Recomendado por Beatricee

Beatricee
Voltei pro nyah e essa é a primeira recomendação que faço na conta nova, então vou me empenhar rsr Eu Não Quero Ser Só Uma Memória não é simplesmente outra fic muito clichê, pelo menos eu não a vejo assim. Posso dizer com toda certeza que cada capítulo te encanta ou te devasta mais do que o anterior e apesar de não ser uma história louca e super detalhada, ela tem um encanto intenso e avassalador. A expectativa pelo próximo capítulo é tanto que chega a ser maluquice. Katsuki nunca foi tão tsun e ao mesmo tempo tão fofo, Izuku então, nossa .. acompanhar ele nessa paixão as vezes me faz querer me apaixonar de novo, mas também me lembra que é doloroso amar e o quão ariscado é se entregar. Normalmente eu não recomendaria uma fanfic com menos de 15 capítulos em andamento. Mas o potencial dessa história é tanto que não conseguiria me conter e esperar para dizer o quando essa fic é PERFEITA!! A Rafa é incrível! As descrições das cenas e o modo como ela expressa os sentimentos dos personagens faz com que nada pareça fora de lugar, pelo contrário, é como um parte perfeita da obra original, só que com lemon rsr Pelo menos eu me sinto assim ao ler e ver que a personalidade de ambos está ali, muito bem retratada e que a coerência e fluidez da história me faz ainda mais presa e ansiosa para o que vem a seguir. Parabéns!!
(1) TÃO POUCO / (2) TAMPOUCO

(1) Referindo-se à quantidade, equivale à “muito pouco”. -> Ex: Havia tão pouco pão.
(2) Quer dizer “também não”. -> Ex: Ela não gostava de comprar, tampouco se divertia ao sair.

VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?

Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...

Recomendado por Cervello

Cervello
O comentário que escrevi não foi suficiente. Não resisti, vou ter que recomendar My Bancho Hero. Por quê? Se trata de uma história que, ambientada no universo de My Hero Academia, o explora de maneira muito satisfatória, recorrendo apenas ao que é mais característico nesse universo, e dando aquele gosto doce de saber que, mesmo não conhecendo (o que não é o meu caso), é possível apreciar a história. As Peculiaridades dos personagens originais são muito interessantes, e assim são também suas personalidades: totalmente verossímeis e com importantes convicções. Traçada por Bankara, um herói impopular, a história se desenvolve deleitosamente (graças a escrita dinâmica do autor), mostrando a faceta vil daqueles que se dizem heróis, e mostrando o que deveria ser a verdadeira face de um heroísmo - aquele que protege, e não, o que se exibe. O Nosso Bancho Hero nos ensina isso, acima de tudo. E eu, nada mais posso fazer, senão recomendar a leitura.