Recomendado por aninha_shadows

aninha_shadows
No início achei que essa seria uma fic comum, mas com o desenvolver da história, eu como leitora, me envolvi com a trama. Sinceramente fiquei revoltada com alguns aconetecimentos e até pensei em parar de ler, mas a curiosidade me fez continuar lendo. Mais tarde, percebi que eles foram necessários para o resultado da história e para a mensagem que a autora queria passar. Muito bem escrita, e bem desenvolvida.
"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"

WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)

(1) APTO / (2) APITO

(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!

Recomendado por joanabrasil

joanabrasil
Essa história é uma obra que traz um retrato autêntico e doloroso do luto, retratando-o com uma profundidade rara. A jornada de Clara é contada com uma sensibilidade tocante, e a escrita conduz o leitor pelas camadas de dor, negação e, eventualmente, aceitação. Cada palavra é escolhida com uma precisão que faz com que os sentimentos de perda sejam quase palpáveis, ecoando nas memórias de quem já sofreu uma despedida eterna. O texto nos envolve em uma atmosfera de saudade intensa e constante, onde os detalhes — como a manta azul e o quarto silencioso — simbolizam a luta de Clara para manter viva a lembrança de quem partiu. A autora captura magistralmente os pequenos momentos de esperança entre a imensidão da tristeza, oferecendo ao leitor um lembrete comovente de que mesmo nas sombras mais profundas pode haver uma faísca de resiliência. Recomendo esta história para aqueles que já sentiram a ausência esmagadora de um ente querido e procuram uma narrativa que os faça se sentir compreendidos e abraçados. É uma leitura que não promete curar, mas sim reconhecer a dor e validá-la, mostrando que, apesar das cicatrizes, a vida continua. Esta obra é um tributo àqueles que partiram e à força de quem fica, buscando formas de viver com a memória de um amor que, mesmo na ausência, permanece imortal.