Recomendado por baizen

baizen
Oh, Deus! Terceira tentativa de fazer uma recomendação, se o Nyah ajudasse, seria tudo muito mais fácil. Achar Deslizes é como pular de páraquedas, você tem que rezar, e muito para a cordinha dele abrir e você continuar vivo, mas no final, a cordinha não funciona e você acaba morrendo. Nossa, adorei essa metáfora. Deslizes é algo totalmente inusitado e nada inocente, afinal de contas, quem espera que Pansy mal de Parkinson e Ronald pobretão Weasley poderiam um da chegarem a se encostarem? Ou se apaixonarem? Além de ser algo inusitado, é legal ver cada ponto de vista escrito de uma maneira codizente com todo o caos do enredo. O caos é o amigo dos desajustados. A cada capítulo lido, você quer mais. Apenas mais. E só nisso que você pensa: mais. Os leitores acabam ficando totalmente presos ao enredo, maquinando o que pode ser o futuro da história e a Cora acaba nos surpreendendo fazendo tudo aquilo que não esperamos. Deslizes é um achado, te faz ver tudo de uma perspectiva diferente, te destrói, machuca... é como morrer mesmo. Mas vale a pena morrer por algus deslizes.
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME

(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).

(1) APTO / (2) APITO

(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!

Recomendado por Celenary Visferid

Celenary Visferid
E depois de passar um século sem ler nada em relação a essas três irmãs, por ter lido tanto ao ponto de achar que nunca encontraria algo totalmente novo e revolucionário, eis que surge "As Cores" que se tornou algo indispensável no meu dia a dia, quem pensaria que por trás de toda a perversidade Bellatrix fosse apenas esquizofrênica? Que Andrômeda foi uma feminista fervorosa e que Narcissa, a mãe sempre tão dedicada, um dia fora tão cruel que chegava a ser fofa? Quem um dia pensaria que mulheres tão diferentes poderiam ser mais parecidas do que deixavam transparecer? É algo surreal o que a Eponine conseguiu fazer com tão poucas informações fornecidas ao longo dos anos. As influências só complementaram ainda mais a história, dando a proporção certa na narrativa. As personalidades das personagens estão bem construídas e te fazem querer ler mais e mais sobre cada uma delas. A autora, simplesmente, criou uma fanfic fascinante demais para parar de se ler depois de alguns capítulos.