Recomendado por Carym

Carym
When We Were Young é realmente uma fanfic sensacional. Ela foi tão boa de ler que eu vivo relendo meus capítulos preferidos o tempo inteiro. É a melhor fanfic da Era dos Marotos que eu já li nesse site. Ela balanceia muito bem entre a quantidade de humor e drama, vai de 0 a 80 rapidamente. As vezes um capítulo pode ser tão cheio de drama e te fazer chorar e mesmo assim ter uma pitada de humor que vai te fazer sorrir. É uma fanfic longa, mas tão boa, tão boa que vale a pena perder o sono para maratonar. Queria que ela não acabasse nunca, pois tem uma vibe tão boa que sempre é bom ler para relaxar, até mesmo os capítulos cheios de ação e drama. Recomendo essa fanfic por tudo isso e por muito mais que você irá descobrir lendo. É uma fanfic maravilhosa com uma autora maravilhosa. Leiaaaam.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) DISSE / (2) DISSER

(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.

Recomendado por Anna

Anna
''Insignificantemente, você'' é umas das fanfictions mais encantadoras que eu já li até hoje. Um quê de mistério, contrastando com o romance entre o casal mais perfeito do mundo, deixa tudo ainda mais eletrizante, e devo admitir que nunca fiquei mais ansiosa para que novos capítulos cheguem logo, mesmo que isso acarrete no final da história. Cada mínimo detalhe lhe faz suspirar e até perder o fôlego, dependendo do humor da autora, que quase nos mata toda vez que atualiza a história. É como se você estivesse dentro da história, vivenciando cada momento -bom e ruim- com os personagens que você ama. Minha cara Quase Irmã, essa recomendação é mais do que merecida! Meus sinceros parabéns pela história, e continue assim! Você, meu caro leitor, leia ''Insignificantemente, você'' e se torne uma pessoa tão iludida quanto eu! No bom sentido, claro!