas toscas, afinal eu tinha passado 6 dias sem abri-lo.” Deletei” as coisas que não me importavam e quando eu lia uma pergunta da minha amiga virtual chamada lizy (que eu tinha certeza que era a Lily), um certo alguém veio me perguntar
”onde você mora?”
“ porque eu responderia isso a uma pessoa que eu nem conheço?” – respondi
“mas você me conhece...”
O que é que esse ser estava querendo dizer...?
“de onde?” – respondi
“garota chiclete” – ele mandou
Foi ai que eu percebi que todo mundo poderia estar vendo nossa maldita conversa, e ai que eu lembrei do bar e de todo o resto.
“Jack, não?”
“o amigo dele. Quer sair comigo?”
Alguns segundos depois Lizy perguntou
“que putaria é essa no ask da minha Best? Pode ir tirando seu cavalinho da chuva amigo do Jack, pra sair com ela tem que passar por mim primeiro!”
“quero seu nome e depois você se entenda com Lily, quer dizer, Lizy. – respondi o “amigo do Jack
“muito bem, se entenda com ele querida” – respondi Lizy, quer dizer Lily, ou Lizy... Aaaa tanto faz!!!
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