- My Bloody......
1 Capítulo 1
Era de manha eu desci a escada para tomar café ou eu poderia me atrasar para aula. Eu moro em Tóquio bem no centro meus pais têm uma boa quantia de dinheiro, sempre compro roupas de grife por este motivo muitos na minha escola falam que eu sou patricinha por isso — nunca levei isso a sério, entrava num ouvido e saia pelo outro.
Minha casa é bem ampla com cinco quartos. Pintei meu quarto de rosa e preto, tenho vários pôsteres da Avril Lavigne. Minha cama e da cor rosa claro que nem meu cabelo — uma coisa sobrenatural ele e rosado tenho olhos verdes que deixam as pessoas abismadas com meu cabelo e os olhos.
Assim que eu cheguei na cozinha vi meu namorado o Sasori sempre gostei dele já tenho um ano de namoro com ele. Esta estava na bancada conversando com a minha mãe.
- Bom dia minha flor! — Sasori disse com um sorriso lindo no rosto.
- Bom dia também eu disse me espreguiçando.
- Sakura a mesa já esta posta vai se servir! Quer tomar café também Sasori?- minha mãe disse mexendo no meu cabelo e o desarrumando.
- Não obrigado.
Fui até a mesa pequei uma maçã é uma pêra e sai do local para pegar minha bolsa que eu tinha esquecido no meu quarto até que eu senti uma coisa no meu bolso de trás vibrar. Era meu celular vi que era a Tenten me ligando.
- Fala logo que eu estou atrasada!- eu disse ignorante, peguei minha bolsa é mordisque a maçã que estava em minha mão até que eu percebi que tinha esquecido a pêra sob a cama.
- Eu to com um problema enorme!- ela disse aos berros
- Fala.
- A decoração da festa que eu vou dar amanhã esta toda estragada!
- Calma antes que você bote os pulmões para fora. — zombei
- Sem graça!
- Tenho de ir tchau!
- Tchau.
Só podia ser a Tenten uma garota que adora ir em baladas é fazer festas é nunca despensava o uso de coques na cabeça cheia de idéias é de vento!.
Eu desci até que um vistei um homem parado no final da escada com aparência muito esquisita com cabelos longos e pretos e com uma cor bem pálida.
- Você é Sakura Haruno não e?- ele perguntou sem me encarar
- S-sim.- eu disse com á voz tremula
- Toparia em ser uma pessoa temida por todos?
- N-não!- eu disse voltando a subir a escada sem ver aonde ia até que eu cai sentada num degrau.
- Pensei que você ia dizer isso e por isso vai sofrer com as conseqüências. — ele apontara uma arma para meu rosto até eu senti uma dor aguda nas costas.
Eu acordei tonta com o corpo dormente pensei que eu estava morta meu corpo pesava tinha passado da dormência para ardência eu pensei que tinha sido jogada numa fogueira queria gritar, mas não saia voz nem uma minha garganta acontecia um incêndio ardia doía formigava eu nunca tinha sentido isso minha cabeça girava a mil por hora eu estava viva, mas queria estar morta.
A dor não casava só piorava até que me dei de conta que eu estava de cabeça para baixo, só pode ser uma morte lenta se eu sobreviver vou passar á ver as coisas diferentes estou apavorada o que aconteceu? Onde eu estou? Em casa? Não é muito úmido para ser na minha casa quero descobrir a todo custo se eu sobreviver até lá.
Cada vez doía mais o meu corpo queimava, ardia, latejava e formigava, eu desejo, quero, preciso morre, por favor, não agüento mais isso, só piorava, a minha coluna...
- Ah... — eu gemi e dor, pois minha coluna dói muito.
Parece que eu fui pisoteada por touros uma manada de elefantes é uma multidão de pessoas e mais um pouco, acho que é uma morte dolorida e lenta que me faz sofrer cada vez mais, minha cabeça vai explodir a qualquer minuto. Antes de eu desacordar, só senti uma dor aguda nas costas como o resto do meu corpo foi afetado? Quem era aquele homem? Será que minha mãe e o Sasori estão bem? Tantas perguntas rondam na minha cabeça, que eu morra logo! Se for para dor piorar tomara que alguém me mate. Eu tento gritar, mas minha voz não sai nem um ruído, minha cabeça começou a tontura me pegou feio, vou fechar os olhos é esperar até que eu morra.
Eu abri os olhos eles doíam muito por causa da claridade, minha garganta não ardia mais, eu não sabia se eu estava viva ou morta agora que a dor cessou espero que eu esteja viva, pois eu não quero viver para receber más notícias e também não quero morrer! O que eu faço? Claro abra os olhos para ter certeza se esta viva ou morta. Eu abri os olhos eu estava em um quarto pintado de branco e azul, tinha uma janela aberta por onde entrava claridade. Eu tentei me levantar, mas minhas costas ainda doíam — uma dor de leve como estivesse latejando, uma dor que só me incomodava.
A maçaneta se mexeu para ambos lados eu não faço a mínima idéia de quem seja, será minha mãe? Meu pai? Eu não sei, mas eu já estou a ponto de descobrir.
- Já está acordada?- meu pai falou suavemente para não me assustar.
- Já. Porque?- eu perguntei mesageando a têmpora, por que minha cabeça estava dolorida. — Era para não estar acordada?
- Já era para está sim. Você esta bem?
- Um pouco dolorida. É a minha mãe, ela esta bem?
- Olha Sakura este e um assunto muito delicado eu tenho de ir devagar com a notícia. — ele falou entre dentes, fitando o chão.
- Pode falar, pai! — eu disse me irritando
- O bandido que entrou na nossa casa ele... Assassinou a mãe. — ele disse de cabeça baixa a apoiando com a mão esquerda e com a outra mexendo na ponta do lençol da minha cama perto de onde ele estava sentado.
- Mas e o Sasori?- eu disse quase aos prantos.
- Ele esta desaparecido... Não acharam o corpo, eles levantam a hipótese que o bandido o seqüestrou. — ele disse imóvel do local onde estava.
Só podia ser um pesadelo ele só me deixara viva para que? Para sofrer só pode ser isso, o que eu fiz a ele? Do que eu saiba nada. Minha cabeça volta a girar o choro não ajuda, muito até que eu me decido me deitar de novo e fechar os meus olhos doloridos.
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