Recomendado por Letícia G

Letícia G
As Blue As Love Can Be é uma das melhores histórias que já li. Partindo de apenas pequenas referências ao longo dos livros, a autora estabelece um enredo estruturado e magnificamente construído, nos levando a entrar, de modo convincente e intenso, na mente do personagem mais misterioso, intrigante e envolvente do mundo de Martin: Petyr Baelish. Passamos a entendê-lo melhor e a suas aspirações e decepções, com o uso inegavelmente belo da escrita, que é contínua e fluente. Uma leitura imperdível para aqueles que desejam apreciar com qualidade o mundo das Crônicas e a mente do melhor jogador de Westeros.
"FAZEM TRÊS ANOS..."

O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.

"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"

WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)

Recomendado por Letícia G

Letícia G
As Blue As Love Can Be é uma das melhores histórias que já li. Partindo de apenas pequenas referências ao longo dos livros, a autora estabelece um enredo estruturado e magnificamente construído, nos levando a entrar, de modo convincente e intenso, na mente do personagem mais misterioso, intrigante e envolvente do mundo de Martin: Petyr Baelish. Passamos a entendê-lo melhor e a suas aspirações e decepções, com o uso inegavelmente belo da escrita, que é contínua e fluente. Uma leitura imperdível para aqueles que desejam apreciar com qualidade o mundo das Crônicas e a mente do melhor jogador de Westeros.