A amada
Talvez eu seja um tipo diferente de mulher. Constante e inconstante, aquela que sofre e ama, sonha. Tenho muitos sonhos a realizar e uma grande história para escrever.
Sou adepta a tentar, pois talvez assim eu consiga alcançar o que almejo. Acredito que não seja tão difícil entender. Não vivo do passado, do presente e nem do futuro. Mergulho em memórias passadas para retirar lições e forças para seguir. O presente é feito de descobertas, aventuras e romances. O futuro é apenas uma página em branco, imaginada e idealizada todos os dias.
Sei que o amanhã pode ser melhor, sei que a noite pode passar e a manhã pode ser mais que o nascer do sol. O cheiro da brisa marítima e da chuva enquanto molha a terra me lembra da infância. Aquela que perdi, não posso repôr. Mas ainda assim, a vida é mais que um mero poema, algo abstrato, deslizes, fracassos e acertos. Ela é real.
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- Entrou em 15 de ago. de 2014, 13:46