Livros e fanfics de Mistério

Recomendado por Miau

Miau
Caramba, nem sei falar direito sobre essa fic, não se incomodem se a recomendação estiver uma merda. Mas eu me sentia com mais que uma obrigação de fazê-lo. Essa fic me prendeu de tal maneira que não é possível explicar. A narrativa é ótima e o modo como os detalhes são contados é surpreendente! Essa estória fala sobre um amor entre Isis e Fernanda, Alisson e Amanda, além das fofas Clarie e Rafaela (meu casal preferido, queria roubar a Rafa pra mim'^'). Elas seis são amigas e no meio de muita treta e confusão além de cenas cômicas vao se apaixonando. Tenho que falar que a escritora é meio coisada,e as vezes demora um pouco (MUITO )pra postar. Mas isso não evitará que vcs se apaixonem. Sem mais delongas, encerro aqui falando que ou vcs leem e morrem de fofura ou vcs não leem e perderão uma fic divina!:
(1) CONCERTO / (2) CONSERTO

(1) Significa um acordo com um objetivo em comum, uma sessão musical ou apenas uma harmonia de sons. -> Ex: o concerto possuía violinos e arcadeões.
(2) Vem do verbo “consertar” (também com “S” -> eu conserto) e significa reparar. -> Ex: eu conserto alguns automóveis, por isso consegui a vaga de mecânico.

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Rodrigo Caetano

Rodrigo Caetano
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal. Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção. Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la. Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...