Fuck You Granger- Dramione
4 Primeiro Dia de Aula
Notas iniciais
Queríamos agradecer imensamente ao leitores velhos,novos e ao fantasmas...
Agradecemos imensamente e de coração pelas 3 lindas recomendações e dedicamos este capítulo para os leitores :
Morcegão das Masmorras
Bob Araujo
Jay Clare.
P.D.V. Hermione Granger.
_Bom dia, Draco. –eu disse quando o encontrei enquanto íamos para o Salão Principal para o café-da-manha. Mas acho que ele não ouviu, pois, Não fez menção de se virar para ver quem era.
Achei estranho, mas continuei andando para não me atrasar.
Me sentei entre o Harry e o Rony, próxima a Gina e comecei a comer em silêncio.
_Por que esta tão calada Mione? –o Harry perguntou me encarando.
_Não é nada, Harry. –eu disse e ele voltou a comer, mas percebi que ele não estava feliz com a minha resposta e que desconfiava de algo.
Terminamos de comer e fomos para a primeira aula que seria com a Sonserina e a aula era de Poções.
Me sentei entre Harry e Rony novamente e esperando um tempo, pois, Snape tinha se atrasado um pouco, o que nos surpreendeu por ele odiar atrasos.
Draco sentava na fileira oposta a minha do outro lado da sala, o que me possibilitava observá-lo a aula toda.Diversas vezes ele também me observava, mas tentava disfarçar quando nossos olhares se encontravam. O que achei estranho, porque ele estaria me ignorando?
Estive dispersa a aula inteira, mas mesmo assim soube responder as perguntas que o professor Snape me fazia quando percebia minha distração.
_Granger, quais são as poções postas a mesa?. –ele perguntou.
_ Poção Polissuco,Veritaserum,Felix Felicise Amortentia- Respondi prontamente a pergunta.
_Certo, 10 pontos para Grifinória-disse depois de ter me feito mais uma pergunta e de ter ficado frustrado por eu saber responder, mas não deixando que ninguém percebesse — Estão dispensados-disse com sua carranca de sempre.
_Ei, o que você quer com o Draco? –Pansy perguntou parando na minha frente no corredor enquanto eu ia para minha próxima aula de Herbologia, com os garotos.
_Não devo satisfações da minha vida a você Parkinson. –eu disse, mas ela não me deixou continuar a seguir meu caminho e sim chegou mais perto de mim e me olhou nos olhos.
_Entenda... –ela disse me olhando ameaçadora e me segurando pelo colarinho do uniforme da Grifinória. –Você é da Grifinória, ele é da Sonserina. Você é uma sangue-ruim, ele é um sangue-puro. Você é filha de trouxas, ele é filho de Puros-Sangues. Você, no futuro, será um nada, já ele irá ser alguém importante, porque acha que ele se interessaria por você nojentinha de sangue-ruim!- disse a vaca com o veneno escorrendo.
_ Não é porque você não consegue dar para ele Parkinson que acha que a próxima garota que chegar perto dele, eles vão se pegar, entenda eu sou muito melhor do que você, mesmo não tendo sangue-puro como vocês Sonserinos de merda,e da para me soltar. –eu disse e me surpreendi comigo mesma, pelo tom frio e sarcástico e pela maneira vulgar a qual eu falei.
Acho que ela também se surpreendeu, pois me largou imediatamente. Mas recuperando a pose ela disse.
_Como ousa falar comigo assim sua sangue-ruim maldita?-ela perguntou. -Não percebeu ele te ignorando a manhã inteira? Você é mais idiota do que eu pensava, se pensa que vai ficar com o meu Draquinho.
_Você não enxerga o quão idiota e infantil está sendo não é mesmo garota. A e sobre o apelido de sangue-ruim, não me importo com o que você acha sobre mim, eu tenho orgulho de ser nascida trouxa sim, e ter pais que me amam, já você nem preciso falar que é ignorada por eles e segue um desgraçado que quer "Limpar o mundo" de sangues ruins, mas é a porra de um mestiço.
Falei e sai andando, deixando a multidão de alunos para trás, pois já estava atrasada para minha próxima aula, mas antes ouvi gritar.
_ Já está avisada Granger.
~~xx~~
No final de todas as aulas me avisaram que Dumbledore queria falar comigo em sua sala.
Andei rápido pelos corredores da escola, já pensando na detenção que levaria pela discussão com a Parkinson hoje e não queria deixar o diretor esperando.
Tentava ir o mais rápido possível, mas a cena que eu vi num dos corredores me obrigou a parar e encarar surpresa.
Harry e Gina se beijavam furiosamente.
A ruiva estava encostada na parede e puxava os cabelos de Harry, de forma violenta e selvagem, e as mãos do mesmo passeavam pelo corpo com poucas curvas da menina, enquanto a outra acariciava o seio direito, de uma forma ousada e nada puritana.
Não me surpreendi por eles estarem se agarrando, o que todos já sabiam que ia acontecer um dia, mas me surpreendi por Harry estar traindo sua namorada, Cho.
_Harry? Gina? –falei baixo, mas eles ouviram, pois se separaram assustados.
_Hermione... Não conte isso pra ninguém. –Harry mandou.
_Por favor... –Gina pediu suplicante. Os olhei de forma recriminadora, e quando iria lhes repreender por sua atitude impensada, me lembrei de que o diretor ainda me esperava.
_Eu preciso ir. –disse, e lhes lancei um olhar para Gina de "Depois conversamos ".E fui até a sala de Dumbledore.
Parei em frente a gárgula, que levava até a sala do diretor e disse a senha :
_Alcaçuz mágico.- Subi as escadas, meio que correndo para não o deixar esperando por mais tempo. Foi quando avistei a porta de madeira escura com o símbolo de Hogwarts encravado na mesma. Bati na porta de maneira suave, e após alguns segundos pude ouvir um "Entre" abafado pela madeira.
Olhei em volta da sala, e não havia mudado absolutamente nada, os quadros dos diretores atrás da mesa do diretor atual, varia coisas espalhadas sobre a mesa, que dava um toque de conforto ao local, a Fénix chamada de Fawkes.
Então meus olhos pararam o senhor disposto sobre uma cadeira grande de couro atrás da mesa que ficava no centro da sala. E este me lançava um sorriso doce e convidativo.
_Ainda bem que veio Hermione. –ele disse pondo seus papéis numa gaveta e me olhando com um semblante despreocupado. –Sente-se, por favor.
Sentei-me na cadeira de frente com sua mesa e o encarei também.
_Como vai sua amizade com o menino Malfoy? –ele perguntou quebrando o silêncio desconfortável.
_Desculpe senhor, mais não somos amigos, apenas dividimos uma cabine e conversamos um pouco, mas como o senhor sabe? –perguntei surpresa.
_Sei de tudo que acontece aqui, até parece que não me conhece. –ele disse e sorriu docemente.
_Vai bem. –eu preferi mentir a dizer que Draco havia começado a me ignorar sem motivo algum.
_Tem certeza? –ele perguntou arqueando suas sobrancelhas já brancas pela idade.
_Não... –eu disse derrotada, não conseguia mentir, muito menos para o meu diretor.
_O que aconteceu? –ele perguntou.
_Nós tivemos uma conversa legal no Expresso, mas hoje ele começou a me ignorar de repente. –eu expliquei.
_Interessante... –ele disse pensativo. –Você não acha que pode ser por ele ser puro-sangue e você nascida trouxa, e então ele não quer ser visto falando com a Srta. ?
_Não sei, talvez... –eu disse abaixando a cabeça. — e oque o Senhor acha?
_Acho que essas coisas só o tempo dirá, Hermione. –ele disse e eu o olhei. –Mas como vão seus pais?
_Quando sai de casa eles estavam estranhos. –eu disse e seu olhar me incentivou a continuar falando. –Eles estavam calados e mais protetores do que o normal.
_Entendo... –ele disse se mexendo tenso em sua cadeira. –Por hoje é só. Espero que possamos conversar novamente em breve.
_Quando quiser. –eu disse sorrindo.
Sai da sala e fui procurar pelos meninos.
Os encontrei no salão da Grifinória perto da lareira como na última noite.
Eles estavam conversando, mas, quando cheguei perto, pararam rapidamente de falar. Fiquei desconfiada deles por causa disso e os encarei com a expressão confusa. E quando ia perguntar algo à ruiva veio em minha direção e decidi me sentar num sofá e a Gina veio se sentar ao meu lado.
_Não vai contar pra ninguém o que viu, não é Hermione? –ela perguntou parecendo com medo.
_Eu não sei Gina. –eu disse a encarando. –Não fiquei surpresa por vocês estarem se agarrando, mas por você saber que o Harry namora com a Cho e ainda sim você se agarra com ele. — sussurrei próxima à ruiva, para que ninguém ouvisse.
_Mas... Eu amo o Harry e ele me ama. –ela sussurrou de volta. –Aquela Corvinal não significa nada para ele, sou eu quem ele ama, ele mesmo disse, e falou que ainda não terminou com ela, pois não queria deixa-la magoada.
_A Cho nunca fez mal para ninguém e por que vocês fizeram isso com ela? –eu perguntei.
_Porque eu amo o Harry e vou passar por cima de qualquer um que se atrever a entrar no meu caminho. –ela disse determinada.
_Ok então. –disse me levantando e indo para os corredores do castelo.
Sabia que já estava tarde e não poderia estar ali, mas gostava de pensar enquanto andava por aqueles velhos corredores que já deveriam ter visto tantas coisas inimagináveis.
Andava despreocupadamente pensando sobre como as coisas esse ano estavam confusas, pelo menos para mim, pensava sobre como eu e Rony estávamos distantes, não saiamos mais para os jardins e quase nem conversávamos, e minha relação com Harry também não era das melhores, nós, o Trio de Ouro estávamos nos afastando ao pouco e não fazíamos nada para impedir. Minha amizade com a Gina não era como eu consideraria a "Melhor", pois se fosse ela teria me contado sobre seu namoro escondido com o Harry, Certo?!... Perdi-me em pensamentos assim, até chegar ao 3º andar e me surpreendi quando fui parada por um homem vestido todo de preto. Sua expressão era neutra e me encarava com os olhos semicerrados.
Fiquei parada com os olhos arregalados e ele chegou mais perto de mim.
_Será que é você mesmo? Amiguinha do Potter?!–ele perguntou abaixando sua cabeça e se aproximando até que senti seu nariz roçando na minha mandíbula. –Tão tentadora... Seria uma pena se eu te matasse...
_DESIPIENS- –ouvi Malfoy gritar e aceitar o Comensal pelas costas.
Ele caiu no chão e começou a gritar e se contorcer de dor. Sabia que era um feitiço das artes das trevas, mas não estava me importando com isso agora, estava aterrorizada demais para lembrar-se de certas regras, e contundas de sobrevivência. Fui tirada desses pensamentos quando Malfoy gritou:
_Corre. –Malfoy mandou e eu pulei por cima do Comensal, correndo na direção dele.
Quando cheguei perto dele, ele pegou minha mão e corremos pelos corredores, até entrarmos na torre da Grifinória.
Paramos perto dos dormitórios e respiramos com dificuldade por causa da corrida.
_Ãn... Obrigada... Por me salvar. –eu disse envergonhada por ter sido pega distraída e grata pela ação dele.
_Não foi nada. –ele disse e sorriu minimamente.
Depois de um silêncio desconfortável me Pronunciei:
-Ãn... Boa noite. –eu disse sorrindo- E obrigada novamente.
Falei a senha rapidamente para a mulher gorda e entrei, nem esperando uma resposta dele. Olhei em volta e percebi que o salão estava vazio, subi as escadas que levavam até os quartos e entrei silenciosamente abri meu malão e peguei meu pijama.
Após o delicioso banho ainda não conseguia relaxar, pois estava preocupada pela presença do Comensal, me perguntando sobre como ele teria entrado no castelo, sem que ninguém percebesse, feliz e ao mesmo tempo confusa pelos sentimentos de gratidão ao Malfoy.
Dormi com esses pensamentos, mas tive um sono sem sonhos.
P.O.V Draco Malfoy
Sonhei com os Comensais.
Eu estava numa sala escura, com um grande trono, com detalhes góticos, dignos de um trono da Antiga Pensilvânia. Sentado, estava um vulto e uma cobra enorme subia pelas suas pernas e parava em seu braço, enquanto o vulto a acariciava. Seu rosto não foi mostrado, mas eu sabia que era Lord Voldemort e Nagini.
O vulto seguiu em minha direção, e lançou-me o Legilimens, com sua voz sibilante e seu rosto iluminado pelo fio de luz que o feitiço produziu mostravam um sorriso melancólico.
Voldemort estava em minha mente. Ele vasculhava ponto-a-ponto da minha memória em busca de algum sinal de traição a ele, porém algo me deixou curioso, na ocasião em que a Granger me deu um soco no 3º ano, ele soltou uma expressão de espanto, fiquei sem saber o motivo, pois na mesma hora Blásio me acordou.
_Acorda Draco, vai logo, você vai se atrasar – ele disse.
Abri os olhos e olhei pros lados, peguei minha varinha na cabeceira e sentei na cama.
_Que horas são? – perguntei com os olhos semiabertos, passei a mão no cabelo e joguei-o para trás. Theo me respondeu terminando de colocar a gravata verde e preta sobre o colarinho branco das vestes:
_7:45, a primeira aula é com Snape, de Poções – suspiro e levanto, tiro a regata branca e troco pela camiseta da mesma cor, passo a gravata e pego o casaco, boto o sapato de couro preto básico, e dou um nó na gravata. Em seguida, vou para o banheiro do dormitório e faço meus cuidados matinais, dou uma última jogada no cabelo e saio.
Blásio e Theo me esperam no Salão Comunal, às 8:15. Vários alunos conversam sobre o quão chato será a aula com o Severus, com olhares tristes e ansiosos.
Desço para o Salão Principal, onde encontro a Granger, ela me diz:
_Bom dia, Draco – com um belo sorriso no rosto, sinto vontade de respondê-la e retribuir seu lindo sorriso, mas me repreendo e viro o rosto e sigo para a mesa da Sonserina. O café da manhã é agitado como sempre, mas permaneço em silêncio, e como de costume, as fofoqueiras já sabiam do meu breve “encontro” com a Granger. Muitos Sonserinos soltam comentários maldosos sobre a garota, e eu rebato-os, ao perceber que ela não pode ouvir:
_Ela é uma pessoa melhor que a maioria de vocês aqui, quantos aqui não são malditos mestiços? – digo com um olhar furioso, e me sento novamente. Eles seguem o café com múrmuros, sobre mim e Granger, mas ignoro.
Dumbledore passa os horários, mas não presto atenção, só me importo em sair dali onde estão todos aqueles olhares a me perseguir.
Levanto-me e pego meus livros e sigo pelos largos corredores até a escada que leva às Masmorras.
Entro pela porta e me sento do lado esquerdo da sala, oposto ao de Granger.
_Olá, sou Severus Snape, professor de Poções, mas creio que todos saibam disso – disse o professor – Espero que tenhamos uma proveitosa aula esse ano, sem interferência de certos alunos – Ele lança um olhar para mim, Potter, e o Weasley, triste, estar na mesma lista dos dois trasgos, mas não posso negar os motivos do Severus
Passo a aula disperso, observando as inúmeras poções de diferentes cores e com frascos em formatos esquisitos, grandes e pequenos, algumas ainda estavam a ser destiladas, formando bolhas coloridas e atraentes, dentro e fora do frasco.
Algumas vezes olhava para a Granger, e quando ela olhava também, virava o olhar.
Snape logo percebeu, e fez uma pergunta à Granger:
_Granger, quais são as poções postas à mesa?
_ Poção Polissuco,Veritaserum,Felix Felicise e Amortentia. – ela respondeu, prontamente, como sempre.
_Certo, 10 pontos para Grifinória. – Disse, em um tom frustrado por ter que dar os 10 pontos, e um breve bufo por ela sempre acertar.
Pelo resto da aula, continuei distraído, analisando um livro de Artes das Trevas, quando descobri um feitiço, que me interessou por ser similar à maldição Crucius, mas nãe era imperdoável.
Desipiens
Uma maldição das Artes das Trevas. Faz o alvo sentir dores excruciantes pelo corpo e alucinar com seus piores medos. Se não for revertido em vinte e quatro horas o alvo ficará louco definitivamente.
Fiquei imaginando hipóteses em que poderia usar a maldição, por curiosidade, mas não imaginei nenhuma que estivesse dentro das regras da Escola.
~~XX~~
Estava andando pelos corredores seguindo o caminho de volta ao dormitório, quando encontro Granger e Pansy discutindo, resolvo sair sem ser visto.
~~XX~~
Estou andando pelos corredores quando vejo um vulto com um capuz encarando Granger ameaçadoramente, com as mangas do manto estendidos, vi a Marca. Sim um Comensal, em Hogwarts, sem hesitar lhe lanço a maldição que tanto esperava para utilizar.
_DESIPIENS – grito, o fecho de luz azulado o atinge ele cai no chão e começou a gritar e se contorcer de dor. Sim, usei um feitiço das trevas, mas não estava me importando com isso agora, era pela Granger.O momento era tenso demais para lembrar-se de certas regras.
_Corre. – ordenei para ela, e ela veio em minha direção.
Ela pegou minha mão e corremos pelos corredores, até entrarmos na torre da Grifinória.
Paramos perto dos dormitórios e respiramos com dificuldade por causa da corrida.
_Ãn... Obrigada... Por me salvar. –disse envergonhada
_Não foi nada. –digo e sorrio minimamente.
Depois de um silêncio desconfortável, ela se pronunciou:
-Ãn... Boa noite. –disse com um sorriso- E obrigada novamente.
Após deixar a Granger na torre da Grifinória me dirigi as masmorras, indo em direção ao salão comunal Sonserino. Não deixei de pensar em quem seria o comensal que havia atacado a garota, e nem por qual motivo teria o feito.
Entrei no salão, e o encontrei vazio provavelmente todos deveriam estar em seus dormitórios... Me dirigi a escadaria que levavam até a alá masculina, entrei no quarto e Blásio e Theo estavam comparando suas figurinhas dos sapos de chocolate. Já comentei como eles podem ser de um grau extremo de infantilidade ?!
Fui em direção ao banheiro fazer minhas higienes pessoais, logo depois de colocar meu pijama, que era uma regata acinzentada com o brasão típico, uma calça moletom preta e uma meia branca, sai do banheiro.
Agora a discussão dos dois já era séria, porquê o Theo tinha o Dumbledore e Blásio tinha Salazar, um desejando a figurinha do outro e lançando maldições verbais contra seu inimigo colecionador de figurinha de sapo e vice-versa... Tão fúteis que tenho pena.
Deitei-me na cama e mandei os dois pararem de discutir e irem dormir, os dois responderam como uma criança que não era tarde e eles queriam continuar a brincar, só que mudei meu tom de voz e lancei um olhar ameaçador.
Eles deitaram após mais uma discussão sobre o mesmo assunto, mas logo adormeceram.
Eu por outro lado demorei demasiado tempo para conseguir dormir, as dúvidas que me cercavam sobre a identidade do Comensal e seus motivos para atacar a Granger, e também como ele conseguira uma brecha na barreira Salvio Hexia, mas não consegui respostas, e logo adormeci.
Uma noite perturbada, porém sem sonhos.
Notas finais
E obrigado a todos que lerem ^^
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