Notas iniciais
O Link da música da Avril Lavigne Smile http://www.youtube.com/watch?v=gJA9XoEGf6Q
E também a música Matryoshka Das divas Miku Hatsune e Gumi Megpoid.

Agosto.


Setembro.


Outubro.

Minha vida mudou — para pior. — minha mãe faleceu á três meses, não consigo mais viver nesta casa, os pesadelos me assolam e os pontos de interrogação pairam sobre a minha cabeça a cada dia mais.

O jeito sou eu me mudar, eu já convenci o meu pai sobre nós nos mudarmos, meu pai vendeu a casa — coisa que eu quase o obriguei a fazer. Neste o final de semana vamos para Konoha um lugar sem graça onde eu passava as minhas piores férias.

Sempre é um lugar muito úmido ou muito seco, muitas vezes só chove, uma vez estava muito calor eu me decidi de saí de casa, fui ao shopping é fiz umas compras — na verdade fiz tantas que fiquei cheia sacolas. — assim que eu botei o pé para fora do shopping começou a chover e eu estava sem guarda chuva. Eu fiquei toda encharcada e a condução demorou a chegar, foi horrível quando eu cheguei em casa eu percebi que tinha perdido a chave e o meu pai tinha saído para assinar a papelada do enterro minha mãe, eu fiquei do lado de fora por horas me tremendo muito de frio por que a temperatura tinha caído .

Ás minhas malas já estavam no carro, o meu pai estava me berrando para ir logo, eu não estava me arrumando eu estava me despedindo dos pesadelos — só dos pesadelos pois as perguntas não elas ainda estavam na minha cabeça.

No carro eu ia passar o dia inteiro, pois Konoha e longe de Tóquio, mesmo que o meu pai vá a duzentos por hora ia demorar umas duas horas, eu peguei meu mp4 e comecei a escutar as minhas músicas (n/s: a música Smile da Avril lavigne.).

Eu sábia a tradução da música sábia que um sorriso e bom. Eu sou quieta fico sempre na minha e nunca fiz nada de errado nunca fui louca e nem vadia então a música não tem nada a ver comigo nem em sonho.

– Pai? Será que eu vou fazer amigos? — eu disse com um meio sorriso no rosto.

– Oi! Tudo bem de a gente ir para Konoha?- ele disse prestando a atenção na pista.

– Não mude de assunto. — eu rebati

– Eu não sei. — ele disse ainda com a atenção ainda na pista.

– Obrigado por se importar. — eu disse com um bico no rosto.

Eu adormeci no caminho pareceu segundo só o tempo de eu fechar os olhos e suspirar.

– Sakura! Acorda! — eu ouvi uma voz que logo que reconheci que era meu pai

– Já chegamos? — eu disse com a voz sonolenta e meio rouca.

– Sim. — ele assentiu

Eu me levantei do banco do carro, senti uma dor passar pelas minhas costas, me espreguicei e tirei o fone dos ouvidos que já estava silenciado pelo que parece a um bom tempo.

Olhei para frente e avistei uma casa pintada de branco na frente, a casa e meio pequena, eu não me importo com o tamanho só que eu tenho uma casa para morar. Eu adentrei a casa e subi as escadas de madeira que rangiam a cada andar que eu dava sobre ela.

Eu entrei no meu quarto, este que estava pintado de verde musgo coisa que eu não me importei a minha cama perto da janela, com um criado mudo ao lado da cama com um abajur em cima dele, vi o banheiro e me direcionei a este, eu tomei uma ducha rápida, eu peguei um pijama de flanela e o vesti e fui me deitar peguei meu mp4 no meu criado mudo e comecei a escutar música denovo.

Meu pai resolveu me colocar num colégio interno chamado Institute Única vida, até que ele talvez não seja tão mal vou visitar no final de semana o que vai contecer uma festa, com as regras rigidas não podemos namorar, abraçar um menino ou dar um beijo na bochecha um menino — o que não está nos meus planos.

Eu me levantei, o meu lençou estava no chão que fez com que eu caise feio no chão.

– Droga! — eu gemi essa palavra com a voz um pouco auterada.

Eu começei o dia bem, caindo bem feio no dia que eu vou a uma festa na minha escola nova. Eu tirei o pijama que estava cobrindo o joelho que eu tinha batido, como eu sou meio palída e o meu joelho estava avermelhado. Eu me apoiei na cama e me levantei com uma ótima animação, imagine com o meu dia será.

Já era seis da tarde, e a festa iria começar ás sete e meia eu tinha quase acabado de me arrumar, eu estava com uma meia calça parecida com uma rede da cor preta,com uma blusa de manga listrada, e com um short jeans e uma bota também da cor preta.

Eu desci e fui para a sala para falar com o meu pai que eu já ia sair.

– Já vai?! — ele me questionou arqueando uma sombrancelha.

– Sim. — eu disse arrumando o meu cabelo

– Mas só são seis e meia! — ele continuou a me questionar.

– Eu ainda tenho que pegar um táxi que já esta chegando. — eu falei observando a janela

Eu ia pegar um táxi porque eu não queria que o meu pai me levase, asssim que ele chegasse no colégio ia fezer várias críticas, o geito que os jovens estão se vestindo, o geito que eles dançam e entre outras.

– Então tá. — ele disse cabisbaixo.

– Se você quiser eu fico mais um pouco. — falei tentando o animar

– Não precisa. -

– Vou esperar mais um pouco. -

Eu me encostei no sofá e fechei os olhos, eu ainda não tinha digerido o acontecimentos, tudo estava muito difícil de engolir, imagine de digeri.

Eu escutei uma buzina — com certeza era do táxi. — me levantei calmamente até que eu olhei o relógio eram sete e vinte e cinco eu tinha cinco minutos para chegar — coisa muito impossível. — eu entrei as pressas no táxi, o motorista tinha de ser rápido, eu entrei no táxi e me sentei e fechei a porta.

Ao chegar na escola vi uns prédios bem grandes,o total era três um colado com o outro pintados de branco com janelas bem grandes e também tinha mais três prédios atrás deve ser os dormitorios. Adentei a escola rápidamente a música soava bem alto era Rock não um rock qualquer um rock pesado sem sentido — pelo menos as partes que eu entendia.Meu inglês não é muito bom matava a maioria das aulas de inglês pois o professor era um tarado que já avia tantado me agarrar. — E os alunos dançavam normalmente como se fosse uma música normal e não era só isso fora do normal os alunos eram misteriosos uns me olhavam torto outros esbarravam em mim a fingiam que nem viam o tema era o mais estranho tinha neblina que incomodava os olhos nem dava pra ver a decoração só vi que tinha algumas teias de aranhas pois já havia me enrroscado em várias.

Dei uns passos rápidos e acabo de perde o equilibrio e quase caio em cima de uma garota, me senti uma gálatina já devia ter me acostumado com a minha agilidade de lesma. Ela se virou, ela era bem bonita os seus cabelos eram roxos e encaracolados até os pés, os olhos eram vermelhos, não de raiva pois o seu rosto estava bem tranquilo... Tranquilo demais pro meu gosto.

– Yo!!! — Ela falou com um sorriso assustador.

– Oi. — respondi.

– Você é nova aluna? — questionou ela

– Sim. — Respondi.

– Prazer meu nome e Nikki. — ela me estandeu a mão.

– Prazer Sakura. — Eu apertei a mão dela com suavidade. Ela me olhava como se eu fosse um bicho,um bicho tímido e medroso.

- Sakura.... Sakura do que? — Me assustei com aquela pergunta, pois eu não gosto de falaro meu nome todo.

- Sakura... Sakura Haruno. — Soltou minha mão bruscamente e aí a música aumentou e começou a tocar uma música mais estranha e sem sentido.

(N/S: http://www.youtube.com/watch?v=_JGaQ3g8WU4&feature=g-vrec)

" 1-2-3-4


Uma mensagem que eu pensei muito muito sobre

Talvez ele vai chegar à alguém, quem pode dizer?

Certamente eu sempre fui assim,

A remendada, louca matryoshka


Dor de cabeça é um pacote que cantar para mim

Tempo continua passando, mas ele ainda diz 04:00

Não diga a ninguém

O mundo vai virar de cabeça para baixo


Ah, eu me sinto despedaçando

Jogue fora todas as suas memórias, também

Ah, como eu quero saber,

Para fundo abaixo ... "

Logo após ela começou a andar e derepente parou e me deu um puxo forte me deixando centimetros dela, logo me desesperei de novo pensei o pior.

Ela levantou a mão fechei os olhos com medo.

" Ei, por favor,

dance mais um pouco

Kalinka? Malinka?

tire a corda do arco

O que devo fazer com esse sentimento?

Você pode me ensinar um pouco? A


Alto e claro 524

Freud? Quelóide?

Bata a tecla

Todos riem por completo

Rapidamente, a dança loucamente


Bater palmas, não é totalmente infantil,

A essa melodia louca, olhe

Eu não me importo de qualquer maneira

O mundo está derretendo


Nós estamos indo de encontro? Encontro?

Ah, é suspensa aventura?

Com um andar torto 1,2,1,2


Ah, é nauseante

Me pare por completo

Ah, com ambas as mãos

Me pare."

Senti dedos frios comprimir os meus lábios depois apertando as minhas bochechas fortemente e depois alisou os meus cabelos, tomei coragem e abri os olhos ela estava séria ela segurou o meu rosto e me olhou nos olhos.

" Ei,

escute é importante

Kalinka? Malinka?

belisque o seu rosto

Mas, mas você pode suportar?

Quer fazer outra coisa?


Ai, ai, ei agora não chore

Parade? Marade?

Bata mais

Esperar o que é esperar, esperar

Antes que nós fiquemos sozinhos."

Ela havia percebido o meu medo, e também, não tenho certeza, parece que ela olhou a minha alma e o meu passado.

Eu estava paralisada.

Ela segurou a minha mão fortemente e saiu correndo em direção á escada quase caí no meio disso tudo.

Tinha uma parede a frente meu coração acelerou quase infartei e senti a parede gelada. Ela avia me jogado.

- Gostei de você Sakura Haruno.

- Que bom. — Falei sem me senti, minha cabeça estava doendo e não raciocinava direito com essa eu posso ficar louca de uma vez.

- Tenho que te apresentar para uma pessoa. — Ela me levantou do chão me deixando cara a cara com ela. Ela aproximou o seu rosto do meu e sussurou.

- Só lhe digo uma coisa, depois de hoje vocÊ nunca mais vai ser a mesma. — Ela falou e riu Maleficamente.

" Nós estamos indo de encontro?

Encontro?

Ah, é suspensa aventura?

Com um andar torto 1,2,1,2


Embriagar-se,

cantar até amanhã,

olhe!

Uma louca remendada matryoshka


Ei, por favor, dance mais um pouco

Kalinka? Malinka?

tire a corda do arco

O que devo fazer com esse sentimento?

Você pode me ensinar um pouco?


Alto e claro 524

Freud? Quelóide?

Bata a tecla

Todos riem por completo

Rapidamente, a dança loucamente


Beijo Beijo "