“Existem aqueles que você se interessa por ser bonito, ter um corpo ‘saudável’, e por todas as meninas quererem ele. – Mas existem aqueles, que além disso, tem um bom papo, um sorriso encantador, gosta de música, é sincero e te diverte. Existem aqueles, que se tornam amigos, e que este sentimento de irmandade permanece. Aqueles que você teme em perder, e fica feliz por vê-los felizes. Aqueles que estão sempre com você, para te dar um abraço e te chamar de querida. Aqueles que você se apega, que se tornam irmãos. Aqueles que tem o tipo: melhor namorado do mundo – e que para você, é sinceramente o mais doce amigo que uma mulher pode ter.”

*****

Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.

Conversa entre os dois vizinhos:

- Ele vai comer o meu coelho!

- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade…

E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.

Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família

tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra!

Dizia o homem:

- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!

Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam.

O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.

- Já pensaram como vão ficar as crianças?

Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:

- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.

E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.

- Descobriram!

Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

- O que foi? Que cara e essa?

- O coelho, o coelho…

- O que tem o coelho?

- Morreu!

- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.

- Morreu na sexta-feira!

- Na sexta?

- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu!

A história termina aqui.

O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado.

O que faz ele?

Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo.

E o ser humano continua julgando os outros… Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.

Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?

Histórias como esta são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.

  • ID: #206603
  • Títulos: Nenhum
  • Entrou em 16 de set. de 2012 23:46
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