Eu sou uma máscara para a sociedade, um eu-lírico para a poesia, um prisioneiro da imaginação, um sou um louco com a caneta na mão que não consegue enxergar nada, pois só mais louco, para enxergar através dos dedos, a essência da razão.

  • ID: #382000
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  • Entrou em 20 de out. de 2013, 02:09
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